Então é assim

Silence.jpg

Nos tempos mais próximos, irei colocando aqui alguns textos – recentes uns, mais antigos outros – que tiveram pouca difusão. Quando achar que não há mais, ou que já não os há apresentáveis, ou que já chateei o suficiente, partirei. A vida é alhures, já dizia o outro. Em francês. Com outro chique.

O Aspirina, esse, continuará. Há mais marés que marinheiros. Quem sabe, leitor e amigo, os grandes dias que ainda o esperam aqui.

30 thoughts on “Então é assim”

  1. portugal não te merece.mas venha de lá esses textos pouco difusores.

    sabes, os escritores ficam e os críticos vão-se. é esta a cena literária. mas uma coisa é certa: nunca serás um grande escritor; e a mediocridade abafa o teu pendor crítico. serás por certo um excelente leitor. ao menos isso.

  2. Caríssimo, eu não lhe disse que essa “mente que brilha” e que dá pelo nome de afixe iría ser o cangalheiro deste blog? Você não acreditou e disse que ele não poderia ser o cangalheiro porque não foi fundador. Ora para se ser cangalheiro não tem necessariamente de se ser o fundador (é só observar a vida). Ou seja, raríssimas vezes o fundador é o cangalheiro. Este é sempre outro que não o fundador. Como é que aceitaram um indivíduo que só escreveu disparates de um modo geral? Vocês viram que eram disparates, por isso é que não resistiu mais do que um mês, trataram de se livrar dele. Aliás, ele próprio já tinha enterrado o seu blog, assim parece. Pode ser que não seja o cangalheiro se assim o desejar, mas que deu muito mau nome ao blog e muito mau ambiente, isso concordará comigo. Você ao menos sempre escreveu com regularidade, com sensatez (independentemente de eu concordar ou não, mas isso é problema meu) e com uma persistência militante. Deu vida e alma a este blog de modo a parecer que o blog era seu e agora vai-se embora. É a vida.

    Até sempre.

    Toca e foge

    PS. Felizmente estou de bem com a vida e nada chateado. As coisas correm-me bem. A ver se consigo também irão correr.

  3. Caro Toca e Foge:

    Você toca, foge e nem sequer o nome deixa … é que pode alguém querer chatear-se com os seus bitaques e nem o seu nome sabe, quanto mais o email …

    —————————–

    On a slightly different matter …

    Fernando:

    Junto-me ao abraço do Jagudi. Quanto ao resto, prometo que o continuarei a ler, em html ou em papel, com ou sem caixinhas de comentários …

  4. José,

    Obrigado pelo «boa viagem». Ela é curta, invisível de curta, só à nano-escala, entre uma pasta e outra…

    v.f,

    «Nunca serás um grande escritor». A tragédia seria eu imaginar o contrário.

    Jorge,

    «Bonita renderização 3D. É tua?» Bonita é, mas não minha. A propósito: explica lá, a sério, o que é uma renderização.

    Cristina,

    É. A vida dá para o que dá. Sempre pouco.

    Jagudi,

    Um grande abraço para ti também.

    MST,

    Não haverá nenhum novo espaço. Há dez outras coisas fascinantes – todas urgentes, claro – a puxarem por mim. Fique bem.

    MPS,

    A nova morada será a de sempre: a de papel. Boa sorte.

    Toca e foge,

    A minha saída não tem nada, mas nada, a ver com o «afixe». Nunca percebi o que é que tinhas contra ele. Mas obrigado pelos bons augúrios a meu respeito.

    Luís Oliveira,

    Há-de ser mais em papel, e sem caixinha de comentários, embora deixando um rasto deles. Fica bem.

  5. olha uma kpk!

    Queria desejar boas viagens (plural :), a foto é bela!, obrigado pela oportunidade de ler, não só os textos como as polémicas…

    Fiquei sem saber porque é que o “pagar” foi apagado, mas não faz mal, vou atrás disso nam mesma :)

  6. Caríssimo, nem de longe nem de perto pensei que a saída tivesse a ver com o afixe, nada disso. Acho é que talvez seja chegada a altura de mudança, mais nada. O que tenho contra o afixe é assunto para esquecer, já passou e não volto ao tema. Boa sorte com o papel.

    Caro Luís Oliveira

    Envio o meu e-mail caso queira chatear-se com algum bitaque meu. Nessa altura, quando se chatear via e-mail, saberá o meu nome.

    Até à próxima

    Toca e foge

  7. Toca e Foge:

    Estava apenas a reinar, o Luís Oliveira, posso-te garantir que quando o rapaz diz coisas destas, pelo menos aqui, em princípio está a reinar.

    Vá e agora pisga-te.

  8. Chamem a cruz vermelha que o Luis Oliveira levou uma sova. Eu se fosse a ele era já um duelo à espada. Agora tenho que me pisgar.

    Até ao próximo fim de semana …

    (Ai meu Deus, quem será este D. João e a Máscara, ai que medo que eu tenho que me caia a Máscara. Ai que medo, que medo …)

  9. Renderização é um daqueles barbarismos que caíram na língua por via dos computadores e das coisas feitas com eles. Significa a criação de imagens através de modelos informáticos tridimensionais de objectos, paisagens ou ambos. Que eu saiba, não há nenhuma palavra portuguesa que se preste a uma tradução decente do conceito, e a que é usada é mesmo essa. Um aportuguesamento como tantos, desta vez do inglês rendering.

  10. Afinal de contas o “aspirinab”é racista!!O meu comentário de ontem ficou para “análise”, mas a censura eliminou-o… bem, não era a primeira vez o que é de difícil entendimento pois não é meu hábito provocar agravos. Talvez por isso

  11. aragem,

    O Aspirina B não é «racista». Também eu – desde há várias horas – não consigo que um comentário meu a outro post passe pela… Censura. Somos os escolhidos, senhora.

  12. Tocas e foges, tu próprio dizes. O teu matraquear ressabiado explica o resto. E agora, cala a corneta que este post não foi feito para estas coisas. Se tens algo para resolver comigo, quem quer que sejas, manda para o mail do aspirina, que concerteza me chegará às mãos.

    E assim deveria já ter acontecido, se fosses pepino torcido de pequenino.

  13. Não conheço pessoalmente o Venâncio, por isso, não sou suspeito.
    Espero sinceramente que o Venâncio não vá embora.
    É necessário neste espaço. E, se for, por favor, avise para onde. E leve o meu abraço de gratidão pelo que dele tenho lido.

  14. Eu não disse que o afixe era idiota e burro? Parece que o cangalheiro ainda mexe. Vai-te catar idiota palerma. Ressabiado és tu que não tens onde cair morto, deve ser genético. Quanto a pepino deve ser coisa que não tens quanto mais tomates para me mandares calar ao estilo PIDE. Mas se há algo para resolver não será por e-mail.

  15. Manda lá o teu mail, pá, que não sei quem és (embora devas ser um dos pardalitos do costume, a fingir catarro – e Outubro é sempre um mês complicado).

    Assim, com nome, já me podes chamar burro, idiota, destomatado, cangalheiro e o que mais te aprouver. Até me podes ameaçar e concretizar a ameaça. E eu, sabendo então quem és, se me sentir, poderei reagir em conformidade.

    Ou a imensa tomatada não dá para tanto? (leia-se: assumir os teus actos).

    Já viste bem o ridículo de estar para aqui um fulano, que nem sequer assina, a vomitar fel da forma como o fazes para cima doutro fulano que assina afixe, tudo indiciando que o primeiro conhece a identidade do segundo, sendo certo que o inverso não é verdade?

    Não me digas que vai ser mesmo de facada nas costas.

    Pobre desgraçado.

    (doravante, e para que conste, não te darei o gosto de responder aos teus latidos por esta via, que já encheste este post com demasiada merda – embora, é certo, cada um dá o que pode e, pelo teu arrazoado, já vi que não és propriamente um favorecido pela fortuna)

  16. Mas e os porquês desse abandono, caro FV, será que não temos direito a conhecê-los?! Mas vai-se sentir a sua falta, disso não duvide. É que essa escrita não é para todos… Tudo de bom em alhures. Espera-se é que a partida não seja para nenhures. E em alhures, se for à distância de um clique, não se esqueça de comunicar…
    Abç

  17. Politikos,

    O algures para onde parto – já o disse aqui, mas pode ter escapado – é perto, pertíssimo, noutro cantinho do disco rígido, onde dois (mais, mas ponhamos dois) livros esperam para serem escritos. A decisão de partir teve a ver com a impossibilidade de, em tais circunstâncias, manter um blogue sozinho, e logo este, como vim fazendo durante semanas.

    Você terá visto que as coisas mudaram ali por cima. Isso poderia permitir-me prosseguir pianinho. Como distracção, devaneio ou desopilação, isto é muito adequado.

    Veremos. Verá.

  18. Afixe, tu zurras e zurras alto. Mas ao menos poderías ter um zurrar bonito, mas não. Foste bem amestrado na arte de zurrar feio. Sempre que aqui postas, não só zurras como fazes merda. Não consegues mais, mas a culpa não é tua, é da natureza que foi madrasta para ti. Enfim é a tua triste sina. Sina de um desgraçado de merda. Mas será sina ou será genético?

    Mesmo sem nome chamo-te burro, idiota, cangalheiro e o que mais me aprouver. E não me dou a conhecer porque não me apetece. Porque tomates para ti, qualquer desgraçado neste mundo tem.

    E o teu nome qual é para além de afixe? Qual o teu e-mail? Queres o meu nome e o meu e-mail e não dás os teus? Andas enganado em tudo (a sina mais uma vez) e também no facto de eu te conheçer. Não sei qual o teu nome, nem nunca te vi na vida. Poderíamos cruzar-nos na rua que eu não faria a mínima ideia que era esse idiota que assina afixe, quem passava por mim.

    Fazes bem em não mais responderes aos meus comentários, porque já não tenho pachorra para te pôr em ponto rebuçado. Mas acho que não vais cumprir a tua promessa (o que deve ser normal em ti), não vais resistir e vais-me dar esse gosto. É da tua natureza, ferves em pouca água e amplias o teu registo irracional normal do dia a dia.

    Manda sempre jovem

  19. Anónimo da 01:00 AM e de outras tristes horas,

    Não sei se o Afixe lhe escreverá mais. Mas eu vou fazer um pequeno esforço para calá-lo, a si. É um triste espectáculo o seu, o desse anonimato em altas vozes. Anónimo, avulso, acobardado, mas palavroso, nunca você ainda disse senão que o seu atingido não prestava. É pouco, senhor. Além disso, com alguma prospecção, e um mínimo conhecimento do meio, você saberia quem é o Afixe, o que escreveu, e teria até uma ideia aproximada da sua aparência. O puro anónimo é você. E, enquanto não abandonar esse infeliz estado, faça-nos o favor de desamparar a loja.

  20. Fernando Venâncio

    Este blog permite o anonimato. Anónimos são os que não colocam nenhum nome, assim como os que se intitulam de EUROLIBERAL, aragem, D. João e a máscara, complicado, hexagonista, etc.. Tudo gente anónima, em infeliz estado segundo você, que às vezes até assinam com o nome de outro.

    Vocês ao desenharam este blog fizeram-no de modo a permitir o anonimato e alguma razão tiveram para assim o fazer. Isto para dizer que é desonesto da sua parte vir agora criticar o anonimato e dizer que quem o pratica se acobarda. No início não previram situações destas (ingénuos!!!), mas já tiveram mais que tempo para corrigir o erro, caso tivessem sido honestos, como outros blogs o fizeram.

    Quanto ao afixe, eu já tinha dito que era assunto encerrado. Ao ler isto o homem teve uma incontinência e veio com insultos para cima deste anónimo. Portanto não faça do afixe vítima que ele não o é. Poderá ser seu amigo mas vítima é que não. A minha vida não é a blogosfera, daí não ter conhecimento do meio. No entanto resolvi fazer uma prospecção conforme sugeriu. E pergunto se o afixe é um Bernardo Mota que tem um site? É esse?

    Por outro lado, pode ser que a si e ao afixe vos dê gozo estas polémicas. Se assim é compreendo porque ainda são permitidos anónimos. É uma questão de gozo e deleite.

    PS. Vejo que ainda por cá anda, que ainda não está no papel. Não se foi embora conforme prometeu (pelos vistos todos nós temos os nossos pecadilhos).

  21. Anónimo das 01:53 PM,

    1. Não fui fundador do Aspirina. Não tive, pois, nada a dizer sobre o seu arranjo. Mas posso acrescentar que há outros blogues a permitirem o anonimato.

    2. Devo dizer que o absoluto anonimato me incomoda sobremaneira. Um nick não identifica, decerto, mas já individualiza. Distinga, pois.

    3. Todavia – e não se faça de sonso – o que deplorei não foi o seu anonimato. Foi o uso que você dele fez, e faz, para enxovalhar alguém que você não conhece (e, por falarmos nisso, eu pessoalmente também não).

    4. Não prometi ir-me embora, só anunciei. Distinga, sim?

    5. Não voltarei à conversa com essa ausência que você é.

  22. Fernando Venâncio

    Aparece agora aqui pelo meio, um indivíduo que assina “fv”. É o nick de alguém ou é você Fernando Venâncio? Vamos supor por absurdo, já que você não se esconde e dá a cara, que este nick é seu.

    1. O anonimato é um previlégio que os fundadores deste blog (onde você não consta) me deram e que eu exerço, assim como a esmagadora maioria dos leitores, com ou sem nick’s. Você pelos vistos não gosta, logo só tem de cumprir com o “anúncio” que fez.

    2. E no entanto, não precisei de nenhum nick para você me reconhecer no meio deste mar imenso de anónimos (com ou sem nick’s). O que quer dizer que para si não sou um “absoluto anonimato”, estou bem “individualizado”. Já distingui?

    3. Entre mim e o afixe, que não nos conhecemos nem por nome, o enxovalho é mútuo, mas você prefere vitimizá-lo e fazê-lo passar por coitadinho. Para quem não conhece o afixe, você toma muito bem as dores dele. Por mim, como já disse anteriormente, este assunto do afixe é para encerrar de vez.

    4. A pedido de várias famílias resolveu continuar a “postar”. “Anunciou” que se ia embora e agora “anuncia” que por cá fica. Já distingui!

    5. Não voltará à conversa comigo, diz você. É uma promessa ou um anúncio? Se fôr um anúncio posso tomá-lo pelo mesmo valor facial com que você tomou o anúncio que fez, relativamente à sua ida para o papel?

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.