Só espero que esta malta não se lembre de dizer que é de esquerda

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Na disparatada ocupação do Rivoli, nem mesmo o facto de estar em risco a realização de um concerto do Luís Represas é atenuante: a penosa função ia ser beneficente. Mas também era escusada a maldade de berrar aos quatro ventos a média de pagantes do último espectáculo da companhia que encenou este protesto…

12 thoughts on “Só espero que esta malta não se lembre de dizer que é de esquerda”

  1. há quem diga que a criação artística chega durante o sonho, em madrugadas álgidas. Vem dos deuses, pela mão dum mensageiro.
    A essa hora o artista é um visionário. Fora dela põe a obra em pé, paga a renda da casa.
    Por cá, e ao que parece, há artistas tão criativos que são visionários a tempo inteiro. Produzem para o vazio, e pagar a renda não é com eles!

  2. O Jagudi sim, é o verdadeiro artista !

    O Luis e o Fernando são do estilo daqueles que só sobrevivem com subsídios.

  3. É impressão minha ou o LR não gostou que lhe descobrissem a careca ? Fica sabendo que o parasitismo é nocívo à Democracia !

  4. João Miranda, o que fizeste do Luís Rainha. Criatura que ocupas o corpo do Rainha, ocupação disparatada porquê? Tem que se ser favorável à privatização do teatro?

  5. Desgraçadamente, os okupas vão dar ao Rio ultramontano uma vitória que ele não merece.
    Mas Portugal é um país de loucos à solta, capitaneados não poucas vezes por certos ‘criadores’ de lixo cultural.
    Há-os na literatura, no teatro, nas plásticas, há-os por todo o lado.
    O povo despreza-os genuinamente, mas rumina silencioso, porque não aprendeu a fazer outra coisa, e teme que o chamem ignorante.
    Os ‘artistas’ dão mais dois pinotes no palco, e mandam a conta ao contribuinte, que consideram um asno.
    E há, realmente, quem aplauda!

  6. Ufo,
    Dizer povo é generalizar demsiado, não achas? Não é o povo que teme que lhe chamem ignorante, porque ele sabe que o é e segue quieto a sua “vidinha”. O povo que trabalha duro para viver (porque esse existe, sabias?), e que te serviu para compostamente escreveres o 4º paragráfo, não é esse que se incomoda ou tem tempo para olhar sequer para esses filhos de puta de okupas e os ditos “criadores” de lixo cultural.
    São os outros, os loucos à solta que tu generalizas e o não devias fazer.

  7. “Há-os na literatura, no teatro, nas plásticas, há-os por todo o lado.
    O povo despreza-os genuinamente, mas rumina silencioso, porque não aprendeu a fazer outra coisa, e teme que o chamem ignorante.”
    Só pode ser distração, mas não faz mal, eu acrescento: “..e no Convento do Beato”. Pronto, assim fica melhor.

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