11 thoughts on “Criminoso país”

  1. Estás enganado Fernando, que nós por cá não somos criminosos e isto foi uma obra de caridade. Parece que mandámos umas delegações super secretas visitar as prisões onde estes desgraçados estavam e no relatório final ficou bem demonstrado que o melhor para eles era serem mudados para o luxo de Guantánamo. Foi tudo por amor ao próximo, não vês?

  2. não sei se vomite ou que faça. Vou dar uma volta e tratar de coisas.

    ó Sócrates pá, o outro não precisava de acento, vê lá se tens tomates de chamar a Ana Gomes pró Governo que eu gostava de ver

    e também gostava daquela Elisa

  3. não é para vos desanimar, mas naquela notícia tudo soa a muito pouco. fala-se em centenas, mas depois há «pelo menos seis» que «afirmam ter passado pelas lages». depois, isto da «jurisdição» é muito ambíguo, sempre, não será por acaso que a ong é composta por advogados; presume-se a possibilidade de manipulação (sem qualquer sentido pejorativo, só porque se sabe que quanto mais hábil na interpretação das vírgulas, melhor o advogado). tudo isto vai redundar num episódio especulativo passageiro.

  4. As Lages não são nossas desde 1944. Quem ainda não percebeu isto, é porque é parvo ou anda distraído. Roosevelt e Churchill DECIDIRAM em 1943 e fizeram saber a Salazar que ou o gajo lhes cedia todas as facilidades de que eles precisavam nos Açores, ou eles INVADIAM. Salazar cedeu. Até hoje. Também é verdade que se Salazar não tivesse cedido, os Açores seriam hoje uma republiqueta-protectorado dos USA ou mais uma estrelinha na bandeira das riscas vermelhas – quero crer que com todo o apoio dos açoreanos.

    O plano americano de “captura ou ocupação pacífica dos Açores” está aqui: http://www.fdrlibrary.marist.edu/psf/box4/folo56.html

  5. Susana, não é para a desanimar,

    fala-se em centenas, mas depois há «pelo menos seis» que «afirmam ter passado pelas lages
    em que é que o número de passageiros/prisioneiros envolvidos (centenas) contraria o facto de «pelo menos em seis ocasiões aviões de transferência de prisioneiros voaram directamente da base das Lajes nos Açores para Guantánamo»?

    tudo isto vai redundar num episódio especulativo passageiro
    bom, para quem lá esteve, não terá sido assim tão passageiro… Ou será que Guantánamo, que ainda existe, já não existiu?

  6. ana, não contraria, o que não me parece é haver na notícia dados suficientes para tal acusação. sou daquelas pessoas que presumem inocência até ser provada a culpa. há um gozo popular português em fazer grande alarido a partir de suspeitas ou acusações e presumi-las correctas, sejam elas quais forem. pode ser que venha a ser provado o contrário do que espero ser a verdade, mas que queres?, podes chamar-lhe esperança. ou serenidade. ou poupança de energia.

    quanto à última pergunta: nós estávamos a falar de uma notícia, de uma acusação particular ao governo português, ou foi confusão minha? não era a existência de guantánamo que estava em causa – ou era?

  7. gostei dessa da ‘poupança de energia’ susana! Já me fizeste rir e fiquei mais bem disposto com esta triste história

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