Aspirina V

Assim de repente, Fernando, não imagino este blogue sem a tua prosa refinada, a tua candura, a tua generosidade, as tuas provocações e o teu bom senso. Vê lá isso.

PS – Se a pré-despedida for apenas um estratagema para tirar da toca os colaboradores tresmalhados, já viste que acertaste na mouche, pelo menos na parte que me diz respeito.

6 thoughts on “Aspirina V”

  1. Zé Mário:

    O problema é que, pelos vistos, tem sempre que haver um carregador de piano.

    E que eu saiba o Fernado Venâncio nem um alterego tem para pôr a tropa das caixinhas de Pandora na ordem.

    O Tchern ainda é vivo?

  2. Luís Oliveira,

    O Tchern ainda é vivo. E deixou saudades por aqui. Mas não tantas que o dispense de voltar. Mesmo que nalgum avatar up to date.

    v.f,

    Calado já és bonito.

  3. Fernando:

    “Mesmo que nalgum avatar up to date.”

    Eu nem sei muito bem o que isto quererá dizer no detalhe, se é que (no detalhe) quer dizer alguma coisa.

    Uma coisa é certa para mim o hábito não faz o monge.

    E mais uma coisa lhe garanto, se eu não souber quem é quem, de certeza que há gente que se pode divertir à brava … também têm o direito …

  4. Luís Oliveira,

    Desculpe algum enigma. Vou falar mais claro.

    O saudoso Tchernignobyl está informado de que também nesta casa poderá fazer estardalhaço. Sei (isso sei-o eu) que, a fazê-lo, vestiria outra pele. Mas ainda por aqui não apareceu. Ainda ninguém se está aqui a divertir à brava…

    Mas tranquilize-se, Luís: aquilo não haveria disfarce que o tapasse o suficiente.

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