Não levem a mal

Espero que não me ponham a ferros por dizer isto, mas eu estou convencido de que a maior parte da rapaziada dos dois sexos que aqui vem matar o tempo ou irritar-se, ler mexerico fresco e novidades do para-socialismo socrático, dar ou levar porrada de criar bicho, fazendo uso de pulmão ou megafone, a primeira coisa que faz é dar um relancear ao nome de quem assina o post. Quando o nome agrada ou convém, algo que tem pouco ou nada a ver com o apreço ou admiração que se tem pelo escriba despejador, já todos têm uma ideia do número de palavras envolvidas. A seguir, computa-se tudo isso em dois segundos e meio e consulta-se a lista de autorizações e prioridades penduradas no interior das próprias cabeças de acordo com as preferências políticas ou outras e perde-se mais um segundito ou dois a coçar queixos, ponderando se realmente merecerá a pena perder o tempo precioso. Se ainda indeciso, apesar do arsenal racionalista que utilizou, o leitor, ou leitora, calmamente dando volta à manivela da rotina defensiva, pode passar à fase seguinte que envolve o sacrifício de ler as primeiras linhas do post, não vá perder algo interessante. Umas vezes, meio-prendido pela curiosidade embriagada lá se vai deixando levar à espera que tudo resulte no orgasmito final que bem precisa, outras não. Sem vergonha, também me confesso vítima ocasional desse vício.

Fiquem com esta mensagem dum senhor cansado. Quando eu aqui voltar novamente, sugiro sem entusiasmo ou interesse de qualquer espécie que continuem a ler-me. Ou, alternativamente, façam o que lhes der na real gana e viva a liberdade saloia e colorida. Não liguem à redundância pleonástica dessa sugestão e desta explicação, pois fazem parte do discurso. O que eu realmente vos queria dizer é que não me leiam por mercê ou obrigação. O obséquio e graça reivindico-os como meus, porque sou eu que tenho de dar volta ao miolo a escrever coisas fastiosas, esforçando-me para excitar sem ofender demasiado, provocar sem cair voluntariamente em subterfúgios linguísticos que frequentemente convidam ou encorajam os menos dispostos ou desmotivados, tipo senhora bigornas, a não lerem. Concluo assim, sem ter encontrado espinhas nenhumas pelo meio. Mas não prometo nada para o futuro na área da franqueza escandalizante, nem posso garantir que as novidades irão ser só gozo, desfile de cabeçudos pela avenida portuguesa abaixo. No entanto, esperança é sempre bom tê-la, pode ser que lhes venha a falar dalguma coisa útil, pelo menos superficialmente lembradora do fundamental, do importante, que vocês depois burilarão, aperfeiçoarão e polirão com a ajuda dos vossos instrumentos de gente mais educada do que eu. Todos sabemos que a “importância” que se dá a certas coisas é sempre, simplifiquemos, relativa, influenciável, corrompível e dependente, sobretudo dependente da maneira como se observa, como se pesa o que se lê e se compara, muitas vezes seguindo fielmente opiniões dos nossos amigos e tutores que não nos conhecem, ou conhecem bem demais, parte deles consumadas varinas da tradição que fomos ensinados a admirar e imitar. Mas não subestimem nem esqueçam, e isso é que é realmente soberano, os perigos, as consequências irremediáveis de não nos importarmos de sermos mais uma das muitas vidas que andam por aí rés ao chão, a debicarem migalhas caídas de papo-secos tradicionais fabricados com farinhas magras e refinadas, roubadas do farelo nutritivo e dos minerais preciosos.

TT

105 thoughts on “Não levem a mal”

  1. Safa, que estucha. Ao menos, incluiste um bom conselho: procurar as letritas “TT” e evitar qualquer prosa associada. Tanto tempo e tanta palavra inocente massacrada para escrever tão parca mensagem? Não prometes nada? Olha que novidade; mas por que haverias de poder desvelar alguma promessa remotamente interessante?

  2. Xinxa,

    Quando sentir isso, parto-me em dois, deito fora a parte que não presta e a outra casa contigo, se não fores uma minhoca muito grande. Como vês, há solução para tudo.

    Silvia,

    Estimo em ler-te. Entre todas as Sílvias que aqui vêm, és a minha favorita. Não estejas em felgas. Stay tuned.

    Xico,

    Desculpa ter-te aborrecido e massacrado as palavras inocentes. No aspecto das revelações, tem calma e paciência, até pode ser que te conte aquela da Mossad ter raptado um cagalhão de presidente sírio para análise estratégica. Mas não garanto nada…

    TT

  3. Tio Tadeu,
    já reparaste no estilo do “Xico”? Eu conheço este estilo. Identificá-lo-ia em qualquer parte, em qualquer texto. Vê aqui: http://bde.weblog.com.pt/arquivo/131964.html

    Repara bem: começa com “safa”. Segue-se uma palavra que só ele usa como “estucha”. A riqueza do vocabulário deste “Xico” é notável. A minha preferida é a dos “louvaminheiros”. Escreve “letritas” em vez de “letrinhas”; não é qualquer um. Queixa-se de tanto “tempo perdido” para não dizeres “nada de interessante”. Mas sobretudo aquele ponto e vírgula a seguir ao “olha que novidade” é que traem o “Xico”, que depois de usar o que escreves contra ti termina com outra frase que só ele: “por que haverias de poder desvelar alguma promessa remotamente interessante?”
    “Desvela” tu o Xico, TT, mais o Fernando e o Valupi, que eu já tive que o aturar por tempo suficiente. E manda-nos mais deste material.

  4. Filipe,

    Grato pelo aviso. Também eu me lembro do AI AI e do irmão, o tal que o Valupi admitiu um dia que escrevia bem mas que a mim não me mete medo nenhum porque sou analfabeto por vocação e tenho aqui um cajado para lhe partir os dentes provavelmente minados com mercúrio literário.

    Se estás assim tão certo de que o Xico é a reencarnação desses ilustres reformados, com possiveis alterações e melhoramentos, pois não me custa nada dar as boas-vindas provisórias ao novo comissário itinerante. A casa não é minha, mas é como se fosse. E nada a temer, porque, em princípio, evito envolver-me em argumentos sobre terrenos escolhidos pelos meus “adversários”. Prefiro deixar isso ao trio que me convidou, gente mais capaz e batida na discussão do sexo dos anjos e das intenções dos priores. A maior preocupação deste rapazito que aqui lês não é discutir política, é denunciá-la, com palavras simples e sem rancores partidários, de preferência com o sorriso cínico, sem mercúrios, de quem aprecia a paz entre os gabirus. Posso não ser experto nisso, não sou, evidentemente, mas dou um jeitito. Portanto, deixa o Xico larico vir aqui cagar à vontade o seu modo de ser e a sua maneira de trabalhar.. Também tem direito, que raio. Ou há democracia ….

    Um abraço,

    TT

  5. Now, we’re in business! Avança lá com essa saga do cagalhão, que a malta sedenta de animação agradece.
    Quanto ao Mr. Hanky que os fluxos autoclísmicos aqui trouxeram, fico prenhe de ternura: o homem julga-me dotado de intuitos persecutórios, persistência imbatível, estilo formidável. Maravilhoso. O que alguns fazem para que os seus blogs ultrapassem a fasquia da meia dúzia de visitas…

  6. Olá Ai ai. Quem te ler pode julgar que eu ando aqui todos os dias a deixar comentários do tipo “vão ao meu blogue” como alguns… Não percebo para que é que o meu blogue é para aqui chamado. Não, pá. Melhor do que ninguém tu usas as vantagens do anonimato dos comentários. Escreves com um nome e comentas com outro há muito tempo. Ninguém mais se dá ao trabalho de deixar comentários insultuosos tão elaborados.
    Querias – e conseguiste – destruir o Blogue de Esquerda. Ainda não percebi o que queres fazer do Aspirina B.

  7. O amigo Moura está a ser excessivamente modesto quando deixa aqui escrito que “Ninguém mais se dá ao trabalho de deixar comentários insultuosos tão elaborados”. Mas não custa nada descobrir outros que se deram a algum trabalho para o desancar:

    “Quem perde mais, no fundo, são as pessoas que, na esquerda, tentam fazer argumentos contra nós, os da direita, os que queremos guerras, mortes e fome. Quando os argumentos nos falham, lá lembramos os nossos adversários que no lado deles existem pessoas como o Filipe Moura que dizem coisas como estas. O Filipe Moura é um seguro que toda a direita não deve subestimar.”
    maradona

    “Tu és é a pessoa aqui do meu amado blog de esquerda com menos jeito para colocar um argumento à frente de outro. Assim não vamos lá, assim não vamos lá. E é uma pena, que dás alvo tão fácil a um grupo de pessoas habitualmente tão duras de roer.”
    maradona

    “que fique claro que eu não considero o Filipe anti-semita nem nazi, apenas o considero negligente e irresponsável”
    Gibel

    “O que o Filipe escreve é muito mais que desajeitado, embora essa fosse uma maneira até charmosa de o defender. É perigoso e abjecto, para não referir outras características de estilo já por várias vezes mencionadas aqui, como a arrogância, pex. Claro que o Filipe pode escrever o que quiser. Mas teremos nós que deixar de vir ao BdE para o evitar?”
    A. J. Almeida

    “Há dias em que sinto uma vergonha imensa de ser de esquerda, quando gente que se diz de esquerda escreve coisas que podiam muito bem ser assinadas por proto-fascistas ou nazis.”
    Nuno Guerreiro

  8. (Olá, Monty. Também tenho saudades tuas, porra.)

    Apanhas-me em mau dia – tenho que explicar o desvio Lamb para os leitores de um jornal. Nem toda a gente é patrão-publicitário-editor-que-se-diz-de-esquerda como tu, Aiai, com todo o tempo a perder com isto. Repara: todas as pessoas que foste buscar ou assinaram com o nome ou têm uma identidade blogosférica precisa, que permite identificá-los mesmo se assinam com pseudónimo. Não é o teu caso, que partilhas o blogue com pessoas que estás a insultar, com outro nome, nas caixas de comentários. Essa tua atitude nem é exclusiva em relação a mim, como se vê com o TT, e nem sequer tem a ver com as nossas antigas divergências: começaste a tê-la muito antes delas. Quem partilha o blogue contigo que ature essa tua esquizofrenia. Eu vou continuar a comentar e a escrever tudo com o meu nome, como sempre.

    Deixo-te com um texto que também se aplica a ti. Está assinado.

    «Acho que foi o Pedro Mexia quem um dia escreveu que as caixas de comentários eram a casota dos grunhos da blogosfera. Concordo inteiramente. Embora haja muita gente que tenta aí produzir comentários sérios – anónimos ou não – a verdade é que há igualmente muita gente que mais não faz do que produzir javardice. (…) Coisas nojentas – e anónimas, claro, à imagem e semelhança (no anonimato e na nojice) dos respectivos blogues. Aliás, tenho por mim que muitas vezes são os próprios autores desses blogues que escrevem muita das porcarias que aparecem nessas caixas de comentários. Estás-lhe na massa do sangue uma tendência compulsiva para a cobardia.»

    (João Pedro Henriques, “Glória Fácil”)

  9. Mas também não deixa de ser verdade que muitos de vós, os postantes, só escrevem para obter respostas polémicas. Basta olhar para o sucesso do “Cadernos de verão”. Não há polémica, não há posts … segue os filmes

  10. Senhor Hanky,

    Facto é que, com “identidade blogosférica precisa” (que será isso?) ou não, muita e boa gente concorda que daí não sai coisa de jeito. Mas estou-me mesmo a borrifar para as suas manias da perseguição — só lhe peço que que não me confunda com penas menores, por favor. E se pagar bem, até posso começar a insultá-lo no seu blog. Mas não estou a ver grandes razões para gastar tempo com tão fraca figura.
    Já agora, o que significa “A. J. Almeida” ou “Gibel”, por exemplo? O que mesmo que “Xico”: nada.

  11. Continuas a desconversar, Xico… É claro que “Xico” não vale nada para quem assina “Aiai” ou outras coisas assim. Mas por exemplo “Luís” já significaria alguma coisa, não?

  12. Ai, ai, ai, ai, ai, Filipe, cuidado com essa lingua, senhor matemático, e especialmente com isto:

    “Não é o teu caso, que partilhas o blogue com pessoas que estás a insultar, com outro nome, nas caixas de comentários”.

    Agora só falta espalharmos o parmesão para ver se descobrimos quem é o rato que tem andado a comer as papas nas cabeças de todos nós. Nossa Senhora, tanta tartufice desnecessária! Ou talvez não, muitas vezes são estes agentes secretos que dão à aspirina a efervescência que tanto lene a dor de cabeça democrática..

    Mas, regateirando, dá-nos uma pista, Filipe. O melro é do Sporting ou do Benfica? Acredita em Deus ou no Diabo? Em que direcção é que ele varre o lixo: para dentro ou para fora, quando se fala da Palestina? Vive no norte ou no sul?

    Se me responderes direito, não precisas dizer mais nada. Mas não contarei a ninguém, que o Senhor Xico fique descansado.

  13. TT, o tipo é do Benfica, embora conste que não gosta de futebol. A tralha do costume chama-lhe “anti-semita”, como não poderia deixar de ser, embora ele se limite a defender os direitos básicos do povo palestiniano. É ateu mas é obcecado com a Nossa Senhora de Fátima. Vive nos arredores de Lisboa. É grande, gordo, cabeludo e, quando o vi, era barbudo. Por que não combinam um jantar do blogue, para se conhecerem?

  14. Caramba… Galileu da Galiléia, do meu amigo
    Jorge Ben…

    Disseram que ele não vinha, olha ele aí
    Ai, ai caramba, ai, ai caramba
    Ai, ai caramba, ai, ai caramba
    E como já dizia Galileu na Galiléia
    Malandro que é malandro não bobéia
    Se malandro soubesse como é bom ser honesto
    Seria honesto só por malandragem, caramba
    Ai, ai caramba, ai, ai caramba
    Ai, ai caramba, ai, ai caramba
    Diziam também que a terra era quadrada
    Mas ficou provada que a terra é redonda, caramba
    Ai, ai caramba, ai, ai caramba
    Ai, ai caramba, ai, ai caramb(…)

  15. Não digas mais, Filipe. Olha o sacana!!! Nunca esperei… mas agora irei ficar à espera que o Fernando, o Rainha e o Valupi se pronunciem sobre esta bronca que bate em suspense e intriga o atentado bombista às canelas do Hitler.

    Quem diria, quem diria…
    Vou beber um copo, a ver se isto me passa.

    TT

  16. O Valupi já topou a cena há muito e é o que está na calha em 1º lugar por via da falta de “crença ateia”…

    se alguém tivesse tomates antecipava-se e desta vez dava o golpe primeiro que ele.

    Ele há tanto nome bonito para um blog…

  17. Ontem tive um dia dos mais estafantes da minha vida. Curiosamente, ganhei para as despesas em suor e em várias garrafas de oxigénio que consumi ao longo dos ataques reveladores, e em crescendo detectivesco, do Filipe Moura. Enfatizo “revelação” como palavra-chave neste estudo de recíproca destruição moral e de competência de duas personalidades blogueiras cheias de brio e orgulho, de sapiências limitadas como qualquer de nós. A compensação foi de tal ordem, aliás, que até me dispõe a propor à veneranda equipe que orienta o Aspirina, que ameaça passar da “B” á fase “C”, para catalogar e arquivar os comentários deste post, mas não o post em si (viva a modéstia das pessoas puras como eu), como coleccionável colheita de 2006, para deleite e estalo das linguas borrachas das gerações vindouras. Quem não tem cópia que a tire, já, pois estou convencido que o valor do produto irá duplicar cada três anos. Ficam avisados.

    Mas não foi a dúzia de linhas que escrevi quando meti o bedelho brincalhão no arraial de comentários que me cansou. O que me cansou foi ver, lendo, o entusiasmo bem documentado, quase histórico, com que certas áspides injectam o veneno das suas críticas na pele dos adversários; críticas tão cortantes e achincalhantes das COMPETÊNCIAS deste e daquele para apresentarem os seus pontos de vista politicos ou doutra natureza que até nos dá a ideia que a intenção secreta do achincalhador ou crítico é a de reduzir o adversário a cinza , a zeros, a sangue pisado, à impossibilidade completa e definitiva para respirar com auxílio da palavra escrita. Malvadez suprema! Quando é que estes burros se irão dar ao trabalho de porem nas córneas da vaidade pesporrenta que uma má exposição ou estilo tosco ou deficiente podem encerrar, e encerram muitas vezes, mais verdade que os florilégios e trinados verbais de camões falsos que eles produzem. Que carinhas de caralhotes!

    TT

  18. Alguém empresta 150 gramas de farinha, por favor?

    Ups! Enganei-me na porta! Entrei no circo! Mil perdões, não era minha intenção interromper.

    Até mais ver, senhor pobre. Adeus senhor rico.

    Até já.

  19. O Filipe foi muito corajoso.

    Muita gente sabia-o há muito mas dizê-lo assim com todas as letras e bem identificado, nem eu.

    Não vou perder tempo com comparações com outros blogs e outras querelas colectivas ,mas sempre me apetece dizer que atitude mais rasteira e vergonhosa que esta nunca aconteceu em toda a blogosfera.

    O Luís Rainha é desprezível e mantem a participação neste blog apenas para se poder dar ao direito de o espatifar quando bem lhe apetecer.

    Até lá, vai aproveitando para lançar veneno sobre os colegas, disfarçando-se com nicks aqui nos comentários.

    Tem sido esta a sua principal actividade, com a complacência de muitos, a começar pelo José Mário Silva que sempre foi a figura tutelar.

    Sabemos que no Venâncio não toca, claro. Do Venâncio precisa-se, quanto muito do respeito para se continuar a publicar umas coisinhas.

    Mas não precisava nada do Valupi e seria bem mais decente, juntarem-se estes, incluindo o FV, levarem o Jorge Mateus e criarem outro blog em que ele não tivesse a “chave”.

    Sempre se poupava este triste espectáculo aos leitores.

  20. tt

    Não é um caso de alter-ego(ismo). Apenas pura coincidência. E este tio também não tem nada de misterioso.

    TT

  21. Filipe,

    Já há uns tempos decidi que ia deixar de me irritar contigo e passaria a achar-te graça. Deu-me agora, ao ler esta tua última ofensiva, para perseverar, apesar de tudo, nesta opção.
    É assim: do que se passou entre nós no BdE iremos conversar um dia, face a face, fazendo de conta que somos os dois homenzinhos. Até lá, se tal te apetecer, podes continuar a passear por aí o teu saquinho cheio de bílis e a tua peculiar visão da realidade (onde tu nunca tens culpa de nada, e tudo o que escreves de tonto é culpa de outrem, do clima, da pressa ou de outro factor exógeno qualquer). Por mim, tudo bem.

    Mas no Aspirina a coisa fia mais fino. Que te passe pela cabeça escolher um dos milhentos comentários desagradáveis que aqui recebemos para mo atribuíres, sem nada para apoiar esse disparate para lá de uma vaga admiração com o vocabulário da coisa… isso já não é de cromo rancoroso; é de quem anda a perder o juízo.
    Com que então, “estucha” é “uma palavra que só ele usa”? Curioso: diz o Google que nunca a deixei em nada que pudesses ter lido, mas enfim, saberás de coisas que escapam aos humildes motores de busca.
    Sim, sei o que esses vocábulos, assim como “desvelar” e “letritas”, significam. Talvez isso me torne culpado do pecadilho da tal “alta cultura”, que tu desprezas com vigor. Mas, por muito que isso custe a um exegeta desvairado em busca de validação para as suas manias, não me atribui qualquer pecado de monta. A não ser que reparemos na prova esmagadora que encontraste, com a argúcia do costume: “Repara bem: começa com ‘safa'”… Safa! depois desta, quem acreditaria na minha inocência?
    É assim: não ando por aqui a insultar pessoas que convidei há pouco tempo para um blogue que até fundei. Nada me move contra elas, muito antes pelo contrário. Não tenho tido cabeça, infelizmente, para dedicar tempo a isto da blogosfera e devo-lhes o não-falecimento do blogue.
    Mas o teu mundo até é engraçado, confesso. Quando escreves enormidades, a culpa é de quem a elas reage; quando atacas pelas costas um camarada, fizeste-o levado por um “imperativo de consciência”; quando alguém te contraria, só pode ser um caramelo que nem gosta de novelas brasileiras, logo está longe do povo (para tua ilustração, o povo hoje gosta é de novelas portuguesas); quando resolves transformar o BdE em porta-cartazes do Mário Soares, quem não vai nisso é que quer “destruir o Blogue de Esquerda”. Nunca tens culpa de coisa alguma e todos te perseguem.
    Deverias ter algum cuidado para não confundires autismo com solipsismo: o facto de não entenderes grande coisa do mundo que te rodeia não implica que ele não exista. E nem tudo orbita em redor da sinistra conspiração que domina as massas e as impede de ver os teus rutilantes méritos de “blogger”. Ninguém te quer ler? Ninguém te dá a importância que obviamente mereces? A culpa só pode ser dos judeus, ou do Luis.
    Por fim, desejo-te boa sorte na tua árdua missão de “comentar e a escrever tudo com o meu nome, como sempre”; só tens de passar a evitar cair em tentações como esta ou esta. A ver se não estragas o número de virgem impoluta e sempre séria…
    Quanto ao resto, ouvi dizer que o sexo é bestial para acabar com as neuroses. Devias experimentar.

  22. Anti-xico,

    Não sei se és amigo do Filipe ou simplesmente imbecil. Olha que para “lançar veneno sobre os colegas” nem precisava deste blogue: eu e o Valupi, por exemplo, já a tal nos dedicámos por varias vezes, entre nós, sem necessidade de “nicks”. Mas deve ter sido por isso que acabámos os dois aqui, juntos: para eu o poder “espatifar” quando me der na telha.
    Quando ao Fernando Venâncio e a esses arrotos de “trocar amigos por recensões” e quejandos, fico sem saber se me estás a insultar a mim ou a ele.
    Não sei que razões de queixa terás das suas recensões (ou das do José Mário Silva), mas parece-me melhor deixares de fora das tuas cretinices quem não conheces e deverias respeitar.
    Já agora, e fazendo dois derradeiros apelos à tua clarividência: quando alguém aqui comenta com desagrado algo que escrevi, também sou eu a fazê-lo? E que dizer de alguém que vitupera os insultos a coberto de “nicks”… enquanto faz o mesmo?

  23. Não, não tenho nada a ver com o Filpe Moura mas sei que ele não mentiu.

    Tu és o ai…ai. Tu disfarçaste-te várias vezes com outros nicks para perseguir pessoas que eram e são colegas de blog.

    O Valupi também sabe que isto é verdade e eu nada sou ao Valupi.

    Quanto ao Venâncio não o meti ao barulho nem ele é Patrão de nada nem figura tutelar de nada, nem pactuou com nada, nem apeou ninguém.

    Apenas é alguém em quem todos sabemos que tu não te atreves a tocar, quanto mais não seja pelo facto de fazeres sempre bem as contas a tudo.

  24. E sim, és tu quem tem essa “memória” de links e de velhos comentários milenares sempre pronta e sempre na manga. Incluindo aquela lista vergonhosa que ainda ontem te deste ao trabalho de desencantar.

    Trata-te. Para além de pessoa vil deves ser doente.

  25. E, para retirar um tanto de prosápia, o Filipe Moura tem perspicácia linguística e não é burro mas, acima de tudo, como bom cientista, sabe que a prova é menos literária e mais informática. O IP também ajuda.

    Foi assim que te detectou por alturas do ai… ai.

    E foi assim que também o comprovei

  26. Trato-me sim senhora. Começando por não te ligar mais que o necessário. Mas diz-me algo: eu é que inaugurei aqui esta moda das listas “milenares”?
    E poderás indicar-me esses episódios de ingomínia e perseguição a colegas do Aspirina B?

  27. IP? Mas que vontade de falar no que não entendes: eu, como incontáveis portugueses, não disponho de um IP fixo. Aliás, como acabei de observar, até partilho contigo o mesmo número.

  28. TIo,

    Vou ter de deixar por aqui a minha defesa, pois tarefas mais urgentes e cruciais se me appresentam. Acredita, no entanto, que nem imagino porque diabos iria agora atacar-te, a propósito de coisa nenhuma, ainda por cima. Julgo que mesmo o mais vil e maluco criaturo obedece a um qualquer plano minimamente lógico. Quando descobrir o meu, serás o primeiro a saber.

  29. Alto e pára o baile! Este LR não pode ser o nosso LR, o próprio, o Luís: nunca o Luís escreveria “porque” em lugar de “por que”!

  30. Pois a minha posição é esta: desde que o Luís Rainha não se tenha referido a Hayek em termos indecorosos ou achincalhantes, acho que aguento tudo. Até porque o termo simétrico de oligopólio em econometria é o monopólio sem prisão a seguir à casa da partida e com hotel na rua do Carmo.

  31. ETIMOLOGIA HEBDO..QUALQUER-COISA-MALÁRIA

    Eu gostaria de aproveitar o ensejo para elaborar sobre a etimologia greco-siríaca que está na raíz da palavra “anonimato”.
    Posso? ou faço primeiro o jantar prá Dra. Hilário?!

    PS- o sacana do gato varandas está a fazer um miar esquisito…

  32. DIVA DIXIT

    “Dress up your pants.That’s not my number”

    Marilyn from Alcabideche para Filipe Moura, enquanto Luís Rainha anotava no moleskine.

  33. DIVA DIXIT

    “Do they sell “louvaminheiros” at Tiffany’s?!”

    Audrey Hepburn para Luís Rainha, segundo Luís Rainha.

  34. O tempo absorve as possibilidades da vida superficial, enquanto a vida secreta é inesgotável.”

    Kitéria Bárbuda in “Tribunal do Santo Ofício da RIAPA”, Revista “Espírito”, nº 36, 2006.

  35. Ainda se vem é a descobrir que o Brigada também é um dos da casa, o melhor é não lhe dar trela pelo sim pelo não …

  36. Para começar faço a mesma pergunta da Sílvia – onde anda então o Xico, que desaparece sempre que é confrontado?
    Depois uns esclarecimentos. Eu não faço ideia de quem seja o anti-xico-esperto ou os outros comentadores, incluindo (com grande pena minha) o TT… Só conheço a “cona verbosa” do Luís Oliveira (ainda ontem o vi) e o LR/Xico/Ai ai (que mantenho que são a mesma pessoa). O anti-xico-esperto tem razão na generalidade do que escreveu, mas há no entanto (pelo menos) uma ressalva muito importante que eu tenho que fazer: eu ponho as minhas mãos no fogo em como não há nenhuma “complacência” do José Mário Silva relativamente às tropelias do Luís Rainha. Ponho as minhas mãos no fogo em como ele não tem nada a ver com elas e nem elas lhe passam pela cabeça.

    Eu não punha as minhas mãos no fogo mas não acreditava que pusesses ser tu o “ai ai”, apesar de vários leitores do BdE me alertarem para essa possibilidade. Mas eu não queria acreditar que pudesses chegar a esse ponto. Só que as coincidências eram muitas. Para começar, os ataques do Ai ai começaram pouco depois da nossa grande discussão, e de teres suspendido a tua participação no Blogue. Ao mesmo tempo havia um João Garcez que começou a mandar textos. Eu descobri a coincidência de identidades do João Garcez e do Ai ai e dei-o claramente a entender. Tanto foi assim que o João Garcez saiu e passou a escrever no Afixe, onde assinou umas críticas sobre a blogosfera e certos blogues e seus autores.
    Não me apetece estar a voltar aos arquivos do Blogue de Esquerda (“carinha de caralhote” não é comigo, ó TT!). Mas comparei IPs. O Ai ai não escrevia de um IP flutuante – escrevia sempre do mesmo IP, que eu agora não me lembro, mas não havia aqui coincidências (nem todos os IPs são flutuantes – há IPs fixos). Havia comentários desse mesmo IP assinados pelo Luís Rainha e pelo João Garcez. E por um tal de Troll que também assinava comentários do mesmo estilo “mas quem és tu para escreveres estas coisas sem interesse nenhum no BdE?”. Curiosamente o Troll já assinava os seus comentários, mesmo se raros, em 2004, antes da minha divergência com o Luís Rainha.
    Para além da evidente má vontade que o Ai ai evidenciava contra mim, e que mais ninguém tinha motivos para evidenciar – eu não tenho inimigos… A obsessão do Ai ai em provar que eu estava sempre errado, como eu mostrei ao Luís Rainha na nossa grande divergência, usando exactamente o mesmo tipo de argumentos.
    Mas eu dei-me mesmo ao trabalho de me informar. Foi do mesmo IP que foi escrito o comentário assinado pelo João Garcez no texto do Nuno Sousa no Barnabé intitulado “A sua bênção”, de 3 de Março de 2005 (não consigo deixar o link).
    O email deste comentário era aiai@aiai
    Os comentários assinados quer pelo Aiai, quer pelo Luís Rainha indicavam sempre um email inexistente, que curiosamente era sempre o mesmo: aaaaa@aaaaaaaaaa
    Tudo isto requeriria verificação. Mas a prova mais convincente é mesmo o estilo de escrita. Ninguém, em nenhum blogue utiliza nos seus comentários tamanhos requintes de estilo e tem uma tal obsessão por atacar o que é escrito mas “não deveria” ser lido, o que tem sucesso mas de que ele não gosta. Em toda a blogosfera só encontramos três autores de comentários insultuosos e tão bem escritos (sempre com o mesmo estilo, por sinal). Ninguém escreve bem só para insultar, com excepção daqueles três autores que têm em comum o que referi.
    Por isso eu fui ingénuo por muito tempo, mas agora não tenho dúvidas: o Luís Rainha, o Ai ai e o João Garcez são a mesma pessoa. Ou pelo menos escrevem do mesmo computador, e exactamente da mesma maneira, se alguém acreditar em tal coincidência.
    E não sou só eu a dizê-lo – muita gente o diz, muita gente o sabe como eu sei. Pessoas que eu conheço e muita gente que eu desconheço, mas que foram ou conhecem quem tivesse sido vítima destas tendências inquisitórias.
    LR/João Garcez/Ai ai: tinhas dois objectivos concretos: acabares com o Blogue de Esquerda e, de caminho, veres-te livre de mim. Quanto ao primeiro objectivo, conseguiste-o mas parece-me que era inevitável. Não se deveu a ti. Apesar de tudo teres feito através dos teus comentários anónimos – e a maior parte das vezes, na maior parte dos textos, os comentários desagradáveis eram só teus e de mais nenhum leitor, apesar da impressão que queres dar aqui – para a minha presença no blogue se tornar insustentável, apesar de teres feito uma campanha pessoal contra mim, eu mantive-me no blogue enquanto tal me deu gozo (e deu-me muito gozo escrever no BdE). Quando me deixou de dar gozo e me pareceu inevitável que o blogue entrasse em decadência, pedi para sair. E o blogue acabou. Mas não foi por tua causa, ou por causa dos teus comentários.
    Quanto ao veres-te livre de mim fica descansado. Eu estou muito sossegado no meu blogue e nem tencionava reabrir este assunto. Só pasmei quando verifiquei que se passava o mesmo que se passara comigo com pessoas que tu próprio tinhas convidado para o Aspirina. Esta tendência autofágica ultrapassa-me. Mas pronto, tu e o Aiai e o João Garcez têm um sentido crítico muito apurado. Que o digam as vossas principais vítimas: eu, a Bomba Inteligente (que eu não conheço de lado nenhum), a malta que escrevia no SuperMário a começar pelo Ivan Nunes… Tu consideras que tens uma missão, que é denunciares e atacares com os meios que puderes tudo aquilo de que não gostas na blogosfera, tudo aquilo que não satisfaz os teus requintados gostos e elevados padrões. E pela maneira como me atacaste a mim, pode dizer-se que cumpriste a tua missão de uma forma muito obsessiva. Só um tipo que se considera muito acima dos outros como tu é que pode escrever uma série como os “Cromos da Blogosfera” que o João Garcez escreveu no Afixe. Não me afecta minimamente o que julgues de mim e dos outros blogueres. Só acho que críticas pessoais – e por vezes ataques pessoais, como tu fizeste, a mim e a outras pessoas –, por muito válidos que sejam, devem ser assinados. Não o fazer é covardia. E é uma vergonha num tipo da tua idade e pai de três filhos.
    E por mim é tudo. Fica bem na Aspirina e trata bem os teus convidados que são boas pessoas. Fica bem na tua que eu fico na minha.

  37. Só mais uma notinha: e nem mesmo no teu último coment´+ario consegues esconder aquele que sempre foi o teu objectivo: provares que “ninguém me quer ler”, ao insinuares

    «Ninguém quer ver os teus rutilantes méritos de “blogger”. Ninguém te quer ler? Ninguém te dá a importância que obviamente mereces?»

    Curiosamente já o Xico tinha falado nisso… Não sei o que isso tem a ver com a conversa. Estamos a discutir a autoria de comentários insultuosos; eu não estou aqui a pedir que ninguém me venha visitar. Os meus méritos como blogger não são para aqui chamados: são uma obsessão tua e do “Xico”… Mas OK, eu tenho um blogue discreto e sossegado e pouco conhecido. Tu tens um blogue mais barulhento – embora não tão lido como isso… Se reparares no site meter, mais de metade dos visitantes deste blogue vem aqui só à procura de imagens que o Nuno Ramos de Almeida aqui deixou. Se descontares esses visitantes concluis que este é um blogue de dimensão média. Que nos seus quase oito meses de vida até agora nunca chegou aos calcanhares do que foi o BdE.
    Mas tudo bem – tens o direito de pensares o que quiseres de mim. Escusavas era de teres jogado tão sujo e teres sido tão baixo.
    Fica bem.

  38. e escusava de banir IPs a quem diz que nem dá troco…

    Defende-se bem? Pois defende e com grande lata.
    Com azar que, para se defender, também vai dando tiros-no-pé.

    Compare-se:

    nos comentários linkados:

    “Safa, que és obtuso”
    E o ponto e vírgula da praxe:

    “Tens uma forma curiosa de juntar as palavras em frases; mas és uma alma divertida… Olha; a forma como eles lidaram com os comentários”

    E ontem em versão Xico

    “Safa, que estucha. Ao menos, incluiste um bom conselho”

    E o ponto e vírgula da praxe:
    “Não prometes nada? Olha que novidade; mas por que haverias de poder desvelar”

    O Filipe Moura não é parvo nenhum…

  39. Conclusão:

    O Filipe Moura não conhece a única pessoa que verdadeiramente interessava conhecer: o TT. Bem o Valupi também é capaz de ser um gajo porreiro ele até tem um blogue onde diz que gosta de mijar al fresco, vai-se a ver também é uma coisinha verbosa.

  40. O que me pesa mesmo na consciência é ter dito em tempos, numa certa caixa de comentários, que um certo blogger, tinha publicado um texto, num recanto recôndido, de um certo blogue.

    Realmente eu devia era meter-me com gente do meu tamamnho.

  41. Filipe Moura,

    Venjo carradas de poder detergente nesta tua nova entrada e continuo a manter a decência de respeitar as tuas convicções e o direito que tens de escarrapachares publicamente aquilo que pensas sobre a identidade (e intenções menos próprias) do Xico e do resto da sua brigada que, por coincidência de estilo e maneirices, se parece bastante com o Luís Rainha. Mesmo admitindo que estejas cem por cento certo, não consigo condenar esse matulão (estou a basear-me na descrição física que dele me deste) com a tua veemência, nem com alguma, pois também eu cometi parte dos crimes de disfarce que lhe são imputados. Até já vesti cuequinha francesa e cravo na orelha, como tu mais tarde vieste a aperceber-te valendo-te do faro que tens para estas coisas, quando fizeste o saldo de despedida no BDE. Infelizmente, depressa passei à história em popularidade quando o furacão comunista chamado Margarida entrou em cena de foice e martelo em riste a descascar a torto e direito, directamente da bandeja pseudo-proletária. O facto de eu próprio ter feito esforços para descobrir as equivalencias civis do nosferático Valupi, o tal que desde o BDE nos é servido em merendas blogais no português “impoluto” e precioso que deu volta à cabeça do Nuno Ramos de Almeida, também não deve ser tomado como prova de que andamos ambos a trabalhar para o mesmo departamento.

    Mas admiro-te e sempre gostei da tua naturalidade, por vezes a roçar a inocência do homem que gosta de conversar com toda a gente sobre política, ciência e o mais que por ai há a granel (a área do teu interesse é enorme), pouco importando se os teus interlocutores gostam ou não do Mário Soares. A questão corrente tomo-a melhor que uma colher de óleo de figado de bacalhau, possivelmente porque sou um crente quase fanático do papel diabólico da Intriga na política a todos os níveis, com tendência para não chorar desconsoladamente quando me dizem que pertenço ao partido anónimo da grande minoria anti-conspirativa. Por outras palavras, a Politica, choques e palmadas de solidariedade em lombos de camaradas, não passa duma farsa embaladora, dum monte de esterco no caixote do lixo nas traseiras dos Laboratórios Chanel.

    E quem sabe se todo este azedume entre ti e o Rainha terá origens bem mais “prosaicas”. Assim à priori, sem viagens de investigação porque não tenho tempo para isso, acho que cometeste um “pecado” mortal há cerca de dois anos, pecado pelo menos na opinião de muitos que aqui vêm hoje ao Aspirina e iam nesses tempos espojar-se no BdE. Esse “pecado” foi a tua declaração leviana ou impensada à volta de “antes eles que nós” que já era, acho eu, reincidência dum post onde denunciavas, dessa vez muito justamente e a propósito de verdades que interessa sejam ditas, o poder desmesurado dos judeus (corrijo isto para sionistas, ao serviço da precisão dos relógios bíblicos) na imprensa dos USA. Iria jurar que granjeaste com essa atitude uma correnteza de inimigos formidáveis, alem, é claro, de teres transtornado o fluxo menstural ao Nuno Guerreiro, controlador a partir de LA dos destinos do blogue A Rua da Maçonaria. O facto do Luis se ter provado mais tarde teu defensor nos contra-ataques a que foste submetido, não aquece nem arrefece o caldo, porque a intriga salta valados e cruza rios com genica e artificio admiráveis. Esta é uma hipótese que se encaixa perfeitamente na minha teoria da conspiração, porque não acredito que um homem como o Rainha, com um poder de argumentação que tem deixado muitas vezes gente como o Valupi a braços com dificuldades, teria necessidade de te perseguir anònimamente para provar, ou tentar provar, fosse o que fosse a teu respeito. Isto começa a ficar complicadíssimo, portanto o melhor é ficar por aqui.

    Só uma última pergunta. Como é que um homem como tu conseguiu caldear harmoniosamente, ou homogeneizar, se preferires, “anti-semitismo” e respeito pelas filosofias soaristas do Clube de Roma? I am flabbergasted. Can I have the recipe, please!

    Abraço.

  42. Que belo e desopilante charivari vai por aqui. Senhores de esquerda,não sejais tão susceptíveis, que isso só vos dá cabo da próstata extemporaneamente.

  43. ARQUIVAR NO CAPÍTULO: DESTINOS DE TURISMO SEXUAL NA EUROPA

    “os italianos, apesar de fazerem tudo à última da hora, funcionam bem”

    por Bomba Inteligente

  44. ARQUIVAR NO CAPÍTULO: É POR CAUSA DA POSSIBILIDADE DE CAÍR QUE NÃO USO SALTOS ALTOS, APESAR DE GOSTAR TANTO, TANTO

    “É por causa da possibilidade de fazer autogolos que não jogo futebol.”

    Bomba Inteligente sobre Petit

  45. Mr X,

    A quem, da esquerda, te referes com problemas de próstata à vista: ao Filipe Moura, ao “Xico”, ao anti-Xico, a outros, ou a mim – orgulhoso erector de postes de alta-tensão de 120 graus sem assistências mecânicas ou alucinogénias? Cuidado com essas piadinhas, menino…

    TT

  46. Foda-se, ó Titio, vê lá, se transformas esta merda num blogue de engate eu nunca mais cá ponho os pés, é que eu nunca cá vi gajas a postar!

  47. eh pá isto é o mais próximo que se arranja de uma boa kpk, e eu sou gamado.

    Quanto ao resto não tenho grande coisa a dizer, ainda nem fui ver quem era o TT, não por desprezo, ou do que escreveu, mas porque calhou ficar para depois.

    Ninguém aqui curte infinitos tipos de infinito (Cantor) ou infinitos factos matemáticos não dedutíveis a partir de um sistema finito de axiomas (Chaitin)? Não isto não é pedantismo, pelo menos à escala do consciente, é que gosto mesmo dessas coisas e raro consigo achar com quem falar disso

  48. Claro que não foi por acaso, ó caralho do capuz, esta cena está toda controlada. Depois de lhes dar guarida acompanho-os pela vida.

    (há com cada idiota)

  49. Assim é que se vê o que é gente fiel, não é como alguns que aí andam que à primeira oportunidade dão logo um chuto no cu a um amigo desavindo.

    (Esta merda devia ir assinada com um nick mais recôndito, mas que se foda!)

  50. ARQUIVAR NO CAPÍTULO: UMA ETIMOLOGIA EBDO-QUALQUER-COISA-MALÁRIA, TAL COMO A ASNEIRA, NUNCA VEM SÓ

    BOMBA INTELIGENTE DIXIT

    “Ora descubro que coitado tem a ver com coitar e que a partir daí, sim, podemos viajar no tempo. A origem é latina: “de coctare, verbo tirado de coctus”. Hmmm? e isto significa mais precisamente o quê? Acertaram! Cozinhar! Mas calma, antes disso há que dar mais uns passos, desta vez nos dicionários de latim. De coctare nem sinal e de coctus somos remetidos para um curioso coquo, que significa “cozer, cozinhar, preparar uma refeição”. Assim sendo, o tal coctus, a, um é qualquer coisa como cozido, cozinhado, preparado.”

    Ora diz-me o meu filho, que anda a estudar para advogado e que teve de marinar também no tal do latim, que a minha patroa talvez ande a precisar de coitar com melhores dicionários, ou, pelo menos, deveria molhar menos o pão fora do grego, e mesmo assim Poseídon a proteja de meter mais água. Dizia eu, afiança-me o meu rebento: que coitado está associado a coitar, isto é, tornar defesa uma propriedade, uma coisa ou até uma pessoa, acoitá-la, protegê-la, daí a associação ao coitadinho, ao desvalido; leia-se em Camilo Castelo Branco: “foi com sua voluntária pobreza coitar-se no cubículo de um convento”. Daí também os terrenos medievais que eram apelidados de coutos! E já dá para daqui perceber que etimologicamente nada tem a ver com a expressão latina coctare, Deus perdoe a minha patroa e tenha misericórdia de quem a engole e lê como burro embasbacado diante de palácio! A etimologia, como se adivinha de couto, vem de cautus, cauta, cautum, isto é, acautelado, protegido, daí o couto como terra defendida ou privilegiada e o coitado como quem recebe protecção. Daí também o que é sólido, o penedo, o rochedo, a rocha vir de cautes, cautis. Enfim…tenho de ir arrumar a loiça…

  51. Afinal fico solteira.
    Depois disto o noivo esqueceu-se de moi , agora e a caminho do proprio do altar.
    E ia casar com a melhor parte(fiquei se saber qual), foi-me prometido, aqui mesmo e com testemunhas.
    Choro-me pois entao. Nao ha cavalheiros.

  52. … ora então uma dúvida, antes de ir para o rio do esquecimento…

    que país e paisagem vem de pagus, demarcação rural do império romano em terra de pagãos, já eu sei.

    Também já percebi como é que Carlos Magno fez os condes e os bispos.

    Agora o que eu não sei é se pagar vem de pagus.

  53. Este blogue foi tomado de assalto pelas nossas heróicas forças de resistência à opressão xintoista universal!

    Os nossos pré-mártires estão disponíveis para a qualquer momento cometerem abnegados actos heróicos, deste modo se convertendo em mártires de factum (segunda categoria do primeiro escalão da tabela retributiva, com direito a três diuturnidades) mediante auto-mutilação das unhas dos dedos mindinhos dos pés, se o Sr. Luís Rainha não se apresentar de imediato para inquérito e julgamento sumários.

  54. (pagar não vem só de dívida, a não ser que reportes a dívidas ao imaginário ou então karmica; ontem paguei uma massagem shiatsu porque me apeteceu…)

    a minha dúvida é a sério parece-me provável que pagar (e payer e pay) venham do étimo pagus, relativo a pagar impostos aos soberanos ou detentores in nomine de soberania.

    CM arranjou por lá uns missi para investigarem as contas junto dos condes…

    Mas como não tenho a certeza coloquei aqui. Mas não é isso que me vai tirar do rio.

  55. Quando a Bomba vos responder a todos, lá do alto da culuna dela no Expresso, é que eu quero ver!

    Mudando de assunto: ó xinxa o que você quer sei eu!

  56. Filipe,

    Para um paladino da transparência, saíste-me um belo aldrabão. Já te mostrei que nem sempre te deste ao cuidado de assinar com o teu nome tudo o que escreves. Dizes agora que estavas “muito sossegado no meu blogue e nem tencionava reabrir este assunto.” Treta: há quase quatro meses, deixaste aqui um solene aviso ao Valupi: “Eu ja conheco este filme… Vao comecar a surgir comentarios anonimos insultuosos. Vai voltar o ‘Ai ai’. O Valupi que se prepare.” E lá ficaste à espera. Como nada aconteceu, agarras-te agora ao primeiro objecto flutuante que encontras (isto porque não te julgo inventivo qb para criar este “Xico”) e soltas a bílis que andavas a guardar, tão quentinha e sempre borbulhante, há anos.
    Mais. Na tua ânsia de te apresentares como pobre vítima indefesa, até adicionas ao rol comentários que nada têm a ver contigo. Basta procurar aquele pormenor da “ranhoca informática” pelo Google para confirmar esta evidência.
    Quanto aos endereços de IP, continuas sem entender nada de nada. Eu nunca tive IP fixo. Se coincidências havia, apenas indicam que há por aí mais gente com IPs flutuantes. Apenas isso, não que se “escreve do mesmo computador”. E claro que nunca usei como mail o tal “aaaaa@aaaaaaaaaa”. Mas o que interessa mesmo é apresentar “provas”, não que elas correspondam a factos.
    “Ninguém escreve bem só para insultar”, sentencia depois, solene, a Polícia da Blogosfera. E se eu te der mais uns quantos exemplos? Queres mesmo? Lê aqui, então: “Quanto ao que deixas escrito, é óbvio como não tens a mínima sensibilidade para as consequências do estilo expressionista – mas eu vou dar uma ajuda: mau gosto”. Ou este: “Pois…Rainha no seu melhor. Com o devido respeito, faço minhas as palavras do Alexandre. Deve ser da carne queimada ou do odor a sangue. Respira-se melhor? Que expressão tão infeliz.” Como vês, os ataques e as críticas ferozes nem sempre obrigam ao analfabetismo. E se fores descobrir os autores destas duas passagens, até verás que não obrigam, sequer, ao rancor e à tragédia grega de pacotilha sem fim.
    Mundando de assunto, olha que até podias ter escolhido comentário mais apurado para me atribuíres. Por exemplo uma coisa deste coturno: “Deixe-se de crochets conceptuais, Valupi, e faça um esforçozinho. Vá lá, soletre comigo: G, A, Z, A.”. Tal seria por mim adoptado com muito menos protestos (não que o tenha mesmo escrito, ó mestre das leituras literais).

    Mas, por mais estágios que faças, o mundo continua a ser uma instância opaca para ti: onde estão as tais “críticas pessoais – e por vezes ataques pessoais” que eu terei feito a “pessoas” do Aspirina, ao Ivan Nunes, à malta do “Super Mário”? E a tal “muita gente”, “vítima destas tendências inquisitórias”? Onde anda esse cortejo de desgraçados, esse acervo sem fim de ofensas? Mostra-os lá, se não te importas.
    E se queria mesmo “acabar com o Blogue de Esquerda”, porque te terei defendido depois daquela estupidez dos “Judeus que controlam os media”? Porque teria anuído em regressar mesmo depois da tua inultrapassável deslealdade para comigo? Porque teria o João Garcez aparecido a contribuir com textos se também queria demolir o BdE? Não tens grande noção do ridículo, pois não? Mas isso, vindo de quem um dia escreveu “Garanto-te que a direita a mim detesta-me; a ti acha-te graca”, também não espanta ninguém.
    A tua última sugestão, de cada um de nós ficar no seu cantinho, só peca por tardia. Nos entrementes, para que não fiques com essa impressão de “covardia”, tens o meu mail à mão para marcarmos um encontro quando quiseres. Depois acertamos as coisas.

    PS: Essa cabecita manga-de-alpaca levou-te a escarafunchar no “sitemeter” para criar comparações estapafúrdias. Só que nem aqui acertas: para teu governo, e de acordo com o “Blogómetro”, o Aspirina B, algures em Fevereiro, foi o blogue “político” com mais “page views” em Portugal. Suplantando mesmo o “Abrupto”. Chega-te?

  57. Ó gólgotas, ó xinxas rabelhas, ó gangsters do aspirina,vamos lá repor a dignidade deste poste-restante dos sem-abrigo…
    Chega de vulgaridade!…

  58. … ora então eu queria era saber se, generativamente, era próprio dizer:

    os pagãos pagam (ao império)

    pagus, paganus

    mas fica para depois, uma dúvida para o kosmoscrator, que vcs andam aí zangados…

    está bom de praia pá, e pode-se f*der nas rochas de borla, às vezes com mais sorte outras menos

    -> siesta

  59. py,

    Depois de outros encontros, em paragens hoje menos hospitaleiras, deixa que te dê as boas vindas a este pequeno tugúrio blogosférico.
    E para tergiversar em redor do Cantor, receio que o Filipe seja mesmo o único interlocutor disponível por aqui…

  60. Porque os aduladores continuam e persistem, cara Sr@. Silvia, como nao a conheço e nao me conhece, agradeço que nao me arrebanhe, na sua endogamia redutora.
    Um espelho ‘e uma utilidade a colocar na lista de compras.
    Fico-me por aqui.
    Caro Luis Oliveira, olhe que nao.

  61. siesta ->

    olha eu ainda ando a ver, é que prefiro de longe as f*das nas rochas, às lutas na lama…por causa do impacte ambiental nas máquinas de lavar roupa, etc.

    mas eu tou numa boa, venho é mais numa de aprender, que gosto muito,…,nesta coisa da Revolução Digital, costumo contar umas coisas em troca, para equilibrar

    e para a semana vou para marrocos

    Portanto cá para mim, acho muito provável que pagar venha de pagão! Alguém contesta?

  62. O Conselho de Ministros aprovou uma nova linha de crédito para financiar as entidades do sector das pescas. A medida pretende recompensar os pescadores pelo aumento dos custos de produção e do preço dos combustíveis.

  63. Luís, a razão por que escrevi aquele comentário há quatro meses foi a mesma de agora: achava que as pessoas que partilham o blogue contigo deveriam saber com quem se estavam a meter. O Valupi já sabia (como muita gente) quando decidiu partilhar um blogue com quem lhe chamou (anonimamente,claro) “frustre traste”. O TT reagiu de uma forma óptima, e ainda bem. Afinal eles assinam com pseudónimo. Nenhum está sujeito a ter o seu bom nome na lama como eu tenho nos comentários do BdE. Era só isso. Agora o TT já sabe. TODA A GENTE já sabe, pois tu não desmentes nada do que eu disse. E nem podes.
    Deixa-me só esclarecer que eu nunca disse que era a única vítima do Ai ai. Lê bem aquele post do BdE. (Isto parece mesmo as discussões que eu tinha justamente com o Ai ai, que deliberadamente treslia tudo o que eu escrevia…) Daí a “ranhoca informática”. Disse que era a principal vítima.
    Deixa-me ser mais explícito noutro aspecto. Se olhares para as “referring pages” do sitemeter logo concluis que entre um terço e metade dos visitantes do Aspirina B só aqui vêm à procura das imagens do post “A verdadeira pornografia” do Nuno Ramos de Almeida a 30-12-05. Portanto isto torna as contagens, mesmo essa de Fevereiro, muito discutíveis. Mas isso é só para te responder. Pessoalmente eu nunca utilizaria um argumento desses, baseado em contagens de visitas, numa discussão que não tivesse a ver com esse assunto. Isso é tudo muito relativo, como este exemplo mostra. E se me permites um conselho não deves usar esse argumento, principalmente com blogues de direita cujos leitores funcionam como uma “seita” (como já te vi usares). Um dia pode ser usado contra ti, e os leitores do Aspirina não são uma seita (como não eram os do BdE).
    E pronto. E agora vou continuar a passar por aqui, onde escreve gente de que eu gosto, se me deres licença. Agora conversas contigo, só se for sobre o Carl Barks.

    TT, olhas para a liga sionista na blogosfera: em quem votou o Nuno Guerreiro? No Alegre. Em quem votou o FJV? Fez campanha activa pelo Cavaco. Não percebo qual é a tua dúvida. Mas muito obrigado pelas palavras simpáticas. Um abraço para ti também.

  64. Ah, só mais uma coisa. Sim, admito que por três ou quatro vezes assinei como “Ui” ou “Ai” aqui no Aspirina, como qualquer análise a IPs pode confirmar. (Não me dei ao trabalho sequer de procurar outro computador.) Comentários bastante inofensivos quando comparados com os do Ai ai original. Pô-los ao mesmo nível dos teus é um elogio notável, que eu te agradeço mas não merceço. Ninguém diz mal como tu, Luís.

  65. Esta Liga Sionista (há outras! e depois temos a federação universal que as federa em aliança com a maçonaria e a Liga de Vendedoras da Avon), com sede em Fermentelos de Cima, terra de cristãos-novos cuja agenda das 9 às 10 da manhã se reconduz a um ponto de ordem à mesa e fora dela – como é que hoje vamos estragar o dia ao Filipe Moura ? – desmente categoricamente o patrocínio a uma qualquer liga sionista da blogosfera, até porque o Marocas é cá dos nossos (embora fique péssimo com o avental do 18.º grau; não o favorece!).

  66. … bem eu aqui ainda não sei quem é quem, mas eu até prefiro assim…

    Não tenho barriga pá! É verdade que houve uns tempos que tive um niko mas já foi

    E tive muita sorte hoje on the rocks :)))

    Agora se calhar é ao contrário do que pensas, mas também não faz mal porque cada vez gosto mais é de geometria variável

    Quanto a essa coisa de quem votou em quem, espero bem que já não se exija em nome de um qualquer princípio de afinidade bloguístico que todos votem da mesma maneira…

    Eu então voei para o Brasiu e não votei em ninguém, embora me tivesse prometido vir cá a correr se houvesse segunda volta. Não houve.

    E por culpa minha também. Mas nem sequer estou arrependido. E gosto do Zapatero, do Zidhane, do Zapata e até do Zorro.

    E sou a favor do nuklear!

    (para quem achar que estou a soldo desse negócio, peço aos deuses que atendam a essa sugestão que dava um jeitão…)

  67. (… contra a gula temperança, eu sei, mas há muito tempo que não tinha uma sequência tão apetitosa…

    agora outra coisa, a III Guerra está aí a rebentar por todos os lados, mas acho que não há nada a fazer, é tudo pegada ecológica

    e agora vou xonar)

  68. Caro Chairman da Liga Sionista,

    O teu comentário está muito piadético. Mas esbarrei (o Filipe também terá tido problemas, tenho a certeza), com esta passagem que deve esconder alguma mensagem para o resto dos membros do grupo a que presides:

    “Fermentelos de Cima, terra de cristãos-novos cuja agenda das 9 às 10 da manhã se reconduz a um ponto de ordem à mesa e fora dela..”

    Podes pôr isso num português que entonteça ou entusiasme mais as amiguinhas aqui do blogue? Muito grato.

    TT

  69. ora bem , já fui espreitar, lá não dá para comentar.

    klein bottle e moebius strip, à mistura com alforrecas deve ainda dar lotka-volterra, period more than three implies chaos e etc, não?

    mas olha aviso já que ando a ver se arranjo um esgotamento digital porque isto dá cabo de qualquer um, portuguese manowar.

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