adobe creative suite downloads Adobe Fireworks CS5 buy adobe fireworks 8 adobe standard creative suite Adobe Fireworks CS5 for Mac buy adobe creative suite premium 2.3 windows adobe studio creative suite Adobe InCopy CS5 buy adobe creative suite 3 cheap adobe premiere pro magnitude Adobe InCopy CS5 for Mac buy best price for adobe creative suite download adobe premiere pro 7 full Adobe SoundBooth CS5 for Mac buy adobe creative suite change serial number adobe creative suite 2.0 premium Adobe SoundBooth CS5 buy free adobe premiere pro serial codes adobe fireworks cs3 Adobe Premiere Pro CS5 for Mac buy phone activation adobe fireworks 9.0 serial adobe contribute crack Adobe Premiere Pro CS5 buy adobe premiere pro 1.5 activation key adobe creative suite premium serial Adobe Contribute CS5 buy adobe free fireworks download add pics to adobe fireworks Adobe Contribute CS5 for Mac buy adobe premiere pro keyboard shortcuts adobe creative suite 3 design standard Adobe Creative Suite 5 Design Premium buy adobe creative suite 2.3 downloads macintosh requirements for adobe creative suite Adobe Creative Suite 5 Design Premium for Mac buy adobe creative suites and software descargar adobe premiere pro 7 gratis Adobe Creative Suite 5 Design Standard buy adobe creative suite 3 troubleshooting xp adobe fireworks sdk Adobe Creative Suite 5 Production Premium buy download adobe premiere pro 1.5 premium version of creative suite adobe Adobe Creative Suite 5 Production Premium for Mac buy adobe fireworks c3 key gen adobe premiere pro 7,0 Adobe Creative Suite 5 Web Premium buy buy adobe premiere pro 1.5 adobe creative suite e-training Adobe Creative Suite 5 Web Premium for Mac buy adobe premiere pro crack serial

Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.



O Prós e Contras de 12 de Outubro vale por uma licenciatura em jornalismo. Abençoado situacionismo, e completa asfixia democrática na RTP, que permitiram momento tão clarividente e cru. Parabéns a todos os intervenientes, em especial a José Manuel Fernandes. Digo-o sem um grama de cinismo ou ironia, pois sem ele não teria sido possível a produção daquele espectáculo.

A figura da noite, contudo, é Henrique Monteiro. Ele representa a decadência portuguesa. Explicou que o Expresso não quis publicar o mesmo email divulgado no DN porque essa publicação era exactamente o que a fonte do material pretendia – naquela que foi a primeira das suas grandes revelações, isso das fontes terem desejos e vontades. Depois, detalhou: como a sua fonte era um político, ter feito notícia implicava estar a fazer política. E ele isso não fazia, apenas jornalismo. Tivesse a fonte sido um carvoeiro, talvez o problema fosse o mesmo, pois ele também não andava ao carvão. E por aí fora, consta haver outras áreas de actividade profissional passíveis de multiplicar os exemplos, mas a falta de tempo impede que sejam agora recordadas.


Destes raciocínios, duas conclusões: fazer política é fazer fretes a alguém; fazer jornalismo é fazer fretes a si próprio. Monteiro anunciou estar orgulhoso da decisão, a qual teve unanimidade redactorial no seu semanário. Sim, as revelações constantes no material entregue eram credíveis e relevantes, só que havia aquela chatice do mensageiro vir donde vinha. Era óbvio, para estes carolas pagos pelo Balsemão, que a fonte tinha uma ideia fisgada: desmontar o frete feito pelo Zé Manel a uma outra fonte. Ora, isso o Expresso, especialmente tão em cima das eleições, não podia permitir. Para desmontar inauditas e desvairadas conspirações em período eleitoral, ainda por cima envolvendo queridos companheiros de tantas lutas como o Zé Manel, não contem com o Monteiro, desculpem lá. O Monteiro só quer fazer jornalismo do puro, não se vê logo?

O marasmo português é feito destas cumplicidades e cobardias, em todos os níveis e recantos do poder. Monteiro justifica-se recorrendo a uma deturpação típica de um sacripanta, claramente denunciada por André Freire, declarando que a sua responsabilidade profissional apenas tinha de se relacionar abstractamente com as informações obtidas. O contexto concreto em que decidia – o facto de estar em marcha uma conspiração cujo fim era o de influenciar os resultados eleitorais em benefício do PSD e prejuízo do PS – não contava para nada, não existia no seu horizonte profissional, jornalístico, cívico, deontológico, ético. Ecce homo: ao não fazer notícia, transformou-se em compincha da manobra do Público, lavou as mãos. Imitou Cavaco.

Perto do final, Monteiro fez outra enorme revelação. Garantiu estar convencido de que o Presidente da República tinha validado as notícias do Público, que Lima nunca agiria por conta própria. Cruzando a sua rara perspicácia com a sua rarefeita hombridade, temos que Monteiro não bebe da fonte, prefere a nascente.

__

Aplauso para Paquete de Oliveira. Aquele que sempre me tinha aparecido como um pachorrento avozinho, na função de Provedor da RTP, levantou-se e, com uma divina fúria, sovou a dupla de trastes. Grande momento de televisão, grande lição.


  1. 1 luis eme

    concordo com tudo o que escreveste, Valupi.

    nunca pensei que o Monteiro fosse tão vaidoso e parvalhão, ao ponto de até colocar em causa as origens do João Marcelino, por ter vindo do jornalismo desportivo, como se isso fosse um trabalho menor…

    o Zé Manel continuou a colocar os pés pelas mãos. e só queria responder ao que queria. grande jornalista, só queria perguntas combinadas…

    é assim que percebemos que o dito jornalismo de referência, está mais próximo da sarjeta que o que para eles é mais do género do “fado menor”…

  2. 2 Manuel Santos

    Valupi, o melhor bloguer lusitano.

  3. 3 Jose Nunes

    Este post fica para a História do jornalismo português.Como certos indivíduos são tão nojentos e repugnantes.E são eles chefes de jornais.Força Valupi.

  4. 4 Nik

    Boa posta, Val. Ontem fiquei com pena de não ter gravado aquilo. Teve dois momentos de rara baixeza: um perturbado Zé Manel a protestar por Fátima ter deixado o debate seguir, um nervosíssimo Monteiro a tentar canalhamente rebaixar Marcelino. Dois montes de merda sem carácter.

  5. 5 aires

    Abraço ..nosso povo portugues democratico…
    Imagino as cenas.
    Como se pode ver este “Contras”?
    Abraço comovido Val

  6. 6 HelderEga

    Aquele puxão de orelhas do Paquete ao cagão do Monteiro foi lindo!

  7. 7 maria cancela

    Das trapalhadas jornalísticas já nós sabíamos; por alguma razão já deixei de ler o Expresso e o Público há muito, muito tempo. O espectáculo que os directores deram não me surpreendeu.
    O saber estar de Marcelino, que mesmo insultado não se descompôs, merece-me uma nota positiva.
    Mas há para mim a permanente interrogação sobre o que é que Cavaco sempre soube e mesmo falando, obrigado pelo D.N., não explicou?
    O que é que ele continua a esconder, pois não demitiu o assessor, só lhe mudou a cadeira?
    Tem Cavaco, condições para se apregoar paradigma da verdade?
    Muitos parabéns pelo texto.

  8. 8 Maria da Guia

    Como diz o NiK “Boa posta Val” – Eu também penso o que o Val escreveu mas ninguém o sabe “dizer” melhor! Em complemento dos comentários anteriores ao meu, só quero acrescentar que há muito não tinha uma fúria tão grande com o comportamento da coordenadora do programa: é que ela só dava a palavra ao Monteiro e ao JMF. nem o Baldaia podia dizer uma frase inteira…!!! E depois, o H.M. estava determinado a manter uma confusão na linha de raciocinio – estou absolutamente convencida disso – interveio a todo o momento, interrompendo o que do outro lado, o Baldaia e o Marcelino diziam. E foi de propósito que os mesmos HM e JMF passaram a maior parte do tempo a falar da forma e dos termos em que o famigerado email chegou às redacções –
    E NÃO FICOU PRETO NO BRANCO QUE SÓ O EMAIL É QUE VEIO EXPOR À LUZ DO SOL (não confundir com o pasquim de semanário) a “PATTRANHA” QUE O NOSSO PR ANDA A URDIR DESDE 2008…! E QUE – TENHAM ATENÇÃO – AINDA NÃO ACABOU!!!
    SÓ O EMAIL É QUE VEIO OBRIGAR O PR A FAZER O TEATRO DA PSEUDO DEMISSÃO DO F. LIMA E DO ESFARRAPADO ESCLARECIMENTO DA “QUESTÃO DAS ESCUTAS”.

  9. 9 JOPP

    Como já escrevi noutro local, diverti-me bastante com o evento, mas não fiquei (mesmo nada) surpreendido.

  10. 10 K

    Lamentavel…o que deu para ver é que a liberdade de expressão não depende da lei de imprensa mas tão só de homens livres. O que o Marcelino fez foi uma autêntica abrilada no cinzento status quo jornalistico que temos.Um jornalismo com dono.

  11. 11 joão coelho

    A noite foi digna do nosso melhor “jornalismo”…
    O JMF continua a “averiguar” como saiu o e-mail do jornal. Sempre lhe sugiro o Espirito Santo, o da Trindade, a juntar à lista dos suspeitos.. Os Serviços Secretos, que ele já não refere, ficariam lisonjeados com a troca;
    O HM continua às voltas com o “timing”..(alguém lhe oferece um relógio?)
    E também, presumo, ainda está de “investigações”.. e “confirmações” da matéria do e-mail…Mas já avançou uma conclusão digna das melhores cabeças: a coisa tinha política pelo meio!
    Ganda nóia chefe!

  12. 12 Ana Paula Santos

    Gostei de ouvir o Henrique Monteiro a confirmar ao João Marcelino , que “iria publicar” o famoso e-mail mas, a conselho de todos os ‘gurus’ da SIC , uma semana depois. Parece-me que, feitas contas de cabeça , uma semana depois significaria : após as eleições e após uma provável derrota do PS donde emanava o Governo que andaria a fazer espionagem á Presidência da República. Por outras palavras , ficou claro que o timing do Sr. Monteiro e do Expresso foi o do PSD/Presidência da República e que o timing do DN foi o do interesse de todos os Portugueses que , felizmente, puderam votar com todos os trunfos na mão. A sobranceria com que o Henrique Monteiro se referiu ao passado jornalistico de João Marcelino _______qualificou-o!

  13. 13 Manuel Pacheco

    Val
    Bom post, nunca as mãos lhe doam, as vistas se cansem e a voz enfraqueça.
    Gostava de tirar um curso de jornalismo, não sei pelo qual optar, se jornalista desportivo, se jornalista de jornalista, – como o Henrique Monteiro – não sei qual o mais rápido o mais prático e mais barato. Derivado à minha idade tem de ser prático e rápido mas da maneira como está a maioria do jornalismo, entendo que um curso por correspondência seja suficiente. Podemos dizer asneiras, eu sei as dizer, podemos dar erros, eu sei os dar, podemos fazer fretes, aqui já não alinho, gosto da verticalidade e honestidade.
    Há dias, ou precisamente no dia dois de Outubro do corrente ano, estava a ouvir na Antena 1, o programa Contraditório, dirigido por João Barreiros e em que intervém, Ana Sá Lopes, Luís Delgado e o insuspeito e do que para mim há melhor no jornalismo Carlos Magno. Quando a este perguntaram se a creditava mais no jornalismo ou na política não teve pejo nenhum em dizer que acreditava mais na política.
    Todos sabemos que a sobrevivência em todos os ramos está difícil, o vil metal está acima de tudo, houve tempos que Deus estava em primeiro lugar, – para mim continua, para muitos não – ainda hoje li nuns comentários que até viagens ao Brasil são pagas a jornalistas para passar lá férias por agências de comunicação, como é que querem que uma pessoa se acredite na maioria deles. Tenho aqui escrito os que para mim são maus e bons, tenho posto o seu nome, porque acho que os bois devem ser chamados pelo seu nome.
    Sobre o que Henrique Monteiro disse sobre João Marcelino, ainda bem que Paquete Oliveira o chamou à razão, ele que interrompia tudo e todos não discordou do que lhe foi dito. Presunção e Água Benta cada um toma a quer e Henrique Monteiro deve ter tomado um tonel. Que lhe faça bom proveito. Uma solicitação para João Marcelino e Paulo Baldaia não saiam do rumo que tomaram que o povo humilde lhes agradece.

  14. 14 mdsol

    Muito bom. Como sempre. O HM além de preconceituoso ainda por cima fala aos salpicos.

  15. 15 Nik
  16. 16 Nik
  17. 17 tra.quinas

    No debate de ontem ficou bem evidente que é urgente a sociedade civil arregimentar instrumentos para conseguir derrotar o “jornalismo de encomenda” que vigora. Já não acredito que a própria classe esteja interessada nessa luta: parece que nos tempos que correm o estômago tende a falar mais alto do que a ética. Os momentos mais baixos do debate mostraram isso mesmo. E alguns pormenores foram bastante elucidativos: quase uma pornocracia em que os jornalistas não se importam de fazer de cortesãs.

    O resto está escrito no post. Brilhante.

  18. 18 Ibn Erriq

    Pois eu ontem fiquei com muitas duvidas, sobretudo, que será o(a) tal fornecedor(a) do mail?

    Parece-me que a história ainda vai no adro!

    O que fazia lá o homem da TSF, era para fazer “pandã” com o Marcelino? Ou era para dar maioria representativa ao Oliveira.

    Por falar em fretes, parece que há muita gente a fazê-los, uns a Belém, outros não se sabe bem!

  19. 19 Provocador

    Jesus Cristo! E o que fez o DN, se não um frete ao PS? O Marcelino de ética pouco sabe. Vão lá ver a história dele. E o tipo da TSF nem o podia criticar. Bom, bom, era mudar estes directores todos.

  20. 20 joão viegas

    Não vi o programa, não gosto do H. Monteiro, tenho razões para não o ter em alta consideração, mas julgo perceber o que ele diz, ou pelo menos o que me parece estar subjacente na descrição do Valupi, e acho certo.

    Pelas razões que ele aponta, porque o jornalista não esta ca para fazer favores, não se publica o mail NEM SOBRETUDO A INFORMAçAO QUE O AUTOR DO MAIL (a fonte) PRETENDIA VER PUBLICADA numa obvia tentativa de instrumentalizar a imprensa com fins politicos.

    Existe depois outra questão, que é a informação relativa a um jornal (o Publico) se ter prestado a uma grosseira instrumentalização desse tipo, em violação aparente de todos os seus deveres, deontologicos e para com o seu publico. O mail em causa é aparentemente um documento relevante para esclarecimento deste ponto e, nesta medida, pode-se compreender que um jornal o publique (desde que o tenha obtido de forma licita).

    No programa, foi feita a pergunta a H. Monteiro nesses ultimos termos ? Porque se não foi feita, se apenas lhe foi perguntado porque é que o Expresso não publicou o mail, e por muito que a resposta possa ser manhosa, não me parece nada escandalosa.

    Mas estou provavelmente enganado…

  21. 21 joão viegas

    Desculpa, comentei antes de ler o texto todo. Respondes à pergunta, ou pelo menos à duvida, no resto do texto.

    Não vi o programa mas de facto parece ter sido esclarecedor quanto à qualidade dos jornalistas da imprensa escrita que temos…

  22. 22 Carmen Maria

    Concordo com tudo o que ficou dito pelo Val.

    Penso que depois deste triste episódio que envolve comunicação social, politicos e grupo economicos com interesses especificos, está lançada a plataforma necessária para dar inicio a uma nova era de jornalismo em Portugal. Para mais, a opinião publica está atenta. O jornalismo é-nos essencial, mas no âmbito de outro paradigma que deve surgir de dentro do grupo dos jornalistas.

  23. 23 antonio manso

    Infelismente , por questões de saúde não pude ver o debate. Pela descrição lida aqui e pelo vídeo da 2ª parte fiquei esclarecido daquilo que já suspeitava :uma boa parte dos srs. jornalistas é vendida a outros interesses que não os da verdade. A montagem engendrada em Belem ia sortindo efeito,felismente houve coragem do D.N. para publicar aquela denuncia; se não fosse assim, estávamos agora a ver a srª Dª M.F.L. a formar governo com o patrono de Boliqueime a sorrir enlevado na foto do album de familia. Vamos a ver o que isto tudo vai dar. Não esperava outro comportamento do Paquete de Oliveira:o homem deu-lhes na cabeça com gana , cumpriu a sua obrigação com garra e penso eu, com gosto. Fazem falta jornalistas como ele.

  1. 1 Tweets that mention A fonte e a nascente at Aspirina B -- Topsy.com

Leave a Reply





Toma mensal

Pharmácias

As Ruínas Circulares
afixe (RIP)
BdE I (RIP)
BdE II (RIP)
de vagares...(RIP)
A invenção de Morel
Sociedade Anónima (RIP)

 

Farmácias de Serviço

 

100 nada
31 da Armada
A aba de Heisenberg
Abrupto
O Acidental (RIP)
Adufe.pt
A Gaveta do Paulo
Agridoce
Alexandre Soares Silva
Almocreve das Petas
Amor e Ócio
António Sousa Homem
Arrastão
As Ruínas Circulares
Atlântico
Avatares de um desejo
O Avesso do Avesso
Babilônia
Babugem
Bada Bing!
Bandeira ao Vento
Barnabé (RIP)
a barriga de um arquitecto
Beco das Imagens
Blasfémias
Bomba Inteligente
Bombyx mori
Bonfim
Blogue dos Marretas
Blogo Social Português
Cabra de Serviço
Caderno de Verão
Caixa de Costura
Canhões de Navarone
Cão de Guarda
Casa de Cacela
Casmurro (RIP)
A causa foi modificada
Causa Nossa
O céu sobre Lisboa
Charquinho
Cibertulia
cinco dias
Cocanha
A Coluna Infame (RIP)
Complexidade e Contradição
Confissão do Silêncio
Conta Natura
Contra a Corrente
Coroas de Pinho
Crítico Musical
Crónicas Matinais
Cruzes Canhoto (RIP)
Daedalus
Daily Make-up
Da literatura
Desesperada Esperança
A Destreza das Dúvidas
Diário Ateísta
É a Cultura, Estúpido!
Em Busca da Límpida Medida
Enresinados
Epicentro
A Ervilha Cor de Rosa
Esplanar
Esquerda Republicana
Estado Civil
a.estrada:
Estrangeiros no Momento
Eternuridade
Floresta do Sul
Fora do Mundo (RIP)
FotoBen
Frangos para fora
french kissin'
Fuga para a Vitória
Fumaças
O funcionamento de certas coisas
garedelest
Gato Fedorento
Geração Rasca
Glória Fácil
Grande Loja do Queijo Limiano
Grupo do Pato
Hipatia
Homem a Dias
:Ilhas
O Insurgente
Intermitências da Corte
A Invenção de Morel
Janela Indiscreta (RIP)
Janela Para o Rio
João Pereira Coutinho
Klepsy´dra
A Lâmpada Mágica
Laranja Amarga
Last Tapes
letra minúscula
Letratura
Malfadado
Mar Salgado
Margens de Erro
Mas certamente que sim!
Meditação na Pastelaria
melancómico
A Memória Inventada
Memória Virtual
A Metamorfose
Miniscente
Modus Vivendi
Muro Sem Vergonha (RIP)
A montanha mágica
Nada Niente
A Natureza do Mal
O Observador
Ó Faxavor...
A Origem do Amor
A Origem das Espécies
Palombella rossa
O Pastelinho
Pastoral Portuguesa
Pedro Chagas Freitas
pequeno blogue do Grande Terramoto
Periférica
pesadelo sem ar condicionado
Pólis & Etc.
Ponto e Vírgula (RIP)
Ponto Media
Pópulo
Portal Galego da Língua
A Praia
Quartzo, Feldspato & Mica (RIP)
Quase Famosos
read me very carefully
Renas e Veados
Rimbaud Warrior
Rititi
Rua da Judiaria
Ruialme
seta despedida
Silêncio
Solvstäg
Sound + Vision
Tempo Contado
Os Tempos que Correm
Tomara-que-caia
Três Pastelinhos
True Lies
Um blog sobre Kleist
O verso dos versos
Vício de Forma
Vidro Duplo
Vistalegre
Voz do Deserto
what do you represent
The world as we know it


© 2006/11 Aspirina B | Powered by Wordpress | afinado por Paulo Querido | Topo