Luzes no Atlântico Norte

Do realizador Bernardo Nascimento vem esta pequena pérola de bem filmar,  e sobretudo de muito bem contar uma história simples tornada por isso interessante. Está, com todo o mérito, entre os 10 finalistas do festival Youtube em Veneza. Para quem, como eu, está há muito zangado com o bastas vezes ridículo, dramático e pedante cinema português, é uma revelação. 15 minutos não é muito, mas é um começo. Haja esperança.

9 thoughts on “Luzes no Atlântico Norte”

  1. Qualquer filme que apresente um cachecol do Sporting merece entrar para o panteão das grandes obras cinéfilas. Também se recomenda a fotografia.

  2. Val, por falar n o Sporting (o meu clube)está a tornar-se no clube do Sá Pinto.Boys é com ele.Os mais conhecidos são Oceano e Pedrosa.ambos amigos de longa data, que entram no clube pela porta da amizade,relegando a competência para segundo plano.Oceano com curriculo desastroso na seleção de sub 19 ou 21,vai comandar a equipa b que é o futuro do clube. Pedrosa sem curriculo,somente a amizade.Quovadis Sporting

  3. O cinema português revelou nos últimos meses uma grande vitalidade, mesmo que se perceba que sem grandes apoios ou recursos de toda a espécie. É um sinal de que a sociedade não morreu sufocada por tanto adormecimento construído com base num discurso e numa prática de amesquinhamento e de miserabilização. Bem hajam os que vão acrescentando com a sua criatividade este sentimento de que nada nos fará submergir e afogar no pântano apesar de todos os esforços que essa canalha que nos governa vai fazendo nesse sentido.

  4. a imagem do peixe, uma peixa – prefiro que seja uma peixa -, em eterno crepúsculo, a beleza da ilusão, prendeu-me. afinal, é por aí que há cinema. :-)

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.