A minha crónica no Expresso, se tivesse crónica no Expresso

Breve nota prévia: caso notem alguma inconsistência nos factos apresentados, recordo que seria para o Expresso. Eles não se importam, nem censuram opiniões diferentes e polémicas que avancem o debate sobre a sociedade. É, afinal, um jornal de referência.

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Tal como acontece nos países libertários como a Somália, Haiti ou Sudão, onde o governo escolheu não interferir nos assuntos privados das pessoas, a prosperidade apenas acontece quando a sociedade, livre do peso de governos gordos e ineficientes ao estilo nórdico, tem liberdade para se desenvolver sem constrangimentos, impostos e regulações. É isso que significa verdadeiramente “libertar a economia”. É isso que não está feito, e é isso e apenas isso que justifica a falência onde os socialistas, que governaram a esmagadora maioria dos últimos 40 anos, nos enfiaram.
A escolha de Passos Coelho para Portugal só peca então por tardia e tímida, embora não esquecer que este está preso a uma constituição datada, escrita nos tempos do PREC para agradar a Cunhal, ao PCP e à União Soviética, e que não é revista desde 1976. É um facto inegável que caso esta não existisse, as reformas estariam feitas e o país estaria, já em 2013, na senda do crescimento, tal como o Primeiro-Ministro prometeu. Mais factos inegáveis: para o ano, está prevista uma recessão de 1%, que provavelmente – vou dar razão aos críticos – será de 3% ou mais, quando devíamos estar a crescer pelo menos 4%. Daqui facilmente se conclui que a constituição e o estado social nela consagrado nos custam, só em crescimento perdido, 7% do PIB, ou mais de 20 mil milhões de euros, ou 2000 euros por cada português, incluindo crianças. Por isso, caro cidadão, caso seja casado com 2 filhos, a constituição de Cunhal custa-lhe 8000 euros, 700 euros por mês. Ou o mesmo que lhe custaria um bom seguro de saúde e colégio privado. Pense nisso quando os socialistas – que faliram o país gastando à tripa-forra – a vierem defender.
Que não defendam o modo de vida dos pretinhos nos países que citei anteriormente, apenas demonstra que a esquerda, apesar do discurso politicamente correcto, é profundamente racista.

5 thoughts on “A minha crónica no Expresso, se tivesse crónica no Expresso”

  1. Depois conta quanto é que eles pagam por cenas destas. É um filão para tanto desempregado que podia estar a encher o Expresso com tanta verdade alternativa.

  2. Muito bom. Parecia um daqueles textos monolíticos e maniqueístas que entopem o Insurgente. Só faltou dizer que o Passos era socialista e o Cavaco comunista, era um brilharete, sem dúvida.

  3. “Só faltou dizer que o Passos era socialista e o Cavaco comunista…”

    evidências não se retocam, tá bom de ver que o passos abre o caminho ao totalitarismo do cavaco. aguarda pelos próximos capítulos da nacional novela.

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