20 thoughts on “Hip hip hooray!”

  1. o habitual nesse camarada.
    o que me surpreendeu foi a autoeuropa. porque fizeram greve? estão bem agora mas querem ficar mal? já faliu muita empresa vítima das greves de solidariedade…

  2. A greve geral:
    O conceito que tenho da palavra “geral” é que significa tudo. Agora usar o chavão de geral e vermos que não corresponde à verdade é de desconfiarmos de quem usa este termo.
    Sou a favor das greves desde que sejam justas e que respeitem quem não as quiser fazer. Não percebo os piquetes de greves. Se estamos num País livre e democrático todos têm deveres e responsabilidades. Se por um lado as centrais sindicais condenam as forças de segurança quando são chamados a intervir por qualquer anomalia porque usam os piquetes de greve para impedir de trabalhar quem quer trabalhar? Palavra que não compreendo.
    Tenho dois netos no ensino primário, um no infantário o outro no 1º. Ciclo. O do infantário os pais foram avisados ontem que a escola ia fazer greve para os não os levarem. Acho bem esta atitude. Quando se tem intenção e se está determinado deve-se avisar as pessoas para estas não serem umas marionetes mais a mais crianças. O outro compareceu e teve aulas. Ao meio dia aquando do almoço diz o que teve aula: que sorte tu tens Diogo! A minha professora também podia fazer greve. Assim não posso gozar um dia de brincadeira como tu.
    Como se vê para ser uma greve geral tinha de ser a 100%. Assim não se pode usar e repisar a palavra greve geral. Sei por experiência própria que os dirigentes sindicais jogam aqui a sua continuidade como tal e por isso usam todos os meios ao seu alcance. Fazem da derrota vitória. Usam slogans que depois não os podem cumprir. Em lugar de uma greve geral diziam uma parcial. Assim tudo o que viesse a acontecer era uma vitória. Agora quererem dar um passo maior que a perna! Depois recebem as consequências.
    Estes dirigentes sindicais julgam que trazem maiores regalias para os trabalhadores. Gostava que assim fosse. Quem é que eles prejudicam com esta greve? Os mais desfavorecidos e o próprio País que fica mais pobre. Importam-se eles com os trabalhadores? Não. Se, se importassem com o que se gasta com esta greve dava para acudir aos que tem um ordenado pequeno. Assim é que davam uma lição do que é ser corporativo. Agora esbanjar dinheiro. Se fosse do bolso deles pensavam doutra maneira.
    É por esta e por outras que não saímos da cepa torta.

  3. louçã acaba de dizer que esta greve é uma eleiçao e os portugueses escolheram um novo governo e eu constato que acaba de ser retirado o direito de voto aos desempregados…

  4. Pode haver cidades inteiras sem aulas, mas, infelizmente para o Sr. Nogueira, também há escolas onde a greve mal se fez sentir. Como é o caso da escola da minha filha que frequenta o 8º ano e teve as aulas todas, com todos os serviços da escola a funcionarem normalmente. Ainda não é desta que o senhor pode realizar o sonho de um país inteiro sem aulas.

  5. Hum. É impressão minha ou isto está a ser um fiasco? Daqueles grandes…

    (Hoje ri-me com uns tipos de megafone e folhetos num sinal de trânsito, com umas t-shirts a dizer “Lutamos por ti”. Eram da media Markt.)

  6. O Mário Nogueira é mau, quer que as crianças fiquem analfabetas, mau, é mau! O tom certo seria mais ou menos assim: Mário Nogueira (puxa de um lenço a assoa-se): Sinto-me muito constrangido e pesaroso em dizer isto, mas descobrimos que por causa desta desgrada greve geral, ou parcial, não sei bem, há cidades onde as nossas crianças não têm hoje escola. Não pensámos nisso, mas para a próxima vamos tentar que as crianças tenham pelo menos aulas da parte da manhã e fazer deslocar delegados sindicais para ocupar as crianças da parte da tarde. Olhem, desculpem, sim?

    Manuel Pacheco, talvez conviesse que começasse por diferenciar entre “greve geral” e “greve total”. O Valupi explica-lhe, se quiser. Mas o Manuel Pacheco queria uma greve que não incomodasse? Isso é mais uma quermesse de sindicatos num jardim, num canto, não ocupando o jardim todo, claro. E o que é que se gasta com esta greve e quem é que gastae qual é a relevância disso? Lembro-lhe que os sindicatos não são IPSS, nem a Caritas. Aliás, o Estado até poupa bastante: pode aproveitar o que se poupa em gasóleo dos transportes públicos para acudir aos que têm o ordenado mínimo.

  7. Na escola da minha filha todos os professores estavam, mas não houve aulas por falta de auxiliares. A escola, evidentemente, fechou, mas os professores não fizeram greve… (ao cuidado dos contibilistas da FENPROF…)

  8. Entretanto, algumas lojas como o Cortefiel registam um aumento de consumidores inédito para um dia de semana…Então e a manif? Ó balha-nos o pai natal…

  9. Alguém me sabe dizer há quantos anos o Mário Nogueira é sindicalista a tempo inteiro e se, por acaso, alguma vez exerceu a profissão de professor?

  10. Oi, Val, aguenta aí os chavalos. Pareces tão animado como o camarada Nogueira…

    Agora a sério, a minha escola fechou portas aos alunos, mas não me impediu de entrar, bem como a muitos outros colegas e funcionários. Agora muito a sério, a quem devo marcar falta?

  11. Cheira-me que foi mais um etrebuchardestes sindicalistas profissionais que não sabem fazer mais nada do que arrastar os trabalhadores para becos sem saida e ainda dizem que foi uma grande vitoria.

  12. “Todas as empresas que estão numa área de competição, de concorrência, que vivem no mercado com outras empresas, têm de obedecer, não às mesmas regras dos institutos públicos ou da Administração Central, mas às regras do mercado.”

    Uma vergonha, puta que pariu…

    Orçamento aprovado e começa a bandalheira, para ter que aturar isto, que venha o FMI…

    Acabou-se, deixei de acreditar em tudo, até no “Jesus”…

    RIP.

  13. Olha a adelaide, a que gosta de dançar o tango. Com a tua idade, ainda danças a salsa e merengue? Coitados dos móveis.

  14. Greve geral? Não me digam. Eu diria que foi greve da função pública propagandada pelos meios de comunicação social. Show. Apenas show.

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