Vamos lá a saber

Depois de 7 anos seguidos montados nas mentiras eleitorais e governativas, nas calúnias e assassinatos de carácter, nas golpadas mediáticas e judiciais, no ódio aos socialistas e no desprezo pelos portugueses, o que irão os direitolas arranjar para fazer oposição?

15 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. A o posição deve fazer o que oposição sempre faz, procurar encalacrar o governo.

    Para começar fazer o que fazia a Catarina Martins, dizer ao governo para ralhar com Luanda em defesa de Luaty Beirão.
    É um exemplo, apenas.

  2. Os familiares dos ferroviarios vão viajar de borla; o Centeno já adiou o fim da austeridade exagerada do P.Coelho.Os porf chumbados vão todos ser integrados. Para quem é muito miope não há nada a apontar ao governo dos que desombocam/desembocaram numa troika; soret a anossa que a troika já conhece os cantos a casa e até governa melhor que os nossos palhaços tipo irrevogavel.

  3. O objectivo da direita é derrubar o governo em 2016. É para isso que já se estão a preparar. O apoio finalmente dado a Marcelo é o aviso que contam com ele para o golpe.

  4. A oosição está a preparar-se para assistir ao triunfo de Marcelo à primeira volta e a contar com a dissolução da AR por parte do novo PR, que assim paga o apoio. A esquerda, mais uma vez, pode entregar de bandeja o poder aos direitolas. A direita vai apostar tudo nas virtudes de Maria de Belém, para que esta divida o eleitorado do PS e torne inviável uma segunda volta. Para completar o ramalhete, BE e PCP já garantiram que não desistem a favor de ninguém. De forma irrevogável, portanto. Perante este cenário, alguém duvida do “passeio” de Marcelo até à presidência? E eu a pensar que a esquerda tinha acordado e concordado em unir-se. Na “Quadratura” Jorge Coelho falou deste passeio de Marcelo e do seu apoio a Maria de Belém, o “Cavalo de Tróia” dos direitolas, que devem estar a rir-se das esquerdas.

  5. O Jorge Coelho anda confuso, estrategicamente dá uma na bola e outra na canela, aproveita-se o seu estilo em roda livre a falar em abstracto do PS em quem em futebolês, exibe uma enorme disponibilidade física. Hoje elogiou o Sampaio da Nóvoa e, estranhamente, o desaparecido em combate Henrique Neto que, das poucas vantagens que lhe podem ser contabilizadas, é a de pintar os jornais a tinta vermelha. Exemplo, sobre a candidata de Coelho/Alegre e dos outros milhares (!) de socialistas: por detrás da candidatura de Maria de Belém estão as farmacêuticas do Cordeiro (e presume-se que as das Caldas da Rainha) e os braços da maçonaria ali para os lados das Forças Armadas. Eu gosto, e até concordo.

    Maria de Belém é apoiada pelas farmacêuticas e maçonaria – Expresso
    http://expresso.sapo.pt/politica/2015-12-05-Maria-de-Belem-e-apoiada-pelas-farmaceuticas-e-maconaria

  6. Para já, insistem na concertação social, onde as organizações representativas do patronato têm maioria, ou seja, uma inversão da situação vigente no parlamento .

    Depois veremos, irão inventando.

    Assegurar a presidência da república, é um objectivo que não desdenham .

  7. Anda para aqui muita imaginação a fazer futurismo.

    Com Costa ninguém pode fazer cálculos para o futuro.

    Ninguém entra dentro do seu cérebro.

    O PS ainda continua de boca-aberta, mais aberta do que Passos e Portas.

    Os desígnios de Costa são insondáveis.

    E a malta, como sempre, lá vai “levando” viva o sporting, a nós e o braga.

  8. Marcelo é o que representa melhor os nossos brandos costumes.

    Marcelo é um português suave.

    Marcelo é light.

    Marcelo é como o falecido padrinho que apanhou o meu ídolo acamado, pegou no país e deixou-o a meio-do-caminho.

    Como nunca chegamos ao fim, para irmos andando, Marcelo serve.

  9. Acamado é um eufemismo para um ditador que estava cerebralmente morto, ó Reassa?
    Ou é aquela onda de ditador macho que a Felícia Cabrita escreveu sobre ele e que a SIC, ou alguém, depois passou a novela de costumes (ou da falta de deles, com escândalo, para ofensa dos teus brandos costumes)?

  10. Ó Reassa: estava aqui a pensar na gramática Marceliana, vê lá se gostas:
    a verdade é que o ditador acamado estava lélé da cuca!!

  11. Ó Reassa, se o ditador caiu da cadeira de lona ficou de patas para o ar.
    Se fizeres um esforço consegues ver que os calcanhares estariam cá em cima, o ditador aterrou de cabeça e pronto foi assim que ficou lélé da cuca!

    O mundo dos pacóvios anda ao contrário, desde Salazar até Cavaco Silva – Google Images
    https://www.google.pt/search?q=bandeira+cavaco+contr%C3%A1rio&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwj63cKT4tPJAhXHWhoKHeFpC4AQ_AUIBygB&biw=1028&bih=393

    … ou desde 1968 no teu caso o que não é coisa pouca, ó Reassa.

  12. Vai ser mais do mesmo.

    Aprenderam a dizer mal, insultar, caluniar, inventar, mentir, assassinar politicamente e pessoalmente.
    Não conhecem outro modo.
    Não existe ideologia, não há ideias inovadoras e, sobretudo não há gente capaz.
    Sobram fotografias e vídeos a mostrar sorrisos idiotas e estúpidos com gente pouco recomendável a que abriram as portas do país para o vender rápido e mal.

    Vão portanto continuar apoiados nos pasquins que sobrarem e nos comentadores que não se reciclem.
    Para já muitas conferências de imprensa com o marco antónio e portas .

    O coelho vai pensar um pouco mais e, sobretudo, como fazer para reiniciar nova corrida sem ser ultrapassado pela tartaruga e, preferencialmente, largando uns quantos empecilhos pelo caminho.

    Hoje há tvi para ver. Tomara que as horas passem.

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