35 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. “Mudar de SG, continuar a pedir eleições, ganhá-las e governar.”

    o problema é o sg não desgrudar antes disso e reforçar a imbecilidade com as autárquicas em setembro, portanto tira o cavalinho da chuva que o plano do palháçio das leoneiras é seguro perder eleições daqui a dois anos.

  2. Deve endurecer a crítica ao governo e estendê-la ao PR. Remeter-se ao cumprimento do memorando que foi assinado pelo PS, encontrando a partir daí as alternativas às políticas económicas actuais. Pedir eleições já, antes que seja tarde ou que procurem condicionar as próximas eleições com mais compromissos entretanto assumidos. Em suma: não perder tempo com o supérfluo e ir directo ao que interessa.

  3. Ir a Belém exigir a dissolução do Parlamento. Em alternativa, deixar arrastar o “joguinho” por tempo suficiente, até que a propaganda leve o povo a acreditar que o culpado da presente crise é totalmente o PS e não o desastre governamental. Já pouco falta. Vamos apostar que o Seguro vai deixar acontecer? E, se acontecer, este PS merece isso e muito mais. Os portugueses, se forem burros a esse ponto, merecem tres Cavacos sonsos, vingativos, birrentos e rancorosos.

  4. Mudar de SG, fazer oposição, continuar a pedir eleições, criar um governo sombra para ir à luta e resguardar 2 ou 3 nomes, credíveis, para ministro das finanças (actualmente qual seria o MF de um governo PS?).

  5. Val, boa pergunta. Não foi só a direita que nos trouxe a este caos. A esquerda também, incluindo o próprio PS. O principal problema de Portugal, é um certo Portugal que teima em não evoluir ou, em alternativa, em desaparecer. Somos brandos e o PS foi muito brando, deixando que a escumalha dirigente anterior ao 25 de Abril se reinstalasse nos seus postos de comando. Portugal é pequenino as suas gentes pequeninas e cegas. O Soares é um alarve, mas foi um excelente começo para esta democracia. Acontece que lhe sucedeu uma sucata de ferro velho retorcida, cheia de arestas e pontas enferrujadas e traiçoeiras, colocada alí em Belém para servir toda a súcia de que um dia, in ilo tempore, quase expurgámos Portugal, mas não fomos capazes. Vimos recentemente Portugal destruir suicidária e brutalmente um dos mais brilhantes e inspiradores líderes políticos do nosso tempo, contando com a ajuda do seu próprio partido, ou seja, do PS. Portanto, Val, que quer que eu lhe diga? Acha que a culpa é toda da direita? Eu não acho, e, recorrendo àquela conhecida ideia de Ghandi, digo-lhe que o PS tem que mudar muito se quer que o País o acompanhe. Por outras palavras, muito mais aflitivo e sintomático do que ver a direita perseguir Sócrates, foi verificar o quanto o PS deixou que isso acontecesse antes e depois das eleições de 2011. Isso sim foi a maior violência que se fez a este país. Shame on you, certo PS.

  6. Val, outra coisa. No video que postou abaixo do Pedro da Silva Pereira, repare nos aplausos tímidos e comprometidos da sua própria bancada. Aquele discurso merecia ser aplaudido com fervor e de pé. Mas não foi e isso explica muita coisa de errado dentro do partido. A melhor geração de políticos atualmente existente no país são todos os jovens socráticos que o integram. Deposito as maiores e únicas esperanças nessa geração de políticos do PS e espero que rapidamente assumam as rédeas do PS.

  7. O Partido Socialista,com SG ou sem SG,tem que,definitivamente,fazer o que tem de ser feito:Oposição no sentido literal do termo,chamando os Bois pelo nome,tendo um discurso estruturado,coerente e devidamente fundamentado,sem amarras e sem servilismos àqueles que desde a Fundação Do Estado se julgam os seus donos.É tempo(mais do que tempo)de o actual Partido Socialista,cumprir as suas responsabilidades e assim honrar os HOMENS E MULHERES que se continuam a rever nos seus ideais fundadores.O que o País neste momento precisa com total e absoluta urgência é de um PS a dar o salto qualitativo que a Democracia reclama afastando-se assim,de forma clara e objectiva ,da mediocridade e oportunismo com que vem sendo (des)Governado,a benefício de meia dúzia de pessoas sem qualquer qualidade recomendável.

  8. O PS deve fazer o mesmo que os outros partidos fizeram há dois anos, rejeitar qualquer tipo de proximidade com esta politica e exigir eleições antecipadas.

  9. Se o PS decidir viabilizar um governo de salvação nacional, o melhor para o PS seria um governo constituído por personalidades independentes, com os cinco partidos representados em conselho de ministros; os ministros dos partidos podem ser sem pasta, especialmente para os que desejarem não se comprometer com o memorando e com a troika. Esse governo evitará as eleições que os credores nos proibiram de realizar.

    Pela sua natureza, as negociações da troika com um tal governo serão intermináveis. O PS poderá recusar comprometer-se com acrescentos ao memorando original. O BE e o PCP deverão poder estar no governo e continuar a recusar o memorando. Todos os partidos teriam observadores no ministério das finanças e no acompanhamento da troika.

    No caso improvável de se conseguir pôr este VII Governo Provisório de pé, então os credores iriam mudar radicalmente de posição e começar a exigir eleições. Com um governo desses, quaisquer negociações seriam duras e intermináveis. E o dinheiro da troika teria que continuar a aparecer, pois a saída de Portugal do euro acarreta a saída da Espanha.

  10. O PS não deve nada a ninguém.
    Não deve nada a este Governo, cuja primeira medida foi afastar o PS de todos os ajustamentos feitos ao memorando.
    Não deve nada a este Presidente, que desde o primeiro mandato não tem feito outra coisa senão censurar e promover a censura do PS.
    Não deve nada aos partidos à sua esquerda, que se uniram à direita para provocar a queda do anterior governo, sendo co-responsáveis pela existência do actual.
    E não deve nada a este povo, um povo ingénuo e imbecil, que persiste em viver ao sabor dos engodos da retórica, que persiste no facilitismo da maledicência e numa incapacidade de diferenciar entre a virtude corajosa e as vulgaridades ideológicas.
    Vivemos numa democracia que decidiu eleger este governo, porventura um dos actos mais arriscados alguma vez tomados por um povo livre. Não faltaram avisos sobre as consequências catastróficas dessa opção. Pois bem, quem arrisca habilita-se a levar, e quando leva é merecido, porque arriscou.
    Posto isto, o nível de contribuição que o PS devia oferecer é zero. Rigorosamente zero. Se o que nos espera é o caos, a falência do estado, um segundo resgate, a saída do euro e o regresso ao 3o mundo, é bem feito e que assim seja. O PS não deve nada a ninguem, cada um tem aquilo que merece.

  11. Pois, o problema central é precisamente esse – “Portugal destruir suicidária e brutalmente um dos mais brilhantes e inspiradores líderes políticos do nosso tempo”. É sina nossa e já aconteceu em muitas ocasiões anteriores.

    E não é (apenas) a perda inútil – é o conjunto de atavismos, económicos, financeiros, históricos, que empurram para isso, para que isso seja possível, sem resistência organizada e manifestada.

    Nota: Mas é errada a referência a suicídio. A direita portuguesa é implacável, mata.

  12. O que deve o PS fazer, ou que está disposto a fazer, é a questão crucial.

    Deve, em primeiro lugar, rejeitar claramente que Cavaco o volte a entalar, desmontando os seus golpes. Se falta verdade e frontalidade à vida política portuguesa, se sobra perfídia e cinismo entre os principais protagonistas políticos, não pode o PS, em nome de Portugal, deixar de marcar uma diferença. Não podemos continuar sujeitos a golpes e contra-golpes palacianos, à manipulação descarada, à demagogia.

    E deve ainda escutar o país, criar uma aliança com os portugueses, saber o que queremos a propósito da Europa e de futuros compromissos com a troika. Para tal, deverá tornar-se bem visível o debate de ideias dentro e fora do partido, uma espécie de “estados gerais” que permitam desenhar uma alternativa sólida, corajosa, simples, compreendida por todos.

    Bem sei que o tempo é escasso, mas se a liderança de Seguro não iniciar estratégias deste tipo será arrastada para o descrédito. Nesse caso deve o PS mudar de liderança.

  13. Hmmmm, um bocadinho a pender para o leninista a tua pergunta, não achas ?

    Mas deixa tentar responder :

    Ja sei, entronizar o Seguro como Secretario Geral perpétuo e dar-lhe mandato para, aproveitando a deixa do Cavaco, lançar imediatemente uma oferta publica de aquisição sobre o PSD, entendendo-se com o CDS para partilhar o capital numa base 75%/25%…

    Acertei ?

    Boas

  14. só um doente mental ,filiado num partido de protesto, pode chamar alarve a mario soares,(pessoa de quem discordei algumas vezes). pior do que tudo, que o governo anterior possa ter feito,foi vermos o partido do pedro,votar a favor da invasaõ do nosso pais,tendo como possivel bonus a subida de um outro deputado.depois do terramoto a leste pedir aos portugueses que sejamos nós os primeiros neste mundo a pedir o regresso do social fascismo,depois da queda do muro,por falta de cimento democratico. nota: quanto aos aplausos (esta foi tirado do olho do cu com gancho) até era normal se fosse verdade,depois da narrativa que o ps e o bloco ajudaram a construir ao lado da direita.haja pudor.

  15. a comunada ficou fodida com o possóilo por não ter sido convidada para a festa e agora que o seguro lhes arranjou bilhetes à borla, os penetras do costume dizem que ficam à porta a bater panelas e assim confirmam a teoria da sua inutilidade democrática invocada pelo xóriço de belém.

  16. há seis anos que faço oposiçao a jose seguro,pelo seus silencios e taticismo,mas não embarco,nas criticas dos suspeitos do costume, que tudo toleram ao mediocres lideres que lhes saiu na rifa,pois nem sequer os elegeram!

  17. a cara de comprometidos vendidos e assustados no pcp e bloco, foi o que eu vi no video do discurso de silva pereira que nos avisa do que ia acontecer no pais.

  18. O Seguro, parceiro de negócios de Relvas (investiguem!) e amigo pessoal do Tachos Coelho, continuará à espera que o mesmo elevador que o levou a SG o leve a PM.
    O homem não se mobiliza a si próprio, quanto mais ao povo votante. Nem com 5 kilos de viagra aplicados com uma seringa das farturas na jugular.
    O único com arcaboiço para lhe tirar o lugar e ser eleito PM com maioria só terá peso no partido depois da sua (mais que certa) re-eleição em Lisboa, mas veremos se está para se incomodar. Até lá vamos ter mais danças de salão e abstenções violentas. Seguro, como ex-jotinha que é, tem os caciques todos a comer na mão e são esses quem vota o SG e não o povo. Simultaneamente Seguro irá chamar a si os louros dos resultados das autárquicas… Isto não está nada fácil… e o Cavaco não dá ponto sem nó! Quanto à “verdadeira esquerda”(ROFL) nada mudou e serão eternamente os idiotas úteis da direita em Portugal como se viu com o timing da nova moção, que permitiu passar uma imagem de unidade a um governo zombie.

  19. P/ alcoólico anónimo
    “como se viu com o timing da nova moção, que permitiu passar uma imagem de unidade a um governo zombie.”
    Pensa que foi ingenuidade ou disparate ? Foi calculado ao milímetro! Quem ler, ouvir ou ver a comunicação social de hoje – julho 14 – verá que o grande INIMIGO dos BE,PCP e Melancias Disfarçadas, é o PS… E olhe que o Seguro eu não avaliso….Provavelmente terei que desenhar uma natureza mota no boletim de voto…

  20. Perante este caos, como perante o caos do Verão Quente de 75, o PS só tem uma coisa a fazer: PROTAGONIZAR A SERENIDADE, O BOM-SENSO, A CONFIANÇA E O PATRIOTISMO!

    Traduzindo por partes:

    1º – o PS deve desvalorizar de imediato o Cavaco! Este gajo serviu-se da Presidência da República ÚNICAMENTE para encostar o PS e a sua boa governação à parede, com total prejuízo do País, e agora deve saber que DO PS NÃO VAI LEVAR NADA PARA O SEU GROTESCO PEDITÓRIO!

    2º – o PS deve ignorar por completo os cantos de sereia das lideranças do PC e do Bloco! São tão ou mais falsos do que o Portas e é genyinha com quem nem se deve conversar, muito menos comer à mesma mesa!

    3º – o PS deve ignorar por completo os farsantes Passos e Portas, ponto final!

    4º – o PS não deve cortar pontes com o PSD e o CDS, em prol de um programa mínimo de salvação da Democracia e da Independência Nacional, onde entrem eventualmente acordos de Regime, mas nunca acordos de GOVERNO! E onde fique muito claro o compromisso da realização de Legislativas antecipadas, no máximo, em Fevereiro próximo, nunca Junho, portanto ainda a tempo de elaborar o verdadeiro Orçamento de Estado (rectificativo) para 2014, dado

  21. Perante este caos, como perante o caos do Verão Quente de 75, o PS só tem uma coisa a fazer: PROTAGONIZAR A SERENIDADE, O BOM-SENSO, A CONFIANÇA E O PATRIOTISMO!

    Traduzindo por partes:

    (…)

    4º – o PS não deve cortar pontes com o PSD e o CDS, em prol de um programa mínimo de salvação da Democracia e da Independência Nacional, onde entrem eventualmente acordos de Regime, mas nunca acordos de GOVERNO! E onde fique muito claro o compromisso da realização de Legislativas antecipadas, no máximo, em Fevereiro próximo, nunca Junho, portanto ainda a tempo de elaborar um verdadeiro Orçamento de Estado (rectificativo) para 2014, dado que o próximo “Orçamento” que vai ser preparado por este “guverno” NÃO VAI SER LEVADO A SÉRIO POR NINGUÉM!

    5º – Ter em conta a forte mensagen que o Povo vai dar ao PS nas próximas Autárquicas e COMEÇAR DESDE JÁ A PREPARAR A SUBSTITUÇÃO URGENTE DO ATUAL SECRETÁRIO-GERAL, o incompetente ANTÓNIO JOSÉ SEGURO.

  22. “Ter em conta a forte mensagen que o Povo vai dar ao PS nas próximas Autárquicas e COMEÇAR DESDE JÁ A PREPARAR A SUBSTITUÇÃO URGENTE DO ATUAL SECRETÁRIO-GERAL, o incompetente ANTÓNIO JOSÉ SEGURO.”

    a chave do problema é esta impossibilidade, como demitir o seguro. até agora não foi possível remover a abécula e as próximas eleições autárquicas vão tornar a coisa mais difícil.

  23. Qual carapuça. As próximas Autárquicas vão ser um descalabro para o Tó-Tó Seguro!

    Vai ser muito fácil identificar os candidatos “seguros”, que vão levar as maiores banhadas de sempre desde os “gloriosos” tempos do Almeida Santos em Secretário-geral, e realçar os candidatos com historial próprio, que vão ter resultados formidáveis, como será o caso do António Costa.

    A partir daí, já nem vai ser preciso demitir o Seguro. Ele foge a correr para baixo das saias do Balsemão – ou até do Relvas.

  24. O óbvio. Denunciar claramente que os únicos responsáveis da crise (quer dizer, trampa) atual, são a maioria que nos governa e os responsáveis que os lá colocaram há dois anos: o pr e a ampla maioria negativa que ele criou.

    Se o PS se deixar chantagear pelos números do Circo de Belém e concretizar qualquer tipo de acordo, fica demonstrado que os seus dirigentes atuais não têm uma pinga de vergonha. E então … andor!

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