The Istanbul Manifesto

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A new kind of art is emerging out of proto-artificial life forms. These new artificial organisms are biological in essence. Some have tissues, some mechanical parts and others a combination of both. They think and create. Soon they will reproduce and evolve without human intervention. They will be entirely autonomous. The role of the human artist is to give birth, to activate, to let it go, to lose control. We can make the artists that make the art.

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4 thoughts on “The Istanbul Manifesto”

  1. Interessante, mas muito exagerado. É posto como algo de novo e revolucionário, mas parece-me essencialmente uma proposta para inventar um pincel melhor. Ou se calhar apenas diferente. Depois aplica-se uma grande dose de antropomorfismo, e pronto. Arte desenhada por máquinas. Perdão, “criaturas”.

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