Terá sido o Rei de Espanha?

Indicada pelo PSD para integrar o conselho regulador da ERC, Raquel Alexandra disse que foi “vítima de chantagens e de ameaças”. “Foi extremamente grave. Não imagina o ponto a que as coisas chegaram”, acrescentou.

Quando a deputada do PS Inês Medeiros pediu mais esclarecimentos sobre as “ameaças e chantagens”, o presidente da ERC, Carlos Magno, chamou a si a palavra, dizendo que respondia “a isso”.

No entanto, Carlos Magno não explicou a que “ameaças e chantagens” a ex-jornalista se referia.

Fonte

14 thoughts on “Terá sido o Rei de Espanha?”

  1. tão todos convidados para o lançamento do meu futuro best seller, quiçá nobel da literatura na categoria chantagens & ameaças, a dama pé de cabra.

  2. O melhor é a ERC investigar e produzir um relatório sobre as pressões inaceitáveis, ilícitas, chantagistas e “inimagináveis” sobre os membros da ERC.

    Espera, ideia melhor: acabar com a ERC que não serve, nestes moldes, para nada, a não ser fazer fretes aos amigos do trio dominante. Isso sim, era lindo.

    Segue mais um episódio mafioso.
    http://www.publico.pt/Política/ministerio-de-paulo-portas-contrata-funcionario-do-cdspp-1553561

    Os argumentistas americanos do género precisam mesmo de vir colher material a Portugal.

  3. talvez a tenham chamado de gorda…ela estava furiosa, tal e qual como quando falava do Sócrates, na SIC..

  4. E a dama pé de cabra sentiu-se ameaçada e chantageada, mas não sabe de onde partiram essas ameaças e chantagens. Bajular o Relvas pode dar bons “tachos”, mas obriga a fazer cada figurinha!!!
    Já o Magno assinou o relatório convencido que continha determinada frase (pressão inadmissível do Relvas!), só à posteriori é que verificou que não; porque terá havido um lapso da sua parte. Para dar boa resposta a este tipo de lapso, há uma atitude consequente: demissão.

  5. ameaças e chantagens a uma autoridade pública configura um crime

    espero que o ministério público já estja em campo

  6. A DRA. Alexandra e o DR. Carlos Magno deviam tratar de marcar, de imediato, consultas de psicanálise com o Dr. Amaral Dias, é a minha modesta sugestão.

  7. No lodaçal em que está mergulhada a politica-justiça-comunicaçâo social, este episódio é uma brincadeira de crianças. Há pouco ouvi o Louçã dizer que pouco lhe importa se a licenciatura do Relvas é uma trafulhice. O que lhe importa mesmo é o defice de 7,9%.
    Portanto, meus amigos, se um ministro rouba, mente, trafica e esfola, isso não tem qualquer importancia para os nossos valentes e rigorosos politicos louçãos. O que importa mesmo é o “deve e haver” da Chafarrica Lusa.
    Quem o diz é o chefe do nobilissimo partido “das causas”, o BE!!!

  8. reis,

    só tu é que me fazias rir neste dia de inauguração de uma crise política filha da puta neste desgraçado país.

  9. reis e valupi, para mim esta última passa a ser resposta pronta para certos intervenientes, quase que propunha como hino do aspirina.

  10. Não consigo perceber (provavelmente culpa da Alzheimer) porque não insistiram os deputados da comissão com Raquel Alexandra para que explicasse com clareza a que ameaças e chantagens foi sujeita. Diz que foi o “poder editorial”, mas diz também que não sabe quem foi. Que raio de poder editorial sem rosto é esse? Será o mesmo que o próprio Magno incensou na “Quadratura do Círculo”, jurando até à náusea que o importante no caso Relvas/Público era salvaguardar a “independência do poder editorial”? Ninguém obrigou a princesa a explicar como é que a porra do “poder editorial” a ameaçou e chantageou? Acaso tiveram medo que ela se queixasse ao DIAP dessa insistência, considerando-a igualmente uma “ameaça” e/ou uma “chantagem”? Os senhores deputados acham que, perante ameaças e chantagens sobre membros de um organismo oficial, o que a ser verdade seria gravíssimo, a atitude correcta é assobiar para o lado e tratar a coisa como um devaneio, um desabafo sem importância? Que raio de milagre tornou possível ela sair dali sem ser instada a concretizar o que tão dramaticamente denunciou? Ninguém foi capaz de dizer que ia nu o rei, e a rainha, e a princesa, e toda a corte, e que era nauseabundo o fedor de suas pudendas partes?
    Como se compreende que os deputados da oposição tenham permitido, com tanta bonomia, que o Magno, apercebendo-se de que a rapariga estava a dar o flanco de maneira completamente idiota, a salvasse in extremis oferecendo-se para responder à pergunta para a qual sabia não ter ela resposta? E que, tendo dito “eu respondo a isso”, saia dali com uma palmadinha nas costas apesar de não ter, afinal de contas, respondido a nada? Está tudo doido naquele Parlamento?
    Eu sei que o Magno e a Raquel Alexandra não têm um pingo de vergonha na cara e nos tomam a todos por parvos. Mas será que os deputados da oposição, além da falta de vergonha, também não têm espinha? Só têm cu e medo?

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