16 thoughts on “Será do vinho?”

  1. Do vinho não deve ser. Dizem que o vinho dá saúde, quando não é em demasia.
    Envio estes versos do Rodela, dedicado ao verde tinto da minha zona.

    “Verde tinto é saúde”

    O verde tinto há-de ser
    remédio para curar
    a quem possa padecer
    de fastio e falta de ar.

    E sabem porque razão
    ele não é receitado?
    É porque também dá pão,
    ter o povo adoentado.

    Não deitem abaixo as vinhas
    que produzem as pinguinhas
    deste néctar sem igual! …

    Que sendo filho da Lixa,
    seus amores fazem bicha
    nas tascas de Portugal! …

  2. Val,

    mas não achou o máximo? O sentido de humor e tudo? Pronto, com alguns erros no português, mas estava giro, sei lá…

  3. edie, já estava a ficar preocupada com o teu sentido de humor. Agora, sim, fizeste-me rir. E o Pacheco não fica nada mal neste post… :)

  4. edie, não te preocupes, eu só fiquei preocupada por causa do teu comentário anterior. Deve ser um defeito meu, com certeza, mas não acho gracinha nenhuma a estes ilustríssimos bloggers. E o vinho tem as costas demasiado largas, não explica tudo. :)

  5. Nik: estou convencido que a Maria de Belém podia muito bem ganhar a Cavaco. Não faço idéia se ela está disponível, nem conheço as tricas do PS, mas que era bem mais saudável que esses pançudos, isso era.

  6. Vinho NÃAAAO,surrapa,porque o vinho,vinho,não dá nisto e noutras coisas mais surrapeiras,como as que se passam lá pró lado de Belem e arredores.

  7. Aqui está um bom post para se tentar a humildade, esse entendimento ferrero rocher do mundo que nunca sabemos se temos ou queremos. Mas estas malvadas pingas salíferas que me têm escorrido pela face abaixo de há uma ou duas semanas para cá estão a deixar-me doido e têm-me feito pensar muito. Muito, e do bom. E já não me deixam escapatória.

    Confesso que não tenho nada contra o Pacheco Pereira. Aliás, nunca tive nada! Tadito do Pacheco! Deve ser muito bom homem! Dá a cara sem nunca ter ganho nada com isso. Historiador de formação, deputado de obrigação e analista e educador por mérito. E tudo a tempo inteiro é obra. Super educado como é, que culpa tem ele que os amigos próximos letrados nos mandem besuntar a todos de merda porque não partilhamos as suas ideias? Temos a certeza que ele se indigna com isso e que por vontade dele nem palhaços nem palavrões obscenos no parlamento. Muito menos vindos do seu grupo parlamentar. O Pacheco Pereira (temos que reconhecer!) é classe A a mandar bacoradas para o ar e a lançar suspeições ao vento. Envolveu-se na asfixia… mas que raio, quem é que pode dizer que está livre de problemas respiratórios. Faz de tradutor? Pois claro! A tal classe e convicção, não podem ter outra expressão. A sua pressuposta autenticidade é imbatível perante qualquer ingenuidade ocasional e a inversão destes factores continua a manter a preposição igualmente válida. É uma fórmula genial, temos que convir!

    E, o essencial: é facto que se lhe reconhece um gosto especial em chamar-nos estúpidos. Mas Ele é sublime a fazê-lo! Aquele ramerrão da comunicação social condicionada, com imprensa de merda de um lado, informação televisiva abjecta do outro, mais crónicas de esterco para aqui e blogues mal cheirosos para acolá, é fenomenal naquele ritmo circular! É educação comunicacional transversal, com as vertentes horizontal e vertical amplamente contempladas. O Pacheco é um anjo e tipos quadrados como eu estão perdidos. Os anónimos devem ser mesmo uns parasitas e nem cus com oito tostões lá hão-de chegar alguma vez!

    (maravilha! já me sinto limpinho para mais seis meses de escárnio e mal dizer)

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