Senador = sanador

Adriano Moreira publicou um artigo – O sentido da responsabilidade – onde convoca Hayek para recordar uma lição ancestral de civilização: o saber individual é limitado, por isso precisamos uns dos outros para defender os nossos – e nisto, ou por isto, está a realização plena da liberdade. A surpresa e relevância do seu escrito ficou atestada pelo seu colega de coluna Viriato Soromenho-Marques – Pensar faz doer a cabeça – que o cita e desenvolve.

Adriano Moreira já não faz parte da elite política há décadas. A direita nacional não se dá bem com a inteligência e a erudição, prefere figuras da estirpe de Passos e Portas, Relvas e Nuno Melo, Luís Montenegro e Nuno Magalhães. Esta é a direita do Zé Manel e da Moura Guedes, do Pacheco Pereira e da Helena Matos, do Sol e do Correio da Manhã. A direita das calúnias e das conspirações. A direita do Cavaco, o mais acabado representante desta decadência. Adriano, transportando o século XX que viveu na plenitude das suas capacidades intelectuais e políticas, conhecedor directo do século XIX através do convívio com as suas últimas gerações, é neste século XXI um lídimo exemplo do escol português.

Quem mais se lembraria de ir buscar Hayek para defender o Estado Social? Só um mestre. Só um senador da República cuja missão é a de educar ignorantes e sábios na suprema arte da política: decidir para o bem comum.

44 thoughts on “Senador = sanador”

  1. A este post Val,só faltou dizer que tamanha inteligência encontrou casa no Governo de Salazar onde foi ministro.
    Estas inteligências são assim, teorizam sempre bem o regime que lhes convém de momento.

  2. joão, és um empedernido social- fascista.quantos se meteram debaixo do chapeu do pcp,para fugir ao prec? o professor não precisou de fazer isso.filiou-se no partido que estava mais proximo das suas conviçoes o cds,mas até desse se afastou por não concordar com a sua deriva ideologica.o teu filho se o tens, certamente será por “tua opçao” outro social fascista o que é aterrador.o professor adriano moreira é dos intelectuais mais respeitados em portugal. como te compreendo! tu quizeste foi atacar a filha, por ser deputada pelo ps.

  3. oh joão! tu nunca foste da mocidade portuguesa e o teu paizinho se calhar estava inscrito no pcp e na legião portuguesa ao mesmo tempo, não tem mal, era uma questão de sobrevivência. há muita gente que passou da ditadura para a democracia, uns aceitaram as novas regras do jogo, adriano moreira, outros não, os comunistas. paciência, espera pela dentadura do proletáriado, entretanto vai investindo em corega.

  4. “que interesse fico com o interesse que dele escreves e dizes. que maravilhoso. vou investigar e depois venho com tempo.”

    oh bécula! vê lá se tens orgasmos núcleares múltiplos com a pesquisa. já tenho os pintelhos do cu a bater palmas com o ensaio que prometes.

    * gajo que se vem com o tempo

  5. é Val, tira daí o Portas e o Pacheco Pereira.

    Há, agora me lembro, o Pacheco Pereira atacou o teu querido Sócrates.

    E porque é que não acrescentas o pateta do Sócrates, pior exemplo de todos dessa estirpe que descreves?

  6. O professor foi MINISTRO de um governo fascista que prendia e matava pessoas por terem ideias diferentes, não foi um simpatizante. Acho engraçado que seja apelidado de social fascista por gente que não me conhece, que acha ao mesmo que quem foi ministro de um regime fascista é democrata. Estamos conversados.
    E Nuno eu não quero atacar a Isabel que é uma magnifica deputada e oxalá assim continue. Mas eu não confundo as coisas, se assim fosse teria que dizer que a tua inteligência parece a do Seguro que se atrapalha facilmente com as ideias.
    E eu de social fascistas tenho a dispensa cheia.

  7. uns exerceram funções governativas em governo fascista e adaptaram-se às regras da democracia, enquanto outros colaboram ambíguamente com o fascismo e nunca aceitaram a democracia. pois é, o que uns têm a mais, outros têm a menos, aqui na rua já se vai conseguindo estacionar graças à perda de pêlo do comunismo.

  8. Val,
    ler Adriano Moreira nunca é uma perda de tempo. Só ele, para utilizando as palavras de um dos ‘gurus’ da economia, sempre louvado por essa caterva de pseudo-seguidores, dar um merecido ralhete a quem anda a fazer borrada.
    Bem haja, e que nunca a verve se lhe apague.

    P.S.: Ó João, por acaso conhece o trabalho do professor Adriano Moreira e as suas circunstâncias enquanto responsável no ministério de Salazar? Se calhar não! Recomendo-lhe a sua análise, se tiver para aí virado, em vez de andar a mandar generalistas bitaites sobre quem enobreceu o cargo e saiu quando o quiseram forçar a ser o que ele não queria.
    Tivessem todos a sua coluna vertebral e honestidade que o país estaria muito melhor.

  9. “… por acaso conhece o trabalho do professor Adriano Moreira e as suas circunstâncias enquanto responsável no ministério de Salazar?”

    oh teófilo! podias estar calado, eu conheço alguma coisa, é só pedires que eu esfrego-te.

  10. Pois é, coitado do homem foi obrigado a ser ministro de Salazar.Por este andar ó Valupi já falta pouco para se dizer, no teu blogue, que também Salazar foi um democrata.
    E não preciso de conhecer ” a obra” como não precisei de ler o Mein Kampf para saber quem era hitler.
    E tu Teófilo, leste?

  11. aquilo de o bem comum ser, quase sempre, exclusividade da mulher e coser a ideia com a política deixa-me pasmada: que ponte maravilhosa; e que maravilha haver ainda quem aceite a pluridimensionalidade do homem como um fenómeno imprescindível. fiquei a admirar e a admirar ainda mais quem trouxe porque admira.

  12. oh joão! não sejas pateta, tamém podes comparar a obra do hitler com a do camarada zé estaline ou mesmo o tratado de cooperação molotov-ribbentrop. se vamos falar da merda comunista não sei quem leva a taça.

  13. Resumindo
    Eu só lembrei que o Adriano Moreira foi um ministro fascista.
    E isto é um facto, a não ser que acreditem que hà grandes democratas em governos fascistas.
    E sou apelidado pelo Valupi e sus muchachos de “pateta” “ignorante” “ódio ao que é livre””és estúpido ou comes merda ás colheres” e um “empedernido social-fascista.
    Isto sim é um blogue democrático.
    E eu que pensava que era um blogue de militantes socialistas.
    Afinal não é.
    E se quem aqui vem, e não está de acordo com tudo o que se diz, é assim tratado, mais valia que o blogue fosse privado. Não achas Valupi.

  14. podias era voltar para o convívio, tens agora dispensa, na tua despensa.

    é que tentar fazer coisas boas em um regime de merda e ainda viver para nos contar, se quisermos aprender, mais coisas boas é que é obra, João.

  15. João, se tu achas que isto é um blogue de militantes socialistas, então tal alucinação explicará parte dos disparates que largas. Mas não explica todos.

    Sim, Adriano Moreira foi um elemento do Governo quando Salazar era primeiro-ministro. Mas o seu estatuto era o de independente, e a razão da sua escolha recaia no seu brilho intelectual e mérito académico, não em coincidências ideológicas de fundo ou de monta. Aconselho-te a tomares nota das razões pelas quais Salazar quis que ele saísse do poder.

    Depois do 25 de Abril, Adriano Moreira teve um papel altamente relevante na consolidação do regime democrático e tem sido um ilustre produtor de conhecimento e cultura. Se discordas do que ele pensa, se o queres tratar como fascista, mostra-nos essas provas, justifica-te. Não te limites a querer perseguir alguém que tem um passado que te desagrada.

    O blogue é privado, tem donos. E assim como podes fazer referências a Hitler para discutires uma personalidade portuguesa deste calibre, assim te posso dizer que és uma besta sempre que o faças. Exacto, acertaste: o blogue também é público. É por isso que podemos estar aqui uns com os outros numa caixa de comentários a gastar o nosso rico tempo.

  16. “E se quem aqui vem, e não está de acordo com tudo o que se diz, é assim tratado, mais valia que o blogue fosse privado.”

    claro que é um blogue privado. esta comunada tem a mania de nacionalizar tudo onde pode espreitar. tens muita sorte em publicarem-te os comentários, no pcp levavas um pontapé no cu e na bloga comuna censuravam-te os grunhidos que hieróglifas aqui no caixote. vai lá comer a tua ração de merda e não sejas mal agradecido.

  17. Pois é Valupi
    Salazar tinha essa grande virtude que era convidar democratas para o seu Governo.
    Não todos, claro. A uns mandava-os para a cadeia ou permitia que os matassem como aconteceu com Mário Soares e com Humberto Delgado.E tantos outros
    A outros , como dizes convidava-os para Ministros pelo ” seu brilho intelectual e mérito” que como sabemos Salazar apreciava.
    A ser assim, quem sabe, Passos Coelho não te convida para o Governo. E tu claro, aceitas.
    Eu não persigo ninguém Valupi, pode ser fascista ou comunista quem quiser.
    Mas é bom que saibamos quem são e quem serviram.

  18. João, responder a uma pergunta com outra pergunta é hábito de quem não sabe a resposta e anda à produra de escapatória.

    Mas já fiquei com uma ideia sobre o método classificativo que utiliza, pois pelos vistos não precisa de conhecer as ‘obras’ para catalogar os obreiros… basta-lhe a informação da central, não?!

  19. João

    O Salazar não perseguia todos os que não concordavam com ele. Só a comunada que levantava a cabeça e os mandriões que pouco ou nada gostavam de trabalhar, tipo Soares. A filosofia do Estado Novo era o Governo dos “melhores” para o bem-estar e a segurança de todos que é a base do sistema corporativo. Por isso o Professor Adriano Moreira diz “o saber individual é limitado, por isso precisamos uns dos outros para defender os nossos – e nisto, ou por isto, está a realização plena da liberdade”. O Salazar sempre disse que vivíamos em liberdade, mas nunca em Democracia
    Claro que o Val não topou esta. Mas adiante…
    O Val pensa que os inimigos dos meus inimigos, meus amigos são. Está muito enganado, o Prof Adriano Moreira não tem nada a ver com ele.
    O Prof Adriano Moreira deve ser o expoente máximo vivo da elite de poder. Ninguém, como ele, tem influenciado tantas gerações de elites de poder, ao longo de tantos anos.

    Mas já que falamos de Salazar e do Estado Novo, aconselhava-vos a ler os discursos de Salazar e os seus pensamentos. O homem foi o maior revolucionário português do século XX. O Cunhal e o Soares ao lado do Salazar são uns aprendizes de feiticeiro.

  20. João, se calhar também lhe fazia bem informar-se do porquê de Adriano Moreira ter deixado de ser ministro de Salazar.

  21. Adriano Moreira, antigo Ministro do Ultramar, ajudou em 1961 a que as duas extremidades do Mapa-Côr-de-Rosa, fossem um dia dois países dentro das fronteiras que restaram.

    Era para tudo desaparecer se não houvesse coragem de uns tantos portugueses, a maioria, entre os quais estava Adriano Moreira.

    Fascistas? comunistas? Maoístas? Democratas, Ditadores? Em 1961 foram simplesmente portugueses certos no lugar certo.

  22. João,
    Concordo contigo. É atormentador ver gente que colaborou activamente com o antigo regime a serem endeusados como se fossem ser acima de qualquer suspeita. Anteriormente sabíamos quem eles eram e com o que contávamos. Hoje, essa gente assumiu uma metamorfose impossível de descodificar. Todavia, estamos perante alguém que pertenceu a um governo que silenciava e torturava gente. Pertenceu, independentemente da condição que hoje lhe queiram atribuir. Na verdade, muitos colaboradores nazis arrependeram-se mais tarde. O facto é que colaboraram com o regime, participando em actos inominaveis.
    Penso ainda que embora a condição humana possa mudar face aos tempos, a essência do pensamento tendencialmente aperefeiçoa-se, mas não altera radicalmente, e com isto julgo estar a dizer tudo à cerca de Adriano Moreira.

    Val,

    Tens de definir se queres um blogues só para os teus amigos ou se queres um blogues plural nas suas opiniões. Se a última for a hipotese correcta, convém que saibas entender o que é dito, mesmo que não concordes, e se esse for o casoapresentas argumentação e não ofensas. Ficava-te bem.

  23. “O Salazar não perseguia todos os que não concordavam com ele. Só a comunada que levantava a cabeça e os mandriões que pouco ou nada gostavam de trabalhar, tipo Soares.”

    Os otários como tu, como usam a cabeça como reservatório de entulho, estavam safos.

  24. francisco rodrigues: «O Salazar não perseguia todos os que não concordavam com ele. Só a comunada que levantava a cabeça e os mandriões que pouco ou nada gostavam de trabalhar»

    Perseguiu este perigoso “comunista” recomendado (será que foi pelas qualidades de “mandrião”?!) por Einstein e von Neumann, esses dois perigosos membros da judiaria científica que fugiu de Hitler, para os Estados Unidos:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Aniceto_Monteiro

    O genial Salazar pagou depois bem caro o desperdício de Aniceto Monteiro, em particular, quando foi obrigado a meter-se numa guerra moderna, mecanizada, à frente um país em que faltava a ciência e tecnologia necessárias. Pois o que ele estava a fazer iria ter (como com outras pessoas, noutros países, tivera no sec. XIX) um grande impacto no desenvolvimento científico do país.

  25. aquaporina

    Foste referenciado, amanhã bilhete só de ida para o último SPA construído em Cabo Verde – SPA Village Hotel Chão bom – Tarrafal Isle

  26. Sofia XXI

    Comparares o regime do Estado Novo ao regime Nazi, só mostras uma total falta de respeito pelos milhões de vítimas de Hitler. Tem juízo!

  27. francisco: «Comparares o regime do Estado Novo ao regime Nazi, só mostras uma total falta de respeito pelos milhões de vítimas de Hitler»

    Todos sabemos, incluindo eu próprio… que Salazar não mandava matar académicos; mas tirava-lhes o emprego se não assinassem uma declaração a dizer que acreditavam no salazarismo e renunciavam ao comunismo e “às ideologias subversivas”. Noto que entre as “ideologias subversivas” do Estado Novo estava o iluminismo, o liberalismo, o socialismo, a social-democracia e a própria democracia. O Estado Novo equacionava essas ideologias com o comunismo; era uma forma de propaganda, que se apoiava no catolicismo e na hierarquia “Deus, pátria e família” (que não era mais do que um revivalismo das teses do “direito natural” do absolutismo).

    Isso foi possível em Portugal, mas não o foi Alemanha: Hitler viu-se na necessidade de ir beber algo à ideologia “socialismo” — que havia penetrado algo nas zonas mais industrializadas daquele país — mas substituiu as suas fundações marxistas pelo nacionalismo germânico; daí o nome “nazi”, que quer dizer nacional-socialismo. Há diferenças (socialismo versus corporativismo (direito natural)) e semelhanças (nacionalismo) entre Salazar e Hitler. Mas porquê?

    Ora foi o contexto económico e político em que Hitler acedeu ao poder que determinou a necessidade da violência. Hitler teve que seduzir uma enorme classe média (à época, era tão numerosa como é hoje a portuguesa) profundamente humilhada e empobrecida pela austeridade imposta pelo Tratado de Versailles. Esse facto impedia a geração de um consenso social baseado no “ancien régime” e na religião cristã (reminiscente do absolutismo), como fez Salazar em Portugal. A classe média alemã não aceitava o empobrecimento forçado a que havia sido sujeita. Hitler, ele próprio originário da classe média-baixa, desconfiava dos aristocratas; ele apoiou-se, essencialmente, na classe média para ascender e se manter no poder. Hitler precisou de usar um tipo de propaganda extremista (e socialmente muito perigosa) que acabou por gerar diversas organizações monstruosas. Mais tarde, essas organizações tomaram vida própria e tornaram-se necessárias aos objectivos do regime. A perseguição aos judeus e a guerra tornaram-se indispensáveis, dada a necessidade de meios económicos para dar a prometida prosperidade à classe média. E Hitler, que nunca mostrou predisposição para organizar os detalhes sórdidos, teve que arranjar pessoas dispostas a fazerem o trabalho sujo em seu nome; para isso deu, a pessoas de índole duvidosa, o estatuto social necessário para fazerem os crimes que precisava de fazer. Também aqui se percebe que o salazarismo está hoje, em Portugal, fora de tempo; e que qualquer tentativa de o implementar conduzirá a um processo político cujo determinante serão as ex-classes médias sedentas de vingança, que então teriam o ensejo de desencadear actos de violência ao estilo nazi. Ficam avisados.

    Voltando então a Aniceto Monteiro. Fiz notar que o facto (importante) de Aniceto Monteiro ter sido recomendado por dois investigadores judeus de primeira linha não o ajudou em nada, junto de Salazar. Bem poderia ter ajudado, dado o currículo imponente de Einstein e von Neumann. Mas o que fica para a história é que Salazar ignorou isso. Em primeiro lugar porque num regime autoritário não há espaço para o líder admitir o erro. Em segundo lugar porque alguém educado num seminário nunca consideraria a opinião de dois cientistas judeus mais fiável do que a sua própria. Noto que isto é uma mera constatação, que pode ser confirmada a partir da leitura dos textos ideológico-religiosos que suportavam o Estado Novo.

  28. Sofia XXI,

    meter no mesmo saco colaboradores e reformadores é um vício que já vem de longe e que não esclarece nada, nem ninguém.

    De resto, ao contrário do que dizes, anteriormente não sabiamos absolutamente nada, a não ser que estivessemos de um lado ou de outro da barricada e com papelzinho passado.

    Meter aqui o nazismo à baila só pode ser distração de quem passou pelos livros de história a correr e nem sequer sabe o que nela se passou.

    Campos de concentração existiram em todos os regimes, uns melhores do que outros, mas sem dúvida, todos com o objetivo de coartarem a liberdade. Queres exemplos?

    francisco rodrigues,

    ou anda muito distraído, ou nasceu há muito pouco tempo. O Salazar e o seu regime, nomeadamente os ultras, perseguiam tudo aquilo que fosse contra os seus interesses, fossem eles públicos ou privados.

    A filosofia do Estado Novo era “mama a quem nos apoia desde que se portem bem”. O fascismo salazarento nada mais era do que um populismo ultranacionalista apoiada num clero colaborante e com a vantagem de ter à mão gente que, aproveitando-se dos baixos salários e da opressão policial, fez nascer a indústria em Portugal, virada ainda para o mercado interno naquilo que se convencionou chamar a primeira revolução industrial.

    Falar em liberdade e Salazar, é como afirmar que a água e o azeite se misturam homogeneamente, o que todos sabemos que é falso.

  29. entrar em um governo para tentar introduzir mudanças e melhorar o país é mau. o que importa é pensar nos que os outros, os vindouros, vêm dizer depois. isto é mentalidade medíocre, pobrezinha. isto são cérebros em crise, mal manhados, frustrados e aproveitadores de elogios para vomitarem as raivas acumuladas, quiçá, em casa. é: os blogues também servem para isso.

  30. outro dia,soromenho marques chamou à colaçao um texto de adriano moreira para elaborar o seu artigo no dn . Vem agora um jota do pcp armado aos cucos atacar uma figura politica que tem tido um comportamento inatacavel e de bagagem cultural assinalavel. nota: pela pide passaram 10.000 portugueses durante a ditadura (ver trabalho sobre a materia.) no pais que inspirava o joão,morrerm milhoes de opositores politicos,mais 2 milhoes agricultores por não concordarem com a reforma agraria e mais 6 milhoes de ucranianos por não aceitarem a integraçao do seu pais na união sovietica e temos agora os apoiantes desses regimes armados em democratas.que vos pariu.abril deu para ver quem é o partido que se senta no parlamento.Nota:´canal memoria:no prec,mandaram parar um carro e perguntaram ao condutor,o que trazia na mala.ele respondeu : agua.agua? diz o comuna admirado,manda-o abrir a mala e dá de “cara” com uma bomba àgua e diz-lhe isto é agua? responde o pobre homem: se eu dissesse uma bomba ,voçes nem me deixavam acabar de dizer o resto.estamos conversados.este “depoimento” não é meu, mas do nosso conhecido vilhena

  31. Nuno.
    Para que não gastes mais palavras sempre te posso adiantar que não sou comunista.
    Gosto tanto do comunismo como do fascismo. Agora não sei por onde me vais atacar.
    Eu só disse que o homem foi um Ministro fascista. E tu porque eu disse esta verdade inatacável dizes que eu sou comunista.
    Como ficou claro que eu não sou fascista , achas que sou comunista
    Fazes.me lembrar os quadros do PCP que depois do 25 de Abril diziam que quem não era comunista era fascista.
    Ora do teu ponto de vista, como tu não és comunista….

  32. tu és é comodista – tu e os outros, no sofá da história. a história faz-se da história seguinte. é isso: a história é uma caminhada contadora de histórias. e vocês ficaram no sofá, cu e cérebro espalmado.

  33. Teófilo M

    Não compreendeste o que eu escrevi. Lê novamente!

    Concordo na generalidade com tudo o que tu escreveste.

    Abraço

  34. Joaopft

    Estava a ironizar! Mas no essencial concordo com o que tu disseste. O que aconteceu com o António Aniceto Monteiro lesou muito o país. Privou-nos dos seus conhecimentos de Matemática Moderna, fundamentais, na altura, para o desenvolvimento, não só Cientifico, mas, também, Económico de Portugal. O ” botas” era de Direito, especializado em finanças, como não sabia muito de matemática, só aritmética, estes cientistas, eram ameaças à hegemonia dos seus argumentos e conhecimentos.
    Tivemos outro bom exemplo, recentemente, com o Sousa Franco. Por isso caímos no caos.
    Estas a ver como é a malta colegial, sempre do contra! ehehheh
    Um GRANDE ZACATRAZ para o Aniceto Monteiro, onde quer que ele esteja!

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