Seis anos negros

Temos que nos livrar destes seis anos negros do PS e olhar para a frente.

Passos

__

É possível que um dia, num futuro próximo ou longínquo, Passos venha a entender que a repetição desta frase lhe dá um voto por cada cinco que perde. É possível que, depois das eleições, um amigo, ou um estranho caridoso, lhe explique que os portugueses não são assim tão broncos como ele pretende. É possível que a própria imagem fantasmagórica dos tais seis anos negros, que algum desmiolado do PSD inventou para a campanha, o atormente e persiga nos sonhos.

É possível, mas não é certo.

16 thoughts on “Seis anos negros”

  1. Nâo vai ser perseguido em sonhos, Valupi, podes crer. E não vai porque só é mordido na consciência quem age em consciência. Ora, no caso de Passos e da gente que se move à sua volta, actua-se na mais completa inconscência e irresponsabilidade. Só assim se entende como foi possivel atirar o país para uma crise politica, em cima de uma convulsão económica mundial, quase sem precedentes.
    Como pode esta gente ter remorsos? Quando muito, podem “roer-se todos” por terem falhado o golpe.
    Eu nunca tinha visto uma coisa assim, nesta ainda jovem democracia!

  2. Passos “o virgem” no meio de “putas velhas”.

    É chato que Passos um dia seja 1º ministro, apenas por exclusão de partes.

    1º ministro de um país completamente esborrachado!

  3. Alinho no comentário da Penélope!
    É que para não chorarmos, temos mesmo de fazer humor…reparem como os editoriais apresentam as sondagens…ou é “empate técnico” ou ” o povo é burro”!

    Acabo de ouvir uma nova história – a de que o Dominique Strauss Kahn foi preso em NY, ao entrar para o avião, por acusação de assédio sexual (!) feito por uma empregada de hotel – que, ou me engano muito ou é a cabala da direita francesa que já está a actuar
    para “baralhar” a candidatura da esquerda socialista para as eleições legislativas francesas de 2012…!

  4. “Temos que nos livrar destes 37 anos negros do PS e olhar para a frente”.

    Leio isto e custa-me a acreditar que a irresponsabilidade de um homem que se propõe tomar nas suas mãos as rédeas do poder seja capaz de tal frase. Disse irresponsabilidade mas, na verdade, nem é disso que se trata, é, sim, de inimputabilidade. O sujeito que tem a desvergonha de uma frase destas já deixou de ter direito à nossa raiva, merece apenas que dele tenhamos dó. É por isso que vou mais longe que o VALUPI e digo que o seu estado de inimputável exclui por si mesmo a possibilidade de alguma vez se aperceber sequer do sentido do que está a dizer.

    Não o vou dizer para PPC já que, pura e simplesmente, me não perceberia. Mas deixem-me que aqui dê nota de um facto que ontem presenciei e que, apesar do altíssimo significado que tem para o futuro deste pobre país, não dei conta de ter sido referido nos nossos media, embora admita possa ser minha a culpa dado que praticamente os proscrevi da minha vida.

    Passava eu ali junto ao cinema São Jorge, quando deparo com um estranho mecanismo junto à berma do passeio, que nunca tinha visto em Lisboa. Nem mais nem menos do que um dispositivo para abastecimento de carros movidos a energia eléctrica. Que me desculpem a surpresa aqueles para quem porventura estes dispositivos já sejam comuns. A verdade é que moro em Oeiras e já raramente vou até Lisboa.

    Eu já ouvira, há tempos, que a Nissan, pioneira mundial do fabrico de carros eléctricos, tinha decidido que os seus primeiros carros serão distribuidos a Portugal por ser o País mais avançado na instalação destes dispositivos públicos de abastecimento eléctrico para automóveis. Vi agora o primeiro e enchi-me de alegria e admiração.(Podem rir-se à vontade!) É mais uma porta do futuro que começa a abrir-se no meu país e isto pelas mãos de alguém que tanto tem suportado por parte da “direita” mais tonta e desonesta que conceber se pode!

    São coisas destas entre tantas e tantas outras que, na sua aparente simplicidade, fazem negra e bem negra realidade dos seis anos do PS. É que para os cegos, para os que não querem ver, e, pelos vistos, também para os inimputáveis, a realidade fere a vista e torna-se negra e bem negra! Olá se torna!

  5. A ideia do chumbo do PEC e a consequente abertura da crise polticia foi de Belém! Estes rapazolas que estão à frente do PPD, não tinham coragem para isso. Por muito irresponsaveis que sejam e são, não teem tomates para irem tão longe, sozinhos! Como é que o Catroga apareceu como tutor dos putos? E agora vem uma segunda vaga de cavaquistas com Fernando Nogueira à cabeça e hão aparecer durante a campanha, a Manuela, o Marques Mendes, o isento e intriguista Marcelo…enfim toda a gentinha com inspiraçao cavaquista e mais outras como o Santana, o Sarmento….que estão a rezar por um derrota do rapaz de Massamá! Essa noite…poderá ser para o PPD, a noite das facas longas!

  6. Mas o OK ao PEC 1, ao PEC2 e ao PEC 3, a passagem do Orçamento – foi tudo a brincar??? Passos perdidos…

  7. ninguém ensina estes gajos a falar e a escrever português. que. que merda.:-)

    além disso os sonhos são reais, ouviste?
    e dizem que os sonhos – ou os pesadelos – não fazem parte da realidade. fazem, sim: como negar e justificar a origem da trasnpiração ou da alteração dos batimentos cardíacos ou da respiração? o sonho é, ouve bem, o horizonte que se vê ao seu redor, que não existe em parte alguma, mas que pode ser visto de todos os pontos em que se encontra.

    estás fudido, cuelho.:-)

  8. E os próximos três anos? Gostaria de saber quais as previsões/expectativas/projecções para os próximos três anos, em caso de governo socialista saído das próximas eleições. É claro que não chega/Val(e) dizer que com PPC será pior. O desemprego? A dívida? As desigualdades? A precariedade? A confiança no futuro, razões para suspeitarmos que um golpe de asa é possível?
    Será que os elogiados vídeos Finlândia,tipo Secretariado Nacional de Informação, é o que nos espera?

  9. Passos Coelho é o solista baratucho, de voz baça e desfinada, que contracena com coirões roufenhos num teatro de ópera (bufa). Quando se acenderem as luzes, a 5 de Junho, perceber-se-á melhor qual o género de público que por lá ficou, entre surdos e adormecidos, depois de terem discretamente saído os verdadeiros músicos, depois os críticos e, finalmente, o resto das pessoas decentes.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.