Se és mulher, e queres ser feliz, faz isto:

* Não tenhas filhos

* Dedica-te à tua carreira

* Se estás divorciada, faz operações plásticas

A Penelope explica.

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Entretanto, se alguém souber o que Pacheco Pereira pensa sobre os casos Madeira, BPN, variegadas declarações da Manela, denúncias de Menezes e actual momento da Selecção, é favor partilhar.

7 thoughts on “Se és mulher, e queres ser feliz, faz isto:”

  1. Como é que descobre estas coisas?

    “Trunk spent ten years as a marketing executive in the software industry and then she founded two companies of her own. She has endured an IPO, a merger and a bankruptcy. Prior to that she was a professional beach volleyball player.”

    Tenho um conselho para ela: Volte ao volley de praia que é capaz de ser a area que conhece melhor.

    O BPN já era, vamos agora iniciar a saga BPP à mistura com mais alguns episodios CGD.

  2. É só pena a Penenlope não entrar em mais detalhes. Por exemplo que tipo de plasticas devem as mulheres divorciadas fazer? Se conta ter filhos mas dá-los para a adopção? Que tipo de dedicação à carreira é preciso fazer?

    O problema destes artigos é a superficialidade!

    Proponho que o aspirina B elabore o que a penelope deixou nas entrelinhas!

  3. ‘but at age 41, this switches, and men are happier later in life’?!!!!!!!

    Como, quanto mais velhos mais felizes?!

    Hummm. Desconfio um pouco desta combinação, pois com o aumentar da idade, no homem o que poderá aumentar é o tamanho da barriga, da careca, da carteira, do carro, da casa ou da próstata…

    P.S.(não confundir com o outro): Já me interroguei também sobre o silêncio do JPP, mas como o pobre tem andado com Morbus…

  4. dina, a superficialidade não é um problema destes artigos, é condição do seu sucesso…

    As tuas perguntas ficaram sem resposta porque a Penelope não te quer estragar as surpresas. Pelo menos, foi o que ela me disse.
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    Sim, teofilo, muitas pessoas relatam um acrescento de bem-estar com a maturidade ou envelhecimento. Esses testemunhos implicam, seguramente, certos requisitos de saúde, poder de compra e vida afectiva e social. Porém, são dados universais, também explicáveis pelo aumento geral da qualidade de vida, com muito melhores cuidados de saúde, conforto material e consumista, transportes fáceis, divertimentos, um estilo de vida muito mais informal, etc.

    Quanto ao Pacheco, lá disse umas coisas hoje, na Quadratura. Algumas delas sensatas (outras, os disparates do costume, claro).

  5. Quando oiço P. Pereira a explicar/justificar as gafes de M. Ferreira Leite cocorre-me sempre o nome do programa: “A qudratura do círculo”.
    É isso que ele anda a tentar fazer.

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