Scolari, vai-te embora – III

Dentro dos prejuízos já causados pelo anúncio da saída do seleccionador nacional a meio do Europeu — como sejam as sucessivas e contraditórias informações sobre o processo, os conflitos entre futebolistas e jornalistas, os boatos que cruzam negócios de transferências com o comportamento de responsáveis federativos, a geral perplexidade e desconsolo dos adeptos portugueses e até as declarações escocesas de Eusébio em que se vira ao pontapé contra os avançados pátrios —, o pior é a repetição do anglicismo timing. Parece que jornalistas e comentadores perderam o tempo de aproveitar a oportunidade de estar à altura da ocasião nesse momento.

6 thoughts on “Scolari, vai-te embora – III”

  1. se calhar vamos perder que a gente não gosta de humilhar ninguém, muito menos os anfitruões, com u sim. Historicamente os suiços já estão eliminados, mas não há que esquecer que desbarataram os elefantes de Aníbal quase (eu acho que demorei umas décadas a curar as vertigens dessa encarnação olifantina), e eram os mercenários mais temíveis daquelas redondezas, e deram cabo do Temerário em 1477 em Nancy. Hoje há que ser magnanimo. Ainda leva acento?

  2. mas perder também chateia, acho que um empate é mais a apropriado, e é se não me lembrar de alguma que me fique a apetecer ganhar. Portantos é melhor estar calado.

  3. Pois é. Jogo feio. E de tão “combinado”, fez-me lembrar o último jogo do mundial em que foi “conveniente” que ficássemos em 4º…
    – Cherchez l’argent! il est partout!

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