26 thoughts on “Prendam lá o homem para dar algum descanso ao Correio da Manhã”

  1. parece-me justo guardar a privacidade. estava aqui a pensar se, a certa altura, os telefones não ganharão a voz do utilizador frequente e passam a ser autónomos. (mas vou fantasiar de caixa fechada para não apanhar frio) :-)

  2. Não te esqueças do que ainda tens a dizer sobre prisões ou opiniões de carcerários, mas a verdade é que o isdolamento forçado ou voluntário nunca fez mal a ninguém, com a possível excepção de epilépticos ou fulanos com problemas de ou que se tenha o azar de enfrentar uma situação dessas em Guantamo ou nalgum avião com direitos de aterragem patrocinada pelas várias nestlés de democracias ocidentais. Se não fosse assim, porque teria o Mário Soares partido a rir de herói de circunstância e oportunismo para as quenturas na área do Tarrafal (se da Sibéria se tratasse, o caso seria diferente) quando sentiu que o fascismo estava prestes a dar o estrondo com impulsão maçónica que resultaria no formidável 25 de Abril das flores?

    Um caso mais recente que evidencia os efeitos catárticos do isolamento em cela com passeio diário em jardim de cimento foi o de Strauss-Khan, por virtude de não ter ligado aos vários avisos que lhe fizeram para não andar a meter o nariz em Fort Knox.

    Tanto um como o outro dos exemplos citados não se saíu mal da sua semi-picaresca experiência. O primeiro ganhou estatura internacional do tipo maximamente possível descarregar em costados de indivíduos que nasceram do lado de cá da fronteira espanhola, entrou no Clube de Roma e especializou-se a dar conselhos ao resto do mundo, mas não antes de o alojarem numa das casas mais luxuosas da capital onde, entre outras coisas podia admirar tectos guarnecidos, e em bicicleta, por corredores abaixo, etc. e o segundo apanhou um grande susto, sim senhor, mas recebeu uma quantia mistério de dinheiro que lhe permite levar um vida folgada sem necessidade de presidir a mais reuniões dum dos sindicatos de banqueiros que controla este mundo. Ficou foi queimado, coitado, porque os seus amigos sionistas perderam a confiança nele.

    E não temas pelo teu amigo Sócrates. Se essa cereja estiver realmente tocada, à primeira tentativa que alguém faça para a retirar da malga vem o resto do meio quilo agarrado. Como no processo de investigação não há sangue, trestemunhas, fotografias, impressões digitais, etc, eu, se fosse a ti, interrompia o gargarejo por um minuto ou dois e metia o bacalhau de molho.

  3. O teu humor anal não tem limites, anonimo. Vou pedir a um general da força aérea para te largar de paraquedas de traseiro ao léu sobre uma zona controlada pelos rebeldes da Líbia. Com a vaga de ondinismo que anda por lá por causa duns pós que a Nato lhes meteu nos caldos kosher não vais sobreviver mais que cinco minutos no terreno. No entanto, se sobreviveres, escreve-me um postal do hospital americano de Chipre a queixares-te que não podes escrever mais que uma linha porque estás suspenso em quatro postes de barriga pra baixo. Ui, nem quero imaginar.

  4. Oh ANONIMO, experimente alguma originalidade… vai ver que lhe faz bem!
    O texto do Kalimatanos está excelente, mesmo que não concorde com o seu conteúdo. Como é óbvio, piadas e insultos básicos não atingem um homem que escreve de forma original. Precisamente por isso ser apenas pedrada de frustração, e não contra-inteligência manifesta, acredite que para pessoas de alguma elevação (gosto sempre de dizer isto), ela nem se chega a elevar no ar. Não basta comentários de Sinhãs=Olindas, ou de JCFs e anónimos, ou de Isabéis Moreiras… isso é vulgaridade típica (eu sei, eu sei: há quem a adore – à vulgaridade), e não tentativa de contraposição. Passa ao lado. Só e infeliz. Como todos nós de vez em quando.

  5. pega lá uma dica bem vulgar, NAS: pára lá com isso de andares agarrado às azuis imediatamente antes de cá vires – substitui pela melancia de sempre, que é natural. é que daqui só se vê uma piroca bem encolhida e uns tomates em calda. :-D

  6. oh metanos! não é humor anal, é diarreia mental que vertes do teclado. percebeste ou queres que faça um boneco pra ti e prá tua amiga pindérica que sofre da mesma merda. e já agora, quando verterem o próximo, vejam se entendem a merda que escrevem, para artolas do desentendimento já cá tinhamos o propoeta & bécula.

  7. Ó anonimo,

    Então eu não “entendi” quando te disse que corrias o risco de seres enrabado e estuprado por um pelotão de rebeldes líbios tão cedo te desenvencilhases do paraquedas? Porra, pelo menos dá-me um medíocre em entendimento! Agora não vou é arriscar imaginar a sequência de eventos depois de levares alta em muletas com amortecedores ancais do Hospital em Chipre. Sei cá, é muito possível que os americanos te pusessem uma fralda especial para velhos mijões e te evacuassem de helicóptero directamente para a tua casa em Santa Narceja da Nalga Dorida. Mal empregada despesa, que não merecias nada, digo-te já.

  8. E já deste parte à tua mamã desssa tua obsessão merdomaníaca com o “metanos”? E qual foi a reacção da inocente senhora, ó anonimo? Cagou-se, pois, é que não havia outra saída…

  9. É pá, não leves a mal, foram só uns “salpicos”. Ainda não passou um minuto e já estou arrependido daquilo que disse. Não entendo, é o que é. Tens que me levar ao médico.

  10. Caro KALIMATANOS, permita-me um conselho (sem modéstia, que é coisa que não uso): ignore. Tratam-se de pessoas esforçadas, mas notoriamente insuficientes. Por mim, não me importo que me caluniem, desde que falem de mim. Felicidades para si e para a sua sagacidade!

  11. oh meu! todos correm esse risco, uns mais, outros menos e aqueloutros que têm fixacções com fantasias rabetas não falham uma. se andas à procura de gajo, aqui não te safas, contenta-te com umas esfregadelas no crítico d’arte.

  12. “E já deste parte à tua mamã desssa tua obsessão merdomaníaca com o “metanos”? E qual foi a reacção da inocente senhora, ó anonimo? Cagou-se, pois, é que não havia outra saída…”

    e é isto um exemplo de comentário inteligente e imaginativo? parece um poema do prosopoeta com argumentos metidos a martelo e sem lógica, vulgaridade e brejeirice em tons de merda e com cheiro a metano.

  13. Este e esses não são “comentários”, anonimo, e as coisas que escreves merecem ainda menos esse nome. Não reparaste, pois, acontece. E ainda por cima queres coisa “inteligente e imaginativa”, olha ó mancebo que só gosta do fino! como se alguém, não apenas eu, fosse perder cinco minutos do seu tempo a incomodar-se com o meter-te a chucha da lógica e do fazer sentido entre as bochechas. O que te dirijo com relutância quando a isso me disponho são respostas, normalmente construídas entre o início duma mijadela e a sacudidela final, a um malcontente, malmamado, provavelmente frustrado animal que tanto pode vestir calça ou saia, possibilidades a considerar no mundo travesti.

    Do que estou positivamente certo é que quando te pões praí a rabiar descontentamentos e a espumar babas picantes pseudo-incomodativas, inteligente como és e não perdedor de grandes oportunidades, tanto faz que o objecto da tua chalaça de terceira esteja a comentar na mesma caixa ou de urgência num privado qualquer. Imagina só (usa a tola lógica ou a sincronia porque também tens direito a isso) o “propoeta” que te persegue ninguém sabe porquê sentado na sanita com o laptop sobre os joelhos no momento simultâneo em que o cagalhão sai e ele lê num estertor de prazer o teu remoque.

    És mesmo mauzinho, meu paneleirisco. Não tens vergonha?

  14. ôi metanos! só agora reparei naquela filigrana de peito que não é comentário e que seria resposta caso dissesse alguma coisa, tirando as habituais frustrações transmitidas na forma de asneirola. não basta escrever, é preciso dizer qualquer coisita com aquilo que se escreve, até lá vais ficar a falar sózinho que já estou farto de conversa da treta. xau & kanimanbinho pela atenção prestada à epigrafe sem assunto.

  15. José , se fizer uma retrospectiva dos comentários estou certa que perceberá que o anónimo tem um problema grave com coisas que saem do anûs. anda sempre à roda… com subterfúgios e tal , mas o cerne/ centro? é claro. se calhar sente-se vazio.

  16. Estoque,

    Grato pela ajuda bilingue.

    Anonimo,

    Ainda bem que voltaste armado do teu enorme orgulho e vontade inabalável de venceres mesmo em retirada, como o gajo da história, possivelmente apócrifa, de escaramuças em revoltas na Madeira, que foi condecorado por bravura pelo Salazar por ter levado um tiro nas nalgas.

    É que vinha aqui para te anunciar sinceramente que não há rancores da minha parte pelas coisas que me disseste e que saldei, ou cancelei, julgo eu, com respostas no mesmo tom. Mantem-se a oferta, malgré toi.

    Contudo, permite-me lembrar-te, provaste ser um mau táctico neste breve duelo. Poderias ter introduzido ou misturado na conversa o teu alter ego, o célebre André, mas não o fizeste, cometendo nessa decisão um erro de palmatória equivalente em termos históricos ao abandono por Hitler da ideia da introdução necessária do jacto para um desfecho diferente da Segunda Mundana.

    Passa bem, e espero que no futuro te interesses mais por gases nobres.

  17. “…por ter levado um tiro nas nalgas.”

    (continuas a revelar obsessão de armazenamento traseiro)

    “É que vinha aqui para te anunciar sinceramente que não há rancores da minha parte pelas coisas que me disseste e que saldei, ou cancelei, julgo eu, com respostas no mesmo tom. Mantem-se a oferta, malgré toi.”

    (manda os papéis que eu assino já)

    “Contudo, permite-me lembrar-te, provaste ser um mau táctico neste breve duelo. Poderias ter introduzido ou misturado na conversa o teu alter ego, o célebre André, mas não o fizeste, cometendo nessa decisão um erro de palmatória equivalente em termos históricos ao abandono por Hitler da ideia da introdução necessária do jacto para um desfecho diferente da Segunda Mundana.”

    (não percebi, mas se percebesse lá se ia o encanto e a mística da biomerda nas energias limpas)

    “Passa bem, e espero que no futuro te interesses mais por gases nobres.”

    (só se for o hélio do imaginário, o peido fino não me assite por falta de calorias, mas podes fazer negócio com o outlet de estoques)

  18. (continuas a revelar obsessão de armazenamento traseiro)

    (manda os papéis que eu assino já)

    (não percebi, mas se percebesse lá se ia o encanto e a mística da biomerda nas energias limpas)

    (só se for o hélio do imaginário, o peido fino não me assite por falta de calorias, mas podes fazer negócio com o outlet de estoques)

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