11 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Preferem há muito, o orgulhosamente sós, com os pobres reconhecidos e os ricos generosos, ou a Albânia do Ocidente, com um grande líder e, todos os restantes, pobres à força.
    Se a memória não me atraiçoa, dá ideia de serem receitas para a desgraça…

  2. Está mais que na cara termos esgotado os caminhos e, vá, as preferências quanto a reboques. Quer-me parecer, cada vez mais, que o melhor é não estar à esquerda (PS) nem à direita (PSD), muito menos atrás (PCP verdes, BE, CDS-PP), mas à frente, num partido que ainda não existe. Porque é disso que Portugal precisa: integrar as conquistas do século XX para transitar para o que chamamos de economia do século XXI, ou seja, dar novos mundos à Europa e ao mundo.

  3. Infelizmente, não é “a reboque”, é (foi) antes “à mama”.

    “A reboque” parece que ninguém nos quer. O Brasil não quis, Africa pelos vistos também não, e a Europa parece estar com sérias duvidas.

    Talvez Dom Sebastião nos queira ?

  4. Serão os mesmos que durante anos se lamentaram de não haver políticas de desenvolvimento a longo prazo, e que agora que as há, se lamentam dessas políticas não darem resultados imediatos. Energias alternativas? Carros eléctricos? Cluster de aviação? TGV? Novo aeroporto? É um sonhador irresponsável, este Sócrates, a esbanjar investimentos em coisas que não se sabem o que é. Deve pensar que este é um país de tecnologia de ponta…

  5. …sim para África. Que não lhes interessa qualquer sistema político, mas sim um ecossistema.
    Um ecossistema da política do excremento, onde proliferem os políticos coprógafos.
    Ora, tal quantidade de excrementos, só em África, na passagem das manadas de elefantes. A ver no “Odisseia”…

  6. ESTOU COMPLETAMENTE FARTA DA LAMÚRIA DOS ARAUTOS DA DESGRAÇA!!!
    Concordo completamente com Vega 9000!
    O que eles querem, Val, sabemos nós: é voltar ao “poleiro”, e para lá chegarem – como não foram suficientes “os casos do terrível Sócrates” – insistem num matraqueado discurso contra tudo o que venha do Governo, pensando que podem influenciar a opinião da população menos “esclarecida politicamente”…
    Mas a força da razão e os resultados positivos, que contra ventos e marés, continuam a verificar-se, hão-de sobrepor-se a tudo isso, na hora de os portugueses irem às urnas!

  7. Moral da História: vale mais ser o último do “pelotão da frente” do que o “primeiro do pelotão de trás”…
    O pior é que os índices de desenvolvimento não mentem:
    Portugal, que já ocupou a 26ª posição do “ranking” do PNUD (ONU), caiu para a 34ª. Cai na maior parte dos índices, no PIB médio (ultrapassado por 20 países da UE), na educação, na saúde, na justiça, na escolaridade obrigatória, nas competências, na educação média dos alunos, na educação média dos empregados (70% não terminam o secundário) na educação média dos empregadores (80% não têm o 9º ano) , nos 2 milhões (20% da população) no limiar da pobreza, nos 350.000 dependentes do “Banco Alimentar”, nos 700.000 desempregados (11% da população activa, a quarta maior percentagem da OCDE, logo atrás da Espanha, Eslováquia e Hungria). É só “progresso”…
    Se juntarmos a esta “honrosa classificação”, o facto da nossa economia não crescer acima de 1% há mais de dez anos e da nossa dívida pública (77% do PIB) e da nossa dívida externa (110% do PIB) terem aumentado exponencialmente, então é que é mesmo de ficar orgulhoso. Venha de lá esse TGV para irmos comprar caramelos a Badajoz!

  8. Resumindo, rui mota, não se vêm resultados imediatos, não é? A passagem de uma economia baseada na mão-de-obra barata e nas indústrias tradicionais (calçado, pescas, turismo de massas) para uma baseada na tecnologia, qualidade e investigação deveria demorar, sei lá, no máximo 2 a 3 anos. Se não, considera-se um falhanço, fora com os irresponsáveis que não nos tiram da cepa torta já, imediatamente, agora!.

  9. Vega9000
    Leia bem: falei em índices de desenvolvimento. Apesar de estarmos há 36 anos em democracia, há 25 na UE, de irmos já em quatro quadros de apoio continuado, continuamos na cauda do pelotão e não diminuimos a distância para os países mais desenvolvidos. E quem governou o país nestes 36 anos?
    Porque é que julga que as malfadadas agências de “rating” continuam a dar-nos más notações? Porque a nossa economia não cresce. Há dez anos, pelo menos. Agora veja lá quem é que esteve no poder neste período. Vá um bocadinho mais atrás e veja quem governou o país nos últimos 34 anos (o PREC não conta porque não havia governos estáveis). Pois é, foram sempre os mesmos dois partidos: PS e PSD. Há alguma diferença entre eles? Portanto e para concluir, eu não quero resultados imediatos: eu estou á espera de resultados há mais de três décadas. Tem de concordar que não é por falta de paciência…

  10. Nós é que rebocamos os tipos que enriquecem e de tão confiantes na garantia do seu estatuto eles estão, que não ligam a ponta dum corno à nossa causa, essa mesma causa que os alimenta; somos encornados duas vezes.

    O senhor Cardeal anda de candeias ás avessas com o senhor Silva, a gastar petróleo e energia, quando pela ganância dos agiotas o povo da sua terra, os da indústria da cutelaria, da Benedita a Santa Catarina, sofre por não haver escoamento da sua produção. Entretanto os do costume, que os dois desavindos conhecem muito bem, continuam com as importações do mesmo produto martelado enriquecendo; naturalmente com a vossa benção.

    Esses grandes empresários portugueses em nome do interesse nacional, são os mesmos que garantem que é fundamental a importação de produtos agrícolas, porque as várzeas regadas pela Ribeira de Tornada de Alvorninha a Salir do Porto não têm aptidão agrícola; o governo acredita ou então tem medo deles.

    É evidente que o sr Silva estará sempre estratègicamente, do lado de quem nesse preciso momento lhe garantir o tacho, o que desta vez foi muito bem feito para o sr Cardeal.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.