Perguntas simples

Se o Governo é tão mau, tanto para os trabalhadores como para os patrões, e Sócrates é tão mentiroso e tão corrupto, que nome vamos dar aos deputados da oposição que mantêm estes bandidos a governar?

19 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Bom dia, burros no minimo, enquanto os que votaram nno governos, alem desse epíteto, ainda levam outros, porque contribuiram e contribuem directamente, com votos, palavras, falta de ética e afins…até à nossa falência…económica e mais preocupante, moral…

  2. O problema em responder-te, com a certeza que estamos a contribuir para a educação das massas, é que o Governo não é assim tão mau para os patrões como tu, ou outros, o pintam. Se fosse, já teria ido de pantanas pela escadaria abaixo. Regra cardinal e desfecho obrigatório.

    Ele nem sequer é mau para a totalidade dos trabalhores. Esse é o segredo da abelha e característica de todas as “democracias”. Já os teus Platão e Aristóteles andavam desconfiados disso, e esses ainda sabiam menos do que nós, quer acredites ou não.

  3. Boa pergunta matinal, caro Val.
    A resposta parecerá óbvia mas para a oposição não o será.
    A desorientação da dita é total. O PSd nem sabe o que há-de fazer.
    Aguardemos , mas quem pensa que o PS e Sócrates estão mortos que se cuide.
    Cumprimentos

  4. Boa pergunta. Mas não é assim tão simples como se apregoa. Se assim fosse o PR já tinha tomado a decisão de o destituir. O que falta no País é homens com eles no sítio e digam-me onde os há. Começando pelo PR e acabando na oposição, incluo vários socialistas. Se não tivessem medo do efeito Sócrates, Seguros, Alegres, João Soares e tantos outros, já tinham vindo a terreiro reivindicar eleições antecipadas no PS. Como é fácil criticar por criticar, o mais difícil é apresentar soluções. Porque é que o PSD não apresenta uma moção de censura? Com a oposição toda unida não seria difícil deitar abaixo o Governo. Eu sei porque não o fazem e já diz o ditado popular: o que faz falta é animar a malta. Quem ia animar a malta? Pedro Passos Coelho! Este faz-me lembrar os jogos de futebol de princípio de época. Gostam de jogar com equipas de menor valor ou mesmo amadoras para lhes infringir uma goleada. Quando vem os jogos a sério é que se vê o seu real valor. Estou esperando por isso. Sei que depois a culpa dos seus desaires são as arbitragens. Não foi o que disse a Ferreira Leite? Continuem a dar goleadas, (sondagens) que na hora do veredicto, (eleições) é que se vai ver. Espero que Sócrates concorra, se não concorrer, não será difícil Pedro Passos Coelho ganhar. É um jogo entre equipas Bês.

  5. Manipuladores e oportunistas. A ideia de que é mais fácil agir por interposta pessoa é típica da manipulação. Ficar à espera de pretensas “condições” pensando só no interesse próprio é de um oportunismo sem tamanho.

    Mas, parece-me que o “outro” que não é Sócrates, neste momento, é mais complexo do que a pergunta sugere. Estou, na minha modesta medida, a tentar ligar o fundamento desta pergunta à discussão (recente) entre o Valupi e a Sofia Loureiro dos Santos.

    :)))

  6. Presumo que tenha algo a ver com este dilema da direita: como explicar, convencendo, que será melhor para os funcionários públicos verem reduzidos os vencimentos em 10%, 15% ou 20% do que pagar mais 1 a 1,5 por cento no IRS, ganhando, em simultâneo, eleições?

  7. cá para mim são sensatos. é deixá-los cair de podres. sempre se poupa o trabalho da apanha e as queixinhas dos “podres “de terem sido apanhados quando estavam à beira de estarem al dente . e perdido por cem , perdido por mil.

  8. Oportunistas!
    O que este executivo devia fazer caso o orçamento 2011 proposto não seja aprovado (coisa que decerto não será) é apresentar uma moção de confiança no parlamento.
    E vamos a eleições legislativas para cada concorrente dizer ao que vem!

  9. Disse Sócrates no discurso de abertura do debate da nação: “Nenhum politico pode desistir de dar animo ao seu povo”, algo que contrasta, na forma e na substancia, com as palavras do tenor, que pede desculpa por ser necessário tomar medidas para que o pais não entre em falência.

  10. Convém lembrar que a Ferreira Leite disse, a quando da sua substituição, que tinha cumprido integralmente os objectivos a que se tinha proposto, esclarecendo assim, para quem pudesse ter dúvidas, que a governação nunca tinha estado nos seus horizontes.

    Mas nem era necessário dizê-lo: tanto a oposição parlamentar à esquerda como à direita tem perfeita noção que as propostas que apresentam não iriam melhorar em nada o nível de satisfação da generalidade dos portugueses relativamente às suas condições de vida. Nem a curto, nem a médio, nem a longo prazo.

    Para além do PS, os outros que já por lá passaram deixaram sempre bem claro os seus objectivos: primeiro o discurso da tanga e da falência para justificar mais austeridade e depois a defesa dos interesses dos grandes grupos económicos e sobretudo dos interesses pessoais. A esquerda à esquerda do PS foge da governação como o diabo da cruz porque isso é demasiada responsabilidade para quem tem como objectivo agitar as massas e daí, quanto mais irrealistas forem as suas propostas, melhor.

    Cobardes, é o melhor termo que me ocorre. Têm pânico da avaliação que os portugueses possam vir a fazer do seu desempenho no governo e eles sabem bem que a população é severa no julgamento como se viu relativamente ao último governo PSD/PP. Nestas circunstâncias, a única estratégia é mesmo achincalhar todos os que tenham coragem de assumir responsabilidades e é esse o caminho que esta oposição existente no país percorre.

  11. “…casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão”.
    Governar é tudo fazer para que tal não aconteça; quando tal de todo não for possível, então que seja a sociedade civil a cuidar igualmente, dos benefícios e deveres, para não dar mais um pretexto, para maior enriquecimento dos Belmiros do costume.

    O governo da casa é a grande escola de economia; todos, antes do mais, deveriam por lá passar de tal forma que, quem ali falhasse, deveria ser considerado para todo o sempre, inapto para a função. É de âmbito doméstico mas está lá tudo, foi com este velho modelo que o Velho Botas enriqueceu o Tesouro para anos mais tarde ser desbaratado pelos queridos filhos das grandes escolas de Cambridge, York, etc.

    Foram aqueles anos loucos das vacas gordas dos idos de 80, em que os grandes doutores sonhavam ser o Gordon Gekko do filme Wall Street, o tal génio em “economics” que perante uma plateia de taradinhos proferia as sábias palavras de vilão; ” greed is good”.

    Tenho a certeza que naquela sala de Manhattan, muitos srs Silvas se imaginaram de camisa listrada e suspensórios vermelhos.

  12. Quando apresentaram uma moção de censura para derrubar o governo, o teu querido líder apelidou a acção de “irresponsável”, logo quem não tenta derrubar o governo será um responsável ( segundo a mesma batata).

  13. Confesso que não sei responder a esta pergunta…
    Mas tenho a resposta para a pergunta: “o que fazer em tempos de crise?”… aí é fácil… “comprar carro novo!!”…
    http://politicaevida.blogspot.com/2010/07/tempos-de-crise.html

    há alguém que anda a enganar a malta… ou os do Governo que andam a falsear números porque vivem num país de fantasia… ou os da oposição que dizem tirar uma fotografia quando na verdade fazem um esboço ligeiramente diferente da realidade…

    vá-se lá perceber esta gente…

  14. VALETA,

    A pergunta não é simples. É naive! Pareces um dos gajos do 31 da Cagada, pá.

    Oube lá, Sócrates faz merda a toda a hora, anda sempre a foder os portugueses com as suas ilusões e mentiras, está tudo grávido de saturação, porque não há preservativo para as investidas do homem. Fazendo o tipo isso, e nada fazendo a oposição, esta é co-responsável, tás a ber? Por isso, é que se diz que a merda é a mesma, tem a mesma cor e as moscas são todas iguais, e não foram clonadas.

    Percebeste? pá? Apita aí se não percebeste.

  15. Talvez a história da I República devesse ser mais conhecida da generalidade dos portugueses. Relembro aqui, que estamos precisamente a atravessar o centenário da República com variadíssimas exposições e muitos livros editados, que nos permitem revisitar esse importante período da nossa história, cujas semelhanças politicas como o momento actual são várias.

  16. A resposta é simples: cúmplices (refiro-me aqueles que, podendo formar maioria para derrubar o governo, o não fazem)!

    Promova-se um golpe de estado, demita-se o governo (e en passant o PR se necessário), encerre-se o Parlamento, proíba-se os partidos políticos, e forme-se um governo de salvação nacional, com gente capaz e honesta.

    Quem lhe disse que, eu, por exemplo, – entre muitos outros- quero viver em democracia parlamentar?

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