Aviso à navegação

A política de comentários do Aspirina B segue esta regra de ouro: cada um que faça e diga o que lhe der na gana. Não há moderação outra que não seja a consciência de cada um. Parte-se do princípio de que estamos entre pessoas responsáveis, tanto pelo que escrevem como pelo que lêem.

Claro, o mesmo se aplica a mim. Isso leva a que possa censurar comentários, dado ter esse poder. É raro, mas acontece. Mensagens que apelem a crimes, violem a privacidade ou sejam atentados contra os direitos humanos, não estando inseridas num contexto que as justifique, serão apagadas. E comportamentos persecutórios ou psicóticos, depois de esgotados os apelos ao bom senso, também.

Este aceno vai ao encontro do que se tem passado com alguns comentadores que se comportam como rufias, hostilizando outros comentadores de forma infantilóide e bovina. Tais fenómenos são inevitáveis e cíclicos. Cada um que aprenda a viver com isso, mas tenha em conta que não passa de html. E o que é o html? Será o que tu quiseres. Para mim, é uma festa. Poder comunicar com amigos, a maior parte deles que só conheço através da escrita, é uma forma lúdica e cívica de celebrar o mistério de todos. Não vão ser uns foliões na desbunda que me vão incomodar, pelo que aconselho a mesma noção das prioridades a quem se tiver sentido agastado com alguma parvoeira por cá despejada – inclusive, por mim.

56 thoughts on “Aviso à navegação”

  1. Não tenho nada a dizer quanto ao fundo, e alias nem sei bem ao que te referes, ja que eu, por norma, não leio, ou não ligo, aos comentarios escritos ostensivamente com as tripas (aceitando embora que são inevitaveis, pois todos temos tripas – o que podemos não ter é a mesma noção do interesse que os outros têm em assistir à exibição do seu trabalho).

    Agora de um ponto de vista formal, o teu post é uma contradição. O que estas a explicar, e muito bem a meu ver, é que existe, de forma marginal mas imprescindivel, uma “moderação outra que não seja a consciência de cada um”, exercida neste caso por ti, nos moldes que indicas e que me parecem ser razoaveis, senão mesmo legalmente inevitaveis (exemplo extremo : se uma rede de pedofilos escolhesse este blogue para trocar informações com vista à pratica de crimes, é claro que não terias outro remédio senão exercer esse tipo de “moderação”).

    E acrescento que, a meu ver, também estas certo quando explicas que a moderação que exerces deve ser minima, porque a melhor moderação, para além daquela que mencionas, vinda dos autores de comentarios, ainda é aquela que ocultas, por mero esquecimento, que é a praticada pelos leitores…

    “Tout ce qui est excessif est insignifiant”

    Abraço

  2. Respondo por mim. Depois de tantos anos (comecei nos jornais em 1978) ainda há coisas que me revoltam. Este recente trabalho de memórias de Vila Franca de Xira tem a ver com uma reportagem do Adelino Gomes publicada na Revista do PÙBLICO de Dezembro de 2007. De facto estudei e vivi lá de 1961 a 1966. Pois logo havia de vir um pobre clamar por «oportunismo» e outro pobre gritar «chegaste aos 500, vai-te embora». Miserável foi alguém, perante uma história engraçada que se passou numa aula, vir falar em «humilhação» como se recordar não fosse viver. Essas coisas fazem-me saltar a tampa. Ainda. Mas nem tudo é mau. Recebi um telefonema de uma pessoa que vive hoje no Algarve e que se sentiu muito bem com aquelas memórias. Nem tudo é negativo.

  3. Até que enfim que o vi manifestar-se contra esta “falsa liberdade”, em que uma boa parte das visitas em vez de comentar os “posts”, comenta os comentários, quase sempre com insultos rasteiros.
    É por isso que raramente comento.
    Embora saiba que o JCF é infeliz muitas vezes (pobres Saramago e Benfica), nada justifica os atestados de menoridade poética que por aqui lhe passam.
    E diz muito bem, isto é apenas html, e não uma guerra de palavras, como alguns pobrs diabos e algumas frustradas tentam fazer a caixa de comentários.

  4. Oxalá que o aviso à navegação seja o bastante, por mim não acredito. Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita. Depois torna esses “valentes” em algo que nunca se imaginaram – para uma parte de quem os lê nuns destemidos, para a maioria, pessoas sem princípios. Dizia alguém quando se sentia ofendido com agressividade. “A agressividade é o último recurso dos imbecis”. Imbecis houve, há e continuará a haver, não é algo que pode acabar com um simples clique, ou como o desligar do interruptor da luz eléctrica. Que bom seria. Mas, acredito que água mole em pedra dura tanto dá que até fura. Se o conseguir aqui no Aspirina B, Valupi, acredite, que será o maior feito do século XXI.

  5. Ju (menta)

    Logo vi que estavas lá no alto. A falta de ar afectou-te os neurónios querida.

    Toma lá o sinal do Zé Povinho.

    Ciao

  6. Compreendo-te, Val.
    As pessoas frequentemente rasuram a liberdade de exprimirem opiniões através de uma linguagem, imprópria, eu diria. Incomoda um pouco observar a incapacidade de argumentação expressa através de comentários agressivos.

  7. Senhor José do Carmo Francisco,
    Independentemente do asco que provocam muitos dos comentários que lhe são dirigidos, como justifica expor publicamente uma pessoa que (a ser verdade o que dele é dito num comentário) ocupa um cargo de responsabilidade, revelando o seu nome completo e alcunha de então (“o «Chichas»”), referindo um episódio com mais de 40 anos que o apresenta como alguém com “evidentes fragilidades de conhecimento”?
    Alguém acha normal que uma mera memória de infância venha acompanhada do nome completo do seu protagonista, que o mais provável é não querer ver-se exposto dessa forma?

    Nunca aqui comentei, apesar de acompanhar este blog assiduamente, mas neste momento não pude deixar de manifestar-me com este exemplo ao qual poderia acrescentar outras situações que considero de falta de respeito por parte do Senhor José do Carmo Francisco.

    Muito obrigado.

    José Carlos Andrade

  8. Muito bem, Val, aplica isso a ti próprio e aos teus amigalhaços que proteges. Quanto é que te pagam para censurares? Val, o lápis-azul. Fica-te bem a alcunha.

  9. Valeta,

    Sinal do Zé povinho para ti também. Mas vens com esta treta de que aqui é inflamatório e ao mínimo dói-dói, borras-te com moralidades é?
    Se eu, a Claúdia a o burro do Ju(mento) desaparecem daqui, ficas com esta merda deserta. Para não falar da gaja do Bolhão, a Zazie, onde é que esse rato anda?

  10. Val,

    Bravo. Já há algum tempo que o teu quintal está em risco de se transformar numa esterqueira. Gostei dos “psicótico”, “infantilóide”, “rufias”, “persecutórios” e “bovino”.
    Mas do que gostei mais foi que vieram logo a correr dizer que tinham enfiado a carapuça.

    Estou como o Manuel Pacheco, seria quixotesco tentar acabar com a boçalidade imbecil, a melhor terapia começa na prevenção pessoal: saltar o comento do(a) imbecil, passar aos que resultam de alguma espécie de raciocínio, e deixar a coisa sem resposta que é a pior coisa que se pode fazer a esta gentalha…Deixá-los espernear.

    Obrigada por cuidares do quintal, Val.

  11. ó toutaber, claudette e afins, bocês são a bosta, párias nestas bandas. já não pertences aqui, claudita, caíste em desgraça pelas tuas próprias mãos. leva a toutaber contigo e o lixo que fizeste e boas férias. debandai criaturas

  12. joão viegas, essa suposta contradição remete apenas para a diferença factual entre os comentadores e o responsável pelo blogue (eu, no caso). Não estamos sujeitos às mesmas responsabilidades. Mas não invalida a regra: para os comentadores, há liberdade para publicarem imediatamente e, tirando casos extremos e óbvios, as suas mensagens não serão censuradas. Por exemplo, e no meu caso, qualquer comentador pode enviar o insulto, ou a quantidade de insultos, que lhe apetecer. É exactamente igual, neste plano da liberdade, a enviar elogios.
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    jcfrancisco, nada tenho a dizer a respeito da tua interacção com os comentadores, pois é assunto que não me diz respeito caso não atinja a minha responsabilidade moral e legal pelo blogue. Deves fazer e dizer o que te der na gana, obviamente. Mas apelo a que reflictas acerca das diferenças entre a comunicação social onde tens currículo vasto e a Internet onde acabas de chegar (como todos nós, de resto, mas uns com mais caminho andado, outros com menos maturidade, etc.). Um blogue aberto à conversa, e cultor de polémicas – como o é o Aspirina B desde o seu início em 2005 – vai inevitavelmente chamar todo o tipo de disfunções para as caixas de comentários. Protestar contra isso será o mesmo que amaldiçoar a chuva e o vento.
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    Elsa, esse fenómeno em que os comentadores comentam comentários é universal e significa que estamos entre humanos. As pessoas querem comunicar, interagir, estabelecer relações. Como a entrada é livre, o ambiente é o mesmo de uma feira. Os eventuais dissabores que tal situação provoque em nada diminuem as vantagens de usufruir de um espaço livre. De resto, compete a cada um aprender a lidar com o que lhe desagrada, e compreender que do outro lado pode estar qualquer tipo de pessoa, qualquer!

    Acaso se vamos na rua e somos insultados por um maluquinho, que nunca vimos antes nem queremos ver depois, isso vai estragar-nos o dia ou tirar a boa disposição? Se vai, estamos pior do que ele. É o mesmo por aqui, onde apenas reagimos a palavras escritas, com todo o potencial para equívocos que elas transportam. Aliás, ninguém te impede de fazer o mesmo ou gozar com esses que te desagradam. A Internet também nos permite essas formas inócuas de catarse ou diversão.
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    ⅀, está imparável essa onda global.
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    Manuel Pacheco, não pretendo impedir ninguém de se expressar como lhe der na gana. Pretendo é que cada um dê o devido valor ao que lê. Só perde tempo com disparates quem quer, porque a tal ninguém nos obriga. E, acima de tudo, nunca esquecer que isto é apenas um blogue; ou seja, um passatempo sem qualquer custo. Confundir este meio com dimensões onde as pessoas se relacionam de forma presencial é um erro que deve ser corrigido o mais cedo possível. A melhor analogia para as caixas de comentários é a das conversas de café. E, como sabemos, por vezes entram bêbados nos cafés, provocando grande algazarra e confusão. É só isso.
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    Carmen, mas tal problema, se problema o for, não se resolve com censura. Aliás, essas mesmas pessoas estão a escolher estar num certo local de interacção (este blogue, por exemplo), podendo estar em milhentos outros. Portanto, há algo nas suas opções que é significativo e potencialmente favorável a uma comunicação que vá ganhando sanidade, elegância e relevância.

    Dito isto, igualmente importa aceitar que para alguns o que está em causa é apenas viver essas “personas” provocadoras, ou pseudo-provocadoras. Isso faz parte da condição de cada um, com a sua maturidade, educação, motivações e circunstâncias. Enfim, é a vida, como dizia o outro.
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    José Carlos Andrade, a tua pergunta não me é dirigida, mas vou aproveitá-la para lembrar que cada autor é o primeiro responsável pelo que publica, sendo eu o último por tudo o que foi publicado. Assim, no caso de alguém protestar contra o teor de algum texto, ou contra alguma foto, compete ao autor em causa resolver o problema por si. Só se não o quiser, ou puder, é que eu tomarei decisões.

    No caso que trazes, pode não existir qualquer problema. O próprio pode ter autorizado ou não se importar, até apreciar. Mas desconheço por completo a situação, apenas elaboro porque o assunto foi aqui colocado.
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    Cláudia, não sei do que falas, mas posso garantir-te que nenhuma violação de privacidade será permitida, assim como o uso de identidades de terceiros com vista à difamação.
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    tou-te a ber, larga o vinho.
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    edie, as caixas de comentários do Aspirina B, e digo-o em cima de mais de 70.000 comentários publicados, sempre foram uma estrumeira. E ainda bem, pois o adubo faz muita falta para a cultura.

  13. De Monsieur Viegasse:

    “Tout ce qui est excessif est insignifiant”

    Olha, um lema bom para o Sindicato Nacional dos Trabalhadores que ganham mais de 20 salários mínimos. Ah, esqueceu-me, estávamos a falar de gente malcriada que vem largar maus cheiros aqui no blogue.

    Manuel Pacheco,

    Sei que não me ligas nenhum, mas ainda tenho a coragem de te dizer que as mensagens contidas na tua prosa são uma maravilha de alfinete de gravata. Todavia, o teu problema com as virgulas continua, de há uns bons tempos a esta parte, a necessitar de urgente cuidados médicos. Ainda tens cura, mas há o perigo de se tornar como dizes: quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita.

    JCF,

    O que te vale é o liberalismo do Valupi, que te autoriza a vires qui alijar amarguras com origem nos teus posts de nostalgia sem dor. Ok, começaste jornalismo em 1978, tinha-me esquecido. Se souber dalguma vaga, dou-te uma apitadela.

  14. não tem nada a ver, mas já agora acho uma beleza:

    Na Mensagem de Fernando Pessoa no poema designado D. Dinis:

    Na noite escreve um seu Cantar de Amigo
    O plantador de naus a haver,
    E ouve um silêncio múrmuro consigo:
    É o rumor dos pinhais que, como um trigo
    De Império, ondulam sem se poder ver.

    Arroio, esse cantar, jovem e puro,
    Busca o oceano por achar;
    E a fala dos pinhais, marulho obscuro,
    É o som presente desse mar futuro,
    É a voz da terra ansiando pelo mar,

    (a última vírgula é minha, desculpem lá mas assim dá-me melhor o vento)

  15. Faz parte da cultura, o estrume. Claro que faz falta para cultivar,mas deve ser utilizado e moderado com sabedoria, caso contrário, intoxica, e em vez de plantas, só há bactérias…
    Já para não falar no cheiro, que às vezes, de tão mau, nem dá vontade de chegar perto.

  16. Val, já te apanhei a safares comentários meus. A falares em psicóticos, já te questionaste sobre essa obsessão compulsiva relativamente ao Sócrates? Votei nele porque a alternativa era optar pela bruxa a oferecer maçãs envenenadas, mas daí a defendê-lo cegamente por tudo e por nada.

    já t’apanhei, tu é que pareces andar na desgraça com tanto azedume-estrume que te vai na boca. Trata-te. Arranja algum peso que te alivie a alma, ehehehe. Há pessoas tão frustraditas que mais vale ter pena delas do que outra coisa. Sim, já t’apanhei, tenho pena de ti. Snif, snif.

  17. O post é uma declaração de guerra maniqueísta: os bons e os maus. Eu, Valupi, o bonzinho, fiel defensor da ética, da moral e do car****, continuarei a lutar como o Don Quixote de la Mancha contra esses boca-suja nojentos, esses monstros pecadores, sem vergonha, que borram o meu blogue a toda a hora.

  18. A lição do budismo é a de que a Flor de Lótus nasce nos pântanos mais sórdidos… Mas eu não me atreveria a chamar estrumeira a caixas de comentários, muito menos estas aqui no blogue. Se fiz referência aos 70.000 mil comentários foi só para realçar a insignificância, efemeridade e ridículo do que aqui deixamos ao abandono e esquecimento.
    __

    Cláudia, já me apanhaste a safar comentários teus? Que quer isso dizer e estás a falar do quê?

    Quanto ao Sócrates, tenho a informar-te que não votei nele. Tens de levar essa cassete para outra freguesia.

  19. O comentário de José Carlos Andrade, dirigido a José Carmo Francisco, é capaz de ser o mais educado e correcto dos comentários colocados neste blogue nos últimos 35 anos (ou mais). Corre o risco até de ser correcto demais.
    E vem demonstrar uma verdade quase dogmática (quase, porque não passou pela aprovação de S. Santidade Bento XVI, que tem mais com que se coçar): o bom e respeitável do José Carmo Francisco não responde a comentários bem educados nem correctos e muito menos a comentários que preencham ambos os predicados concomitantemente.
    A minha teoria é que José Carmo Francisco não percebe o que seja isso de boa educação e/ou correcção. Perante uma qualquer provocação ignóbil, traiçoeira e rasteira, José Carmo Francisco, ao contrário do que faria qualquer não-mentecapto, que seria ignorar, atira-se a ele como gato a bofe, bolsando impropérios e derramando baba em forma de vocábulo escrito. Perante expressões de bom senso, como a de José Carlos Andrade, o bom do colaborador do Aspirina B engole em seco, cora, vira a cara para o lado e embatuca, após o que, segue rua abaixo assobiando, como se não fosse nada com ele. Não responde, finge que não vê, como fazem os cobardes que não conseguem assumir que, sendo humanos, até lhes acontece errar uma vez por outra, exaltarem-se momentaneamente ou tropeçar numa casca de banana colocada por um qualquer manhoso que gosta de ver os outros cair.
    Eu, que não o conheço senão do que escreve aqui, até sinto alguma estima por José Carmo Francisco. Alguém capaz de escrever uma crónica comovente e bem escrita como está que acabo de ler sob o título “Vinte Linhas 509”, não pode ser minimamente o ser abjecto que tantos comentadores querem fazer crer. Mas que se põe a jeito, lá isso põe.

  20. azedume tens tu nos cornos, claudette meia leca, para não dizer outra coisa. e frustrada és tu que nem és nem tens nada, mesmo nada de teu, nem peso, pesado ou leve, que te caia em cima. tás a ber como eu te topo ó bimba.

  21. Concordo muito com o post, Val.
    Sempre disse que fico cá mais como leitor como escritor, e a minha leitura e quase diaria. Tudo porque acho muito interessantes primeiro os teus post, bons tanto no fundo como na forma, e pode-se concordar ou não, embora não são merecentes de algunhas respostas sem jeito. Além disso o nível dos comentarios, com excepção dos tais personajens, é óptimo.
    Tu e os bons comentarios, faz tudo uma mistura na que tenho grande prazer em mergulhar-me. Além disso os amigos/as virtuais que imos fazendo.
    Nas últimas tempadas, têm aparecido alguns “rufians” da rede que estão à estercar as caixas de opinões . Não fazem bem nenhum. Compreendo que estejas cheo de apanhar na tua pessoa comentarios injustos demais, a grande maioria, sem argumentario, na sua forma, são despreciaveis. Acho que a expresão “larga o vinho”, fica muito concreta e ajeitada, tem um grande valor expresivo, gosto dela.
    O teu problema acho que é o debate emtre à liberdade de expresão que não gostarias de que te acussarem de travâ-la, e estes ranhosos que trás velo dela estão a insultar e rosmar sempre no mesmo. (Numca compreendi o debate do teu anónimo).
    En Resumo: tens toda a força moral para apagares a certos individuos que insultan e querem converter isto numa esterqueira, acho que para isso os comentaristas do blog deviamos ajudar-te, e quando houver algum bacoro a estercar decir-lhe: ….larga o vinho.Sería como apoio democrático para que te sintas na autoridade de fecha-lhe a porta até que não fale com outro jeito.
    Porque é certo que uma mentira repetida mil veces fica como verdade, calumnia que algo sempre fica, e ja se sabe que auga mole em pedra dura….

  22. reis,

    que bom cheirinho deixaste por aqui. E muito ajeitada é a forma como descreves a outra do Val, “larga o vinho” (ajeitada é lindo!!!). É mesmo a sério essa proposta de fazermos um coro de LARGA O VINHO (de apoio ao Val) para os despejadores de lixo que aqui pairam obsessivamente?

    Eu estou contigo e alinho já. É para começar quando?

  23. Val,
    acho que fizeste um comentário defensivo a um ataque imaginário, no que me diz respeito :)

    Pela minha parte, não consigo mesmo deixar de associar a ideia de lixo ou de dejecto a muito do que aqui é despejado. De outras vezes, é óbvio que estamos, sim, perante personalidades disfuncionais, e, sim, concordo, que nestes casos, ou somos terapeutas, ou passamos ao largo. Passemos ao largo, então.

  24. pois eu gosto da Claúdia , ao menos tem cabeça e usa-a. não é preciso cortar-lhe a jugular a essa rapariga , mesmo que ande um bocado passada da língua. uma pessoa tem os seus dias sem paciência para estupidificados. eu percebo.

  25. Valeta,

    Confundes-me. Eu só bebo leitinho, quentinho, e depois durmo que é um regalo.
    Um dia convido-te para tomarmos um café, mas prometes que não tiras meias de leite à minha custa. Porque te metes tanto comigo? Sou uma pobre alma que trago audiência ao teu acervo publicitário,apesar de não sei o que publicitas, tás a ber.
    ciao belo

  26. EDIE,

    Diz, diz logo, agradeces ao Valeta por cuidar do quintal. Boa, man.

    Onde é que tu te encontras plantado no quintal do valeta, para eu ir lá arrear o calhau e estrumar um pouco a tomatêra que não tens? Já vi que tás berdinho e precisas de esterco para crescer.

  27. Já t´APANHEI,

    Só tens uma cabecinha, não és verdad? E ela num bê, não és berdad tambien? Está sempre escondida, não és berdade? Apanha um pouco de sol, pode ser que cresça como os lagartos. Há cada sardão por aí, ui. Faz um estágio.

  28. reis, és uma das presenças mais estimadas entre nós. É um prazer e uma honra receber as tuas palavras e a tua simpatia.

    Quanto ao que dizes a meu respeito nesta questão, tenho de te corrigir nalguns aspectos. Para começar, não estou nada preocupado comigo, mas sim com quem poderá levar a hostilidade a sério. Para mim, os insultos são todos legítimos e inócuos. Aliás, eu próprio cultivo o insulto como forma expressiva, por ver nele um recurso tanto estilístico como informativo. Depois, não considero que haja um problema grave nas caixas de comentários, apenas uma coincidência de duas ou três pessoas com comportamentos disfuncionais e aparvalhados. Porém, não é nada que não tenha acontecido milhões de vezes desde que existe a Internet e que irá sempre acontecer enquanto existirem pessoas. Finalmente, não me falta qualquer autoridade para censurar quem ache que o mereça nem preciso do apoio dos comentadores. Pelo contrário, estou a esclarecer quais são as regras e a apelar a que ninguém perca tempo com o que não o justifica. Se um comentador receber um insulto desmiolado de alguém, não é obrigado a responder-lhe, muito menos a dar-lhe algum valor. Cada um sabe de si e não possível que se seja ofendido neste meio onde estamos disfarçados e comunicamos por palavras escritas sem saber com quem. Só é possível deixarmo-nos ofender.

    Enfim, não ofende quem quer…
    __

    edie, que comentário defensivo é esse? A respeito dos dejectos, quero lembrar-te que eles fazem parte de uma vida sã. O que fazemos aqui não é diferente do que fazemos noutros locais, no emprego, na vida social, sozinhos com os nossos botões – ou seja, pensamos e verbalizamos. E tudo isso corresponde ao modo como usufruímos da vida. Há lixo na nossa vida? Há, pois. Sinal de que estamos a consumir e a desfrutar.

  29. Edie: suadações. Obrigado. Sempre gosto dos teus comentarios, és um prazer. não largues o vinho, toma mais um copo.

    Val: Concordo, obrigado. Fica tudo bem aclarado.
    “Aliás, eu próprio cultivo o insulto como forma expressiva, por ver nele um recurso tanto estilístico como informativo”…. não estava a referir-me a ese insulto. Todos sabemos dos que falamos.
    Ese insulto do que falas faz falta, como bem dizes fica na rua , no trabalho e aquí muita gente precisará dum parede onde atirar umas pedras, para descontrair-se …. Tal vez quando isso falte é que o blog ja não interessa. Aliás, que devemos fazer com quem postea vinte comentaros iguais, bloqueando os comentarios e que está a dizer o mesmo, e ainda por cima insultando?, aqui há tão bons comentadores que os seus comentarios não merecem tal companhia. Não fazem bem nenhum, tu tomarás a decisão.

  30. Val,

    claro que também na vida real se produz dejectos e que eles fazem parte de uma vida sã, mas não me vais dizer que é são que uma pessoa se predisponha a ser a sanita do dejecto alheio. Não é o dejecto em si que estava em causa, pela minha parte, mas o uso que o seu “produtor” quer fazer dele…por exemplo, colocá-lo na ventoinha do escritório…Porque é que temos de aceitar que há espaço para esse tipo de comportamento?? Enfim, isto está a tornar-se uma conversa de merda :)

  31. ui,ui toutaber, isto já tá a ficar roxo. anda daí e vem dar um mergulho comigo, soltar o frango ali atrás das dunas. deixa.te de html e apalpa-mos, anda lá

  32. reis, concordo: quando um utilizador perverte o ambiente de uma caixa de comentários, ou de um blogue inteiro, isso cria um problema que pede solução. A questão, para mim, é a de saber qual é o critério para censurar esses comentários ou esse comentador. E, por várias razões, tenho critérios muito largos. Entendo que este blogue não passa de um passatempo, um espaço de recreio, onde nada tem especial importância – a começar pelo que eu escrevo.

    O ideal será que cada um dos outros comentadores, a começar pelos atingidos por alguma estupidez ou brincadeira, entenda que esses fenómenos são alimentados pela atenção. Quem o faz está a pedir importância, pelo que compete a cada um agir de acordo com o sentido de cada situação. Aliás, até pode acontecer que aqueles que começam por ter atitudes infantis, imaturas ou neuróticas, venham a mudar. Muito provavelmente, todos eles se querem sentir integrados e apreciados num qualquer grupo. Não sabemos que grau de carência, solidão ou estados depressivos as pessoas transportam quando interagimos com elas na Internet.
    __

    edie, dizes muito bem: conversa de merda. É por isso que ninguém paga nada por ela, né? Quanto a ser-se a sanita do dejecto alheio, isso é algo que só pode acontecer a quem o deixar. Caso contrário, o dejecto fica para quem o largou.

  33. cito José Carlos Andrade:

    Alguém acha normal que uma mera memória de infância venha acompanhada do nome completo do seu protagonista, que o mais provável é não querer ver-se exposto dessa forma?

  34. Ó JÁ T´APANHEI

    Cagaste tu assim:

    «ui,ui toutaber, isto já tá a ficar roxo. anda daí e vem dar um mergulho comigo, soltar o frango ali atrás das dunas. deixa.te de html e apalpa-mos, anda lá»

    Seu caga-tacos, eu não disse que tu eras muito berdinho, carago! Essa merda ainda tá verde, e já devia tar roxa há bué da tempo, meu cagão.

    Qual frango falas, pá? De aviário, não ? Daqueles magricelas, sem gosto e muita chupaditos das carochas. Oube meu, só gosto de morcelas bem fornecidas ou paios bem cheinhos, tudo certificado, claro. Isso tu não tens, já bi, logo que queres tu ke t´apalpe, seu merda amarela escorrida?
    Oube, que eu não duro siempre, então não sabes que essa coisa que tu falas não se fica só pelo apalpanço pá. Cum catano, nem frango tens. Inscreve-te como motorista do Sócartes, pode ser que tenhas sorte por lá.

  35. REIS

    Granda Reis! Dá-lhe pá, que o Valeta tem a mania que moraliza a sociedade – a civil e a política.

    Valeta, também fazes publicidade a pensos higiénicos, pá?

    Tenho a impressão que tu não sabes o que é um penico, ou vaso de quarto, ou bacio. Também acho que não sabes o que é o registo linguístico figurativo, tás a ber? A merda depois de saída não volta atrás, cai na tromba de quem a recebe e acusa recepção. Fogo, tens a certeza que não cheiras mal, meu?

  36. toutaber, tás cheio de pressa e tens uma paleta bué diferente da minha, meu. carago, deixa o frango picar o chão mais um tempito. isto tá a aquecer. ui! ui!

  37. ainda D. Dinis:

    O meu amigo, amiga, não quer
    Que haja grande pesar, nem grande prazer,
    E quer-me neste pleito assim trazer,
    Porque confio tanto no feitio seu
    Não o quero curar, nem matar,
    Nem o quero de mim desesperar.

    bem me parecia que isto ia encravar, vá lá que com umas jolas os dragões levantam-se, entretanto vou mas é esticar as patas e catar-me.

  38. Já t`APANHEI

    Compaixão, só quero a de DEUS. A tua é a dos pecadores e essa receboa- pela óptica certa – a traseira.

    Meia-leca é a tua tia pá!

    Ciao catzo

  39. JÁ t´APANHEI,

    Pica no chão o que quiseres, e acredito que o faças, pá, ninguém quer nada com o teu bico, pá. Olha, vai-te entretendo. Toma lá alpista e consola-te.

    Ciao catzo

  40. Ó quadrado,

    As canções de amigo de D. Diniz geram um prazer incomensurável. Inspirou-se no Pinhal, só pode ser!

    O HOMEM era um rei às direitas, quer dizer,parece que de quando em vez assoava o nariz a D. Isabel, fazendo-a mostrar o regaço. Se fosse hoje, o gajo era capaz de estar aí com um processo por violência doméstica.

  41. ó claudette meia leca, tás mesmo no ponto… já não podes com uma compaixão pelo rabo. a proposito, há um ano atrás andavas por aqui muito animadita, com a gringa aos saltos. o que te aconteceu men?

  42. Ó JÁ t`APANHEI,

    Deixa lá a Cláudia em paz, seu cara de esterco. Ai que eu chateio-me a sério! Oube, pá, não queira apanhar com um sardão a sério na penca.

  43. SD

    Deixa-me chamar aos outros, antes que me chamem a mim, certo, sua seborreica desorientada.

    Vá pitar milho, ou furar paredes, prevejo muito cálcio nessa testa.

  44. Ando bem orientada. Neste blogue é que ainda acreditam em direitas e esquerdas. Não será “démodé” todos estes discursos do Aspirina?

  45. Claudia,

    Mais do que démodé, minha cara. Os tipos é que não entendem e entretêm-se a discutir «filosofares» da treta, apelando à moralização do blogue, da sociedade, em suma encerrando-se em clichés, em lugares comuns, os do costume.

    Burros, limitados, previsíveis, os ratos conseguem ser mais espertos quando se apercebem da ratoeira. É esta merda de povo que vem para aqui mandar lições de moralismos que deixa que este País seja o frangalho que é. Portugal está cheio de cagões, curiosos da escrita, ou do escrevinhanço que se vencem de uma só penada.
    Rotulam, sem conhecerem, e limitam-se na verdade ao milimetro à frente da penca.

    Este VALUPI, então, o moralista da blogosfera, atente-se no arrazoado do tipo, qual insulto qual carapuça pá! Só enfias o barrete se quiseres e pelos vistos enfiaste-o de tal maneira que até bostaste a cores, o que te diferencia.

    Ouve lá queres escrita a sério, argumentos a sério, tu e essa troupe que se ofende com palavras portuguesas? Quem sabe, os primeiros a chamarem filho da puta em casa ou ao próximo, com aquele cariz especial, dito ordinário.

    Portanto, MERDA para quem não gosta, só come quem quer. Eu posso alimentar alguns, e não preciso do esforço, é só pegar nalguma merda escrita por aqui e lança-la para o ar.
    Quanta pretensão, só pelo facto de todos, mas todos em verdade, fazerem merda TODOS os dias, e não se aperceberem disso.

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