10 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Os magistrados e outros operadores de justiça querem manutenção e reposições dos seus direitos “especiais”, o resto que se lixe. Vivem numa bolha.
    Vale tudo até ajudar a desviar a atenção da realidade actual, trazendo á ribalta e outra vez até á nausea pseudo “factos” sobre o anterior governo.

  2. as fugas ao segredo de justiça são um complemento de ordenado livre de impostos, além de servirem para desviar atenções daquilo que interessa.

  3. Os magistrados, como outros grupos de influência na sociedade portuguesa, são um reflexo de um país minado pela corrupção e pela chantagem política. Quando o governo mudar, os mesmos magistrados (ou outros) fazem o mesmo ao governo actual e assim sucessivamente.
    É endémico.

  4. “Quando o governo mudar, os mesmos magistrados (ou outros) fazem o mesmo ao governo actual e assim sucessivamente.
    É endémico.”

    tás enganado, já deu para perceber que só fazem a governos socialistas. é sistémico.

  5. Fugas ao segredo de Justiça? Pelos magistrados portugueses? Que ideia Val!!!! Eles são lá capazes disso. Tudo calúnias, tudo calúnias… A culpa é daquelas “coisinhas” pequeninas, pens ou CD’s ou lá como se chamam, que se introduzem, sabe Deus como, nos computadores dos senhores magistrados e, por azar, vão sempre parar ao Correio da Merdanhã.

  6. Pois! Mas o problema mais grave, é que mesmo tendo mudado a direcção da ASJP, parece que a corporação continua a funcionar na mesma. E não se ouvem vozes discordantes no seio da Magistratura o que denuncia ou medo da corporação ou falta de independência. Isto, partindo do principio que ainda existem JUÌZES e não meros funcionários bem pagos.

  7. Pois, ainda exsitem Juízes, mas já começa a não existir juízes, porque alguns dos juízes que existem não gostam de fazer julgamentos, gostam mais do acordo e ou acordas e aceitas o acordo ou arriscas-te a perder. Fugas de informação? Pois também há, mas agora o mais importante é saber porque é que os juízes que chegam ou que já existem não querem fazer julgamentos, pás, e lixam aquela merda toda e interrompem os cabrões da outra toga, fogo! pensem nessa gaita, pensem nisso, que a justiça agora é que está a mostrar a cara, os gajos estão assoberbados de trabalhom, o fdp do legislador faz leis da treta e quem as paga é o mexilhão.

  8. S. Bagonha pôs o dedo em algo deveras intrigante. Será que entre tantos juízes e magistrados não há uma única voz discordante em relação a esta pouca vergonha! Será que aquilo a que chamam “espírito corporativo” inibe os homens impolutos que seguramente têm de existir na corporação?! Mas se assim é, que homens impolutos são esses?!

  9. Não, nem levar isto até ao fim:

    Ongoing e políticos recebiam relatórios diários da Secreta

    Silva Carvalho moveu influências para ser diretor do Serviço de Informações da República após eleições. Eduardo Moniz entre destinatários de informação elaborada pelo Serviço de Informações Estratégicas

    Já fora do SIED, Silva Carvalho continuou a receber relatórios deste serviço de informações que, diariamente, reencaminhava para 15 homens da Ongoing, “bem como a dirigentes do universo político-partidário”.

    O vice-presidente da Ongoing Media, José Eduardo Moniz, o presidente do grupo Ongoing, Nuno Vasconcellos, o diretor do “Diário Económico”, António Costa, e figuras como Vasco Rato, Rafael Mora e João Alfaro são alguns dos 15 gestores que, entre 2010 e 2011, receberam relatórios diários do já então ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), Jorge Silva Carvalho.

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=2506237

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