8 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Talvez todas, excepto aquelas onde se pode ler que 2+2=4. Tudo o que for além disto, para Cavaco “é latim”, a precisar da traduçâo de um assessor. Desde que não seja o Lima, que em esperteza se eleva ao quadrado do chefe.

  2. a isabel moreira já falou aqui nisso, só era importante que ele conseguisse interpretar o artº 131 e bazasse prá da tia que o sol vai alto.

  3. Estou em crer que o artigo que mais confusão lhe causa é o 130º, sobre a responsabilidade criminal de um Presidente da República em funções. É aliás, na minha modesta opinião, o que explica a protecção dispensada a assessores responsáveis por tiros pela culatra como o das já proverbiais escutas a Belém, apontado a Sócrates da forma mais leal que congeminar se pode, mas detonado em pleno rosto da presidência.

  4. Pelo andar da carruagem se vê quem vai lá dentro. Na minha opinião, este cavalheiro, para além de um pouco de aritmética, não deve entender rigorosamente de mais nada. Não se recordam da confusão que a criatura fez sobre Thomas More e Thomas Mann? Ahhhhhhhhhhh, e sabe interpretar sobre o estado de alegria das vaquinhas!!!

  5. O automóvel de Cavaco é apenas para passear a família e para as sua deslocações pessoais.

    Como o Cavaco não anda em grupinhos nem de aventais, nem sotainas, nem capelinhas, nem dá “cavaco”, toda a gente já basculhou a sua fortuna, a sua casa de banho e lhe morde nos calcanhares, o homem mesmo sem querer vai transformar-se um gigante no meio pigmeus

  6. tadinho, ainda por cima fica com o mais baixo índice de popularidade de um chefe de estado.

    Mas, Rural, quem interessa que vasculhe as contas do Cavaco é a Justiça, mas essa, népia, logo não vasculhaste porra nenhuma. Capice?

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