Perguntas simples

No dia 9 de Março, a meio da tarde, o espírito de diálogo construtivo capaz de assegurar os entendimentos que melhor sirvam os interesses do país, quer a estabilização financeira, quer o crescimento económico, a criação de emprego e a preservação da coesão social ainda não era imperativo? E no dia 23 de Março, no final da tardinha, ainda não era essencial que os portugueses congreguem esforços e vontades e tenham uma atitude activa de cooperação e solidariedade?

13 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Era, mas como alguém disse em junho de 2009, quem nos levou ao descalabro não nos podia tirar de lá, e seguindo as palavras sábias do sr eng. Sócrates nesse iluminado dia do mês de junho de 2009, todos sabiam a 23 de março que o sr eng não nos conseguiria tirar de onde nos meteu.

  2. Valupi, meu Caro:

    No meio disto tudo, adoro a expressividade do Ministro das Finanças que é quase igual à de Ana Avoila.
    Obrigado
    Jnascimento

  3. Ó Tiago, ainda nâo conseguiste sair do quintal da tua avozinha? Entâo a crise das dividas soberarnas é obra de Sócrates, seu patareco! Contaram-te a uma história da carochinha para assaltar o poder e tu engoliste tudo?
    Cresce, rapaz. Só para te avivar a memória: sabes quem nas décadas de oitenta e noventa lutava par não estar na cauda da Europa e deitava foguetes quando aparecia em penúltimo? O actual PR Cavaco. Não me consta que o país viesse arruinado das mãos de Sócrates.
    Mas isto de história não conta, pois não? Começou tudo em 2005!
    Se te d’a prazer bater no homem, bate à vontade. Mas confessa que ‘e por gozo.

  4. Como é que argumentam os sacanas campeões da dívida e das cinquenta PPP socratistas, onerosas pelos séculos dos séculos, contra os que os acusam de nos terem risonha e optimisticamente conduzido aonde nos conduziram? Com a crise das dividas soberanas. Lavam as manápulas, meneiam a cabeça e garantem que a crise das dívidas soberanas não é obra de Sócrates, mas um problema sistémico e geral. Outro dos argumentos de fuga das próprias culpas e responsabilidades, repetidos até à exaustão a ver se cola, é que a pré-bancarrota actual tem a sua génese nas decisões longínquas de Cavaco, no dealbar dos anos oitenta-noventa. Ou seja, os últimos seis anos são seis anos que não existiram. São seis anos sem ninguém a quem assacar responsabilidades. Facciosos e unidimensionais como hienas trinchando a presa, os socratistas-socialistas não conseguem ser implacáveis nem justos, nem honestos nem sérios, a respeito das suas próprias malfeitorias, da sua inultrapassável rapacidade, mas já podem ser absolutamente cortantes, impiedosos e exigentes, por exemplo, com João Jardim [que pode começar a preparar-se para o fim da subvençãozinha] e desencadear um chorrilho de insultos sobre e Pedro Passos Coelho e é assim que o coio composto por assessores socialistas-socratistas e outra gente organizada em bando insultador organizado não passa de um coio de conas e de cornudos inimputáveis dos quais nada há a esperar senão prisão e caixote do lixo. Vamos lutar por um rumo novo ao ajuste democrático de contas.

  5. Rex borroso,

    tens toda a razão, Portugal está como está devido a estes seis anos de governação socretina. Antes estávamos muitissimo bem, tanto a nível de défice, como de balança comercial,exportações e assim, éramos procurados como fornedecores internacionais de novas tecnologias, e de nergias renováveis, tínhamos uma reforma administrativa simplificadora e abolidora de burocracia que facilitava muito a vida dos particulares , das empresas e dos investidores, tínhamos o défice maia lato da Europa, logo o Sócrates que reduzir para um dos mais baixos da Europa, renovar do parque escolar público que não interessa a ninguém, mais a merda das listas de espera que reduziram para umm quinto do tempo de espera. Ora não se admite. Ainda bem que nos vimos livres desse “coio de conas e cornudos” que só merecem estar na prisão. Sozinhos, sozinhinos da silva. Mais nada. Viva Rex, vamos lá lutar por esse rumo…

  6. O nossa taça de campeões da dívida começou no dia 23 de Mrço, não sei se te lembras, e mesmo assim ,apesar de os estramos a esforçar muito, ainda não chegámos ao nível da Grécia, o que pode comprometer o nosso título. Mas confio neste governo para conseguir o objectico (bem vistas as coias, ainda não era governo e já estava quase lá).

  7. Só em 2010, o impacto na dívida pública do buraco do BPN foi de 2,2 por cento. O fartar vilanagem dos empresários pêpêdês e dos banqueiros cavaquistas representa um montante superior ao corte dos subsídios na função pública. Os funcionários vão ficar sem subsídios de férias e de natal para pagar o roubo dos ladrões laranjas e as lagostas do Dias Loureiro em Cabo Verde.

  8. Pois é, esse anda a monte por Cabo Vere, não temos acordo de extradição? E o processo, como vai? Ah, não vai.Compreendi…

  9. O País não são números.
    O País são os idosos que merecem um fim de vida digno.
    O País são as crianças que merecem ter um futuro e poder ter esperança de o alcançar.
    O País são as pessoas do nosso Povo, com todas as suas limitações mas todas as Lusas qualidades.
    O País, senhores governantes, somos todos nós.

    Quando foi que nos esquecemos de governar para as pessoas?

    Vejam lá se entendem isto:
    O objectivo de um Governo é criar as melhores condições de vida para os cidadãos de um país.

    Quais são os desejos de um Povo? (infantilmente explicado)
    – ter um emprego que lhe permita condições financeiras dignas e um tecto
    – ter um bom sistema de saúde onde se possa cuidar
    – ter um sistema de justiça rápido e justo
    – ter um sistema de educação onde possa confiar os filhos
    – ter serviços públicos eficazes
    – ter um sistema cultural bem cuidado que conserve a identidade nacional
    – ter governantes que zelem por estes interesses e não sejam corruptos

    Senhores Governantes, parece-lhes que fazem alguma coisa disto?

    Acham que o Povo se interessa pela dívida, pelo défice, pela balança comercial e pelo raio que os parta a todos?

    Conseguem enfim perceber porque o Povo está divorciado da política e não confia naqueles que são eleitos para os representar?

    A vossa actuação política está dissociada do objectivo de vida do vosso Povo.

    Vocês não estão a governar para fazer cumprir as expectativas da sociedade que representam.
    Governam para defender os objectivos de quem?

    É tão difícil de entender?!

    Ou são incompetentes ou têm uma agenda própria.
    Já agora, choca-me que nos dias que correm apresentem todos os sacrifícios como inevitabilidades.
    Ou passamos fome ou o País fica sem dinheiro.

    Se eu sempre paguei os meus impostos como raio não têm dinheiro?

    E se o gastaram mal gasto… de quem é a culpa, caralho?!

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