As extraordinárias PPP

Dia extraordinário, esta terça-feira passada. Não pela realização do Conselho de Estado e conhecimento das suas conclusões ordinárias, mas pela ida de Paulo Campos e António Mendonça à comissão parlamentar de Obras Públicas. O primeiro é um dos alvos favoritos de ranhosos e imbecis na imparável campanha de criminalização de socialistas. Dir-se-ia que o infeliz senhor iria ser reduzido a uma papa de incompetência e corrupção pelos feros deputados da nova maioria e seus aliados comunas, ali onde não se poderia furtar ao mais rigoroso interrogatório por parte daqueles que possuem a Verdade. Dir-se-ia, mas diz-se muita coisa.

Pois o Campos foi para a frente da manada com números que contam uma história também extraordinária: nos Governos Sócrates, o peso das PPP baixou por comparação com os valores de 2005. Talvez esta seja a tanga do século, mas a réplica ininteligível do deputado do PSD não conseguiu sequer beliscar o argumento. Já pelo lado de Mendonça, foi dito o óbvio: as PPP podem ser vistas como gasto ou como investimento. Vê-las como investimento é o que melhor cuida dos interesses futuros. A estas declarações na primeira metade do dia seguiu-se o mui extraordinário silêncio dos trastes que têm largado as maiores atoardas acerca das obras públicas do anterior Governo.

Salto para a porqueira. Crespo tinha uma reportagem sobre a sessão na comissão parlamentar onde as PPP eram descritas na locução como uma bomba-relógio. Repetia-se, insinuando, a retórica de estar nelas a raiz de todo o mal e de todas as malfeitorias à mistura com declarações de Campos e Mendonça na Assembleia. O espectador ingénuo, ainda não destituído de mínimos na sua capacidade lógica, ficou à espera de ver em estúdio um dos dois ex-governantes para se aprofundar o tema no contraditório. Só que o Crespo gosta de surpreender os ingénuos com baldes de merda que lhes atira para cima. O que tinha preparado era a enésima calúnia contra Sócrates e sabe-se lá quem mais. Apareceu António Sérgio Azenha, autor do livro Como os Políticos Enriquecem em Portugal, para dar cobertura à associação que o porcalhão queria fazer entre os governantes socialistas responsáveis pelas PPP e um qualquer ganho ilícito daí resultante – na denúncia do qual as provas deixam de ser necessárias, basta o sorriso gorduroso do Crespo para que canalhas, broncos e patarecos se babem alucinados na caça a mais um bandido do PS.

Vale a pena ver para não nos esquecermos do que Balsemão, outrora pilar do regime democrático, permite que se faça ao espaço público em Portugal.

30 thoughts on “As extraordinárias PPP”

  1. Assisti à comissão parlamentar de Obras Públicas, via canal Parlamento, ao inquérito a Paulo Campos, Secretário de Estado das Obras Públicas, no governo de José Sócrates.
    Paulo Campos apresentou vários documentos a contradizer o motivo pelo qual estava acusado mas sempre com a interrupção e desacordo dos deputados do PSD. Estes querem acusar e decidir a seu belo prazer. Uma deputada do PSD fez inúmeras acusações chegando ao ponto de pôr o ex-Secretário de Estado como um malfeitor, inimputável e outras coisas mais.
    Os outros deputados, tirando o PSD, foram cordatos, embora discordando, mas nunca pondo em causa os números apresentados a não ser o do CDS pela voz de Hélder Amaral sobre os locais de certas auto-estradas.
    Mas o melhor estava para vir. À última hora apareceu Filipe Meneses, deputado do PSD, a contestar as contas que Paulo Campos tinha apresentado. Fê-lo de tal forma que julguei que a sala ia explodir. “Quem se afoga, às palhas se agarra”. Chamou a Paulo Campos aldrabão, que estava a manipular os dados todos. Aqui lembrou-me outro Meneses, mas este de nome, Luís Filipe Meneses, seu progenitor, num congresso do PSD em 1995. “Quem sai aos seus, não degenera”.
    Estes “senhores” não se apercebem que estão a ser vistos por milhares de portugueses. Há quem diga que a democracia está enfermada. Com estes comportamentos os deputados estão a matá-la.
    Chamar aldrabão é a fórmula que o PSD arranjou para os seus adversários. Desde Ferreira Leite a Passos Coelho é o que se tem visto. Mas não há memória de em tão pouco tempo se ver maior mentiroso que Passos Coelho.
    “Minta, minta sempre, alguma coisa ficará”.

  2. Não vejo o Crespo e quase não acompanho telejornais. São um nojo global. O Manuel Pacheco ainda recorda o tempo em que Balsemão era um “democrata”. Como vê, Pacheco, a doença foi-se.
    É o PREC da Direita, meus amigos. Era mesmo isto que o PCP e BE esperavam para ganhar elan junto do eleitorado faminto e desesperado que se cola aos partidos da contestaçâo permanente.
    Filhos da puta. Os do PREC e os outros.

  3. Contudo entretanto houve o efeito Paulo Campos (6 anos dá para fazer muitas coisa) e a partir de 2013 os custos das PPP´s vai disparar, atingindo o pico em 2015, altura que estes tipo de custos vai custar mais de 1% do PIB.

  4. o paulo campo diz ? o que o paulo campo diz não se escreve. saberá ele fazer contas , até ? ora apresenta lá os números relativos à diminuição do peso do ” investimento” dos privados e da “despesa” dos contribuintes (que sim as ppp podem ser vistas como investimento ou como despesa…. ) mas revistos pelo tribunal de contas
    defendes cada cromo , só com a cena dos ctt estáve tudo dito , homem

  5. Escutem todos, estas são as novas, fresquinhas e boas.

    Portugal é o único país da Europa, e provavelmente do mundo incluindo alguns planetas mais chegados, em que os políticos de esquerda que põem as assinaturas e lacres nos contratos com companhias privadas não se abotoam com chorudas maquias quando podem e ninguém está a mirá-los de esguelha. Já tínhamos o milagre de Fátima, agora temos este, dum materialismo inovador e aparentemente à prova de arrombamento.

    Também importa esclarecer e advertir o autor deste post que peixe graúdo como o Pinto Balsemão Bilderberger (pilar da democracia com baptismo de fogo na era salazarista e uma fortuna acumulada com o suor das suas mãos calejadas) não tem a mínima consideração pela petinga de meia guelra que anda agora amedrontada com os levantamentos que lhes andam a fazer aos mealheiros inexplicáveis, seja a petinga de Sesimbra, do seu partido favorito ou freguêsa na loja onde compra as camisas.

    A vida é cruelíssima, sucessão de vinagres sobre feridas, já sabemos isso desde os tempos bíblicos. Mas tem de ser assim, uns quantos carneiros têm de ficar pelo caminho, derreados, mal afamados, mortos, sacrificados a golpe de marreta. Os investimentos na Ideia com Plano têm surpresas destas.

  6. Num dos telejornais o que vi e ouvi foi o deputado do PSD dar uma coça no Paulo Campos, ridicularizando os gráficos, e a jornalista de serviço dizer que os gráficos apresentados pretendiam mascarar as contas. Foi isto que ficou para o povão.
    Asfixia democrática? Era com isto que eles sonhavam. E conseguiram.
    Pelo que vejo, os politicos da oposiçâo actual estão a ficar tão domesticadinhos como os da Madeira de Jardim.
    Custou, mas “chegamos à Madeira”. Foi só chegar ao poder total, controlar a justiça e comprar a comunicação social toda.

  7. Numa PPP há sempre um estudo prévio de custo-beneficio. Se é um investimento em infra-estruturas tem de considerar-se que ‘e um investimento sobretudo para o futuro. As gerações futuras terão de o pagar, também, é certo, mas herdaram o investimento. Onde está a iniquidade?
    Elefantes brancos são uma iniquidade. Ataquem esses. Mas o que se ouve é um ataque indiscriminado a todas a PPP. Porque a insanidade tomou conta dos politicos que nos últimos anos afrontaram um governo empreendedor como há muito não se via neste país.

  8. No Crespo, assim que o patareco do autor começou a falar (não conseguia articular duas), desisti. Há um limite para a minha paciência…Patarecos, nova categoria a ter em conta e ajuntar aos imbecis e ranhosos, sem dúvida.

  9. O Crespo vai ser um dos que vão acabar a esbracejar na fogueira que eles próprios atearam. Já faltou mais e não vai ser bonito de ver. Mas é de uma autêntica e grande DESINFECÇÃO que Portugal está a precisar neste momento.

  10. Ontem parece que se realizou um Conselho de Estado, mas não se determinou a necessidade de purgar Portugal apontando o dedo aos ex-governantes corruptos, apurando as suas responsabilidades. Nem houve unanimidades nesta hora crítica com o conselheiros a colocarem-se do lado das medidas draconianas necessárias à salvação de Portugal. Não. Só conclusões ordinárias. Habituais. Vazias. Os velhos conselheiros subvencionados, cujos direitos adquiridos deveriam ser tão adquiridos como os nossos, isto é, rasuráveis e abolíveis, foram-se embora após a seca suportada e o País ficou na mesma. Antes disso, Paulo Campos, tão ou mais ranhoso e imbecil que o odioso Sócrates, baixou à comissão parlamentar de Obras Públicas a fim de justamente ser criminalizado e convertido em papa de merda pela incompetência e corrupção dos últimos governos com as suas PPP, ápice da putice. Lá veio com papéis devidamente forjados na esteira das velhas patranhas socialistas-socratistas, habilidades, tesouradas e escondimentos estratégicos com o rabo de fora. Tornou-se pacífico aos portugueses que após a fuga de Sócrates para o Diabo que o carregue ficaram os cúmplices a apanhar com os ferros com que mataram Portugal, segundo o provérbio. A anterior bestialidade governativa jaz impune enquanto a raiva sobe aos dentes do Nicolau e se assiste à tentativa de colar a Passos toda a casta de impropérios antes dirigidos a Sócrates, enquanto os socialistas se debatem para que não se faça a necessária e extensa clarificação sobre o papel danoso de Sócrates e dos seus ao País. Não teremos qualquer descanso se o não fizermos. Não faltarão canalhas, broncos e patarecos a inverter o bico ao prego insultando aqueles que no fundo somos todos nós, todos lesados grosseiramente por uma aberração horrenda chamada socratismo com os seus pulhas, os seus assessores mentes brilhantes negras, prisionais e passionais. Isto é, não são eles os cabrões nem os grunhos que nos roubaram, negociaram a seu próprio favor, ganharam milhões com o erário, danaram Portugal, abicharam quanto quiseram. Os grunhos e cabrões somos nós que não nos conformamos com isso e os estamos a ver muito bem na velha insolência e na velha sem-vergonha dos direitos, da constituição e dos perigos para a democracia que lhes concede impunidade perpétua e o dom de ter abusado e continuar abusar à vontadinha. E assim vai o mundo se lhes não dermos luta quotidiana.

  11. ESTUPIDOSSAURO REX

    COMENTARIOS QUANTO A ISTO????
    “Administrador não executivo da Sonaecom, da Mota-Engil e do BPI, António Lobo Xavier auferiu 83 mil euros no ano passado (não está contemplado o salário na operadora de telecomunicações, já que não consta do relatório da empresa). Tendo estado presente em 22 encontros dos conselhos de administração destas empresas, o advogado ganhou, por reunião, mais de 3700 euros.

    O ex-vice presidente do PSD José Pedro Aguiar-Branco e agora ministro da defesa é outro dos “campeões”
    dos cargos nas cotadas nacionais. O advogado é presidente da mesa da Semapa (que não divulga o salário do advogado), da Portucel e da Impresa, entre vários outros cargos. Por duas AG em 2009, Aguiar-Branco recebeu 8 080 euros, ou seja, 4 040 por reunião.

    Segue-se António Nogueira Leite , que é administrador não executivo na Brisa, EDP Renováveis e Reditus, entre outros cargos.

    O economista recebeu 193 mil euros, estando presente em 36 encontros destas companhias. O que corresponde a mais de 5 300 euros por reunião.

    o mais bem pago por reunião é João Vieira Castro (na infografia, a ordem é pelo total de salário).

    O advogado recebeu, em 2009, 45 mil euros por apenas quatro reuniões, já que é presidente da mesa da assembleia geral do BPI, da Jerónimo Martins, da Sonaecom e da Sonae Indústria.

    Proença de Carvalho é o responsável com mais cargos entre os administradores não executivos das companhias do PSI-20, e também o mais bem pago. O advogado é presidente do conselho de administração da Zon, é membro da comissão de remunerações do BES, vice-presidente da mesa da assembleia geral da CGD e presidente da mesa na Galp Energia. E estes são apenas os cargos em empresas cotadas, já que Proença de Carvalho desempenha funções semelhantes em mais de 30 empresas. Considerando apenas estas quatro empresas (já que só é possível saber a remuneração em empresas cotadas em bolsa), o advogado recebeu 252 mil euros. Tendo em conta que esteve presente em 16 reuniões, Proença de Carvalho recebeu, em média e em 2009, 15,8 mil euros por reunião.”

  12. se há estudos custo benefício são muito fracotes. e que não têm em conta as projeções demográficas é certinho. nada leva a crer que haja uma reviravolta no envelhecimento da população e os velhotes circulam lá pertinho de casa , ainda pra mais agora a maria tb emigra , não fica a tratar das vacas e dos filhos enquanto o manel anda no estanja a ganhar a vida.

  13. E vamos fazer estudos baseados em quê? A contar que as marias todas vão emigrar? A contar que a economia do país vai ser amanhã o que é hoje? Os investimentos e as contas não são feitos numa perspectiva de crescimento? Ou vamos ficar a olhar para trás!
    O Japão não fez essas contas. Tivessem sujeitado o país terrivelmente endividado a um choque como este das dividas soberanas e a ilha afundava de vez. Olhou em frente, endividou-se para além do impensável, acreditando que nunca falharia as prestações. Não falhou, como Portugal não falhou uma única. Porque lhe subiram diabólicamente os juros? Responde :))!
    Façam as contas à maneira de uma dona de casa, que não gasta nem mais um tostão do que ganha, nem para consumir nem para investir, e acabarão todos descalços e de calças rotas no cu. E pobrezinhos mas honrados. E atrelados ao arado da ignorancia. E tão submissos quanto agradecidos a um qualquer salazarismo.

  14. Pois é Val, quando os números não agradam chama-se mentiroso ao fulano e está tudo resolvido! Muito do zé pagode que prefere ver o lixo que as televisões vomitam cá para fora e se pelam pelos programas ditos desportivos onde cada um puxa a brasa para a sua sardinha, querem lá saber de números, ou do Paulo Campos ou de qualquer um outro que não siga o discurso habitual.
    O Pombal também foi um louco que esbanjou dinheiro a rodos ao fazer uma baixa lisboeta que séculos depois ainda funcionava a nível de escoamento de trânsito, a ponte da Arrábida, segundo os engenheiros da época, ía cair no dia em que fechassem o arco, o Zarco quando chegou à Madeira ía cheio de medo pois julgava que se não fossem estas ilhas tinha caído no Inferno pois o mundo era plano e acabava logo adiante, o estúpido do D. Dinis fazia versos e resolveu fazer uma universidade em vez de fazer conventos como o outro que derreteu o ouro do Brasil em Mafra e por aí fora.
    Quanto ao Crespo, já perdi a paciência para ver o personagem. Além de parvo é presunçoso e utiliza o lugar para se vingar dos que o tiraram de Washington onde era jornalista(!) acreditado (por quem?) dada a borrada que andava a fazer e o dinheiro que gastava.
    Em nome da liberdade de imprensa o Balsemão deixa-o ficar em horário nobre, gostaria de ver o que é que ele faria a um jornalista que dissesse mal do atual governo ou dos seus amigos nos seus canais e no mesmo horário.
    Palavras para quê, são artistas portugueses e já basta.

  15. olhe Mário , as contas e os investimentos das famílias e empresas e estados que estão endividados até ao pescoço também foram feitas numa perspectiva de crescimento… acontece que o futuro a longo prazo só deus sabe e contar com o ovo no cu da galinha que ainda nem nasceu só lembra a “especialistas” .
    médio/curto prazo , que dá para minimizar os imponderáveis , pagar em vida e não os bisnetos , necessidades prementes , acho que são bons pontos de partida para investimentos.

  16. e até , se calhar , os bisnetos , com a tecnologia , andam de motas aéreas e as estradas térreas e demais investimentos do sec XXI não lhes fazem falta nenhuma no XXII.

  17. Depois de terem perdido as eleições da maneira que perderam, era de esperar que ganhassem vergonha na tromba. Nem pensar. Ao menos arranjem novos mentirosos.

  18. Fogo, leio o textícolo e concluo uma coisa. Depois leio um comentador daqui, Manuel Pacheco, dizendo que afinal só os do PSD não foram cordatos com Paulo Campos, tendo os deputados de outros partidos sido.

    Depois ponho-me a ouvir o Mário Crespo mais o António Sérgio Azenha (ASA) e, até onde tive pachorra para ouvir, nada descubro a cascar no Sócrates.

    ProntoS talvez haja o alinhamento, que de qualquer forma não é da responsabilidade de ASA – alguém que foi convidado para falar do livro que publicou. Só que, atendendo à distorção entre o que Val costuma dizer e o que eu costumo concluir com base nos mesmos documentos, não sei se deva acreditar.

  19. «Bem escrito. Nem é preciso falar muito desse desprezível asqueroso — que é Paulo Campos — um dos mais diligentes súcubos de sócrates. Para esta cáfila de salteadores, em que se tornou o PS, a comunicação social teve sempre um olhar terno. Mesmo quando pinto-de-sousa andou a capar jornalistas individuais e a açaimar jornais e televisões no seu todo. A esperada revolta/revelação das tropelias controleiras e de ‘lápis azul’ do PS, a seguir a eleições, nunca veio… Significativo. Quanto ao Conselho de Estado, que friso de aleijões coniventes é esse ‘órgão’! Se não fosse um trocadilho amarelado e vazio, poder-se-ia dizer (numa república carnavalenta como esta) “o Rei vai nu”: o CE está revestido de ex-praticantes entusiastas da dívida sem freio, do empréstimo da fuga para a frente, do Estado Social da treta que, um dia, outros pagarão (pagariam…), de incompetentes e ignorantes, de ‘criminosos num País decente’. Este triste e delinquente espectáculo jamais seria aceitável numa monarquia, pois não faltariam os progressistas e os herdeiros da tradição parlapatosa de Cipião e de Tito Lívio – clamando pelo fim de um regime que permitia a existência de semelhante aberração. Mas não. Por cá, o CE reúne e produz banalidades, já nem aceitáveis num salão de barbearia.» Besta Imunda

  20. Rex, agora muito a sério, fui pela prieira vez ao teu blogue: homem, tens uma doença mental próxima da esquizofrenia. Nojo!

  21. Como se desmentir outros fosse tão fácil como dizer ” os seus papeis são aldrabados”…
    Se partimos dessa forma de analisar as coisas nem há espaço para o debate. É deixar quem assim pensa a falar sozinho, já que aparentemente gosta muito de se ouvir, mas pouco de dialogar e argumentar…

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