12 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Aquele sr. a quem chamam PR encontra-se chateadíssimo, à espera que um informático amigo daquele sr. assessor que inventou aquela história das escutas, lembram-se?, vá lá ao palácio dar cabo de um malvado virus que lhe tem atormentado o PC (o computador não o outro), para poder vir dizer de sua justiça no feice-buque. Diz-se também que não tem passado muito bem dos intestinos, mercê de umas bananas da Madeira, algo estragadas, que terá comido

  2. Desculpem esta minha frontalidade mas não posso deixar de apoiar o silêncio do Sr PR.
    Só quem não esteve perante as câmaras televisivas não percebe a maçada que é ser maquilhado. A roupa não pode ter riscas ou os telespectadores ficam com dores nos olhos e para dizer o que o Primeiro Ministro disse mais vale estar calado.

  3. Esperem sentados. Ele sabe muito bem quando o silêncio é de ouro. E o povo aprecia pode demais esta atitude de distanciamento da merda que a gente faz. É rei, meus amigos, é rei!E o povo ainda gosta do rei da merda que a gente faz. Como se o rei nem tivesse cu, nem precisasse de o limpar quando caga.

  4. o cavaco não fala porque tudo quanto disser pode ser usado contra ele. é um clássico, quando está à rasca faz de morto. já o casca de banana quando a coisa não lhe corre bem desata aos berros. dois estilos de abordagem do mesmo problema.

  5. A verdade é que até agora o bruxo de Boliqueime não encontrou qualquer pintelho na Madeira. Ele só intervém, de preferência a meio das férias e às horas do telejornal, quando há pintelhos ao barulho. Ora Jardim, sabendo do que a casa gasta, mandou prudentemente rapar a pentelheira antes do verão.

  6. Ontem Alfredo Barroso chamou-lhe O Grande Mudo.
    Acho até que se calhar é mais prudente que não se lhe desagrafe a boca, continuando a palitar os dentes no tal de feice buque a que se refere S.Bagonha acima.

    É certo que, face a esta (colossal) obstipação, poderia ainda pedir-se a mão amiga que lhe alvitrasse o uso de um laxante SOS.
    Mas haveria sempre o receio de que acontecesse o mesmo que ao ao chefe índio daquela anedota mais velha que a Sé de Braga: imobilizado há meses com uma prisão de ventre, sem possibilidade de exercer capazmente as suas altas funções na tríbo (“Big Chief, No Cáca” era o que o chefe de gabinete respondia quando os subditos perguntavam qual a razão do seu mutismo e melancolia governativa), teve que recorrer-se ao curandeiro da tribo, que, num caldeirão a preceito, preparou uma poção de altíssimo poder laxativo. Tão alto que, após a sua aplicação, o dito chefe de gabinete, cabisbaixo, informava o gentio: “Big Cáca, No Chief”. Claro que esta andota tem barbas. Desculpem. Mas compreendamos os receios do Grande Mudo.

  7. Quando é que o Cavaco falou verdade aos portugueses? Quando é que o Cavaco se preocupou com questões prementes? Quando é que o Cavaco se preocupou com o estado do país? Quando é que o Cavaco foi uma pessoa honesta? Quando é que o Cavaco foi uma pessoa inteligente? Quando é que o Cavaco foi uma pessoa ativa e trabalhadora? Quando é que o Cavaco escutou o povo? Quando é que o Cavaco sugeriu alguma medida original? Quando é que o Cavaco mereceu confiança política? Quando é que o Cavaco colocou os interesses nacionais à frente dos pessoais?

    A resposta a todas essas perguntas é a mesma: NUNCA.

    Mas este idiota está na Presidência, eleito por um povo tão ou mais idiota do que ele. Quando o poveco não tem sequer capacidade para questionar a sanidade mental da Irmã Jacinta, como é que se espera que vote em consciência e informação? Espero, sinceramente, que o país afunde rapidamente porque, como todos os ricos, eu sempre arranjarei uma forma de me refugiar na costa de Amalfi ou na Riviera Francesa.

  8. Nas,

    Então pões como hipótese ires pra essas partes da Itália para te veres livre disto depois do afundamento a pique na vertical do jardim à beira mar e tal? Então leva guitarra, pá, pelos menos podes cantar uns fadinhos da Amálfia para não te esqueceres que é o povo quem mais elege em matéria de pinga. E temos que rever esse processo da Irmã Jacinta, ou nunca, mas NUNCA, teremos liberdade e sanidade em Portugal.

    Agarra aí a vela enquanto eu procuro um saco de carvão que deixei ontem debaixo da chaminé. Porra não se vê nada.

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