11 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Falar verdade aos portugueses em relação ao desemprego. Não percebi. Mas o INE tem mentido em relação à taxa de desemprego? Mas haverá algum português que não saiba quantos desempregados há no País? Pode ser impressão minha, mas deve ser número mais repetido por todos, políticos e jornalistas.

  2. o anibal (cavaco) anda sempre com a verdade na boca. apenas naquele intermezzo emprestou a verdade à velha para a campanha eleitoral. entretanto a velha foi dar uma volta e o aníbal voltou a apropriar-se da verdade (até porque há uma campanha que se aproxima).

  3. Este sonso do Cavaco ou está completamente gá-gá ou é duma desonestidade política sem limites. Isto é: ou é autêntico naquilo que disse e nesse caso está completamente off porque é o único dos portugueses que não conheçe o número dos desempregados deste país que, como acima diz a Guida, todos os dias e a todas as horas políticos e jornalistas repetem à saciedade.
    Não sendo, de facto, isso o que se passa, então o que sua excelência quis fazer quando disse o que disse não passa da mais reles demonstração da baixa política a que infelizmente o seu partido nos tem habituado.
    Não o disse frontalmente, como é seu hábito, mas insinuou que alguém tem andado para aí a mentir sobre o assunto aos pobres dos portuguesses; e esse alguém outro não é senão o desgraçado Sócrates.
    Dum Presidente da República esperava-se um pouco mais de decência!

  4. São os rabos de palha e o peso da consciência que o impedem. É óbvio que se Cavaco Silva quer renovar o mandato tem que se manter o mais calado possível. Mas o silêncio absoluto é impossível. A sua manifesta ausência de criatividade, sequer de convicções ou de quaisquer ideias interessantes, leva-o a repetir o seu discurso de sempre: os políticos são todos mentirosos, temos que separar a boa da má moeda, ópramim que tudo sei e nunca me engano, sou tão giro e verdadeiro. Santa confrangedora monotonia.

  5. Deixo duas questões onde a verdade do venerando é fundamental saber-se:

    – caso da Intentona
    – caso da sua compra e venda de acções do BPN

    abraço

  6. Mas estão à espera de quê?!
    A luta de poder a qq custo é isto mesmo: passar por ser aquilo que não é. Imputar aos outros aquilo que não são.

  7. O Clone

    No princípio, não era o verbo, era o teleponto. Sócrates discursava, mas bem avisados fomos: teleponto diáfano, aí residia o mistério dos seus dotes oratórios. E assim, de forma sobranceira, foi cometido o primeiro erro, grave, de análise por parte de comentadores e adversários.
    Os debates quinzenais na AR terminavam, quase invariavelmente, numa derrota humilhante para uma oposição sem argumentos, sem líder carismático e vergada ao voluntarismo, determinação e capacidade de resistência a ataques (todos, mesmo os mais vis e torpes) evidenciados por José Sócrates.
    No início bem me lembro de personalidades que lhe elogiavam a coragem, capacidade política, competência e ímpeto reformista.
    Na oposição, nunca se vislumbrou líder com especiais atributos de competência ou carisma para se afirmar como alternativa credível ao governo. A superioridade política de José Sócrates sobre os demais adversários era sempre notória em cada intervenção pública.
    E não podendo ser vencido na contenda política, a solução era calá-lo. Bem se sabe como o fizeram: atacar-lhe o carácter e vendê-lo como mentiroso.
    Cobardemente esfaqueado pela inventona de Belém, nem assim desfaleceu. E a sua determinação e coragem permitiu-lhe ganhar um segundo mandato. Fragilizado é certo, mas nem sem antes ter assistido à decapitação da líder do principal partido da oposição.
    Vontade de o amordaçar não faltará: entretanto, a senilidade política resume-se a uma palavra: verdade.
    Numa altura em que se admite que o clone é falso……

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