11 thoughts on “Perguntas complicadas”

  1. Não chego a compreender porque Passos não aceitou uma coligação pre-eleitoral com Portas. Será que tem noticias sobre a negociata (já confessada pelos alemães) dos submarinhos, que eu desconheço? Se for isso, acredito que se Passos ganhar uma dianteira razoável sobre Sócrates, ainda vamos assistir a uma exibição espectacular dos submarinos nos media afectos (todos)…antes das eleições. Por outro lado, a manter-se o empate técnico PSD-PS, podem contar com dez longos anos de investigação dobre a negociata confessada, até ao branqueamento definitivo do arquivamento. À boleia se vão safar todos os arguidos do BCP, BPN, BPP, CTT, Portucale. E também ninguém mais se vai interessar em saber como é que um Banco falido remunera um amigo acções a 150% …

  2. Er…desculpem a interrupção: algum comentário sobre os cartazes “dizem-que-é-uma-espécie-de-outdoor-simbólico” do PS? Constava-me que PS, PSD e PP tinham renunciado a esse tipo de meios nesta campanha, e afinal… Claro que isto não deve passar de um mal-entendido, pelo que conto com a vossa benevolente explicação.

  3. O veneno noutro tempo saía uma vez por semana na primeira página de um jornal; agora será mais rápido, uma questão de horas – se acontecer…

  4. Oh, João Dias: o PPD não precisa de outdoors. Já tem os canais de televisão todos, os comentadores de basófias, os Medina carreira e outros cavaleiros do apocalipse. Além, claro, do Expresso, DN, Correio da Manhã e Público! E tem-te a ti, claro!

  5. E não só, Farense: esqueceste-te de acrescentar o FMI, o Financial Times e o Banco de Portugal.
    Mas obrigado pelo esclarecimento: não se tratou, portanto, de um mal-entendido.

  6. Ah, sim, João Dias, já que fala do Banco de Portugal: só para lhe dizer que o que está lá agora sempre foi do PSD, pelo menos desde que foi para a REPER em Bruxelas…!

  7. Nem chegavam até ao próximo Orçamento de Estado! Isto partindo do princípio de que conseguiriam formar um Governo de coligação a dois…

    Alguém se lembra ainda do suplício que foi (e das semanas que levou…) a formação do Governinho Durão-Portas? E do tempo que ele durou até à sua primeira remodelação (com a saída do Ministro “das Cidades”, Isaltino Morais, e do seu Secretário de Estado)? E de que ele nem uma Legislatura conseguiu levar até ao fim (NEM DOIS ANOS durou…)???

    Pois é, abelha. E agora, em tempos de turbilhão, vai ser como? Adivinhem, eu prefiro pensar em coisas menos desagradáveis.

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