Paulo Bento forever

Paulo Bento

Como é possível que um ex-jogador mediano, um homem medíocre, sem qualidades e sem curriculum (consta que, mesmo o curso de treinador, e um outro, de culinária a vapor, foram obtidos numa universidade de quarta classe, com exames ao domingo e cunhas do director) seja o seleccionador nacional?!

E o resultado é este: o saneamento selvagem de dois jogadores geniais; uma selecção atamancada, sem técnica e sem valor, que só vai conseguindo pequenas “vitórias” com a ajuda de árbitros pagos com dinheiro obtido com a venda de um apartamento que estava em nome da tia de uma prima de um irmão de um conhecido dele, como ficou demonstrado numa carta escrita por um senhor muito respeitável que toda a gente conhece, mas de quem se não pode dizer o nome.

Tudo isto para não falar do dinheiro que o PB exigiu e recebeu para seleccionar o Postiga e não Cardozo, que marca muitos golos – há mesmo uma gravação de um senhor do Paraguai que o ouviu pedir 50 euros para fazer esse frete.

Só espero que o Senhor Presidente da Federação ponha ordem neste despautério. Nem posso esperar pelo próximo discurso.

Francisco Araújo

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Com a chancela de Alda Telles

15 thoughts on “Paulo Bento forever”

  1. “Deus me perdoe”, mas eu penso isso mesmo deste Paulo Bento.: um bronco, a roçar a iliteracia. Esta última atitude de amuo com a comunicaçào social, passado para toda a equipa, é de um primarismo arrepiante. Toda a gente percebe que ele tem no plantel 23 excelentes jogadores, alguns fora de série, mas que não sabem qual o seu papel dentro do campo. Só precisavam de saber como jogar em equipa para serem campeões da europa, porque o talento está lá todo, houvesse treinador, em vez de um bronco quase primário. Aonde quer que a selecçâo chegue, será pelo enorme talento dos seleccionados, apesar do treinador recontratado.

  2. ó mario essa dor é de cotovelo ou é espasmo no cagueiro?depois da vossa conversa de merda não querem que ele vos responda. vá lá com jeito dispam a camisola.

  3. Val, que merda é esta???

    Que porra de insinuações são estas?

    Estamos na época do vale tudo? Ódios de estimação todos podemos ter, mas isto já me parece uma mistura de burrisse com sacanice!

  4. Paulo Bento foi um jogador mediano? Só uma alimária vesga, coxa, desdentada e benfiquista pode dizer uma estupidez dessas.

  5. Bem, eu estou até agradecido aos deuses, caixa baixa, por conseguir discordar profundamente de uma opinião do Valupi!

    Paulo Bento foi um jogador mediano e é um treinador mediano. Não vejo que isso tenha nada de mal ou errado. Serviu para manter o Sporting numa luta média, a do segundo lugar, e absolutamente realista e adequada ao que o clube é, hoje.

    Na seleção da FPF/BES/GALP/Sagres/Nike/etc, PB faz o mesmo: lidera, com honestidade, uma equipa mediana que espreita, como qualquer outra, a sua oportunidade através do realismo e do trabalho.

    É tique pessoal, ok. Mas prefiro a seleção da FPF/etc realista e auto-consciente do seu valor mediano às inflacionadas chaladeiras querosianas.

    Não me excita por aí além vê-los jogar? Não. Mas tenho o papinho cheio de ver Ronaldo na arte de bem jogar à bola no Real Madrid. E, sem a Holanda em prova, teremos sempre Espanha para admirar. E aplaudirei justamente, medianamente, Paulo Bento se ele passar às meias finais. Merecerá o aplauso.

    (Nota: o homem é mediano mas na proteção dos jogadores tem Bom com Distinção. Ganhou dois jogos defendendo primeiro Postiga e depois o Melhor Futebolista Da Galáxia, coitado.)

  6. Ibn, um gajo tenta ajudar-te e ainda te queixas. Que cromo.
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    Sapo Cocas, também tu não estás a ler a Alda. Ela explica.
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    Paulo Querido, concordo muito contigo. Mil vezes o Paulo Bento ao Queiroz, que se revelou absolutamente inepto para a função. Foi degradante vê-lo como um farrapo humano. Depois, Bento também se recomenda pela ar proletário que exibe em contraste com o estilo cagão de Mourinho e Villas-Boas, por exemplo. Por fim, parece ser capaz de pegar em equipas fracas e torná-las medianas, coisa que tem o seu mérito.

    Para além disto, é um matarruano que ainda não se libertou das inseguranças, daí os conflitos estúpidos que vai causando com alguns jogadores e, agora, com o País inteiro. Aquela bacorada dos cachecóis da República Checa é imperdoavelmente infantil e insultuosa no cargo que ocupa.

  7. Val, Val, “isto é que está uma moenga!”. Então continuamos a largar bilis – como muito bem diz a Alda – embora agora sob a capa de um comentário de outro frequentador desta farmácia, hein?!?
    Confesso que ao ler o texto tive a mesma reação imediata que o Ibn Erriq. E até o Mário caiu na “armadilha”!
    E eu só venho aqui mais uma vez, porque não resisto a defender o Paulo Bento, depois de ler a sua resposta a Paulo Querido: é que as bacoradas têm sido muito mais fraquentes do lado dos “treinadores de bancada” ! E a selecção e o treinador precisam é de sentir um apoio activo e não de hipercriticismos – que`”à la limite” são ainda mais “saloios” e insultuosos!

  8. M.G.P.MENDES, tu ainda estás pior, pois alegas ter lido a Alda. É que a Alda explica que este texto que consideras armadilhado é uma óbvia ironia para cima daqueles que atacam o Bento.

    Quanto a considerares que os treinadores de bancada mandam mais bacoradas do que o nosso seleccionador, concordo contigo. E espero que seja sempre assim, como sempre assim tem sido e assim devia ser. O que não devia nunca acontecer era termos à frente da Selecção alguém que não aguenta sequer o burburinho das bancadas e começa logo a insultar cobardemente todos os adeptos.

  9. Val, pobre criatura como queres tu ajudar os outros se nem a ti consegues ajudar?

    Hoje deves estar com uma dor de corno do caralho, ah!

    Cura-te pá! Na falta possibilidade de ajuda clínica, consulta o padre Fontes!

  10. atão o relvax ainda não botou discurso na zona mista? com a passagem à 1/2 final o rating de portugal deve subir e as taxas de juros devem descer?

  11. PORRA! (se me permitem a franqueza), isto é como dizia o outro – nascer entre brutos, viver entre brutos, morrer entre brutos, não há tristeza maior.

    Então é assim, prontos:

    Neste blogue, digamos assim, socratista (é por isso que o visito com alguma frequência), encontrei, e logo pela pena de quem penso ser o dono do blogue, um escrito que reproduz um certo discurso que por aí tem andado, proveniente da rapaziada do benfas, chorando com evidente azedume não apenas estar a sua representação limitada ao Nelson Oliveira (apesar de, obviamente, não ser possível alargá-la), mas, sobretudo, esta selecção poder ser vista como a selecção de Alcochete. E, então, vale tudo – o Paulo Bento é um matarruano sem a fineza do Jesus; o Miguel Veloso é incompetente; tira o Postiga! (para meter o Nelson Oliveira) e por aí fora. E neste discurso – no que por aí corre e no que o Valupi escreve – encontrei um certo estilo, que conheço bem.

    E, meus caros, o estilo não é pouco.

    É por ele que pode avaliar-se o fundo do ataque, a qualidade do atacante e o mérito do atacado.

    Por isso, desgostado, por ler quem eu aprecio (porque diz coisas que me agradam ler) esparramar-se nesse estilo, de maledicência, gratuita, infundamentada e mesquinha, que pessoas sérias deviam abandonar definitivamente, em sinal de perene repúdio por tudo o que sofremos, resolvi dizer umas gracinhas, supondo que seria percebido por todos.

    Enganei-me.

    Ler, depois de tanto esforço para ser claro, sem ser óbvio, leio que o Valupi continua a lançar bilis “agora sob a capa de um comentário de outro frequentador desta farmácia”, ou seja, eu, não há tristeza maior.

    Querem que eu explique melhor?

  12. Francisco Araújo, trazes referências que não são as minhas, por isso não estavam em nada do que já escrevi aqui acerca do Paulo Bento ao longo destes anos. Para mim, o Bento é um matarruano desde o tempo em que pôs o Vukcevik na prateleira, com isso prejudicando a equipa, ao mesmo tempo que permitia ao Veloso uma atitude de afrontamento dos adeptos. Assim, estarás a falar não sei de quem, mas sei que não é de mim.

    Quanto ao resto, os blogues existem precisamente para que possamos perder tempo com disparates.

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