11 thoughts on “Passos Coelho, aquela galinha”

  1. A direita portuguesa fez um povo marcado pela iliteracia, elevar ao poder absoluto Cavaco e esta “galinha”. Foi a vingança contra um sonho nascido em Abril e alimentado por algumas décadas de democracia periclitante. Tudo cai por terra, estrondosamente, debaixo de uma enorme chacota da direita. O triunfo é arrasador e o principal motivo de regozijo da direita é poder chapar na cara dos democratas que na vanguarda deste combate para derrubar os sonhos de Abril estiveram os sindicatos e as forças partidárias da “esquerda verdadeira de Abril”, acantonadas no BE e no PCP. Foram os sindicalistas e estas forças esquerdistas que serviram de “Cavalo de Troia” à direita sedenta de vingança contra Abril. É verdade que a História não acaba aqui, mas estes são os dias e os anos do triunfo do pior de Portugal. à esquerda e à direita. O povão continua como há séculos: inculto, servil e piedoso, vergado ao destino e à espera do céu, que a sua pátria será sempre, como lhe fazem acreditar os “padres”, um desgraçado “vale de lágrimas”. Um sermão que tem séculos, mas ainda entra como faca em manteiga na generalizada iliteracia lusa. E quando alguém se mostra inconformado com tal fado, como aconteceu com Sócrates e o punhado de valentes que o acompanharam no governo, é atropelado pelas elites, à esquerda e à direita, unidas de forma tão surpreendente quanto inesperada. O chumbo do PEC IV é o momento que retrata, como nenhum outro acontecimento, a realidade sobre a “alma lusitana”: ajoelhada, enganada e submissa, considerando salvadores grupelhos de trapaceiros.

  2. Texto interessante, com uma ressalva.
    A galinha e o seu comportamento,
    surge depois de um lobo.
    O de amigos a 100 mil euros mês: Varas sul-americano ou Soares belenense agora.
    Com a aplauso da plebe,
    que lhes batia palmas,
    pelo caminho para o desastre.
    Mais um. Dos que andam por aí, quase carenciados.

  3. momento único e divertido, realmente depois de se ouvir aquele discurso patético e infantil, só mesmo um arranjo destes para nos fazer rir

  4. Quem serás tu, MARIA ABRIL, que tão sem dó, foste capaz de traçar um retrato tão impiedoso, quanto verdadeiro do que aconteceu a este pobre povo no início do sec XXI!

  5. ò Monti, de que amigos a 100 mil euros falas? Que lama é essa que timidamente tentas atirar também ao grande Mário Soares – pai da jovem democracia em que vivemos e um dos maiores políticos europeus dos últimos 40 anos?
    Sabes, é que para malhar em gente do calibre de Sócrates ou Soares, não basta ler capas do CM….

    E de que caminho para o desastre falas? Daquele que nos deu o défice mais baixo da história? Daquele que tinha uma visão clara para o país, assente em gente qualificada e numa industria com uma estratégia e posicionamento definidos, a produzir e vender conhecimento ao invés de camisas e bordados? Daquele que investiu na escola pública e na saúde pública como nunca antes foi feito? A pobreza da tua “ressalva” mete dó. Pareces um… galinácio.

  6. Pois,mas entretanto,não largamos a ALFAIATARIA Século XIX,cuja linha de produção mais significativa assentava na confecção de Fatos para Jardineiro com Luvinha Branca e Todos os Demais Berliques e Berloques não Fosse as Florzinhas serem contaminadas por algum Vírus intratável.

    Endeusemos o sentido de humor,que é ótimo para a pele e com excelentes propriedades naturais de conteúdo anti-depressivo.

    E enquanto nos empanturramos com cantigas de embalar e danças do Redondo,impávida e serena a caravana passa…

    Como eu o entendo dr.Alfredo Barroso!!!

  7. Olha, uma arrastadeirazita, disfarçada de Monti …de merda.
    Excelente comentário, Maria Abril, infelizmente certeiro.

  8. O tempo vai ser testemunha da nossa ignorância, comodismo, vamos sofrer nos ossos o mesmo que os nossos pais e avós sofreram. Trata-se de gente sem escrúpulos em que só os cifrões contam. Espero que esta juventude mais viajada, preparada, tanto a nível académico como politico, mantenham a liberdade de Abril.

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