7 thoughts on “Parelhas”

  1. Em vão tentam vocês dois ou três reabilitar e elevar aos altares do martírio político um facínora rodeado de badamecos: quem conheceu a besta de perto sabe porque a besta foi, é e será besta e com que linhas se escreve malícia e assalto ao erário.

  2. Este Palavrossa nem coragem teve para se esconder atrás de um pseudónimo decente, tal a consciência que tinha da “boca” reles que estava a debitar. Prova o que afirmas, bandalho!

  3. como não sei bem o que é o destino e fiquei de pensar na primeira leitura, agora digo com convicção, porque já pensei, que os diminutivos existem, não para retirarem, para terem muita força. será, então, caso para dizer que foi obra do diminuitivo mas que o diminuitivo não é a deus, quando muito a zeus e a quem bom uso deles faz, que pertence. política, fazia ele; politiquinha, temos nós. :-)

    (ai, ui, os tironossaurinhos excitam o meu tagarelar) :-)

  4. mas enfim.. vingança é vingança e exige-se sangue dos outros ehehehe.. vamos é ver s a cereja em cima do vosso bolo será o inseguro tornar-se primeiro ministro ehehehehe

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.