Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.
olha o valupi a dizer-nos qual seria a melhor estratégia para o PS.
Não sei onde andará esse “Orgulho Ibérico”, mas não será este descendente do Sancho Panza que o personifica! Este apenas tenta sobreviver politicamente e diz o que o povinho quer ouvir! https://rabiscosdestorias.blogspot.com
Que mania!
Só para chatear…
“A Lusitânia não é Ibéria, a Ibéria não é Lusitânia. Comete erro de juízo de facto e de valor, a corrente histórica e política que força a realidade até ser capaz de meter a Lusitânia na União Ibérica, por não compreender que não há reta União Ibérica”
“Os geógrafos que vieram de fora nunca se enganaram e, por isso, jamais confundiram Lusitânia e Ibéria. A Lusitânia é a vertente atlântica – «Lusitânia… que mare Atlanticum», enquanto a Ibéria é a região do Ebro, que o Mediterrâneo contempla. Em sentido figurado, diríamos que a Ibéria olha para Oriente, enquanto a Lusitânia olha para onde o mar começa e a terra se acaba, por repouso do Sol ocitânico”
Ibéria é uma corruptela de Hebreu.
-Do volume 2 , “A Patrologia Lusitana”, págs. 15 e 16, da obra “História da Filosofia Portuguesa” do maravilhoso Mestre Pinharanda Gomes (foto em baixo), Mineiro da cultura portuguesa.
Haja realmente quem diz as coisas como elas são, embora fique ainda muito por dizer. Se a Europa tivesse só meio tomate já teria cortado relações com a canalha americana, expulsado toda a sua tropa e boicotado o seu sagrado dólar há anos, para não dizer décadas.
A partidocracia vigente só nos dá pulhíticos venais, capachos como o Rutte, o Starmer, o Merz ou o Bosta, mafiosos e vaidosos como o 44, o Montetrampa, o Sarkozy ou o Macron, fachos, lacaios, medíocres, etc. Até os menos maus, como os escandinavos, evitam fazer ondas. Ou são demasiado pequenos e medrosos ou também estão capturados por lobbies mamões.
O Sanchez pode bem estar só a fazer pela vidinha, como sugere o Rui Correia, mas pelo menos bate o pé publicamente ao esgoto americano; mais ninguém o faz. E a carneirada de todas estas ‘democracias’, como lhes chamam, aceita tudo apática e acriticamente. Nem milénios de monarcas, nem séculos de ditadores e duas guerras mundiais, nada chega para acordá-la.
Ninguém pode ter tanta riqueza ou tanto poder. Ninguém pode decidir por milhões de pessoas. Ninguém pode começar uma guerra sem a aprovação do país inteiro, ou pelo menos uma maioria qualificada, e sem meter os seus próprios filhos na frente de batalha. Isto devia ser óbvio a qualquer pessoa. Mas em vez de mudar a partidocracia discutimos tachos e tachistas.
Sr. Valupi, conheci, sim.
Seguia na altura, há cerca de 15 anos, o blogue Nova Águia (do MIL) que, entretanto, anunciou a criação de um curso dado pelo Instituto de Filosofia Luso Brasileira sobre O Pensamento Filosófico Português a que o MIL estava ligado. Enviei email ao MIL a perguntar se o curso aceitava pessoas de Escolas Menores… Responderam que sim. Tinha acabado de ler a extensa obra do Professor Pedro Calafate (que também deu aulas nesse curso), História do Pensamento Filosófico Portuguès. Veio mesmo a calhar para dar um poucachito de arrumação à leitura. Inscrevi-me e andei lá 3 anos. Uma aula por semana, no Palácio da Independência em Lisboa. Tenho ali os Diplomas…., mas não dá para o Major-General Agostinho Costa me tratar sô’tôr.
Pinharanda Gomes era um dos professores. Nunca tinha ouvido falar nele. As suas aulas eram uma delícia. Tenho ali cadernos A4 cheinhos com as suas explicações minuciosas. Comecei a ler os seus livros, nomeadamente os 3 vols. da História da Filosofia Portuguesa, Os Coimbrões, etc. Apercebi-me que os outros professores tinham por ele uma admiração especial.
Um dia tomei conhecimento que o Inst. Sup. Técnico da minha terra, ali no centro do país, (aposto que sabe onde, por razões que não veem agora ao caso) ia realizar um Congresso cujo tema não me lembro agora, mas que encaixava muito bem no I Vol., A filosofia Hebraico-Portuguesa, da Histõria da Filosofia Portuguesa de José Pinharanda Gomes. Eu conhecia um dos organizadores, e telefonei-lhe: É pá, vocês não convidaram para este Congresso o José Pinharanda Gomes?! O gajo não estava a ver quem era. Vou ver. Daí a meia hora telefonou-me e pede-me para eu o convidar em nome da organização. Iam entrar em contato com ele. A primeira intervenção do Congresso seria dele.
Convidei-o e ofereci-me para o levar e trazer no meu bruto pópó.
Fui buscá-lo a sua casa em Santo António dos Cavaleiros às 7 horas da manhã. Não conhecia nadinha daquela zona e, para não dar borrasca, no dia anterior à noite fiz o percurso todinho até à sua porta. Ele não soube desta.
No outro dia fui buscá-lo e deu-se início a um dia maravilhoso. Foi das melhores conversas que tive na minha vida. Fez-me até uma revelação sobre uma figura icónica cá da Pátria, que me levou a indagar, ó Mestre por que é que não revelam isso?. Respondeu: púnhamos todo o mundo a chamar-nos fascistas e nazis.
Escolhi, com a sua concordância, regressar pelo interior para demorar mais tempo a fim de saborear a conversa. Almoçámos na Golegã. Fiz questão de pagar.
Referiu a sua terra e perguntei-lhe: é capaz de conhecer o dr. M. da S.G., foi meu professor de francês e português. Ele é daí. Esticou-se todo. “O quê?! Foi meu colega no colégio e criou lá um jornal dos estudantes. Dei-lhe um artigo, publicou-o, e não parou de me pedir mais. Ele foi talvez o mais responsável do que sou hoje”.
Enfim…
Tem pinta de quem sairia da NATO ou boicotaria Israel
..vêm…
Sr. Valupi, a sua pergunta traz água no bico.
Sobre política nunca conversei com Pinharanda Gomes.
Tenho a certeza que sabe mais do que eu sobre isso.
Diga aqui, fica só entre a gente.
Um orgulho, Sanchéz está refém de uma coligação de lunáticos perigosos, gostava de saber a opinião sobre 15 mil litros de leite português terem sido derramados na rua, mas provavelmente vou esperar sentado
<<Ele foi talvez o mais responsável do que sou hoje”.<<
Casualidades que contribuem para o progresso, moral ou intelectual ou outro.
Esta descrição fez-me lembrar um prof. de RELIGIÃO E MORAL que tive, no tempo da outra sra. quando era trabalhador estudante.
Ele respeitava quem lutava por melhorar a vida, numa classe onde havia putos como eu, e homens pais de filhos, e se alguém por cansaço ás vezes adormecia, ele baixava o tom para não o acordar.
As aulas eram passadas a dar auxilio a outras matérias onde alguém tivesse alguma dificuldade, ou a tocar discos do Fanhais ou outros até vir a policia levá-lo ao director, pois havia escutas nas salas.
Um dia chegou e tinha a camisa virada do avesso. Começamos a olhar uns para os outros, até que alguém lhe chamou a atenção.
Ele explicou, foi de proposito , a camisa estava suja do lado de dentro e limpa por fora, por isso virou-a, porque por dentro é que nos devemos preocupar em estar limpos.
Ele era açoreano e chamava-se ONÉSIMO TEOTÓNIO.
VEMOS OUVIMOS E LEMOS NÃO PODEMOS IGNORAR.
Alguns não ignoram , fazem pior, que é distorcer o som e imagem para confundir os demais.
Fernando, bela história, muito obrigado.
Perguntei porque conheci o Pinharanda, nos anos 90, quando um colega de curso o convidou a fazer umas palestras na faculdade. Esse colega estava ligado ao Grupo da Filosofia Portuguesa, pelo que também fiquei a conhecer o Telmo, Orlando Vitorino, Afonso Botelho e a Dalila, entre outras figuras.
Eram pessoas muito interessantes, eruditas, algo excêntricas e castiças. Navegavam em águas perigosas, mas nunca tiveram poder.
“Prince Marko and Ljutica Bogdan, so they say, met on that day. The two grim heroes observe each other for a long time – which of the two will start the fight? They wait one for another. / ‘You know what, my Marko, it would be better for both of us if each of us goes his own way – into the vineyard, onto the field. If we were to fight, the world would tremble, and who knows who would keep his head on.’ / Eagerly awaiting these words, Marko runs off on his horse across the field. Prince Marko and Ljutica Bogdan, so they say, met on that day.”
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Este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório
olha o valupi a dizer-nos qual seria a melhor estratégia para o PS.
Não sei onde andará esse “Orgulho Ibérico”, mas não será este descendente do Sancho Panza que o personifica! Este apenas tenta sobreviver politicamente e diz o que o povinho quer ouvir!
https://rabiscosdestorias.blogspot.com
Que mania!
Só para chatear…
“A Lusitânia não é Ibéria, a Ibéria não é Lusitânia. Comete erro de juízo de facto e de valor, a corrente histórica e política que força a realidade até ser capaz de meter a Lusitânia na União Ibérica, por não compreender que não há reta União Ibérica”
“Os geógrafos que vieram de fora nunca se enganaram e, por isso, jamais confundiram Lusitânia e Ibéria. A Lusitânia é a vertente atlântica – «Lusitânia… que mare Atlanticum», enquanto a Ibéria é a região do Ebro, que o Mediterrâneo contempla. Em sentido figurado, diríamos que a Ibéria olha para Oriente, enquanto a Lusitânia olha para onde o mar começa e a terra se acaba, por repouso do Sol ocitânico”
Ibéria é uma corruptela de Hebreu.
-Do volume 2 , “A Patrologia Lusitana”, págs. 15 e 16, da obra “História da Filosofia Portuguesa” do maravilhoso Mestre Pinharanda Gomes (foto em baixo), Mineiro da cultura portuguesa.
Aplaudo, obviamente, as posições de Pedro Sanchez
https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=Iyt52wnL&id=8F39E677A29B3C5797E1F256B0E6703682287322&thid=OIP.Iyt52wnL4NmiJbwJdvE95AHaGt&mediaurl=https%3a%2f%2f2.bp.blogspot.com%2f-S911mEgBrR4%2fV7nEjPtIM8I%2fAAAAAAAAHO8%2fpQvrvecRKKwY08usg-sVvGvz2Huy73JrgCLcB%2fs1600%2fPinharanda.jpg&cdnurl=https%3a%2f%2fth.bing.com%2fth%2fid%2fR.232b79db09cbe0d9a225bc0976f13de4%3frik%3dInMogjZw5rBW8g%26pid%3dImgRaw%26r%3d0&exph=622&expw=687&q=pinharanda+gomes&FORM=IRPRST&ck=CC8803CBCB4BC6A9059B6DDAC23CFA20&selectedIndex=21&itb=0&ajaxhist=0&ajaxserp=0~~~~~
Fernando, conheceste pessoalmente o Pinharanda?
Haja realmente quem diz as coisas como elas são, embora fique ainda muito por dizer. Se a Europa tivesse só meio tomate já teria cortado relações com a canalha americana, expulsado toda a sua tropa e boicotado o seu sagrado dólar há anos, para não dizer décadas.
A partidocracia vigente só nos dá pulhíticos venais, capachos como o Rutte, o Starmer, o Merz ou o Bosta, mafiosos e vaidosos como o 44, o Montetrampa, o Sarkozy ou o Macron, fachos, lacaios, medíocres, etc. Até os menos maus, como os escandinavos, evitam fazer ondas. Ou são demasiado pequenos e medrosos ou também estão capturados por lobbies mamões.
O Sanchez pode bem estar só a fazer pela vidinha, como sugere o Rui Correia, mas pelo menos bate o pé publicamente ao esgoto americano; mais ninguém o faz. E a carneirada de todas estas ‘democracias’, como lhes chamam, aceita tudo apática e acriticamente. Nem milénios de monarcas, nem séculos de ditadores e duas guerras mundiais, nada chega para acordá-la.
Ninguém pode ter tanta riqueza ou tanto poder. Ninguém pode decidir por milhões de pessoas. Ninguém pode começar uma guerra sem a aprovação do país inteiro, ou pelo menos uma maioria qualificada, e sem meter os seus próprios filhos na frente de batalha. Isto devia ser óbvio a qualquer pessoa. Mas em vez de mudar a partidocracia discutimos tachos e tachistas.
Sr. Valupi, conheci, sim.
Seguia na altura, há cerca de 15 anos, o blogue Nova Águia (do MIL) que, entretanto, anunciou a criação de um curso dado pelo Instituto de Filosofia Luso Brasileira sobre O Pensamento Filosófico Português a que o MIL estava ligado. Enviei email ao MIL a perguntar se o curso aceitava pessoas de Escolas Menores… Responderam que sim. Tinha acabado de ler a extensa obra do Professor Pedro Calafate (que também deu aulas nesse curso), História do Pensamento Filosófico Portuguès. Veio mesmo a calhar para dar um poucachito de arrumação à leitura. Inscrevi-me e andei lá 3 anos. Uma aula por semana, no Palácio da Independência em Lisboa. Tenho ali os Diplomas…., mas não dá para o Major-General Agostinho Costa me tratar sô’tôr.
Pinharanda Gomes era um dos professores. Nunca tinha ouvido falar nele. As suas aulas eram uma delícia. Tenho ali cadernos A4 cheinhos com as suas explicações minuciosas. Comecei a ler os seus livros, nomeadamente os 3 vols. da História da Filosofia Portuguesa, Os Coimbrões, etc. Apercebi-me que os outros professores tinham por ele uma admiração especial.
Um dia tomei conhecimento que o Inst. Sup. Técnico da minha terra, ali no centro do país, (aposto que sabe onde, por razões que não veem agora ao caso) ia realizar um Congresso cujo tema não me lembro agora, mas que encaixava muito bem no I Vol., A filosofia Hebraico-Portuguesa, da Histõria da Filosofia Portuguesa de José Pinharanda Gomes. Eu conhecia um dos organizadores, e telefonei-lhe: É pá, vocês não convidaram para este Congresso o José Pinharanda Gomes?! O gajo não estava a ver quem era. Vou ver. Daí a meia hora telefonou-me e pede-me para eu o convidar em nome da organização. Iam entrar em contato com ele. A primeira intervenção do Congresso seria dele.
Convidei-o e ofereci-me para o levar e trazer no meu bruto pópó.
Fui buscá-lo a sua casa em Santo António dos Cavaleiros às 7 horas da manhã. Não conhecia nadinha daquela zona e, para não dar borrasca, no dia anterior à noite fiz o percurso todinho até à sua porta. Ele não soube desta.
No outro dia fui buscá-lo e deu-se início a um dia maravilhoso. Foi das melhores conversas que tive na minha vida. Fez-me até uma revelação sobre uma figura icónica cá da Pátria, que me levou a indagar, ó Mestre por que é que não revelam isso?. Respondeu: púnhamos todo o mundo a chamar-nos fascistas e nazis.
Escolhi, com a sua concordância, regressar pelo interior para demorar mais tempo a fim de saborear a conversa. Almoçámos na Golegã. Fiz questão de pagar.
Referiu a sua terra e perguntei-lhe: é capaz de conhecer o dr. M. da S.G., foi meu professor de francês e português. Ele é daí. Esticou-se todo. “O quê?! Foi meu colega no colégio e criou lá um jornal dos estudantes. Dei-lhe um artigo, publicou-o, e não parou de me pedir mais. Ele foi talvez o mais responsável do que sou hoje”.
Enfim…
Tem pinta de quem sairia da NATO ou boicotaria Israel
..vêm…
Sr. Valupi, a sua pergunta traz água no bico.
Sobre política nunca conversei com Pinharanda Gomes.
Tenho a certeza que sabe mais do que eu sobre isso.
Diga aqui, fica só entre a gente.
Um orgulho, Sanchéz está refém de uma coligação de lunáticos perigosos, gostava de saber a opinião sobre 15 mil litros de leite português terem sido derramados na rua, mas provavelmente vou esperar sentado
<<Ele foi talvez o mais responsável do que sou hoje”.<<
Casualidades que contribuem para o progresso, moral ou intelectual ou outro.
Esta descrição fez-me lembrar um prof. de RELIGIÃO E MORAL que tive, no tempo da outra sra. quando era trabalhador estudante.
Ele respeitava quem lutava por melhorar a vida, numa classe onde havia putos como eu, e homens pais de filhos, e se alguém por cansaço ás vezes adormecia, ele baixava o tom para não o acordar.
As aulas eram passadas a dar auxilio a outras matérias onde alguém tivesse alguma dificuldade, ou a tocar discos do Fanhais ou outros até vir a policia levá-lo ao director, pois havia escutas nas salas.
Um dia chegou e tinha a camisa virada do avesso. Começamos a olhar uns para os outros, até que alguém lhe chamou a atenção.
Ele explicou, foi de proposito , a camisa estava suja do lado de dentro e limpa por fora, por isso virou-a, porque por dentro é que nos devemos preocupar em estar limpos.
Ele era açoreano e chamava-se ONÉSIMO TEOTÓNIO.
VEMOS OUVIMOS E LEMOS NÃO PODEMOS IGNORAR.
Alguns não ignoram , fazem pior, que é distorcer o som e imagem para confundir os demais.
Fernando, bela história, muito obrigado.
Perguntei porque conheci o Pinharanda, nos anos 90, quando um colega de curso o convidou a fazer umas palestras na faculdade. Esse colega estava ligado ao Grupo da Filosofia Portuguesa, pelo que também fiquei a conhecer o Telmo, Orlando Vitorino, Afonso Botelho e a Dalila, entre outras figuras.
Eram pessoas muito interessantes, eruditas, algo excêntricas e castiças. Navegavam em águas perigosas, mas nunca tiveram poder.
“Prince Marko and Ljutica Bogdan, so they say, met on that day. The two grim heroes observe each other for a long time – which of the two will start the fight? They wait one for another. / ‘You know what, my Marko, it would be better for both of us if each of us goes his own way – into the vineyard, onto the field. If we were to fight, the world would tremble, and who knows who would keep his head on.’ / Eagerly awaiting these words, Marko runs off on his horse across the field. Prince Marko and Ljutica Bogdan, so they say, met on that day.”