11 thoughts on “Órgão oficial do laranjal explica a realidade aos seus leitores”

  1. Já o governo de portugal oferecer de bandeja um belissimo tacho na EDP ao velho a tempo parcial é coisinha de somenos.
    Se não há indignação pela turba PSD em relação ao velho catroga, também não têm de haver em relação a Socrates, que está a fazer pela vida, numa empresa que nem representação em portugal têm .

  2. oh bento! andas a repetir-te um bocadinho com essa graçola pirescoxa, mas antes propaganda médica que propaganda comunista.

  3. Mas isto é possível?! Como é que um órgão de informação se dá ao desplante de fazer um título desta natureza?! O Avante! comparado a isto é para meninos! Estes fascistas que dominam a comunicação social em Portugal já perderam toda a vergonha e todo e qualquer respeito pelos portugueses! Se isto é jornalismo e se isto é um jornal eu vou ali e já venho! Mas volto com uma caçadeira de canos cerrados para varrer o conselho de administração deste panfleto de propaganda reaccionária que se apelida de órgão de informação! E ainda vêm alguns anjinhos deste blog criticar os manifestantes que incomodaram o Relvas! Deviam agora estar a pedir a interdição deste pasquim que nem para fazer as vezes de papel higiénico serve!

  4. não sei repararam no cantinho superior esquerdo, tipo mal se vê mas ainda se cheira,o franklin e o relvas distribuem as panelas pelas filhas.

  5. Sr. Engº Jose Sócrates

    Só tenho a desejar felicidades para as suas novas funções. E ao afirmar que “tem que trabalhar” só dá um bom exemplo de cidadania.

    Cumprimentos,

  6. Sim, francisco, aceito o reparo. Contudo, como pode compreender, não podia eu ir atrás do tablóide. Diz-se que lendo Shakespeare se pode aprender a distinguir o bem do mal; mas, a ler o CM, corremos o risco de desaprender tudo isso…

    Entretanto, o jornal i publicou uma notícia sobre o assunto.

    Revela o i que depois de longo assédio — oito meses — José Sócrates acabou por aceitar o cargo de presidente do Conselho Consultivo para a América Latina, na Octopharma. Hesitou porque não quereria, certamente, desperdiçar as magras hipóteses que ainda poderia vir a ter de regressar à pole position da política nacional.

    Mas havia demasiados condicionais. E bem sabemos como são estas coisas: o retorno à parca condição de cidadão apagado e anónimo dói. Em poucos meses se evanesceram, da opinião pública, os anos de José Sócrates na alta roda da política. Tudo — o Sócrates bom, o mau, o vilão — o vento levou das mesas de trabalho das redacções. Quando Passos Coelho veio à televisão avisar que ia encavar a função pública, acabou tudo. Isto não mói um gajo à brava? Porreiro é todos falarem de nós, é ser-se amado e desprezado por uns e outros; desaparecer é o fim da linha. Trata-se de um homem que foi celebridade internacional de rank dois, logo a seguir a Obama, Putin, Merkel, Cameron e Sarkosi. (A este tipo de celebridade Passos Coelho não poderá outra coisa almejar que não dela roer-se de inveja.)

    Evidentemente que a multinacional farmacêutica não se mete no negócio de contratar personalidades célebres da política para perder dinheiro. Para o cargo não serviria qualquer pau de virar tripas. E é aí que entra o desejado da Octopharma: um homem com presença forte, bom de palavra, conversante em ambas as línguas ibéricas, com carisma pessoal e valiosos contactos. Decerto que José Sócrates foi para a multinacional para trabalhar.

    A sua função? Facilitador de negócios da Octopharma, na América do Sul. O mundo é assim.

    Notícia do jornal i:
    http://www.ionline.pt/portugal/socrates-presidente-conselho-consultivo-farmaceutica-multinacional

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