27 thoughts on “O que procuram as mulheres superiormente inteligentes”

  1. Concordo. As mulheres superiormente inteligentes sabem que a medida da carteira de um homem é bem menos importante do que a medida do seu pénis. Percebem que a medida do seu pénis é bem menos importante do que o tamanho da sua massa cinzenta. E suspeitam que o tamanho da sua massa cinzenta importa menos do que o peso do seu coração cor de sangue. As mulheres superiormente inteligentes apaixonam-se por um homem porque ele as tocou com palavras. E aí, perdem a razão e ficam iguais a todas as outras mulheres. Sobretudo, àquela que um dia sonharam ser.

  2. Salomé, não acredito que uma mulher que quer um homem na sua vida, especialmente quando tocada por palavras, perca a razão. Talvez a história nos tenha sido mal contada, quando ainda meninos e meninos grandes, essa história de que a paixão e o amor tenham de ser irracionais para existir. Talvez um dia venhas a admitir que há uma outra história que explica muito melhor os acontecimentos, aquela onde o que está em causa é a capacidade para escolher entre diferentes razões. E que bem que fica o amor quando entendido como a arte – isto é, a vontade – de bem escolher.
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    Z, vamos até à porta da Reserva Federal e declaramos falência. Pode ser que ainda pingue algum milhão do bilião.
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    Sérgio Gonçalves, mulheres só com dois dedos de testa não entram na categoria das superiormente inteligentes. Tens de ser mais ambicioso na observação.

  3. Valupi:
    H´muito que por aqui passeio sem deixar rasto porque esse, o meu rasto não leva a lado nenhum.
    Este poste, não sei porque, obriga-me a deditar palavras, espero, com sentido.

    São muito perigosas as generalizações.

    E, um Amor, não se mede em cm de pénis nem em € na conta nem em nada racional. Infelizmente, mede-se na capacidade e ‘Amar de Olhos Bem Abertos’ o outro, no matter what.

    É isso.

  4. Infelizmente, sou tão impulsiva na escrita como na publicação e depois corre mal.
    Edição:

    Há muito que por aqui passeio sem deixar rasto porque esse, o meu rasto, não leva a lado nenhum.
    Este poste, não sei porque, obriga-me a debitar palavras, espero, com sentido.

    São muito perigosas as generalizações.

    E, um Amor, não se mede em cm de pénis nem em € na conta nem em nada racional. Infelizmente, mede-se na capacidade e ‘Amar de Olhos Bem Abertos’ o outro, no matter what.

    É isso.

  5. Dinada, o teu rasto parece levar a algum lado, não tentes enganar o pessoal. Quanto às palavras deditadas, diria que para “Amar de Olhos Bem Abertos” é necessário possuir uma racionalidade simultaneamente pujante e fina. É isto.

  6. Já os psicólogos antigos defendiam que o dinheiro não dá felicidade, mas toda a gente prefere ser infeliz com dinheiro do que feliz sem ele. Nos livros dos psicólogos modernos costuma ler-se que as mulheres não se interessam por centímetros de pénis, que isso é mera obsessão de queers, mas tal asserção não é comprovada pelo tamanho dos dildos que se vendem. E a minha avó dizia que o mais importante é ter saúde, mas nunca largou o cigarro.

  7. ná, ná, eu prefiro sem feliz sem cheta do que estar a pensar na morte da bezerra enquanto rodo entediadamente diamantes nas patas,

    mas se fôr feliz com cheta ainda posso partilhar algum, ouvistes ó Socras?

    temos avós afins Nik, as minhas fumavam até aos oitentas, até ao fim (tadinha, a ultima saía da casa de banho com uma grande fumarada como se não fora nada com tudo a dizer: ó vó!, e ela: o que foi filho?), mas não vou ver-te a fumar cigarrilha enquanto fores a favor da pena de morte, compris?

    ando para aqui lambuzado de infinitos, tenho que arrumar isto tudo, o teorema da diagonalização de Cantor é lindo,

    dinada: não leva a lado nenhum, por efeito da dupla negação, obriga-te ao recado do Valupix, além de que estava mesmo a ver, né?

  8. 1) Nenhum dos links me leva ao estudo, pelo que não sei porque razão entendeu cataloga-lo de “O estudo não vale nada, mas deixa-nos com uma rica perspectiva”.

    2) Também não encontrei no texto, a correspondência exacta para esta preferência “escolhendo os seus parceiros amorosos por razões que remetem para uma longa e profunda relação.” Antes pelo contrário porque segundo o artigo “women with higher IQs were less likely to believe in or appreciate stereotypical gender roles in romantic relationships.”

    3) Pelos dois pontos anteriores, presumo que preferisse a confirmação cientifica de que “as gagas só pensam em dinheiro” , embora se possam contentar “apenas” com uma performance sexual acima da média.
    Pois, como diria o outro “é bom que se vá habituando”.

  9. Nik, também acho que as mulheres se interessam pelo tamanho do pénis, mas é um interesse lúdico, ou funcional, enquanto a preocupação dos homens pelo seu pénis é dramática e simbólica. E sim, muitos dos que passaram a barreira dos 100 anos fumavam e tinham colesterol alto, peso a mais, etc. Genética, outro nome para a sorte.
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    Comendador, é verdade. Aliás, tu só nos contas verdades. Apenas se dá o caso de isso não ser a verdade toda.
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    Z, és sábio.
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    Maria, trazes boas questões.

    1- Por isso mesmo: porque o estudo não está disponível (ou eu não o consegui encontrar), por um lado, e porque terá sido feito – muito provavelmente – no espaço académico, com um número reduzido de mulheres (suspeita minha). Ou seja, faltam todos os elementos de aferição da qualidade da pesquisa.

    2- A frase que citas não contradiz o sentido da investigação: mulheres com inteligências acima da média confiam nas suas capacidades para gerarem rendimentos autonomamente, deixando de estar na dependência de homens onde esse factor fosse importante ou decisivo. Passam a escolher homens que apresentem características que favoreçam a vida familiar, a disponibilidade para estar em casa e as capacidades paternais e educativas.

    3- Não entendo o teu raciocínio neste passo; o que aceito, e antecipo, como falha minha. Quanto ao que prefiro nas mulheres, se é que essa curiosidade está implícita, tenho a dizer que é a liberdade. Mas, lá está, isso é também o que prefiro nos homens.

  10. tu é que és Valupix, eu só sou um gato feito sapiens sei lá porquê,

    guardei aquele teu post do Oliveira (eu a ele queria dizer: experimenta deixar de fazer a barba, aparas só de vez em quando…) por causa do remate,

    fizeste golo no absoluto e na eternidade: belo

  11. e ainda, excelente, é procurar 1/0,

    parabéns pás:

    “1/0” is a paradox; in a way that “0/1” is not. Nothing can be divided by zero. If one approaches the formula from the positive side, it would appear that the answer is an infinite positive value. If one approaches the formula from the negative side, the opposite is true. Thus, anything divided by zero is simultaneously positive and negative infinity. “One over Zero” is a paradox in another way too, in a way that transcends mere arithmetic. One is something, and Zero is nothing. The fact that the universe holds something over nothing, that it prefers to exist, rather than not exist, is fundamentally absurd. No being can ever come to deserve its own birth. 1/0 is a cry out against mere logic and efficiency. Stuff exists. All existence, all truth, cannot be ultimately justified: it can only be described, explained, and enjoyed.
    1/0 is illogical. 1/0 is irrational. 1/0 is impossible. 1/0 is transcendentally unfair.
    1/0 is true. Deal with it.

  12. O artigo de Christine Stanik (da Universidade do Michigan ), intituladao “Money Ain’t a Thing” foi publicado na Revista Psychology Today (edição de Setembro-Outubro de 2008) .

    Para não postar aqui um comentário de km, publiquei-o no meu “ciber-quintal”
    http://veranuda.blogspot.com

  13. Z, muito sugestiva, essa ideia de nada poder ser dividido por zero. E sim, a existência é absurda – mas é desse vazio que vem a busca de sentido.
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    Sei disso, Maria, pois essa informação está nas notícias disponíveis. Mas o estudo ele próprio não se encontra online (ou não o encontro, lá está – até pensei em entrar em contacto com a autora, mas talvez ela me mandasse comprar a revista…).

    Quanto ao teu ciber-quintal, parece fresco e fértil.

  14. «nada poder ser dividido por zero», sim, é verdade no corpo real

    mesmo como metonímia fica comprometida pela existência de limites laterais distintos,

    mas não no campo complexo, aí com z=a bi, e descartando z=0,

    tem-se z/0=∞, e ∞ representa o polo Norte da esfera

    (deve ter sido isto que Jesus utilizou na multiplicação de pães e quando já chegava tirou o 0 debaixo)

  15. Meninos:
    Parece-me que entrámos já no ‘sexo dos anjos’.

    O que significa, BOA POSTA, esta :)

    E agora vou desligar-me dela porque parece uma das fórmulas circulares em que ainda caio, ao trabalhar no raio do Excel.

    Gostei!

  16. Já agora, aproveito para divulgar o meu apelo:

    – ÚTEROS ARTIFICIAIS: Uma Investigação Cientifica Prioritária!

    Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas apenas os machos mais fortes é que possuem filhos.
    No entanto, para conseguirem sobreviver, muitas sociedades tiveram necessidade de mobilizar/motivar os machos mais fracos no sentido de eles se interessarem/lutarem pela preservação da sua Identidade.
    De facto, analisando o Tabú-Sexo (nas Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas) chegamos à conclusão de que o verdadeiro objectivo do Tabú-Sexo era proceder à integração social dos machos sexualmente mais fracos; Ver http://tabusexo.blogspot.com/.

    Com o fim do Tabú-Sexo a percentagem de machos sem filhos aumentou imenso…
    As Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas têm de Assumir a sua História!!!
    Isto é, estas sociedades não podem continuar a tratar os machos sexualmente mais fracos como sendo o caixote do lixo da sociedade!!!
    Isto é, os machos ( dotados de Boa Saúde ) rejeitados pelas fêmeas devem possuir o legítimo Direito de ter acesso a ÚTEROS ARTIFICIAS.

    PS
    Alarmado com o número muito elevado de solitários, o governo Sérvio quer “importar” 250 mil noivas para solitários
    Um contra-senso óbvio: quem critica a repressão dos direitos das mulheres, em simultâneo, procura resolver os seus problemas demográficos recorrendo a povos aonde repressão dos direitos das mulheres proporcionou uma boa produção demográfica!!!

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