No tempo em que os animais falavam – 0

A 4 de Maio de 2011, a um mês das eleições, Passos Coelho despejava estas verdades para cima do povo:

Vítor Gonçalves – Paulo Portas disse, esta noite, que isto era um acordo mediano. Qual é a sua opinião? Este é um bom acordo, é um mau acordo ou um médio acordo? Como é que classifica este acordo?
Pedro Passos Coelho – Em primeiro lugar, é um acordo necessário e é um acordo difícil e duro. Acho espantoso que o Primeiro-Ministro, ontem, tivesse comunicado aos portugueses os termos que não estavam no acordo e não o acordo que ele próprio firmou nas negociações.
Vítor Gonçalves – Havia muitas dúvidas nas pessoas sobre se vai haver ou não 13º mês e, portanto, o Primeiro-Ministro acabou por resolver essas dúvidas.
Pedro Passos Coelho – É verdade. Mas sabe que quem lançou essas dúvidas na opinião pública foi o Primeiro-Ministro. Foi o Primeiro-Ministro que veio ameaçar, publicamente, que podia estar em causa o 13º e o 14º mês, caso o PEC fosse chumbado e tivesse de se recorrer à ajuda externa. Não se disse por aí, foi o Primeiro-Ministro que ameaçou.

One thought on “No tempo em que os animais falavam – 0”

  1. Socrates tinha razão quando defendia o pec 4.o bloco e pcp,não tem autoridade moral nem politica,para gritar mais alto do que o ps na sua revolta,pois foram eles que levaram ao colo a direita para o poder. nunca esteve tão presente o principio leninista “do quanto pior melhor”,como nesta atitude politica, destes dois grupelhos de extrema esquerda! passos coelho não pode ser considerado um inimputavel e por isso terá que pagar com juros a sua politica de desastre.o que joão galamba disse ao fundamentalista ministro da economia, foi simplesmente demolidor! seguro já devia feito o mesmo com passos coelho! argumentos não faltam.perdeu a oportunidade,ao ser substituido como lider da oposiçao,por manuela ferreira leite na entrevista de ontem na tvi24. não chega ganhar eleiçoes por que o adversario é fraco e mentiroso. O ps para bem de PORTUGAL tem que ser uma alternativa credivel,mas para isso acontecer, seguro terá que se dimitir,para em futuras eleiçoes o partido socialistas ser uma efectiva alternativa para governar portugal com uma maioria absoluta,para servir os interesses do pais e dos portugueses.

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