No Observador contam-se as espingardas, literalmente




Observador&Cofina

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Funciona assim: a Cofina faz o trabalho sujo, e o Observador, o Expresso e o Público expandem o seu alcance e legitimam o seu intento. A simbiose perfeita ocorre no Observador, tendo estado no topo da página durante 18 horas o conteúdo que deu origem aos comentários acima extraídos. O que não passa da exploração da miséria material e psicológica de um indivíduo, cuja manipulação não acrescenta qualquer informação válida seja para o que for com digno interesse público, esteve um dia inteiro como “notícia” mais importante no blogue dos talibãs oligárquicos que combatem a oligarquia; berram eles sem se rirem, feito heróico dada a profundeza do deboche onde estão mergulhados.

Que diriam José Manuel Fernandes, Rui Ramos, Helena Matos e Alberto Gonçalves se existisse um qualquer órgão de comunicação social onde nas suas caixas de comentários fosse permitido apelar ao assassinato de políticos do PSD ou do CDS, e ainda de militantes e simpatizantes? Que escreveriam semanalmente se existisse em Portugal alguma coisa levemente parecida com a Cofina mas dedicada à perseguição sistemática, canalha e criminosa da direita portuguesa?

Acontece ser fácil de imaginar o agrado com que os responsáveis, ideólogos e operacionais da Cofina e do Observador olham para a vox populi que os procura e se embriaga com os apelos à guerra civil lançados pelos escribas assanhadíssimos e impiedosos. Uma pulsão linchadora, alimentada pelo filão inesgotável chamado Sócrates, que é inerente à natureza humanamente selvagem dos brutos, dos alienados e dos facínoras sempre a precisar de carne para os seus canhões. Mas será que o Alberto Gonçalves, a Helena Matos, o Rui Ramos e o José Manuel Fernandes pretendem ver as alimárias que atiçam contra quem odeiam a tomar o poder? Jamais, bastou-lhes uma Bastilha. Sem a menor hesitação, declaram adorar o Estado de direito democrático, a liberdade, a civilização, a paz. Mas com uma ressalva: não já, só quando a Grei estiver nas mãos da gente séria.

Esta direita decadente anda há anos a chafurdar nos crimes que comete e explora com o conluio de agentes da Justiça. Falta-lhes um crime de sangue para se sentirem não só vingados como reconfortados. É a guerra, concluem com um sorriso ao contemplarem a bufeira demente dos voluntários para a matança.

10 thoughts on “No Observador contam-se as espingardas, literalmente”

  1. é repugnante a direita em portugal.alguns não têm onde cair de mortos.abril para esta gente foi um desastre!

  2. OBSERVADOR , COFINA, EXPRESSO, PÚBLICO ETC.
    É tudo farinha do mesmo saco, que alimenta jornais, semanários canais de TV muitos deles falidos, com grossas dividas à banca, que por sua vez ainda está em estado comatoso. Toda esta gentalha sobreviveu e sobrevive à conta do Zé Contribuinte, até ao dia que este diga basta. Revoluções com cravos, sem dor e sofrimento, nunca houve nem haverá………

  3. Eu leio que Protágoras disse e abria todos os seus livros e discursos com a frase de que o “Homem é a medida de todas nas coisas, das que são e das que ainda não são” e que daí derivava para argumentar a relatividade total ao dizer que não há mentiras porque o que cada um diz é, desde logo, verdade para si próprio.
    Contudo, perante casos como o “Observador “, não creio que Protágoras falasse para pessoas do calibre e estirpe crápula como parecem ser esses observadores facciosos renitentes.
    Será tal gente honesta consigo própria, no sentido em que falava Protágoras dos filósofos contraponentes, ou é má-fé e puro egoísmo social individualista de quem por ser mais letrado se julga mais inteligente e com direitos especiais sobre os que consideram a “ralé”.
    No Séc. XXI é impossível que ainda possam pensar, admitir e lutar por direitos de nascimento ou direitos de classe ou ainda menos por direitos de elites auto-eleitas. Contudo a sua doxa diária parece, tudo indica, que pensam e agem como em tempos medievais.
    Pensam e agem como no tempo Medieval contudo escrevem invocando sempre a Democracia e o estatuto de “democratas”.
    Ora logo neste jogo de máscaras paradoxal somos imediatamente levados a pensar que são desonestos e estão de má-fé ideologicamente.
    Na realidade são embusteiros falsos, são desonestos consigo próprios para poderem vender o saber, o pensamento, o visível e o invisível, a alma inteira, toda a escrita e comentadura e tudo quanto lhes encomendarem a troco de uma boa vida.
    São essencialmente corruptos e alguns, como JMF, são traidores à Democracia que deviam responder perante a Lei como tal.

  4. É só amor pelo Socrates neste país. Os mesmos herois que comentavam na câmera corporativa agora choram-se perseguidos pelos jornais . Até do público, esse defunto de esquerda se queixam… “Karma’s a bitch!”

  5. fui lá ler. bom , temos a maria narciso, irmã superiora da igreja dos políticos kitchs, para contrapor a esses aí de cima.
    e temos este, um tipo sensato, que topou o plagiador reincidente muitíssimo bem.

    Nuno Granja

    1 d
    Juízos à parte, Sócrates é muitíssimo incompetente e actuava com um enorme sentimento de impunidade, o que nesta área de negócio é ser duplamente incompetente.
    Liberal ImpenitenteNuno Granja

    1 d
    Ele sempre foi um tremendo incompetente, um genuíno e autêntico “chico-esperto” ou “espertinho”.
    Nuno GranjaLiberal Impenitente

    1 d
    Um formação na entidade onde andou quem ficou com o dinheiro dos submarinos, tinha-lhe poupado muitos dissabores.

  6. Quem são os donos:
    – Cofina/Correio da Manhã
    – Público
    – Observador
    – Expresso
    – Sol
    -I
    São esta meia dúzia de senhores que são patrões alguns com dívidas que atacam a esquerda. Chamar a isto Comunicação Social
    é uma afronta às pessoas sem esquecer as manas da RTP que os servem som desvelo e nós gramamos e pagamos.
    Contra eles apontar armas e disparar.

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