Na veia

João Pinto e Castro recomenda este superlativo espectáculo de inteligência oferecido por Nicholas Christakis.

Aproveito para indicar duas curtidas infografias descritivas das redes sociais na Internet, seu poder e mudanças constantes: 2007 versus 2010
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Fernanda Câncio continua a desembrulhar o novelo de pulhices contra Sócrates que tem medrado no Público desde que o accionista jurou vingança e o Zé Manel se dedicou, celerado, à sua execução. Os efeitos continuam a sentir-se, porque pouco mudou naquela casa onde manda o mesmo senhor.

25 thoughts on “Na veia”

  1. Valupi, meu Valupi,

    Hold on your horses. Não embarques na rotina da estupidez. Tu até és um tipo que consegue pensar se quiser! Tu não fales do que não sabes. A Câncio apenas canta o interesse dela. Essa gaja ainda me leva um email, pá, e olha que vai ser duro. Já te disse: não te filies no ideário defensivo e acusatório da Câncio. Acredita-me. Modera a tua «paixão» pelo tema.
    Nem tudo o que se publica corresponde à verdade e no que respeita a processos judiciais, só lendo-os, analisando-os. A Câncio nada sabe, manda para fora as mensagens.

    Tu tens factos? Tu falas em justiça? Tu até dizes que a Justiça «nos» maltrata! Já te disse! A justiça aplica a lei, e esta é feita por quem?

    Cum catano, pá não me obrigues a escrever bem, FOGO pá, lê o que escrevo.

  2. Valupi,

    Não subestimes o Toute aber (“A justiça aplica a lei, e é esta é feita por quem?).

    Eu não sou versado nesta matéria pois, como tu muito bem sabes, prefiro vender nêsperas e consultar bolas de cristal, mas acho que devias responder ao cidadão para despacharmos duma vez para sempre esta crise entre os homens de rabicho ou cabeleira longa. Ex cadeira, ou sofá, se for possivel, mas não estiques muito o braço porque podem chamar-te adolfo.

    Toute aber,

    Não ponhas grandes esperanças na coisa. O Valupi é um introvertido.

  3. Giroflé,

    meu querido, eu simplesmente adoro-o. Sabe eu adoro nêsperas, de tal forma que quando começo acomer naquilo, tenho sequelas direccionadas à sanita.

    Diga-me: escreve tão bem, de uma forma tão expressiva, com tanto humor, um humor inteligente. Que faz?

    O Balupie não tem estaleca para mim, o gajo se começa a esticar o braço, ponho-lhe o bigode do pipi à frente e as questões «do caralho» que ele gosta de articular.

    Ó balupi, pá, entãoe cumo é, meue?

  4. toute a ber,

    “Hold on your horses.” No que toca a chavões de westerns, sempre preferi este: http://www.youtube.com/watch?v=ua_2260EtlU

    “Não embarques na rotina da estupidez.” – Há mais marés que marinheiros e nessa barqueta, toute a ber, remas sozinho.

    “Tu até és um tipo que consegue pensar se quiser!” O Valupi e toda a gente, mesmo os mentalmente incapacitados (se for este o teu caso, não te sintas ofendido, gostamos de ti exactamente como és.

    “Tu não fales do que não sabes.”. E tu, sabes do que falas?

    “Já te disse: não te filies no ideário defensivo e acusatório da Câncio. Acredita-me. Modera a tua «paixão» pelo tema.” – Oh, novo messias, ilumina-nos com a tua sapiência divina!

    “Nem tudo o que se publica corresponde à verdade”. Absolutamente correcto. novo messias, pá, afinal, sabes umas coisas. Tens aí à mão a chave do Euromilhões da próxima semana?

    “Cum catano, pá não me obrigues a escrever bem, FOGO pá, lê o que escrevo”. A gente lê, mesmo que tal aventura resulte num quase estado de vómito induzido pela ritmada e criativa escrita de sua pessoa.

    “Diga-me: escreve tão bem, de uma forma tão expressiva, com tanto humor, um humor inteligente. Que faz?” O GiróFlé, digo eu, faz aquilo que ele quiser. E o (a) senhor (a), o que faz?

    “O Balupie não tem estaleca para mim”. Suspeito que nem o Valupi, nem os restantes 6 mil milhões de habitantes do planeta tenham estaleca para tão grande ego… egocentrismo.

  5. Caro «não sei quem é»
    1. Estava quase a ir fazer ó-ó. Imagine a minha vida também é escrever e estudar e não me fico só pelas sebentas dos lugares – comuns.
    2. Não leve a mal, não vou visitar o seu link, sabe porquê? Porque só pode ser uma ilustração da sobranceria com que introduz o seu «mandato».
    3. Sim, sem dúvida há mais marés que marinheiros. No dought about that, man. Só que remar sem companhia é o meu lema e, acredite, tenho tido um sucesso que não calcula. Eu nunca me afundei. Pela sua teoria, Robinson Crusoe nunca teria sobrevivido!
    4. Mentalmente incapacitado? Talvez, com capacidade e discernimento bastante para reconhecer outro à minha frente – aquele que se me refere assim, ainda que em termos condicionais. Devolvo-lhe, por isso, o «aforismo».
    5. Sim, sei do que falo. E do que falo eu? Pois, a sua curiosidade fica exactamente aí!
    6. Messias? Não. Mas sabedoria? Sim, a bastante para reconhecer que o poderia iluminar, mas não o faço. Sabe porquê? Por causa da sua arrogância! Aprenda por si, que eu não quero que você fique a saber mais do que eu.
    7. Chave do Euromilhões? Candidate-se a apóstolo, mas tem que fazer uma pesquisa ( para trás, desculpe lá a redundância!). A si não o tornava rico. Já o é! Faz rir e quem faz rir é um milionário!
    8. Diga-me: o Giroflé mandatou-o para me fazer essa pergunta?
    9. O que faço meu caro? Olhe, dou-lhe uma dica: o partido socialista sabe!
    10. Egocentrismo? Não! De todo. Diga, antes Realismo. Realidade. Sabe o que é? Eu sei.

    Esclarecido?

  6. Daniel, o cervejo é muita bom. Qualquer galinha obcecada em esgravatar as pegadas do seu caseiro fará sempre primeiras páginas e abertura de telejornais na nossa comunicação social. Já não há nada a fazer.

  7. Balupie, meue,

    Oube lá, atãoe repugno-te açim tantoe ka mandas um gajo defendere-te pá?Ou ele é tue?

    Oube, fala cumigu, saves uma cousa? istu num tem nada ka ber com egucentrismose. Porra soue du mais altruista posibel. Até benhu aki meue, tás a bere?
    Cunta aí, guxtaste du cuntarditorium? Porra, eu num savia ka estaba a causare tantu estragu no teu vlogue, caragu, ó meue, eue só keru dibertir-me. Maje toue a bere ka doue muita cumixãoe. Bá lá balupizinhu, nun fike triste.
    bijenhu.

  8. TRAQUES,

    Galinha ése tue. Meue granda trolha armadu em arkitectu. Oube lá, paressese maje um gaju expassialista em nobas cunstrussoese, saves dakelas ka saoe nuticia do telejurnal, purka caem, pum catrapue. Parçabes da fundissóese, e da infiltrassoese? Oube dá aie uma ajudinha ao paíse, pá kesta merda é cumo lesbvoa. Foie cunstruida em estaquas de pinhoe berde e akela merda kalquer dia caie tuda, tás aber? Sãoe os arquitectus cumo a tie, ka num bêm nada á frente da penca, meue.

    Por fabore, já ta padie muitas bezes pára de dar traques, porra, baie a tratare da flatulenssia, meue, issu é grabe, carago.

  9. toute a ber,

    ao contrário de si, eu não tenho qualquer problema em dizer quem sou: surpresa das surpresas: sou o Daniel Sousa e Silva, nome profissional de Luís Daniel Faria de Sousa e Silva, jornalista de formação e ofício (actualmente desempregado, mas no activo). Os meus dados andam pelo LinkedIN, Facebook e um par de publicações. Sou exactamente essa pessoa. Sem mais. E tu, quem és? Tens tomates para afirmares publicamente o teu nome de baptismo????

    [Nota pessoal: dá-me gozo esta cena do rebate retórico por tópicos numerados]

    1 – “Imagine a minha vida também é escrever e estudar e não me fico só pelas sebentas dos lugares – comuns.” Pois não fica, não senhor.

    2 – Se não visitou o meu link, como soube qual o meu «mandato»? Pediu ao vizinho do 3º Esquerdo para ver por si?

    3 – Yo, nigger. “No dought about that, man.” Seria «doubt» a ortografia correcta de escrever tal certeza?
    “Pela sua teoria, Robinson Crusoe nunca teria sobrevivido!” Não tenho teorias, isso é para os teóricos. No livro que certamente leu, teve oportunidade de perceber que Crusoe, perto da loucura induzida pela solidão, encontrou de novo estabilidade emocional (e social) com a chegada de Sexta-feira à ilha. Se não aproveitou a oportunidade de perceber, isso é lá consigo.

    4 – A ironia serve para uma coisa: ironizar. Por outro lado, fico contente que você, toute a ber, se tenha deparado com um espelho. Aproveite para se pentear.
    Eu não lhe dei qualquer «aforismo», mas fico grato que me conceda um:
    «aforismo
    s. m.
    Preceito expresso em forma de sentença breve»
    (in http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=aforismo)
    Obrigadão. Ainda não sei que fazer com isso. Talvez colocá-lo numa estante junto de outros bibelôs.

    5 – “Sim, sei do que falo. E do que falo eu? Pois, a sua curiosidade fica exactamente aí!” – Ah? A minha curiosidade anda onde eu quiser que ela ande e, acredite (olha também consigo ser messiânico), estou-me bem a marimbar para o que está a não-falar.

    6 – Mas por quem sois, toute a ber? Ilumina-me com a tua graça e sapiência. Quer dizer, espera aí. Afinal, não ligas o interruptor, por causa da minha “arrogância!”.
    “eu não quero que você fique a saber mais do que eu.” De facto, informação é poder.
    Ainda sobre questões de luz, recordo-lhe: “Só sei que nada sei”, mensagem inscrita no pórtico do templo de Delfos e que Sócrates, segundo conta Platão, costumava mostrar aos seus alunos.

    7 – Candidatar-me a apóstolo? Please…
    Eu já sou um profeta [http://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_(profeta)], com direito a um Livro só meu no Antigo Testamento. À falta de peixe podre, embrulhe esta em jornal de ontem.

    8 – Não. Agora eu preciso de ser “mandatado” para perguntar aquilo que me dá na real gana?

    9 – Obrigado pela dica. toute a ber, és um fixe. É pena não ser muito boa. Só me vem à cabeça que o partido socialista tem cerca de 70 mil militantes. Devo perguntar o que se passa a alguém em particular ou todos sabem do que fala?

    10 – “Realismo. Realidade. Sabe o que é? Eu sei.” Saber, assim a modos de ter a certeza, não sei. Ainda assim, lanço este rumor: é do género disto – http://www.arrod.co.uk/essays/matrix.php – mas sem os efeitos especiais.

    toute a ber, está a ser um óptimo debate. Agradeço a sua tenacidade.

    Os melhores cumprimentos
    Daniel Sousa e Silva
    (google me, i’m not afraid)

  10. Caro Daniel Pinto,

    1. Tomates, só no frigorífico e de vez em quando faço uma excelente tomateira. Ponho no arroz, no esparguete, na salada, no BLT.
    2. Acredito que os seus dados andem por aí ao «Deus dará», mas desculpará eu não o conheço, já fez alguma coisa de útil para a Sociedade?
    3. Eu também ando por esses meandros da internet. Por vezes é incómodo, não acha?
    4. (Lamento sentidamente o seu desemprego).Porém, Sócrates diz que não há desemprego. Em quem devo acreditar, nele ou em você?
    5. O meu nome de batismo é lindo, mas não lho dou porque não tenho tomates. Eu só como tomates. cai, então, por terra, a sua interpelação.
    6. Eu também gozo que me farto a articular e assim vou reciclando a numeração árabe, a dos ângulos.
    7. Interroga-me? Não! Não vi o seu link, prefiro gastar o dióxido de carbono em outras coisas.
    8. Yo bro. Never say nigger! Ever! What the heck is that, dude? Trying to teach me some kinda language, man? Up yours bro!
    9. Não tem teorias? Tem pois. Você escreve teorias, é jornalista. Sim, li Robinson Crusoe lots of times man, wanna Know why? No way! Just keep it right there, just where you are. Sabe que o homem não encontrou o Friday right away, don´t you, dude? So, what´s your silly point?
    10. Pentear? Yo, man, like my hair just the way it is. No need for that. Mas porquê tal conselho? Não se penteia, e vê todos pela mesma medida, é isso?
    11. Aforismos? Permita-me uma definição mais completa:

    Aforismo (do grego aphorismos “definição”, a partir de aphorizein “delimitar, separar”, de apó- “afastado, separado” ou “proveniente, derivado de” horos, “fronteira, limite” e horizein “limitar”, através do latim aphorismus) é uma sentença concisa, que geralmente encerra um preceito moral.
    13. Tome lá um aforismo, só para si, à sua medida:

    «Você seria cómico, se não fosse trágico”

    14. Fala em Delfos e em Sócrates. Oiça, este último para além de ser paneleiro, era um confuso em certas coisas, mas também muito comodista, por isso é que o tipo desarmava os sofistas com o «só sei que nada sei». Humildade vaidosa.

    Com a sua doutrina, a que lhe dá gozo, e medalhas de pseudo -sabedoria, você lembra-me a Herófila , sentadinha na rocha, respirando os vapores do solo, e lançando para o ar predições confusas.
    15. Não, não se está a marimbar para o que eu alegadamente (não) estou a falar. Respondeu-me! Antes disso, iniciou. Lembra-se? Chamou-me incapacitado mental! Quer outro aforismo? Aí vai:

    “A inteligência superior vive em débito com os admiradores, que lhe exigem tudo.”What about that?

    16. Embrulhar o quê? Em jornal, costumo embrulhar bananas, as verdes. Sim, faço-o em jornais portugueses, uma espécie de reacção ao respectivo conteúdo. Não lhe limpo o rabo, porque é delicado demais. So what? Cavaco também não os lê!

    18. Profeta, man? Então, quando é que Portugal renasce das cinzas?
    19. Quanto aos Xuxas, bem então acha que eu me misturava com as «bases»? Não! Qual quê!?!Topo da pirâmide. Atenção – não a actual.
    20. Why would I google you? You´re not important! I´d rather say you´re full of prunes, man!

    Permita-me, caro pinto,

    Apenas duas citações, que reproduzo, pois assentam-lhe que nem uma luva:

    «A vida afectiva é a única que vale a pena. A outra apenas serve para organizar na consciência o processo da inutilidade de tudo» Miguel Torga.

    «Não possuir alguma das coisas que desejamos é parte indispensável da felicidade» Bertrand Russell

    Your shot man!

    All the best

  11. toute a ber,

    Acho que começo a perceber-te: padeces de alguma condição, certo? A minha aposta é dislexia nervosa, mas como não sou médico, e como está quase na hora da corrida, o meu dinheiro vai para outro cavalo. Boa sorte de qualquer forma. Acho que tens boas hipóteses de chegar antes de Jolly Jumper à meta. Até porque o máximo de corridas que tem nas pernas são referentes ao curto tempo que fez parte da equipa Pony Express.

    Com compreensão e paciência, reafirmo: o meu nome é Daniel Sousa e Silva.

    1 – Coloque os seus tomates ao fresco onde quiser. Três vivas ao livre arbítrio (no âmbito restrito de armazenamento de tomates). Pelo que conta, é um(a) cozinheiro(a) de mão cheia. Bora trocar receitas de bolos de bolacha? Vejo também com apreço o seu recurso a siglas. Sou fã do minimalismo. Para esclarecimento de quem não teve de vontade de googlar, BLT trata-se de um acrónimo de “bacon, lettuce and tomato”.

    2 – Os meus dados andam na net e não só. São (quase todos) de acesso público e universal. Está desculpado, se assim me condiciona verbalmente. Mais informo que eu não tenho qualquer ânsia de ser conhecido. Sou apenas mais um no meio da multidão. Pergunta ainda se fiz algo útil pela sociedade… Bem, depende da perspectiva, trabalhei na área do jornalismo mais de 5 anos e agora sou (temporariamente) vigia florestal. Se isso é útil ou não para “a Sociedade”, não lhe sei dizer. A não ser que “a Sociedade” seja um bando de cotas, com um avental (a usar apenas em acontecimentos especiais), algum ouro ao pescoço e muito dinheiro, armados em donos da forma da populaça pensar. Se for esse o caso, a resposta é: não.

    3 – Não.

    4 – Agradeço ternamente o seu “sentidamente”. Acontece que não estou desempregado per se, «apenas» do jornalismo. A qual Sócrates é que se refere? É que na Grécia Antiga já havia desemprego e no Portugal de hoje também (conferir http://www.ine.pt). Acredite em quem quiser, é-me indiferente.

    5 – Certo, certo. E coragem, bravura, audácia de assumir publicamente a sua identidade, tem?

    6 – Que bom para si. Continue.

    7 – Você, toute a ber, tem a imaginação de converter uma pergunta minha num “Interroga-me? Não! Não vi o seu link”. Já agora, interrogo, quais são as “outras coisas” em que gasta o dióxido de carbono? É que, informo, eu tento evitar isso ao máximo, é um gás perigoso. Da minha parte, não sei porquê, estou mais numa de gastar oxigénio, especialmente quando respiro.

    8 – Uma coisa é a ironia, outra bem diferente é o recurso patético a insultos pedantes. Seria muito baixo se continuássemos nesse tom. Que tal mudarmos para castelhano? :) Eu começo: ¡Que bárbaro!, boludo, cabrón, che e cornudo. E mais acrescento: Ese pendejo no sirve para nada.

    8 – News flash: o trabalho dos jornalistas não é escrever teorias, antes recolher, analisar e seleccionar factos e opinões de outros. Pelo meio, fica a isenção, é certo, mas em que lugar colocaria a objectividade profissional?, pergunto-lhe.

    9 – Ver um filme acerca de, não é o mesmo do que ler o livro. São meios muitos diferentes que transmitem a mensagem de forma particular. E, nota-se que pouco conhece da história literalmente literária de Crusoe. Acaso recorda-se do que fez Robinson, depois de erigir uma casa inexpugnável, de cultivar campos de culturas variadas, de se vestir todas as noites com farda de gala para jantar sozinho (?!?) – antes de encontrar Sexta-feira? Eu recordo-me. Muitos outros leitores desta obra maior também.
    That’s my “silly point”!

    10 – Novo messias, porque duvidei em alguma altura de ti? A graça divina iluminou o teu caminho e palavras! Nunca esperava que você, toute a ber, soubesse que eu sou um bocado despenteado. E agora, ai a vergonha, ai a infâmia, como posso cair de novo nas suas boas graças, ó tu elevado nos céus? Não foi um conselho, foi uma sugestão. Segue se quiser, claro.

    11 – Boa definição.

    [queria mesmo saber do ponto 12, alguém viu se foi dar um mergulho?]

    13 – Sim, sim, este aforismo adequa-se a mim. Obrigado por se ter lembrado. Começo a pensar que a seguir me vai convidar para um café e depois, quem sabe, uma sessão de cinema. Não estou interessado. Unicamente por equidade, não me poderei despedir sem o presentear também com não um aforismo, mas um provérbio. É que eu sou um gajo que percebe é do popular: “À mulher de César não basta sê-lo, é preciso parecê-lo”.

    14 – Não posso “ouvir”, visto que isto de trata de uma caixa de comentários só com texto. Não me digas que também dá para anexar clips de áudio? A sexualidade de Sócrates pouco me interessa, verso mais nas suas ideias, aliás, conhecidas só pela pena de Platão e outros contemporâneos seus. Concordo, era “comodista”. Criou uma escola, mas foi totalmente incapaz de publicar um livro ao longo da sua vida (ou pelo menos, um que tenha chegado aos nossos dias). O “só sei que nada sei” não é um desarme para sofistas. Também não é “Humildade vaidosa”. Diz-nos a Wikipedia:
    “Sócrates sempre dizia que sua sabedoria era limitada à sua própria ignorância (Só sei que nada sei.). Ele acreditava que os atos errados eram conseqüências da própria ignorância. Nunca proclamou ser sábio. A intenção de Sócrates era levar as pessoas a se sentirem ignorantes de tanto perguntar, problematização sobre conceitos que as pessoas tinham dogmas, verdades. De tanto questionar, principalmente os sábios, começou a arrebanhar inimigos”. Não digo que a wiki esta certa, mas que tal organizarmos um colóquio de filosofia acerca desta problemática? Conferir ainda: http://pt.wikipedia.org/wiki/Oráculo_de_Delfos.
    Não tenho doutrina. Nem pseudo-sabedoria, não precisa dourar a pílula, eu, Daniel Sousa e Silva (já se sente com coragem para revelar o seu nome?) sou um grandessíssimo ignorante. Espero sê-lo sempre. Já agora, acaso ouviu falar de Diógenes? (esta é uma questão offtopic, mas só para dizer que esse tipo, sim, sabia umas cenas).
    De resto, fogo, eu lembro-lhe o tecto da Capela Sistina (http://pt.wikipedia.org/wiki/Sibila)! Quer dizer, acho que o Miguel Ângelo (Mikey A. para os amigos do poker de quartas-feiras à noite) se esqueceu de convidar Herófila para essa festa. Terei de me entreter com Sibila de Cumas, sacerdotisa de Apolo; Prisca, a sibila Eritréia; Dafne, a sibila Délfica; A sibila Líbia e Sambeta, sibila Pérsica. Você não está convidado.

    15 – Bem, chega a altura de se fazer o desenho. Sim, estou-me a marimbar. É possível estar a marimbar-se para algo e ainda assim operar sobre isso. Veja-se o exemplo recente de todo o plantel do Benfica. Não lhe chamei de nada, mas se a bóina lhe serve, quem sou eu para tirar um adorno que você próprio colocou na fronte?
    Não quero outro aforismo. Ok, eu leio. Fogo, começam a ter muitas letras seguidas que se juntam para fazer palavras, terminando no conjunto de uma frase com duas orações.
    Mais uma vez por equidade, partilho novo aforismo:
    “A inteligência é caracterizada por uma incompreensão natural da vida” (da autoria de Henri Bergson). Como diria o Fernando Pessa: “E esta, hein?”.

    16 – Peço desculpa, esta é uma versão de outra expressão que conheci quando estudei história do jornalismo. Foi ingénuo da minha parte pensar que fosse do conhecimento geral.
    Novo messias, toute a ber, pá, bananas verdes, enroladas em jornais portugueses, tudo bem, acredito nisso vindo de si. Também acredito que não lhe limpe o rabo. Ficamos é sem saber qual será o destino de bananas verdes enroladas em imprensa nacional. Será para servir de massajador facial? Who knows? O Cavaco lê jornais, só porque diz que não lê jornais (e nem é bem isso, é – foi – mais da onda de só lhes dar 5 minutos de importância por dia), não quer dizer que isso seja verdade. Miúdo, são políticos, preciso de dizer mais?

    [o ponto 17 foi visto a dar um mergulho com o ponto 12]

    18 – Yah, profeta. Sorry, many sorrys. Estou limitado nas minhas visões à questão Apocalipse, não consigo sintonizar nada sobre Portugal. Tenta, talvez, no call center de apoio ao cliente que redireccionem a tua chamada para falares com “O” gajo, tu sabes, o filho d’”O” outro gajo.

    19 – Mais uma vez ingenuidade minha. Assumir que toute a ber se mistura com as «bases». Como o compreendo. Aquela gente só serve mesmo para agitar bandeiras em comícios e votar em quem lhes mandamos. Olhe, lá no topo da pirâmide, por favor, não a confunda com uma banana verde.

    20 – I know that I’m important. As least my mother always told me so. Cheio de ameixas (“prunes”)? Não partilho consigo a afeição por fruta (a história vai muito mais além do que bananas verdes, não é?, conta lá, poupas dinheiro no psicólogo).

    Novo messias, toute a ber, pá, se não tivesse para mim que és disléxico(a) nervoso(a), diria que és simplesmente um idiota. Mas, pronto, assim sendo, não digo.

    Apreciei as citações, ainda assim não me assentam bem. Nunca fui de usar luvas (quanto a si: bananas verdes, ameixas, luvas esterilizadas, the plot thickens…)

    I shot the sheriff, but I did not shoot the deputy. Oh, yeah…

    Vá-se catar que isso passa-lhe,
    Daniel Sousa e Silva

  12. Daniel pinto,
    Não sei se a sua escrita me provocou uma risada ou uma dolorosa vergonha, pois que se anuncia jornalista. Se o diâmetro da imprensa é o mesmo da civilização, você com a sua redacção prova que não há civilização, pelo menos, no seu «mundo». A perder o seu precious time com um alegado paciente «de alguma condição»? Um alegado «disléxico(a) nervoso(a), (…) simplesmente um idiota»?
    Como dizia Virgílio Ferreira, escreva o mais intensamente que puder, mas faça-o o mais calmamente possível. É que assim, a sua escrita será ainda mais intensa no absoluto do imaginário de quem o lê.
    Um tolo encontra sempre outro ainda mais tolo que o admira. É o que você ilustra ao dedicar tão extenso articulado à minha pessoa, apesar de demonstrar forte aversão ao personagem «toute a bere». No fundo, confirma a verdade de La Rochefoucauld «Gostamos sempre de quem nos admira, mas nem sempre gostamos daqueles que admiramos». O mesmo diz que «o drama do homem é o de ser limitado nos meios e infinito nos desejos; assim, não pode ser plenamente feliz». Pela forma como escreve e debita, é óbvio que está a falhar a vida. Não devia deixar sequer transparecê-lo. Posso usar a sua ironia, sabia? Neste caso, não lhe cobro nada pelo conselho.
    Sim, o cavalo é a parte mais importante do cavaleiro, já assim escrevia Molière, mas no caso concreto, prefiro aquele outro cavalo, um que até teve direito a photo e a história – «O Filho da Puta». Este era a sério, não se ficou pelos cartoons do «Buena Vista». Conhece?
    Serei insignificante, mas Victor Hugo vem em meu auxílio e diz ele que a consciência da insignificância – você chama-lhe, entre outros idiotia – é o cume do conhecimento da vida. Sabe, o insignificante é tão importante como tudo o resto. Gee, what about this one, bro? Chill out dude, won´t charge you for that.
    Como dizia Agostinho Silva, «o analfabetismo é porventura um grande mal; mas não se repara em que há outros analfabetismos ainda mais graves: o de um especialista de determinada matéria que nada conhece do que os outros estudam ou o dos que vão morrer inconscientes do espectáculo em que Deus os jogou». Percebeu o alcance?
    Atente que os tolos e os loucos – ou os simplesmente idiotas – também são extraordinariamente subtis e que os medíocres acham toda a gente igual.
    Qualificar alguém, como faz relativamente a mim, é escusado. A carapaça é forte e tem mais grossura que a pedra de alcantaria. Você fala como se tivesse um reino, e efectivamente tem – o da arrogância e da soberba – e este não tem coroa, não descurando que a soberba nunca desce de onde subiu mas cai sempre de onde subiu.
    Toda a sua argumentação é a da oposição dos sujeitos. Mais uma vez La Rochefoucauld, «É prova de inteligência saber ocultar a nossa inteligência». Não confunda inteligência com ser culto (mas você é-o? Ou recorre ao saber formatado?) É que o homem culto é apenas mais culto; nem sempre é mais inteligente que o homem simples – o tolo, o idiota, qui sait, o analfabeto!
    Como se retira da sua escrita, você confunde inteligência com as suas faculdades de imaginação (que tem). Chama idiota e disléxico nervoso ao seu semelhante, mas desconhece que a sua firmeza ( eu sei você prefere a palavra tenacidade) de «princípios», de opiniões, pode ser uma forma vistosa de camuflar a estupidez. Veja, concedo-lhe a oportunidade da possibilidade. Você, do alto da sua arrogância e soberba, chama-me Messias, encarece a sua pseudo-capacidade tentando rebaixar a capacidade ou possível capacidade dos outros – que não conhece, que não são obrigados a darem-se a conhecer. Serão menos por isso? Mas então a figura «anónimo» é ou não legítima neste espaço? Dá o seu nome civil, so what? Your privilege! Your choice. You´re not a reference. Not for me, can be sure of that.
    Será realmente inteligente como intensa mas nervosamente pretende deixar nos «anais aspirínicos»? Lucky you, dude! Que sorte possuir uma grande inteligência: nunca lhe vão faltar asneiras para dizer.
    Sou (no seu verbo) imbecil, logo sou feliz. Acautelo-me de tudo – don´t say my name, not even if I´m a man or woman. Sim, julgo saber, o que está fora da vista perturba mais a mente dos homens do que aquilo que pode ser visto (Júlio César.) So, just hold on your horses. You like´em, don´t you?
    Por sua vez, o tolo faz observações sobre tudo. Continuamos a falar dos sujeitos? Quem se meteu, quem se arvorou em «genialidade» e ligou a um alegado tolo ou tola? Not me for sure! Serei um cão, um macaco ou um urso, / Tudo menos aquele animal vaidoso / Que se vangloria tanto de ser racional ( John Wilmot) Brilliant, isn´t that so?
    Não é com prazer que vemos outros superarem-nos no que quer que seja. Superei-o, foi? Não? Então, porque me dedicou tanta escrita?
    Um tal Epicteto dizia sumariamente isto: epítetar os outros pelos próprios infortúnios indica falta de educação; epítetar-se a si próprio demonstra que a educação começou; não fazer nem uma coisa nem outra, diz-nos que a educação está completa.
    Você simplesmente está no vale, com esse discurso, meu caro, jamais atingirá o topo da colina. Abdique de regularizar os outros, porque não o faz em relação a si – isso devia ser o seu objectivo.
    Não li todo o seu articulado. Tirei-lhe a medida pelas primeiras expressões, e lamento que alguém – que se diz jornalista – se dedique a assuntos tão menores. De que surgiu a sua intervenção?! Meu caro, quem se dedica aos assuntos menores raramente conseguirá atingir os grandes! É mesmo jornalista?
    Respondo-lhe, não por gozo, e creia que foi sentidamente que lamentei e lamento o seu desemprego. Certamente não confundo os «Sócrates» do mundo – o Antigo e o Moderno – e dispenso as suas «ensinadelas» na matéria.
    Desculpará, mas reconhecerá por fim que tudo o que escreve é incompreensível – o que revela a falta daquilo que você tão desesperadamente tenta passar através do blogue.
    Charles Colton dizia que «o aplauso é a espora dos espíritos nobres e o fim dos fracos». Eu aplaudo-o pelo facto de ter a coragem de ser um cretino trombeteiro (princípio da igualdade de armas, right?), mas é um aplauso de caridade, não de fé ou de esperança. Como gostaria que fosse.
    By the way, don´t speak spanish, only english, french and Italian e a lingua do Puorto carago, meu manganãoe.
    Oube lá, eu seie que ta xamas como dizes, pá, mas chamei-te pinto e escrevi-o em minúsculas. Advinha lá porquê? Que tal falares com um brasileiro. Ele ti esplica biue?
    Kind regards

  13. I’m really proud of you, tou-te a ber. That’s a wonderful speech, but I think that the blog doesn’t deserve it. Believe me.

  14. toute a ber,

    Tiveste de ir pedir ajuda para continuar aqui isto? Sem problema.

    Sabe, isto não é uma questão de se “anunciar” jornalista. Ou uma pessoa é ou não é e, no caso dos jornalistas, mais vale logo dizer que é, para não ser depois acusado de andar a meter o bedelho aqui e ali sem se identificar com a sua profissão.

    Passeio-me nesta caixa de comentários, porque não me costumo calar quando a parede é branca e há malta a dizer que é preta. Na altura, pareceu-me o indicado a fazer. Olhando para trás, admito o meu erro.

    “Toda a sua argumentação é a da oposição dos sujeitos.” Não. Falei de dialéctica, sim. Quanto ao resto da exegese do texto, sei lá, peça ajuda a outro.

    “Não li todo o seu articulado. Tirei-lhe a medida pelas primeiras expressões, e lamento que alguém – que se diz jornalista – se dedique a assuntos tão menores. De que surgiu a sua intervenção?! Meu caro, quem se dedica aos assuntos menores raramente conseguirá atingir os grandes! É mesmo jornalista?”.
    Sim, sou mesmo jornalista. Ao contrário de si, eu não gosto de tirar as medidas aos textos pelas suas primeiras expressões e dei-me ao trabalho de ler o seu (o melhor até agora, na minha opinião). A minha intervenção surgiu, porque me apeteceu. E, olhe que não, olhe que não, visto que assuntos “menores” e “grandes”, em termos de trabalho jornalístico (não se aplica neste nosso caso) merecem a mesma dedicação. Quem me ensinou isso foi um senhor jornalista e professor universitário, também padre, entretanto já falecido, deixando sem rumo a direcção do Notícias da Covilhã (nunca trabalhei neste jornal).

    “By the way, don´t speak spanish, only english, french and Italian e a lingua do Puorto carago, meu manganãoe.” A língua do Puorto carago é a minha também, be aware.

    “Oube lá, eu seie que ta xamas como dizes, pá, mas chamei-te pinto e escrevi-o em minúsculas. Advinha lá porquê? Que tal falares com um brasileiro. Ele ti esplica biue?” – ?!?!?

    Citou tantos bons autores. Como compreende, seria inútil tentar rebatê-los. Mas não consigo terminar sem uma citação, de autor desconhecido:
    Da biologia do REM à gnoseologia de Morfeu (título)

    No limbo entre o descanso físico e a oniromancia,
    assoberbam-me cortinas de sonhos lúcidos.

    Metodicamente,
    construo e desconstruo as barras da gaiola dourada,
    abro as asas flamejantes
    e desapareço até à linha do horizonte.

    Lá,
    nesse traço circular que limita o campo da observação,
    nada vejo
    e todos me vêem a mim.

    Testemunhas,
    avancem
    ou sibilinem-se ad eternum…”

    PS – Fuck you :)

    Cláudia, pede uma banana verde ao toute a ber e diverte-te

  15. Daniel pinto,

    Então cada vez mais descontrolado?

    Ó Senhor acalme-se! Acalme-se Senhor.

    Ó pinto, i do not need to fuck me, man! believe me. (Be aware of what asshole? Forgive Lord, I said a nasty word.)

    Mas você precisa aí de uma boa pilota, pá! Quanto maior, melhor pois o buraquinho, a avaliar pelas suas palavras, tem de ser alargado. (Get Lost, moreon).

    Deixe a Cláudia em paz, a Senhora saberá certamente escolher o tipo de bananas que deseja, even gren ones, and you Know, she doesn´t need your lousy advices. I am sure she wouldn´t ever you at you.

    Descontrolou-se mesmo! Eu sei, that´s my job man. I am a gipsy and went to the elementary school, guess where?

    Kiss, kiss.

  16. toute a beer e Cláudia,

    – Descontrolado? Népia, not my style.

    – And I won’t, be sure of that.
    The other day, I was talking with Cicciolina and she told me a secret, the horse from that movie you know?… Well, I’m not the best person to talk about relationships, but toute a beer e Cláudia a horse has your “secret friend”?!?

    – toute a beer e Cláudia, or should I say Sméagol?
    [eu não uso anéis, mas abriria uma excepção no caso desse em particular]

    blew, vocês cheiram mal da boca :)

  17. Daniel pinto,

    O menino está mesmo descontrolado. Olhe quando muito cheiro mal do rabo, como toda a gente, percebe? Agora da boca, não.

    O seu inglês é funny!? Wierd. which school did you go, moreon?
    Cicciolina? Logo vi, a linguagem porno, mas a Senhora em causa, já está meia descaída, não é?

    Porra, pá você nem com um anel com o maior diamante do mundo. Com o discurso que tem, nem deve saber o que é uma cama. Aposto que se põe de joelhos e desaperta o cinto, ei mate? Wanna speak good english, mate? Suggestion: go to the school, try the kindergarten, then the elementary…and grow up, «journalist»

    Look, listen to this one: bend over and suck your one dick, asshole, if you have one!

    Or shove it up your ass, asshole. You´re talking to the wrong person, biatch.

    don´t say Népia. We say nope, and recently the americans say neps. Go wash your little georgie, biatch.

  18. toute a ber,

    duas notas:

    1ª. “Look, listen to this one: bend over and suck your one dick, asshole, if you have one!” Agradeço a sugestão. Lamento apenas que seja biologicamente impossível tal tarefa. Só ouvi dizer de 2 pessoas no mundo capazes de o fazer (Marylin Manson, com recurso a cirurgia que lhe retirou um par de costelas, e vossa excelência).

    2ª. “Or shove it up your ass, asshole. You´re talking to the wrong person, biatch.” Hey, dude, don’t drag me into that stuff you and your “secret friend” are into. About the last part, you are right. No mores answers from me, you hear, little rainbow girl? Drop dead. Bye.

  19. ´Daniel pinto,

    Diga, diga, já bimos que o seu ingalês é de «trazer por casa», tamém já bimos ku manino cupia muito o ka istá na internte, purque num tem caveças. Biu agora purque lha xamu pinto?

    fassa cumo o manson, oh num consegue, ok, logo bi, a fake. Pakanintu, num é? Só de lanterna, num é? Oube kem anda á chuba molha-se. And you are all wet, wet, wet and you´re ugly like hell.

    kind regards

  20. toute a beer aka Cláudia, prometi a mim mesmo não voltar a alimentar a besta, mas, enfim, sou um poço de contradições… Mas só para partilhar que quando alguém se plagia a si mesmo, o único problema legal será, eventualmente, que uma das muitas vozes da sua cabeça decida processar. Be safe :)

  21. daniel pinto,

    Oube lá meue, tu ainda num cunseguiste tirar-me a medida? Num ma digas ka num és vom em matemática?

    Não chames besta à Claúdia, porque ela não é besta! É um ser humano, sensível e é inteligente. Tu tens muita amargura nesse coração, homem. Oube, meue, controla-te, pá.
    Falas em legalidade agora? Queres ir por aí? Também te dou baile na matéria, e podes crer que continuo a ganhar-te. Concentra-te na tua pequenez. Não insultes a Claúdia, porque ela não te fez mal nenhum. Tu tens estado a dar um espéctaculo de estupidez que nem te apercebes. O pior é que pensas que dás baile a qualquer um, mas não e todos te vêm é a dançar e danças ao som que eu quero. Just keep your damn mouth shut, moreon.
    Insisto – lê o que te escrevi. Já agora poupa-nos a ordinarices, porque as que tu dizes são maldosas. Nem sequer tas devolvo, porque como te disse, se queres aplauso, eu aplaudo-te, mas por caridade, não por fé ou por esperança. Consegues meter isso nessa little head of yours?

    Cá para mim quando te fizeram, estavam passados, e a fumar umas joints. Saíste assim, pois que se pode fazer?

    Kind regards

  22. daniel pinto,

    Cala – te pito, esfrega aí o girocoiso, pá, depois laba as manapulas, que tu debes xeirar hurriblemente. Cum catanu, és feiu cumo a peste. Fogo. Oube bai labar os dentes e a língua, bá, com o ravo ainda tense desculpa mas cum a voca naõe, pá.

    Olha baie a desapertare o cinto do teu bizinho do segundo andare, pá e depois já sabes, fazes cumo os gatos. MIAU. Tás abere, ou keres ke te explique melhor. Olha os gatinhos gostam muito de lamber. That is why we call some pussies, pussy cats or blow jobs asshole.
    Oube, rende-te pá, tá para bire o primeiro e ganhar-me em cumbates do que ker ka seja.

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