Mais do que a tão necessária solidariedade europeia, uma lição civilizacional

Numa altura em que os gregos estão sob fogo, a ministra de Estado para os Assuntos Europeus da Irlanda diz ser importante que os países com um plano de resgate da UE e FMI “como a Grécia, Portugal e Irlanda mostrem solidariedade entre si e uma grande compreensão em relação às dificuldades que enfrentam. Acho que seria um erro não fazê-lo. É importante que nos tentemos apoiar ao máximo. Não é fácil. Temos enormes desafios nos nossos respetivos Estados membros. Mas acho que seria errado tentarmos dissociar-nos da Grécia”.

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25 thoughts on “Mais do que a tão necessária solidariedade europeia, uma lição civilizacional”

  1. Para aprendermos a lição, seria preciso que não fôssemos um povo de pides, bufos e putas.
    Putas reles, como demonstrámos por ocasião da visita da Dilma Rousseff ou da monumental masturbação que andamos a fazer a Angola — e bem fazem os angolanos em aproveitar (não consta que a RTP organize “reencontros” com Cabo Verde, por exemplo…) –, como reles putas, dizia, não estamos em condições de receber lições dos irlandeses.

  2. O governo de Coelho e Portas tenta manter Portugal à tona empurrando com as patas a Grécia para o fundo.

    Ainda não perceberam que ao fazê-lo, estão a meter água no barco português. Pior, se a Grécia for ao fundo, nós vamos agarrados a ela.

  3. Coitada da senhora, se calhar ainda não deve ter tido oportunidade de conhecer os farroupilhas que andam por aí, ou então o discurso que el.es lhe pespegaram era falso como o Judas.

  4. Não deviam ser só estes 3 países (Irlanda, Portugal e Grécia) a solidarizar-se entre si. Devia ser toda a União a solidarizar-se, todos com todos, é isso mesmo que é uma União: para os momentos bons e maus. Só que esta União Europeia não deve ter grande futuro quando, como agora, cada um só olha para a sua barriga e não se preocupa se a do vizinho está a passar fome. A continuar assim, a seguir seremos nós. E depois? A Espanha, a Itália, a Bélgica, a França, enfim não vale sequer a pena falar nos países que ultimamente entraram, pois esses facilmente serão varridos. Só que, e creio muito firmemente nisto, se a União colapsar haverá guerra na Europa, novamente.

  5. E engracado comparar estas palavras com as publicadas hoje na entrevista do Relvas ao ABC. Quem e o Relvas para andar a dar licoes de moral a grecia???
    Bem, uma entrevista digna do ABC – que para quem nao sabe e um jornal espanhol, que se nao existisse, resultaria do posicionamento ideologico do joao braga, da inteligencia do d. Duarte, da qualidade do jornalismo de investigacao da felicia cabrita e do pensamento filosofico do cesar das neves.

  6. Acreditei nisso em tempos, a spes pequenina tinha sido a única que não tinha saído a tempo da caixa de Pandora e portanto lá se quedara. Agora só me faz lembrar o Wilson que falava de consiliência para dizer que o grande objectivo da mente humana era conciliar ciências e humanidades, mas isso era numa época histórica favorável, hoje é ciências e desumanidades.

  7. NAÇÃO FORTE A CORES E EM RELEVO

    O gabinete do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, encomendou em Dezembro, à Gráfica MaiaDouro, SA, a produção por ajuste directo de uma centena de exemplares do programa do Governo, denominado “Compromisso para uma Nação Forte”. O preço contratual foi de DOZE MIL EUROS, o que significa que cada um dos 120 exemplares, feito em papel couché semimate, custou 120 euros. O contrato data de 9 de Dezembro e o prazo de execução foi de 10 dias. O gabinete do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares declarou que “foram contactadas, INFORMALMENTE, três outras empresas, tendo esta apresentado o valor mais baixo”. A capa do livro em tons de cinza-prata apresenta uma ilustração em alto-relevo. Segundo adiantou ontem fonte do gabinete de Miguel Relvas, os exemplares destinam-se exclusivamente ao Governo. Trata-se de uma edição toda a cores, cujo conteúdo é o programa de Governo e o balanço dos 100 primeiros dias do XIX Governo Constitucional.

  8. Bem dedutível, que tesouro milenário, anonimo…é como sinto: parece que foi há mil anos e eu já existia e depois deram-se muitos acontecimentos, muito rápidos, e agora vivemos em pleno a revolução liberal…ora se eu já existia, já tenho, pelo menos, 1000 anos.

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