28 thoughts on “Leitura obrigatória”

  1. Além do que sobre o assunto já comentei: depois de ler este texto de f dei por mim a questionar-me sobre o seguinte: se a alegada “solidez” dos indícios contra JS e CSS forem do teor dos usados contra Câncio, que acusação pode o MP parir ?!

  2. A pessoa que atacou as colegas MMGuedes e Felicia Cabrita, sobre este assunto mostrou novamente a cepa verdadeira, quando afirma que é reprovável a relação financeira entre o socrates e o amigo generoso. Agora? Diz isso sem sentir vergonha? só consigo entender se tiver a mesma vergonha de muitos outros que conseguem negar a verdade mesmo que lha mostrem com factos.

  3. Eu continuo sem perceber porque é que é “eticamente reprovável” pedir dinheiro emprestado a um amigo de infância !

  4. A Justiça continua em roda livre … até quando? Servindo-se dela, existem alguns
    justiceiros infiltrados bem como os oportunistas que não pagam as contas e se
    armam em moralistas, caso do pasquim com dívidas ao fisco e S.Social de mais de
    uma dezena de milhões de euros o que, será necessário para as executar?
    Para cúmulo, veio a público que o super juíz tem pés de barro com a estória do
    empréstimo dos 4 mil euros e, se recuarem no tempo encontrarão outra estõria
    de um almoço de anos com cerca de 60 convidados, pago pela chefia do serviço!!!

  5. Sobre o processo já tudo se sabe :
    -perseguição, intimidação, violação de privacidade, factos zero, comércio do segredo de justiça, atentado ao bom nome do Ex. Primeiro Ministro e todos os que lhe são próximos.
    FC escusava de dar preciosa ajuda animando noticiários, mãnhas e pasquins em geral com frases dúbias e intenções de defesa que a deixaram mais vulnerável.
    Lamentavelmente a revisteca nem teve que pagar pelo aumento de vendas e canibalização do universo mãnhas.

    FC teve sem dúvida uma afirmação eticamente reprovável numa ex. namorada e companheira de férias a convite. Provavelmente já deu pelo erro.

    O Cavaleiro e Ex. PM José Sócrates já saiu em sua defesa.
    Nada mais a dizer sobre o tema.

  6. Primeiro que tudo, mal li a entrevista da FC, a minha primeira reacção foi que tinha sido e é uma parva. Com franqueza, confiar que a comunicação social não aproveitaria para distorcer a entrevista depois de tudo o que se tem passado é no mínimo de … nem encontro o adjectivo.
    Depois, este texto no jugular que li com muita atenção está em certos parágrafos muito mal escritos, muito confusos. FC tem a vantagem de ser lida por muita gente, como ninguém. O mínimo que podia ter feito era escrever com mais cuidado. Entendo que estivesse zangada mas nestas coisas é preciso manter a lucidez e a cabeça fria.
    E finalmente, o que gostei no artigo é que ela põe a nu as artimanhas do procurador e do juiz e essa associação criminosa com os pasquins que já é denunciada há muito mais tempo no blogue Tesouros à tonelada mas a que pouca gente quis ligar. Tratando-se agora de Sócrates e Câncio é mais importante né?
    Pois… :) Isto está a seguir o caminho que muitos merecem. Sentir e abrir os olhos para o que se passa nestes meios há anos, sentir a exclusão, a revolta, a injustiça, percebê-la e perceber que há outros que não primeiros ministros, ou ex, ou namorados e namoradas vítimas de procuradores e pasquins. SIM. Estava na altura. A hipocrisia dura há anos, Valupi.

  7. Muito bem (mesmo que a própria Fernanda Câncio e tu estejam a dar pão a alguns e algumas que não têm dentes), Valupi.

  8. Lido o texto, não se percebe porque espera Fernanda Câncio um tratamento diferente ao dado aos demais inimigos dos jornais do esgoto. Se, para estes, vale mentir e vale tudo, inclusive utilizar a prática de crimes, o cinismo, se não a corrupção, de agentes do sistema de justiça para triturar na praça pública os seus inimigos políticos e profissionais, porque haveriam de tratar a sua pessoa de maneira diferente de, por exemplo, José Sócrates?

  9. Valupi, um off topic que não é. Copio para aqui um excerto do exercício publicado pela São José Almeida no P. de hoje, a propósito da mudança geracional no PS, que demonstra como a actual vida política portuguesa (em 2016, portanto) anda distante de alguns posts no Aspirina B (e de alguns comentários, de que o Big Show no Marão e uma doravante «inimiga de classe» de nome Fernanda Câncio são os derradeiros). Sobre este exercício que não é perfeito (!) faça-se, ainda, uma cronologia comparada e especule-se sobre o que serão a/s direita/s e a/s esquerda/s portuguesas em… 2020 ou 2024/26.

    […]

    As figuras mais influentes no PS: Quem é quem

    Por outro lado, mesmo antes de Seguro, nos governos de José Sócrates estrearam-se como secretários de Estado alguns jovens como é o caso de João Tiago Silveira, Fernando Medina e Pedro Marques, mas a ascensão geracional em grupo dá-se só agora.

    Há uma característica nesta ascensão de uma nova elite socialista que importa destacar. Aquele que seria o sucessor natural de Seguro e de António Costa, Sérgio Sousa Pinto desde cedo deixou perceber que não estava na corrida pela liderança. Contudo, o seu prestígio e peso no partido, sobretudo, junto das novas gerações, é profundo, bem como a sua influência intelectual. Figura de referência nesta nova geração é também João Tiago Silveira, outro dirigente que depois da experiência governativa com José Sócrates optou pela vida académica e que, por agora, chefia o gabinete de estudos do partido.

    Na nova rede de poder e influência do PS, ascende também um conjunto de dirigentes ainda mais novos, nascidos já depois do 25 de Abril, onde o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, é o líder natural, com um destaque que é potenciado pelo facto de Sérgio Sousa Pinto ter optado por não se posicionar para disputar a liderança. Na faixa etária de Pedro Nuno Santos há outros nomes que já se destacam Duarte Cordeiro, Mariana Vieira da Silva, Miguel Prata Roque, Ricardo Mourinho Félix e Pedro Delgado Alves.

    Mas o poder e a influência no PS de hoje conta também com figuras que vêm da estrutura partidária como Manuel Pizarro, no Porto, ou Vasco Cordeiro, nos Açores. E dos que fizeram o seu percurso fora do aparelho e se destacaram pela participação institucional, como Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, e Pedro Marques, ministro do Planeamento e Infraestruturas.»

    Há uma nova geração e influente no PS – Público
    https://www.publico.pt/politica/noticia/ha-uma-nova-geracao-e-influente-no-ps-1731785

  10. Lucas Galuxo, o que está em causa no texto/posição da Fernanda não remete para supostas expectativas de tratamento diferenciado. O que está em causa é uma denúncia, ou até mais do que uma, contra uma Justiça “cúmplice de crimes”.
    __

    Eric, o teu gosto pelo estilo críptico tem a desvantagem de, para os espíritos simples como o meu, levar a uma potencial perda de eficácia comunicativa. Se puderes, explica melhor o que pretendes dizer nesta passagem, please:

    “Copio para aqui um excerto do exercício publicado pela São José Almeida no P. de hoje, a propósito da mudança geracional no PS, que demonstra como a actual vida política portuguesa (em 2016, portanto) anda distante de alguns posts no Aspirina B (e de alguns comentários, de que o Big Show no Marão e uma doravante «inimiga de classe» de nome Fernanda Câncio são os derradeiros).”

  11. Não me parece nada difícil de entender, Valupi, pois tem que ver com alguns comentários na box do Aspirina B motivados “clinicamente” por dois ou três posts sobre a forma como eventualmente cada um viu o que se passou no Marão e sobre as reacções “peludas” ao que disse entretanto a Fernanda Câncio (na verdade nem foi sobre o que ela disse, porque se percebeu que alguns comentadores nem tinham lido a Visão). Ou seja, e se é de eficácia que queres falar, eu até perceberia que o Aspirina B indicasse aos seus leitores a “linha justa” sobre determinado assunto (coisa que eu elogiei aqui, decerto, no CC ou noutros lugares do estilo, pois esse é um porto de abrigo para quem anda perdido com tanta porrada que, literal e mediaticamente, vai levando).*

    Ora, é por eu entender que se trata de um processo, exactamente, que eu não entendo que um blogue como o Aspirina B que se manteve com as portas abertas se tenha tornado num blogue tantas vezes monotemático e, muito menos, entenda como se podem fazer as coisas “por metade” (por exemplo, não entendo quando surge uma não-resposta de alguém que construiu um problema erradamente e, posteriormente, o analisou deficientemente… e isto envolve-te a ti, à Penélope e ao Júlio, embora em doses diferentes). Idem, não entendo o azedume sobre o PS de António Costa e sobre esta solução das esquerdas, que só confunde e dá azo aos piores instintos. Concluindo, tal como não entendo cenas deslocadas do contexto, muito mais depressa reajo organicamente a posts sem nervo e sem criatividade (cenas que fazem perder tempo, eu o disse).

    No fundo, ó justiça terrena ou celeste, são estas as mesmas coisas que eu sempre fui dizendo por aqui.

    * Exemplo, um. Até um blogue como o do Francisco Seixas da Costa serviu, há tempos, para se perceber através de vários comentários (de gente que chegou ali através do FB, ou do que quer que seja) essa “imensa minoria” que andou perdida nestes anos todos sob a batuta dos tipos do PSD/CDS. É tempo de respirar, de abrir as portas e janelas para o sol entrar.

  12. Ó Eric,
    porque não tratas da orientação editorial do teu blog e deixas a dos outros ser tratada pelos próprios?

  13. Ó Lucas, falas em nome de quem (do gajo do café, do talho)? Não te engalfinhes, pois por agora não é contigo.

  14. “Ora, é por eu entender que se trata de um processo, exactamente, que eu não entendo que um blogue como o Aspirina B que se manteve com as portas abertas se tenha tornado num blogue tantas vezes monotemático e, muito menos, entenda como se podem fazer as coisas “por metade” (por exemplo, não entendo quando surge uma não-resposta de alguém que construiu um problema erradamente e, posteriormente, o analisou deficientemente… e isto envolve-te a ti, à Penélope e ao Júlio, embora em doses diferentes). Idem, não entendo o azedume sobre o PS de António Costa e sobre esta solução das esquerdas, que só confunde e dá azo aos piores instintos. Concluindo, tal como não entendo cenas deslocadas do contexto, muito mais depressa reajo organicamente a posts sem nervo e sem criatividade (cenas que fazem perder tempo, eu o disse).”

    confusão do caralho. o gajo hoje não tomou as gotas e não há comprimidos azuis que resistam. desampara pá! faz um blogue e vai dar ordens ao caralho que ta foda.

  15. Eric, de que falas? Qual é o problema construído erradamente e deficientemente analisado a que te referes? De que azedume falas? E que tenho eu a ver com os teus critérios de posts ao teu gosto, sejam eles quais forem, critérios e posts?

  16. Poderia responder que não tenho nada a ver a tua «eficácia comunicativa» tal como tu não tens nada que ver com a minha, Valupi. Mas, na verdade, os postantes do Aspirina B têm mais responsabilidades do que os seus leitores (desde logo para saberem do que falam e, concomitantemente, não se amofinarem, se se der o caso).

    Erros, disparates ou “erros” do Aspirina B (João Lopes e Maria Luís Albuquerque teu e tua, Sampaio da Nóvoa idem, refugiados, “sangue” & criminalidade à moda do século XIX, , Liliana M. por uma das filhas do regime, Conselho de Estado e João Soares em versão juliana, o Adriano Moreira valupiano e Gilberto Freyre, eis alguns dos casos), mas não tenho mais tempo.

    A tudo isto eu chamei fazer as coisas “pela metade”, vendo bem ontem até fui simpático.

  17. Adenda, em tempo. Esse azedume fica para outras núpcias, até porque vi logo que estava mal explicado. Acontece.

  18. Entretanto o “caluniador-mor” que escreve no Publico já apanhou boleia da FC para a sua prática favorita: tiro ao Sócrates!

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