Lafayette à Lagardère

Alexandre Lafayette, em conluio com Rui Verde – o antigo vice-reitor da Universidade Independente e recente autor de um livro que o Carrilho já elogiou e que recomenda a todos os participantes do Laboratório de Ideias do PS – pediu a reabertura do inquérito à licenciatura de Sócrates. Para além de ter entregue documentos relativos ao processo ditos originais, o pedido tinha também inclusas as escutas a Sócrates publicadas pelo Correio da Manhã; as quais foram já devidamente utilizadas pelo Marques Mendes em mais um momento altíssimo da sua carreira. Mas não só: pretendia-se ainda a apreciação dos processos de Sócrates na Câmara da Covilhã e na escola francesa onde está a estudar. Portanto, era o 3 em 1, só faltando requerer-se um levantamento das suas despesas de refeição fora de Portugal para efeitos de descoberta de indícios de algum ilícito; um qualquer, tanto faz.

Pois bem, a Procuradoria considerou que este Lafayette andou a gozar com a tropa da Justiça, nada trazendo de novo e sujeitando-se a sair chamuscado da brincadeira. Oportunidade de ouro, então, para o Cerejo, um dos maiores especialistas mundiais em demonologia socrática. O que ele tem a fazer é a coisa mais simples deste mundo: pegar nos documentos do Rui Verde e expor a corrupção dos corruptores e dos corrompidos. De caminho, para além de provar o que toda a gente já sabe – que Sócrates se licenciou num domingo e por fax – ainda apanha Cândida Almeida e Carla Dias, duas magistradas habituais frequentadoras dos bacanais satânicos do mafarrico, entretanto desviados para um apartamento luxuoso em Paris para, lá está, não darem muito nas vistas.

5 thoughts on “Lafayette à Lagardère”

  1. Ó Lixobunda, licenciatura de papel pardo tem é a peixeira da cruz e senta o cu num cadeirão menisterial. Vai é vender o teu chicharro podre lá para a tua viela chungabuna…

  2. «Demonologia socrática» é boa. Atenção áqueles casos em que os restaurantes por vezes se esquecem de incluir a sopa na conta, o cliente não dá por isso e sai sem a pagar. Não me espanta nada que os detectives do Corrreio da Manha andem atrás dos restos e dos caixotes do lixo a verificar consumos e despesas. Este país é impagável.

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