11 thoughts on “Isto sim, é um servicinho bem feito”

  1. já tou a ver o valupi na próxima sessão de chá e torradas a realizar em s. bento por combite e à moda de chatham house. isto é que é ultra modernismo e combíbio com a oposição cibilizada.

  2. A mim parece-me lavagem na relva organizada pelos pêessedês locais para mostrar aos que continuam na longínqua pátria, que o sujeito é mesmo boa pessoa, civilizado e que faz o que pode.
    Seja como for, continuo a preferir os que já não têm paciência para salamaleques. Depois de tanta mentira que raio é que o tipo pode explicar, que faça sentido?

  3. “A ti parece-te, mas mal! O Pedro Passos é mesmo assim!”

    é exactamente esse o problema. dá porrada na mulher e depois aparece na pantalha a ler discurso sobre violência doméstica. o pedro é mentiroso e tu achas bem. o pedro é vigarista e tu achas o máximo. o pedro rouba e tu achas o suprasumo da barbatana. bem vistas as coisas, até tens razão ou não fosse a coligação psd/cds um bando fora da lei.

  4. Assim, como?
    Boa pessoa? Não sei nem me interessa, isto não é um concurso para padre.
    Civilizado? Tem dias. Não são de certeza aquele em que diz a um adolescente que o Sócrates “é mesmo” gay, ou aquele em que conta que o PM o informou por telefone do PECIV e afinal tinham estado reunidos, ou aquele em disse que cortar o 13º mês era um disparate, ou aquele em declarou ter lido o ensaio inexistente, ou aquele em cantou a Nini depois de ter espatifado uns milhões de portugueses. Ou os dias em geria a Tecnoforma, de um só cliente. fornecido pelo Relvas. Francisco, o melhor é dizeres quais são os dias de bom cidadão, os exemplos a seguir.
    Imbecil que faz o que pode? Talvez, já sendo imbecil o que pode fazer é muito pouco.
    Certo?

  5. Seguro, assim como o Passos, com idade para serem filhos de Cavaco, o senhor Silva, do Jardim que baptizou este, e de Mário Soares que confundia milhares com milhões, não passam de dois condenados com a cabeça no cepo.

    Só «a-dívida-da-madeira», sem solução, os militares com oficiais suficientes para fazer uma «guerra-do-ultramar» mas sem gasolina para um submarino atravessar do Terreiro do Paço a Cacilhas, e o inimaginável TGV para levar a cortiça e a bolota desde o Poceirão a Barcelona, são problemas que vão sobrar ainda para os filhos desses dois jovens quase ex-primeiros ministros.

    Mas pior que estes dois jovens, é não se vislumbrar a mínima alternativa.

    Teremos todos que emigrar, como fez Durão, Guterres, Victor Constâncio, Sócrates e antigamente os pedreiros que agora são doutores e arquitectos.

    Se mandarmos as remessas talvez a coisa se resolva.

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