100 thoughts on “Isto é absolutamente fantástico”

  1. “… os advogados deviam ter apontado ao Tribunal da Relação que indícios havia de que o sindicalista tinha noção de estar a violar a lei quando fez as polémicas declarações – apesar de se tratar de um jurista.”

    resumindo: o ventoínhas foi considerado incompetente e portantes não merece ser julgado.

  2. No P. online, sinal dos tempos.
    ANA HENRIQUES 27 de Janeiro de 2017, 7:46

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    No Aspirina B, sinal dos tempos…
    27 JANEIRO 2017 ÀS 10:46 POR VALUPI

    1 COMENTÁRIO A “ISTO É ABSOLUTAMENTE FANTÁSTICO”

    Houston, we have a problem?
    São 12h40 aqui na terra, já lá vão 5-cinco-5 horas e duas-2-duas respectivamente.

  3. São 13h36 aqui na terra, já lá vão seis-6-seis e três-3-três respectivamente.

    Valupi, saber esperar é uma qualidade.

    (em actualização)

  4. a ver se percebo bem: não é verdade que a operação marquês tomou corpo depois de fortes indícios de factos ilícitos cometidos por José Sócrates?

  5. Primeiro há que provar os factos ilícitos e depois é que se prende.
    Ou não é assim a verdadeira justiça?
    Se eu disser que matou a sua ´tia, vou a correr com a TV (CM) filmar e depois é que investigo?
    Haja decoro SFF.

  6. ò vaca, tu não percebes um boi e queres discutir com pessoas civilizadas. fortes indícios são a estupidez congénita da bosta que aqui deixas diariamente.

  7. «Qualquer um pode escrever o que quiser, mesmo o maior disparate que for capaz de inventar. Só não pode é vir defender o nazismo, o racismo e violências desse calibre. Tal como não se pode violar a privacidade de terceiros. O resto, só serve mesmo para abandalhar. »

    No P. online, sinal dos tempos.
    ANA HENRIQUES 27 de Janeiro de 2017, 7:46

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    No Aspirina B, sinal dos tempos…
    27 JANEIRO 2017 ÀS 10:46 POR VALUPI

    5 COMENTÁRIOS A “ISTO É ABSOLUTAMENTE FANTÁSTICO”
    (inclui mais uma nojice e mais uma garotice do filho de alguém)

    Houston, we have a problem?
    São 14h32 aqui na terra, já lá vão 7-cinco-5 horas e duas-4-duas respectivamente.

    Valupi, saber sobreviver no meio da lama deve ser mesmo uma qualidade.

    (em actualização)

  8. Idem, ibidem (nojice e garotice + eu quer não sou juiz da “operação mãos limpas”, mas até pareço).

    Houston, we have a problem?
    São 15h25 aqui na terra, já lá vão oito-8-oito horas e cinco-5-horas respectivamente.

    Valupi, saber sobreviver no meio da lama deve ser mesmo uma qualidade.

    (em actualização)

  9. aeiou, tens os comentários moderados, a partir apenas de um dos teus IP, porque achas que isto aqui é teu. A moderação, suave, serve para te lembrar que não é. Se insistires em desrespeitar esta regra básica, verás a moderação de uma forma ainda mais clara.
    __

    Olinda, tens razão. Mas qual é a relação com a notícia e respectivas questões que ela descreve e levanta?

  10. Valupi, desculpa lá mas estás bem? Não parece, vejamos: «tens os comentários moderados (Valupi, o problema é teu não?), a partir apenas de um dos teus IP (Idem, o problema é teu não?), porque achas que isto aqui é teu (falsíssimo, pergunto-te mais uma vez se estás bem?). «A moderação, suave, serve para te lembrar que não é. Se insistires em desrespeitares esta regra básica, verás a moderação de uma forma ainda mais clara», e fechar com chave de ouro com isto… estamos em 2017, que caraças!

    https://www.colourbox.com/preview/19077510-hello-2017.jpg

    Valupi, larga o vinho.

  11. Adenda. Ah, eu até percebo que o assunto José Sócrates não interesse neste momento nem ao menino Jesus mas isso é mais um problema para ele (e acredita que entendo que isto possa estar na origem de insónias e de um qualquer tipo de depressão) e aparentemente, vá-se lá saber porquê, surprise!… teu. Mas que o assunto te conduza a esse aparente estado de transtorno emocional, no capisco.

    Nota. Os meus comentários tinham dois aspectos: o Aspirina B e um outro, e valiam por isso. Depois do post enceta uma cruzada no P. online, por exemplo.

  12. tens é uma sorte do caralho em ainda conseguires reclamar. vai fazer o mesmo prós teus amigos basófias a ver se o cunha te pública 1-comentariozinho-1, quanto mais direito de resposta.

  13. Agradecia que quando metessem aqui ligações para jornal Público avisassem que é uma ligação para esse jornal. Um tipo abre um link que pode nem ser muito interessante e perde uma das escassas visualizações gratuitas a que tinha direito.

  14. ignatz
    27 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 11:10
    “… os advogados deviam ter apontado ao Tribunal da Relação que indícios havia de que o sindicalista tinha noção de estar a violar a lei quando fez as polémicas declarações – apesar de se tratar de um jurista.”

    resumindo: o ventoínhas foi considerado incompetente e portantes não merece ser julgado.”

    Uma conclusão digna da qualificação que o ignaríssimo comentador dirige à comentadora “Olinda”.

    Problema n.º 1 da democracia – qualquer um pode emitir asneira, desejando vê-la certificada. “Ignatz” , comentador com calos na língua, dá-nos traduções de acórdãos do tribunal da relação. Calai-vos, ó ignaro, não martirizeis mais as vítimas da democracia.

  15. “Valupi, desculpa lá mas estás bem?” – claro que está, o blogue é dele. pode fazer o que quer e lhe apetece, inclusivé aceitar comentários racistas, fascistas, xenófobos e pirosos.

    “Não parece, vejamos: «tens os comentários moderados (Valupi, o problema é teu não?), a partir apenas de um dos teus IP (Idem, o problema é teu não?)” – lógica do humor sem sentido, o gajo queixa-se e acha que o problema é dos outros. como é que se explica a uma besta destas que o problema é de quem relincha? é deixá-lo a ganir na berma até o próximo camião fazer o trabalho, depois vá reclamar ao nunes da asae que foi atropelado sem justa causa.

    “, porque achas que isto aqui é teu (falsíssimo, pergunto-te mais uma vez se estás bem?).” – atão é de quem? o moreira de sá fez uma opa e não comunicou ao accionista valupi.

    «A moderação, suave, serve para te lembrar que não é. Se insistires em desrespeitares esta regra básica, verás a moderação de uma forma ainda mais clara», e fechar com chave de ouro com isto… estamos em 2017, que caraças!” – foi a única coisa que acertaste, na realidade estamos em 2017, mas até poderia ser em 1640 ou 3017 que o resultado era o mesmo

  16. Um acórdão com decisão ostensivamente favorável ao arguido. A verdade formal não deve primar sobre a verdade material. A formação jurídica do arguido e bem assim a sua profissão, obriga-o a respeitar a presunção da inocência. Os indícios e os factos não coexistem processualmente. Não acredito que o queixoso tenha metido água a deduzir acusação particular. Por isso, alguém desembargou mal.

  17. cantaril, copia o link da página, abre uma janela sem registo, cola o link pretendido e abres as vezes que forem necessárias

  18. Valupi, este comentário está esquecido e ele no que é fundamental, sim, é mesmo importante (é a coisa pública que interessa, e não questões laterais sobre ti ou sobre mim até para evitar melindres estranhos).

    aeiou
    27 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 16:07
    O seu comentário aguarda moderação.

    Adenda. Ah, eu até percebo que o assunto José Sócrates não interesse neste momento nem ao menino Jesus mas isso é mais um problema para ele (e acredita que entendo que isto possa estar na origem de insónias e de um qualquer tipo de depressão) e aparentemente, vá-se lá saber porquê, surprise!… teu. Mas que o assunto te conduza a esse aparente estado de transtorno emocional, no capisco.

    Nota. Os meus comentários tinham dois aspectos: o Aspirina B e um outro, e valiam por isso. Depois do post enceta uma cruzada no P. online, por exemplo.

  19. primeiro o queixoso tem de provar que o procurador acusado o difamou… quando , e se , for declarado inocente dos processos por corrupção faz queixinha outra vez . até lá tem de se dar ao acusado o benefício da dúvida :) é que de facto , este zézinho mulher de césar dá-se com cada vadio que mais parece uma prostituta. custa a crer que seja freira , custa.

  20. Não se deve atacar quem nos dá de beber. A defesa de Sócrates começou errada, e agora com o novo braço do polvo, irá comer durante uns aninhos. Nunca se combate as becas e togas com ironias, não se atiça o que há que apagar. O “costalha de s. bento” só pensa nele, e o combate à corrupção já não se amedronta com as “reuniões à Paulo Campos”. Sócrates conseguiu unir investigadores e decisores contra ele. Erro crasso de defesa. A PJ faz relatórios de investigação mas também erra; quando um fulano tenta impôr a sua razão a quem decide, pontapeia-se irreversivelmente – e o estatuto de corrompido invade a cabeça de quem investiga e causa estragos. Tudo agravado com defesas de “prédios envidraçados”, daqueles que se alimentam da fama e asneiam como o ignaro do Ignatz.

  21. yo

    És só mais um traste inculto que por aí vegeta.
    A coisa funciona ao contrário. Primeiro prova-se que a pessoa é culpada. Só depois é que se pode dizer que ela é. Quando se faz isso antes da prova está-se a difamar, a caluniar, ouviste ó cabeça de alho-chocho !
    O Ventinhas difamou o Sócrates porque disse que ele praticou actos ilícitos antes de um tribunal ter provado que assim aconteceu. Estás a ver, ó inculto ?

  22. Valupi

    A sentença é de facto deliciosa.
    Ao que eles já são obrigados a chegar para não deixarem cair um membro da tribo.
    A argumentação é fantástica.
    Eu diria que os próprios juizes se passaram com a estupidez do Ventinhas.
    Tipo “olha lá que só não levas no lombo porque isto é tudo uma confraria”. E escarrapachar semelhantes comentários na sentença é mesmo o fim da macacada.

  23. Ignatz, agradeço a resposta, mas isso deixou de me funcionar. Agora tenho 15 aberturas de reserva por mês, uma em cada um dos browsers que tenho instalado Firefox, Chrome e Explorer.

  24. “… os advogados deviam ter apontado ao Tribunal da Relação que indícios havia de que o sindicalista tinha noção de estar a violar a lei…”

    A defesa à acusação de fraude fiscal está feita!

  25. Como é que estes tipos – os de cima – podem comentar matéria técnica, se eles próprios nada sabem sobre a mesma? E qualificar?

  26. só faltava o porteiro do cej a certificar quem são os ungidos que podem comentar a corporação dos inúteis lambe-botas que administram justiça por encomenda a preço de antimatéria.

  27. O ignaro ignatz, canalisador de pareceres jurídicos, entremeados de copos de zurrapa, incomodou-se. As ignaras afirmações do ignaro fariam um código penal ( ou processual penal?) burraleco para os que defendem a inocência de corrompidos, só pela cor da pulhice.
    Purgue-se, purgue-se. Ignarissimo Ignocopzice, você está para o acerto jurídico como o correio da manhã está para os que acaba sempre por indemnizar.

  28. menina Jasmim , tenha calma. eu gosto de brincar. e vá chamar inculto ao seu paizinho , a mim pode-me chamar de burra , gosto de palavras simples.

  29. e lol , aqui na estufa de socratezinhos congeladinhos , à espera dum raio de sol para sair da casca , que é que se pode fazer além de vegetar e fazer observações sobre a evolução dos vegetais ? vá lá que apareceu o trump para dar uso à frigideira e fazer uns , sei lá , frijoles mejicanos , por ejemplo , salteados para animar :) sempre dá para pensar que estamos no meio dum filme do mel brooks :)

  30. Senhora Yo, de facto, há por aqui uns congelados e uma outra que pensa que pode ceifar como quer. São o fruto da democracia portuguesa – ignaros.

    Veja Vexa o (in) douto parecer de um tal jasmim sobre culpa e queixas- crime e o talento do indivíduo para a injúria; no “saber” do cujo, vexa perdia o prazo processual para a queixa e limpava os tribunais de pendências.
    O jasmim, porém, está certo na qualificação que usou, só que ele não deve partilhar o que se lhe aplica com os outros. Ele que se desarranje sobre ele próprio, que o Ignissino do “residente” lhe limpará o vomitado. Cumprimentos

  31. pois é , soistrampa , se a menina Jasmim compreendesse o que lê , ao ler :

    ” Que encontrou, porém, falhas formais no requerimento em que o ex-primeiro-ministro exige o julgamento de António Ventinhas: “Não alega quaisquer factos que substanciem a consciência da ilicitude” do sindicalista relativamente à prática deste crime.

    E veria que :
    os procedimentos legais têm requisitos formais a ser cumpridos.
    os advogados não os cumpriram, de acordo com o despacho.
    se acharem que cumpriram tudo podem recorrer para o S.T.J..

    obrigada :) :)

  32. Lucas Galuxo

    Essa foi na mouche!
    Aliás, eu diria que toda a defesa está feita e não apenas a de fraude fiscal.
    Num país em que “dar uma palavrinha” ou “abrir umas portas” é tido como o modos operandi, não apenas de todo o Estado mas de todo o povinho português, há-de ser difícil ao MP provar que qualquer arguido em caso de corrupção ou tráfico de influências “tem noção” de que o que estava a fazer era crime.
    E para o provar lá estava o CV do filho do impoluto juiz naquele lugar impossível … a menos que o dito juizes “não tivesse noção”!

  33. ” Primeiro há que provar os factos ilícitos e depois é que se prende.
    Ou não é assim a verdadeira justiça? ”

    Não. Primeiro há que aprovar . Depois é que se prende . O preso prova, assim, da justiça. Provou e não gostou . Queixa-se que foi injustiçado ( ou seja, vítima de uma injustiça, dito de outro modo, vítima da verdadeira injustiça ).
    Quanto à ” verdadeira justiça “, não faço ideia do que tal coisa seja .

  34. O procurador, seja na qualidade de magistrado, seja na qualidade de sindicalista, pode difamar, ( partindo da realidade de que a lei está sujeita a ser violada por quem quer que seja ), o que não pode, é ocultar-se por detrás do cargo ou da função para não responder perante as consequências do acto praticado, violador da lei .
    Ou seja, quer na qualidade de magistrado quer na de sindicalista, pode ser levado a julgamento por difamação .
    Dizer-se que ” Não alega quaisquer factos que substanciem a consciência da ilicitude” do sindicalista relativamente à prática deste crime, é o mesmo que dizer que os requerentes deveriam ter referido que ao proferir tais palavras, o procurador demonstrou falta de consciência daquilo que constitui o limite ou fronteira da licitude da sua actuação. Ou deveriam antes, ter dito que o procurador é um desavergonhado e um desmiolado ? Olhe, já nem sei bem .
    Como está posto, o juiz, muito prosaicamente, o que diz é que o procurador não teve/não tem consciência daquilo que é lícito e do que é ilícito. E que os requerentes não referiram nada que substanciasse essa realidade . O que deve ser mentira porque do requerimento devem constar os factos ( as palavras difamatórias ) que levaram à propositura da queixa .
    Por outras palavras : a consciência do acto praticado, depende da alegação do facto que lhe está subjacente . Esta é boa !!!
    Como se chama o juiz ? Corporativo diCastério ?

  35. Estou em retiro de Doutoramento :
    Universidades :
    – fox news
    – cnn
    Tudo cada vez mais claro.
    Tudo na cúpula da”justiça” e sua principal correia de transmissão :
    A manhosa :
    – mírdia.
    O tema é universal.

  36. O que seria fantástico era o Ventinhas ir a julgamento, isto é um processo político, o direito não é para aqui chamado. E o mesmo que citar Kant ao Putin. Por outro lado,e face a estas declarações, ha mesmo hipótese de haver um novo arguido no Processo:
    http://tribunaexpresso.pt/entrevistas-tribuna/2017-01-28-Susana-Feitor-Ja-me-passou-pela-cabeca-mandar-tudo-isto-a-fava-mas-so-essa-ideia-da-me-vontade-de-chorar

    A propósito no pais do novo poster boy da esquerda – pelo silêncio, pelo menos mais de metade dos geringonços corria a alistar-se nas fileiras do exercito vermelho se houvesse uma guerra- e da direita ressabiada, convenhamos que a justiça é muito mais célere:
    http://www.telegraph.co.uk/news/2017/01/27/mystery-death-ex-kgb-chief-linked-mi6-spys-dossier-donald-trump/

    Uma autêntica senhora, Madeleine Albright. O verdadeiro espirito americano:
    http://www.dn.pt/mundo/interior/madeleine-albright-a-postos-para-se-registar-como-muculmana-5630345.html

    https://m.youtube.com/watch?v=HE4H0k8TDgw

  37. A verdadeira justiça na boca dos leigos nunca conta com as regras legais que já vigoram há muitos anos. Não basta alegar factos, há que enquadrá-los num tipo penal, seja, no tipo objetivo e subjetivo. Se um destes falha, a prática do crime não está provada. Resultado: não há condenação ou, no caso, mantém-se o despacho instrutório. Se não se alega o animus, se se quedam tão só pelos “factos”, esperam o quê? No processo penal não há democracia. Portanto, o que por aí acima vai é tratamento leigo de quem não sabe, e porque não sabem, deviam evitar apresentar reflexões tão dolorosas.

  38. Um bom exemplo:’O caso da mulher do Porto que queria matar o marido (animus) mas q não o fez, foi bem ilibada. Não ha matéria de facto
    No entanto na justiça dos casos mediaticos (políticos) vale a lei do corporativismo mais básico valem mais as “Ressonâncias de verdade” , ie, a subjectivização em prol da prova.

  39. Sei de um que vivia em Paris num luxuoso bâtiment e em Lisboa, instalava-se num imóvel com vidro, muito bonito, devo dizer. Tudo em contradição com as operárias raízes políticas.

  40. Maria de Sempre, a entrevista de vida (!) do DO feita pelo seu amigo NRA é hilariante por vários motivos e não ficará por isso, seguramente, na pequena história em que é fértil o nosso querido Portugal. Até porque o Pedro Adão e Silva o disse subastantivamente, há anos, e olha onde ele anda agora e como analisa o comportamento político de José Sócrates. Por mim escolho esta parte, por exemplo:

    NRA – O seu trabalho é aparecer na televisão e comentar.

    DO – Também é. Eu gosto muito de escrever e de ser lido. Não sou um escritor falhado, gosto de escrever o que escrevo, fazer análise política e ter alguma relevância na formação da opinião. Gosto de ajudar a construir pensamento de massas, do papel do intelectual público. […]

    Ahahah, não é hilariante?

    Nota, mais a sério. Disto isto, que haja tipas/os como tu que vivem presumo que decentemente porque fixe e vivá democracia! mas que, na mesma frase, acrescentam que abaixo! um dos pilares em que assentam todos os estados democráticos – porque eventualmente da senhora Democracia só sabes que ela vive ali prós lados de Xabregas e que, também, tem uns amantes assim a modos que pouco recomendáveis mas, prontos, que se há-de fazer é tudo assim (os editoriais do Libération sobre o que se passa com o François Fillon são certeiros sobre no que assentou a “construção” de uma personagem ao longo de 30 anos (!) no exigente panorama político-mediático francês que acaba de ser apanhada ao virar da esquina por causa de um esquema passado nos lençóis conjugais e sobre as consequências criminais e políticas que daí advirão!…) -, convenhamos que é um preço baratinho a pagar pela comunidade habitante deste rectângulo. Aliás, todos sabemos que as caixas de comentários dos jornais e do Aspirina B estão cheios desses, digamos que, desabafos dos aziados com a… vida.

  41. Um indivíduo que acredita mais nos políticos que nos juízes é no mínimo um bastardo da (i)moral.

    Um indivíduo que quer formar opinião das massas é no mínimo um arrogante ignorante, um formador de carneiros, ou vira-latas da comunidade.

    Um indivíduo que luta contra o sistema, faz valer a sua opinião, com consistência e inteligência e, sem ser esse o seu propósito, consegue apoiantes e derrubar a democracia corrompida, é um vencedor. É um TRUMP.

  42. Eheh Ui que medo! E trabalhinho de ourives, faz?

    Eu vi logo q o juridiques tecnitalitario era so uma capa para o pop facho MMachado. Mais um…fonics isto ta bonito, ta.

  43. Joe Strummer vulgo ignoratzio, eu não faço desses concretos trabalhos de ourives, não me ajoelho a apurar cabeçinhas ocas e sarnentas. Guarde o seu hábito vintage, e na falta de prestador do serviço, peça a um vira-latas que lhe lambuze o que se esconde asfixiado no meio das coisinhas purulentas.

  44. Não era contigo triste parafilico, era com a tua prima e era retorico que aquilo é um virago fonics.Es tão burro q ainda consideraste a proposta. Habito vintage ahahahah

  45. e tudo com ele, o blogue é dele, bate em toda a gente, ele é que sabe, o umbigo dele é maior que a fossa das marianas e são todos burros, porque ninguém o compreende e consegue ser mais reaça que ele.

  46. Disto isto, que haja tipas/os como tu que vivem presumo que decentemente porque fixe e vivá democracia! mas que, na mesma frase, acrescentam que abaixo! um dos pilares em que assentam todos os estados democráticos – porque eventualmente da senhora Democracia só sabes que ela vive ali prós lados de Xabregas e que, também, tem uns amantes assim a modos que pouco recomendáveis mas, prontos, que se há-de fazer é tudo assim (os editoriais do Libération sobre o que se passa com o François Fillon são certeiros sobre no que assentou a “construção” de uma personagem ao longo de 30 anos (!) no exigente panorama político-mediático francês que acaba de ser apanhada ao virar da esquina por causa de um esquema passado nos lençóis conjugais e sobre as consequências criminais e políticas que daí advirão!…) -, convenhamos que é um preço baratinho a pagar pela comunidade habitante deste rectângulo. Aliás, todos sabemos que as caixas de comentários dos jornais e do Aspirina B estão cheios desses, digamos que, desabafos dos aziados com a… vida.

  47. Ralph Fox e Portugal Now, 2009 João Paulo Ascenso Pereira da Silva # a Odisseia de um Militante Comunista à Descoberta do País de Salazar
    pp. 206-236

    mais um trumpezista sem rede nem paraquedas
    29 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 9:26
    e tudo com ele, o blogue é dele, bate em toda a gente, ele é que sabe, o umbigo dele é maior que a fossa das marianas e são todos burros, porque ninguém o compreende e consegue ser mais reaça que ele.

    Ignatz, dizeres isso de alguém papagueando o que o Valupi me disse a mim disparatadamente há dias mostra bem o quão não te importas de ser. Ou seja, analisando longamente o teu caso direi que se trata de alguém que se faz passar organicamente por pateta na blogosfera indígena porque todos sabemos que, no Aspirina B, te comportas como um cão de guarda sempre atento, porque nele é o sítio onde passas a vida a dormitar e a rosnar à espera de que o teu dono te passe a mão pelo lombo. Só ainda não percebi se alguém te pediu que cumpras caninamente essa missão de merda ou, o que vai dar ao mesmo, se isso se deve ao facto de ainda usares os teus calções de escoteiro ou de envergares uns de legionário. Eis as minhas dúvidas, não stresses.

    Ah, e por falar em papagaios ao serviço do Aspirina B há também as garotices do sempiterno candidato a legionário jpferra e as aventuras do caça-borboletas Lucas Galuxo algures na Terra do Nunca, personagens menores a que não faltam até os pungentes relatórios diários com as queixinhas e os queixumes por eles observadas e que fazem chegar ao Valupi-paizinho numa atitude típica dos bufos. Sobre a noção de paternidade em política, ou da falta que ela faz, esticar-me-ei um dia destes se me aprouver porque o caso poderá conduzir certas pessoas a acreditarem em soluções… carismáticas tal como a traço grosso é tangueado pelo ex-PM.

  48. A referência bibliográfica surgiu aqui inadvertidamente e não é para a vossa frágil dentadura, claro.

    Saladinhas, sopas quentes e muitos legumes, recomendo.

  49. Relembrando, pois: 1. comentário sobre o Aspirina B, o carisma ou a falta dele; 2. idem, sobre Ralph Fox em Portugal; 3. sobre o Robin dos Bosques adversário dos demónios, a seguir.

    ________

    Tomem lá, rapazes, e divirtam-se que aqui está mais um copy do Expresso em papel porque eu sei que gostam (!) de ler as cenas à borla e que, por gostarem tanto, tanto o Valupi como o eco-Ignatz dão dicas aos passantes sobre a nobre arte de furtar… Aliás, desconfio que gostam tanto destas cenas como das outras respigadas da tal «imprensa de costume» e que deve abranger o CM, a Felícia Cabrita e toda a arte typographica portugueza do século XXI onde se refira o nome de José Sócrates nas doutas palavras dos sôtores Delille e Araújo. Por falar em nobreza, e porque um dos corações filantrópicos c’est moi esclareço que sou-o bastante ao estilo do Robin dos Bosques sem nada dos esquemas manhosos em que entre alguém da turba dos “amigos” do engenheiro Carlos Santos Silva, renego de ti demónio!

    JOSÉ SÓCRATES

    Está indiciado por corrupção
    passiva, fraude fiscal qualificada
    e branqueamento de capitais.
    Alegadamente foi subornado por
    três motivos diferentes, que se foram
    acumulando na investigação judicial.
    Para o Ministério Público, houve 17,5
    milhões de euros pagos pelo saco azul
    do GES para, nos bastidores, o então
    primeiro-ministro garantir, através da
    CGD, o chumbo da OPA da Sonae
    sobre a Portugal Telecom (PT), em 2007
    levando à separação da PT Multimédia,
    com 165 milhões de euros de encaixe
    para a família Espírito Santo; e para forçar,
    em 2010, o negócio simultâneo da venda
    da Vivo e da compra da Oi por parte da
    PT, a maior operação financeira realizada
    em Portugal, que levou à distribuição de
    1,5 mil milhões de euros em dividendos
    pelos acionistas, com mais de 100
    milhões recebidos em 2011 pelo GES. A
    manutenção do controlo da PT por parte
    de Salgado permitiu, por outro lado, usar
    a tesouraria da operadora para financiar o
    seu grupo, culminando em 900 milhões
    de euros aplicados em papel comercial
    da ESI. Sócrates é suspeito ainda de ter
    beneficiado o Grupo Lena na obtenção
    de contratos públicos de obras de
    construção, pelo qual terá recebido mais
    de três milhões de euros. E ainda terá
    intervindo no PROTAL, no Algarve, para
    beneficiar o resort de luxo Vale do Lobo,
    de que o empresário Hélder Bataglia é
    um dos acionistas.

  50. Aeiou, hilariante, hilariante. Os “outros” esperneiam já, vide o caso da “maria de sempre”, que confunde o inteligentemente dito com “perdigotos”. Percebi que sois “uma” a cascar nesses arruaças apoiantes do costalha de s. bento.

  51. A “maria de sempre” pica-se com o que não lhe agrada e sabe que é verdadeiro. Não gosta de factos. Osfactos não se analisam com argumentos. Os factos falam de per se. Quanto à trampa, já vi que implodiu na sua.

  52. poizé. o problema são gravactas, factos nickles batatóides, vistezíos? há quem procure afincadamente há bués e a falar per se, deve ser o enquadramento subjectivo do objectivo a funceminar.

  53. tive de ir refrescar, já não me lembrava do texto. a relação, Val, está aqui: “o principal responsável pela existência deste processo tem um nome, e esse nome é José Sócrates, porque se não tivesse praticado os factos ilícitos este processo não teria acontecido”.

    não foi esta afirmação a base para a acusação de difamação? se sim, onde está a suposta difamação?

  54. poizé, ò vaca. os factos ilícitos teimam não aparecer, já a tua burrice aparece todos os dias aqui na caixa disfarçada de estupidez e ordinarice.

  55. Olinda, foi essa declaração, e foram outras com o mesmo sentido: negar a Sócrates a presunção de inocência. Porque é isso que ele neste momento é, inocente, e poderá ser isso que continuará a ser: caso o processo seja arquivado ou caso a eventual acusação a fazer não seja provada em tribunal.

    Não há ilícitos sem prova, e nesta altura investigam-se indícios. Se essa investigação já produziu qualquer prova, isso é algo que não sabemos. Mas mesmo que haja provas, ainda assim as declarações continuavam a ser inadmissíveis em si mesmas e, ainda mais, numa pessoa com aquela formação, actividade e responsabilidades.

  56. Valupi, o que é espantoso e que mereceria uma análise das que gostas de fazer sobre o panorama mediático português era observar de que forma as comunidades de leitores olharam indiferentemente para o assunto-José Sócrates. No P. online e aqui no Aspirina B, que foi assim que comecei a conversa. Poder-se-ão apontar responsabilidades à orgia mediática conluiada com os tipos do CM , com a tipa do Sol e rapaz do Expresso… e a mais ninguém? E então o Aspirina B não tem responsabilidades e não contribuiu para essa orgia ruidosa num processo de embriaguês colectiva da troupe dos acólitos deserdados pelo ex-PM (basta lembrar as centenas de posts que tu, a Penélope e a desaparecida em combate Isabel Moreira escreveram à vez, e que vistos hoje, para sermos simpáticos, sofriam de pré-coma a caminho de uma morte encefálica quando insistiam na tanga dos “amigos” e no ataque unívoco aos desgraçados do MP e que, felizmente, foram salvos in extremis por um ou outro maduro neste blogue e pela Fernanda Câncio na Visão)? É que estamos a falar na ordem dos 90 por cento dos casos em que obsessivamente o Aspirina B se debruçava sobre a «imprensa do costume» como escrevem as mãos trémulas de indignação (?) dos sôtores Dellile e Araújo… E que dizer sobre o estado decadente em que a personagem pública construída pelo ex-PM chegará ao julgamento, assunto que eu já abordei a seu tempo para te dizer que não é de todo correcto insistir em imaginar hoje que aquele senhor que estará sentado no banco dos réus é portador da gravitas própria de um ex-titular de cargo público?… Culpas tripartidas, as da imprensa popular, as tuas e as de… José Sócrates.

    Ah, e sobre os tiques populistas e os germes que eles comportam para a sistemática destruição dos pilares em que assentam os sistemas democráticos… idem, três vezes.

    «Não há ilícitos sem prova, e nesta altura investigam-se indícios. Se essa investigação já produziu qualquer prova, isso é algo que não sabemos. Mas mesmo que haja provas, ainda assim as declarações continuavam a ser inadmissíveis em si mesmas e, ainda mais, numa pessoa com aquela formação, actividade e responsabilidades.», e? Pois mas esta frase deve ser lida à luz do que eu referi anteriormente sobre a… in-di-fe-ren-ça e é aqui que reside fundamentalmente o ponto, Valupi.

  57. IGNARO, você é uma coisa. Simplesmente uma coisa. Veja bem os pareceres que você!! A pergunta da comentadora é típica de quem pretende informar-se. As suas afirmações são típicas da ignorância abelhuda, boba e rasca.

  58. ” porque se não tivesse praticado os factos ilícitos este processo não teria acontecido”.

    Esta é a frase que dá azo a indícios de difamação. Note-se, porém, que se o “difamador” provar o conhecimento do que diz, e for verdade, não se verifica o crime contra a honra. Por isso, era importante o queixoso ter articulado a consciência do indivíduo que dele falou, designadamente que, até pela sua profissão, sabia que não podia ter proferido tal afirmação ou, tendo-o feito, sabia que estava a ser inverdadeiro. Neste último caso, poderia até invocar que não conhece o processo, não lhe acedeu….etc. Deve ser esta a base da decisão da Relação.

  59. está bem, de acordo, não confundir factos com indícios. eu acho que li, e quis ler, indícios, Val. tu sabes como eu quero que Sócrates esteja inocente – assim como sabes como eu quero que Sócrates seja punido caso seja um sonso bandido.

  60. Adenda. E mais espantoso-ainda-mas-na-ordem-da-filha-da-putice é a nojice que o Ignatz escreve sob os teus e os nossos olhos e de que tu te afastas como se não fosse nada contigo, Valupi. Enfim, diz-me com que andas.

  61. ò vaca, ler faz-te mal à vista e tolda-te o óleo de raciocínio, o que tu queres vende-se na sexchópe. vai destilar indícios manhólas lá para as caixas de comentários do dâmaso, até pode ser que te contratem para substituir aquela gaja que não toma banho.

  62. Adenda. E menos espantoso-ainda-mas-na-ordem-da-garotice-retardada são as garatujas que o jpferra escreve aqui babado sob os teus e os nossos olhos e de que tu te afastas como se não fosse nada contigo, Valupi. Enfim, diz-me com que andas.

  63. O IGNARANÇO, culto em palavrões, sendo ele próprio um palavrão, é a razão de ser do Correio da Manhã e dos tribunais. Apregoa a asneira ao minuto, é rasca ao ponto de chamar nomes a uma senhora, e de tanto se sentar a dizer asneira, ganhou calos que lhe foram para a boca. Só sai calinada.

  64. Soistrampa, disse :

    ” soistrampa
    30 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 13:50
    ” porque se não tivesse praticado os factos ilícitos este processo não teria acontecido”.

    Esta é a frase que dá azo a indícios de difamação. Note-se, porém, que se o “difamador” provar o conhecimento do que diz, e for verdade, não se verifica o crime contra a honra. Por isso, era importante o queixoso ter articulado a consciência do indivíduo que dele falou, designadamente que, até pela sua profissão, sabia que não podia ter proferido tal afirmação ou, tendo-o feito, sabia que estava a ser inverdadeiro. Neste último caso, poderia até invocar que não conhece o processo, não lhe acedeu….etc. Deve ser esta a base da decisão da Relação. ”

    Se eu disser ao sr. soistrampa ( ou será que devo dizer sr. Numbejonada ? )

    A sua avó, se tivesse rodas, era um camião !

    Se fosse verdade, na hipótese de queixa formulada por ele contra mim, não existe difamação.
    De qualquer modo, na queixa contra mim, deveria o sr. Soistrampa, ter formulado se eu conhecia a avó dele, ou não, e qual a marca, o modelo e a matrícula do camião . Isto, no mínimo.

    É evidente que a frase ” porque se não tivesse praticado os factos ilícitos este processo não teria acontecido ” é equivalente a ” praticou os factos ilicitos, por isso o processo aconteceu”, e nos termos em que está formulada, remete para a indubitabilidade e para a infabilidade da actuação da magistratura, na fase da investigação.

  65. a Olinda só se parece com a Olinda, jpferra – qualquer coincidência com a ficção será impura semelhança com a realidade. :-)

  66. olinda é vaca, pasta no manholas e bosta no aspirina uns palpites de porteira com ambições de fressureira intelectual. haja quem lhe dê troco para exibir a ignorância, estupidez e ordinarice armazenadas na ervilha pensante.

  67. atão, mékié? já passaram 5 minutos e ainda não apareceram os trolhas da frente nacional a protestar por eu ter chamado vaca a uma indigente intelectual.

  68. vacagalo, ignatz, és tal e qual o Saccorhytus sem a minha versão poética, obviamente. puro Saccorhytus em prosa. ai que riso! :-)

    Olindinha ama as vacas, as flores e as colheres em pau. :-)

  69. O “T” é de tarado. Também de abstinente inteletual. Só na sua cabecinha é que eu não vejo nada ou “num bejo nada” como diz. Leia o que escrevi e aprenda. Respeito, contudo, se for arguido numa qualquer bagatela, mas isso não lhe dá cultura sequer mínima para reagir ao que eu escrevi tão singelamente para orbes de esquerda.

  70. O Igozâncio teve sorte em nascer na época da democracia moderna, passa despercebido no meio de tantos democraterdas. Se bem que o dito com tanto calo no rabo e na língua já pensa que goza de imunidade internética.

    Esperemos pela prosa do “barney”….

  71. ” porque se não tivesse praticado os factos ilícitos este processo não teria acontecido ”

    Entre ter praticado, e, estar sob a impressão que praticou ( posição do Ministério Público ) existe uma diferença, que só pode ser derimida por um magistrado, num tribunal, em sede de julgamento ( se este vier a acontecer ) .

    Só espero que, então, o Juiz, se concluir pela absolvição, não diga na sentença, que ” não se conseguiu provar ” . Porque isso remete para a dúvida tendencial, e insuportavelmente pairante, por ser, de certo modo, equivalente a, ” praticou mas não se conseguiu provar ” .

    E se existe corporativismo entre as duas magistraturas, o mais certo é o texto sair nesse estilo .

  72. “T” é de teimoso. Meu amigo, leia novamente o que escrevi, está “lá” tudo. Deixe-se de contrariar por contrariar; essas “filosofias” que dão azo a alegações que põem togas e becas a dormir, não colhem.
    Seja prático e cinja-se à realidade conhecida. Estude o “tipo criminal”, assente no estatuto do arguido, concentre-se no que ele sabe ou podia saber sobre o processo, mas sobretudo na forma como a acusação particular foi feita. Conhece-a? Eu não. Porém, para um magistrado de instância recursiva superior se ter pronunciado nos precisos termos, é porque o assistente meteu água na acusação e, tudo indica, lavrou errado no que respeita ao tipo subjetivo do crime.
    Agora, na sua cruzada de explicar aos comunas que residem aqui, explique-lhes o que é uma acusação particular, o que é um assistente e o que é o tipo penal. Assim será útil e ensinará os leigos a poupar energias na produção de ignarices.

  73. a importância daquilo o ventoínhas sabe ou deixa de saber é nula, o que interessa é que o gajo está proibido por lei de fazer referências e juízos de valor sobre processos em curso. não cumpre a lei, deve ser julgado e punido. não há cá desculpas para intenções nem desconhecimento da lei para sindicalistas do ministério público. o resto são tretas da corporação a defender o indefensável no bananal da justiça.

  74. … ou pensavas que o dever de reserva eram 12 graus da adega corporativa do ministério público.

    “1 – Os magistrados judiciais não podem fazer declarações ou comentários sobre processos, salvo, quando autorizadas pelo Conselho Superior da Magistratura, para defesa da honra ou para a realização de outro interesse legítimo. 2 – Não são abrangidas pelo dever de reserva as informações que, em matéria não coberta pelo segredo de justiça ou pelo sigilo profissional, visem a realização de direitos ou interesses legítimos, nomeadamente de acesso à informação”.
    Em Março de 2008, o Conselho Superior da Magistratura (CSM) deliberou que nenhum juiz pode comentar na praça pública casos judiciais, próprios ou alheios. Destaco os seguintes pontos dados a conhecer pelo Conselho Superior da magistratura na altura, que me parecem relevantes:
    IV – O dever de reserva abrange, na sua essência, as declarações ou comentários (positivos ou negativos) feitos por todos os juízes, envolvendo apreciações valorativas sobre processos que têm a seu cargo
    V – Todos os juízes, mesmo que não sejam os titulares dos processos, podem ser agentes da violação do dever de reserva;
    VI – O dever de reserva tem como objecto todos os processos pendentes e aqueles que embora já decididos de forma definitiva, versem sobre factos ou situações de irrecusável actualidade;
    VII – Não estão abrangidos no dever de reserva nem a apreciação de decisões decorrente do exercício de funções docentes ou de investigação de natureza jurídica, nem os comentários de natureza científica, estes depois do trânsito da decisão comentada;

  75. ” porque se não tivesse praticado os factos ilícitos este processo não teria acontecido ”

    Se tivesse praticado, o processo podia também não ter acontecido . Há tantos por aí que escapam .
    Também serve para o processo contra o autor da afirmação .
    Devia ter PRATICADO mais, desde logo, o dever de reserva . Aliás, bastava-lhe ter bom senso .

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