Ímpares estes pares

O programa Pares da República tem a curiosidade de reunir três figuras muito próximas de Sócrates: Lurdes Rodrigues, Luís Amado e Proença de Carvalho. É um felicíssimo encontro, em particular pelo confronto entre o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros com a ex-ministra da Educação, o qual nos dá a ver como uma mesma base programática de centro-esquerda pode acolher ampla diversidade de interpretação e solução para os factos e problemas comuns. Acima e antes de tudo, estas personalidades são exemplares cidadãos e notáveis portugueses que representam por palavras e actos um ideal de decência que espalha salubridade ética à sua volta. Um dia se fará a investigação e reflexão do que foi a passagem de Sócrates pelo poder e se explicitará quem era quem que o atacava e como e quem era quem que ficou ao seu lado sem vacilar, sem medo, com a sua dignidade inteira e refulgente.

Nesta edição, a prestação de Nogueira de Brito nunca subiu acima da mais desesperante banalidade, tendo ainda conseguido resvalar para o insulto. A diferença intelectual para com os seus parceiros de conversa é dramática. Quanto aos restantes, deixaram importantes ideias.

Destaques:

– Lurdes Rodrigues lembra que há quatro variáveis no processo de consolidação orçamental: despesa, receita, dívida e PIB. E que o Governo não toma medidas nas variáveis do PIB e da dívida, alegando que são inalteráveis e negando as mudanças no contexto internacional, apenas actua sobre a despesa e a receita. O resultado impede o crescimento e afunda a economia.

– Luís Amado realça que os dificílimos processos de ajustamento nacionais estão a ocorrer em simultâneo com um complexo processo de ajustamento Europeu, o que gera ainda mais incertezas e mais dificuldades interdependentes. Esta situação não tem paralelo na História.

– Lurdes Rodrigues recorda que o Governo PS começou logo em 2005 a controlar e a racionalizar a despesa no propósito de garantir e modernizar os serviços públicos, tendo-se atingido os défices mais baixos em democracia durante 3 anos. Este legado foi desprezado, quando não anulado, pelo actual Governo por motivos ideológicos.

– Proença de Carvalho partilhou o seu espanto pela incapacidade de se reformar a Justiça devido à falta de discernimento e vontade política e tendo em conta a gravidade dos prejuízos causados pela ineficácia e disfuncionamento do sistema judicial. Esta impotência causa-lhe ainda maior perplexidade dado o sucesso alcançado pelo Estado na prestação de serviços educacionais e de saúde.

– Luís Amado frisa que o modelo ocidental do Estado-providência a crédito ruiu devido às alterações económicas globais, obrigando à mudança de critérios do que seja o Estado social por via da necessidade de encontrar um novo paradigma de financiamento para as funções do Estado ao contribuinte.

– Lurdes Rodrigues chama a atenção para o potencial de criação de riqueza que os próprios serviços sociais prestados pelo Estado podem gerar.

– Proença de Carvalho teme que o actual Governo, pela sua incompetência, possa arrumar de vez com as ideias liberais em Portugal.

– Luís Amado defende o sentido de um compromisso político entre o PSD e o PS que conduza a um Governo de coligação entre esses partidos, deixando também o seu espanto por nenhum partido da oposição ter querido negociar com o PS um qualquer acordo a seguir às eleições de 2009 apesar da extrema gravidade da situação nacional.

– Proença de Carvalho expressa o seu pesar pela cultura da calúnia e do ódio que dominou a actividade política da oposição a Sócrates e ao PS e que muito prejudicou os portugueses por ter impedido consensos.

– Luís Amado declara que para si a grande missão, o supremo objectivo, da política em democracia é impedir a violência. E que a cultura da calúnia e do ódio em tempos de crise aproxima-nos da catástrofe.

– Proença de Carvalho deixa inequívoca a sua desilusão com Cavaco, de quem foi apoiante, porque o Presidente da República, numa situação de emergência logo após a sua reeleição, nunca procurou consensos.

31 thoughts on “Ímpares estes pares”

  1. [Comentário lateral: não entendo como é que alguém se desilude com Cavaco Silva. Mas, entendo ainda menos que se tenha iludido ao ponto de o apoiar.]

  2. Como diria o outro: são só ideias porreiras, pá! Até porque dão para perceber melhor que treta é essa do centro aberto às «diferenças» e ao «diálogo» que o Valupetas tanto defende.
    O banqueiro Amado, por exemplo, apoia a refundação do Estado social e das suas funções e também uma coligação PS/PSD, uma coligação entre «decentes e notáveis cidadãos» e «ranhosos», não vendo no processo e projecto de «ajustamento» qualquer catástrofe social e política, já que o supremo objectivo da política, segundo o «centro-esquerdista», é tão só impedir a violência (e para isso o Estado pode muito bem reduzir-se às suas funções de defesa e segurança, como diria qualquer bom liberal). E isto só pode querer dizer que o Passos está a fazer um bom trabalho.
    Já o advogado do Pinto de Sousa não tem bem a mesma opinião do banqueiro, pois teme que este governo condene ao fracasso a afirmação das ideias liberais em Portugal, o que não deixa de contrastar com os elogios (liberais) que no passado fazia ao «reformismo» do agora seu cliente, Pinto de Sousa. De qualquer forma, tal como o banqueiro Amado, defende que PS e PSD deviam entender-se, já que o não consenso destes dois partidos em torno da austeridade, do «ajustamento» ou da refundação do Estado social é prejudicial para os portugueses, principalmente para aqueles que aguardam ansiosamente pela privatização da Saúde, da Educação e da Segurança Social e por oportunidades de negócio. E, portanto, isto só pode querer dizer que o Passos até está a fazer um bom trabalho.
    Finalmente, a directora da FLAD concorda com os elogios passados do advogado do Pinto de Sousa, e, testemunhando em defesa da governação deste último, garante que o processo e projecto de «ajustamento» e de refundação do Estado social começou logo em 2005 (antes da tal crise internacional) com a «racionalização» da despesa e «modernização» dos serviços públicos. O que só pode querer dizer que o Passos está a fazer um bom trabalho.
    Enfim, aos centristas, como o valupetas, não lhes falta poder de imaginação: conseguem descobrir «diálogos» em monólogos e descobrir «diferenças» entre «centro-esquerdistas» e «centro-direitistas» socretinos que estão em sintonia em relação a quase tudo. Larga o vinho, pá!

  3. o cão de fila regressou de ferias.temos que o levar ao encantador para ver se melhora de feitio.quando lhe tiram o açaime, e lhe dão uma peça de roupa de socrates a cheirar ,lá vai ele a grande velocidade cumprir a sua missão.au,au auuaaaaauuauuauaauaaauaauuau ,mas antes passa pela rua do val (valupetas para os caes) auaauauaauauaauaaauaauauaaaauaau

  4. Ó béu béu do canil municipal, as mijadelas que tu fazes por tudo o que é canto/post deste blogue, e que tresandam a analfabetismo e a acefalia, fazem de ti o cão de fila por excelência. Tens que aprender a não projectar nos outros os teus comportamentos pavlovianos…

  5. mdsol, sofro do mesmo padecimento. Não entendo, não compreendo, não percebo como é que alguém pôde apoiar Cavaco depois da Inventona de Belém. Contudo, várias figuras que admiramos pela sua intervenção cívica e méritos diversos deram-lhe o seu público apoio.

    Para mim, é uma lição de humildade, mais uma prova do mistério que é a existência.

  6. Peço desculpa,”nuno camara municipal”, mas responder a certa…. gente?, é o mesmo que agitar a capa diante do touro, só lhe provoca nova investida. O melhor é não ligar mesmo, é deixar o animal marrar à vontade contra o muro do nosso desprezo. Pode ser que à custa de tanto marrar ainda parta os cornos e que depois vá pastar para outra fregusia.

  7. Ò Cagonha, só não digo que és mais um a projectar-se nos outros com essa tua «investida» de encornado, porque o teu comentário é mais próprio de um burro irracional do que de um touro enraivecido.

  8. O amado Amado, Val, é um neo-con.

    O programa que tanto amaste uma delícia de pluralismo. Va t’en.

    Até com esse Proença que passou da PJ que investigava o caso sommer para sem grande luto se entregar à defesa de champallimaud e não tem deixado de servir tudo que são poderes. Aposto que durante o PREC teria tentado, se o tivessem deixado fazer o número, uma perninha pelo pcp, udp e pctp.

  9. ” Luís Amado defende o sentido de um compromisso político entre o PSD e o PS que conduza a um Governo de coligação entre esses partidos…”
    Prontos Val agora é que me convenceste, nas próximas voto no gajo.
    Só falta saber se a coligação seria com a linha Gaspar-Relvas, com a sensibilidade Cavaco, com os guerreiros do Santana , com o campeão do centro-esquerda Luís Menezes, a com a semi-democrata Ferreira Leite.
    Também não faz diferença nenhuma, é tudo gente altamente recomendável.

  10. ” Luís Amado defende o sentido de um compromisso político entre o PSD e o PS que conduza a um Governo de coligação entre esses partidos…”

    não é só o amado, bué de people defende isso e se calhar até é preferível à destruição total da economia e “suspensão de democracia”.

  11. Em vésperas da visita da Imperatriz alemã, o Valupi anda a disfarçar com as viúvas do Sócrates.
    Sempre vivo e mordaz, o “ds” não lhes dá descanso, estão empatados nos amores/ódios e nisso são os melhores, as chocas de serviço serão sempre patas com cornos sem sentido próprio.
    Os citados do val, são uns pratos de desatino em privado, místicos sem par, acreditam que são sobredotados e predestinados. Só com muito esforço se dão ao trabalho de participar no social. O dinheiro? Todos observam, é tão evidente, abunda nos seus bolsos, nem compreendem como é possível existir gente que não seja feliz. Doentes certamente, observa-se no seu olhar. Se alguém pensa desconforme e em público, então a repulsa é total. De onde saiu este alienado? Um enjoo perpassa as faces alvas, sinal aristocrático neomoderno. Uma miséria.

  12. nm, e tu és um retro-imbecil.
    __

    Eduardo J, os partidos são maiores do que as suas lideranças, por isso não acabam quando a liderança muda. E aquela é a opinião do Amado, não a minha. Seja como for, não pretendo convencer-te de nada – a menos que pagues pelos meus serviços, claro.
    __

    ar, larga o tintol.

  13. Chiii, o barulho que certos gajos, em nome de uma pureza ideológica de esquerda, reiterados apoiantes da situação que descambou na eleição do Coelho, fazem.

    Que uma qualquer mixomatose os leve, juntamente com o gajo que ajudaram a eleger…

    Na cartilha desta gente há o “fazer efectivamente o jogo da direita”. Só que têm vergonha de dizer que, no seu afã de produzir políticas de “terra queimada”, quem faz essa política são eles.

    Com o Zé Staline vivo já tinham ido desta para melhor.

  14. Luis Amado vai ter uma decepção quando chegar a altura do tal governo de salvação. Não existe uma unica alma competente e com vontade de trabalhar no PSD actual.
    É e tão só apenas um covil de oportunistas matarrões e imbecis com diploma comprado. Não escapa um. A exepção será talvez Ferreira Leite, mas também não será uma boa escolha : retrogada, ultrapassada e simplesmente sem imaginação para reeiventar o estado portugues.

  15. Podem ter sido palavras bonitas para alguns ouvidos mas essas teorias de Luis Amado, Maria de Lurdes Rodrigues e Proença de Carvalho, este último um pouco mudado, desde os tempos em que era porta-voz, em 1980, do candidato a PR Soares Carneiro, à época com o invejável currículo de ter sido o último governador colonial de Angola. Mas tais contos-de-fadas já não resolvem o problema do país. Quando a situação que enfrentaremos, num futuro próximo, é a de uma provável saída da zona euro, forte desvalorização cambial e negociação litigiosa da dívida externa (pública e privada), parece-me que já era tempo de mudar de narrativa.

    Eu sei que o PS precisa de apelar ao centro para ganhar eleições; porém… o que acontecerá quando a realidade se sobrepôr à ficção. É preciso não perder o comboio porque, quando o centro acordar, o PS não quererá ficar na triste situação em que ficou Kerensky, em 1917, na Rússia. Em 1917, os mencheviques tentaram agradar ao poder que havia sido deposto pela revolução democrática, isto para evitar uma confrontação com as forças passadistas, que se havia tornado inevitável. De facto, não há memória de qualquer revolução anti-feudal que não tivesse envolvido algum grau de violência ou, pelo menos, coação. Veja-se o que aconteceu em Portugal, em 1910. Porém, aos mencheviques não tiveram tomates para tomar as decisões que era preciso tomar: sair da guerra e acabar com o feudalismo. Por isso a situaçõa política radicalizou-se. Por isso os mencheviques foram rapidamente ultrapassados.

  16. Ó ds, desconhecia que havia burros racionais. Tu és certamente um deles.
    E olha, anormal, “responder a certa…. gente?, é o mesmo que agitar a capa diante do touro, só lhe provoca nova investida. O melhor é não ligar mesmo, é deixar o animal marrar à vontade contra o muro do nosso desprezo. Pode ser que à custa de tanto marrar ainda parta os cornos”.
    Vade retro! que daqui não levas mais nada.

  17. só os burros é que não mudam.não admite que o senhor tenha mudado? não passou para a esquerda, mas é bom sinal, tambem ele não estar com as politicas de direita.não seja redutor.A candidatura de soares carneiro tem poucos mais anos do que a invasaõ da checoslovaquia com o apoio do pcp.

  18. As metamorfoses do espírito do Cagonha mostram-nos que a prometida chegada do super-socretino está para breve: apareceu a dar marradas como um touro enraivecido, depois apercebeu-se que estava a comportar-se como um qualquer burro irracional incapaz de se reconhecer, e finalmente transformou-se num papagaio que se limita a repetir a marrada do touro e a irracionalidade do burro. Eis o super-socretino!

  19. nuno, correndo eu agora o risco de desagradar tanto a uns como a outros, aqui vai.

    Aproximei-me dos comunistas mas, depois de alguma introspecção, acabei por nunca me inscrever no PCP. A experiência que tive fez-me compreender bastante bem a teoria marxista, bem como as motivações, a ideologia e a prática política dos comunistas. Compreendo também os erros acumulados com a adesão acrítica a uma ideologia que, com os desvios do estalinismo, se tornara cega, redutora e simplista e que, em aspectos como a democracia, se materializou numa caricatura do seu próprio ideal.

    Porém, certamente que eu próprio teria feito parte do movimento comunista se fosse uma pessoa mais voluntariosa. Mas não. Sou um ser cauteloso, até em demasia, dado à dúvida e ao questionar. Portanto, aparentemente não precisei de me arrepender de coisa nenhuma. Mas isso deve-se, tão só, a uma exagerada humildade perante as complexidades do mundo, e não a uma qualquer qualidade de abundante clarividência.

    Mas, hoje, exige-se acção. Pois se a própria invasão da checoslováquia foi evidência maior da incapacidade de auto-reforma da ideologia estalinista, não será esta tirania da austeridade evidência maior da incapacidade de auto-reforma da ideologia neoliberal e do capitalismo financeiro que nos governa?

  20. Compromissos com a direita valem zero!Governo de coligaçao com o cds,terminou com adelino amaro da costa(paz à sua alma) a dizer no ex cinema Vale formoso (hoje casa da iurd) que foram para o governo com o ps,para” destruir o socialismo”.Governo com o psd do Dr.mota Pinto(igualmente paz à sua alma) foi trocidado por um oportunista algarvio,que não deu descanso a esse governo de salvaçao nacional (depois dos desvarios da direita e de vasco gonçalves) e que teve o seu fim, graças à rodagem de um carro até à figueira. para rematar,as opiniões de luis amado,valem o que valem (pouco na minha opinião) fazem parte de uma “ementa” que termina com uma candidatura presidencial .Estou farto deste tipo de “socialistas”

  21. joao,a mim não me desagradou.a europa precisa de uma volta,mas não é com gente que não gosta dessa mesma europa.enquanto tivermos a direita a ocupar os seus principais cargos,o retrocesso social vai continuar.

  22. a baralhação é mais que muita, confundir socialismo com social democracia, partido socialista e luis amado só lembra a um trocidado.

  23. A expressão socialismo foi a palavra dita por adelino amaro no celebre comicio do cds no porto. Não confundo nem misturo luis amado mas ele ainda é militante do partido socialista que no pos 25 de abril era marxista.. quanto ao quliaficativo ,tenho a dizer que não me ofende quem quer. por agora fico-me por aqui.nota: já reparei que o tema luis amado é muito sensivel para determinadas pessoas.

  24. oh socialeiro! tens andado distraído estes anos todos e nem deste pela evolução do partido socialista ao meter o marxismo no lixo, gaveta para alguns, e agarrar a social democracia, perigosa deriva que a malta da ditadura do proletariado, essa sim, metida na gaveta, considera uma traição. queriam um partido socialista para endrominar o maralhal nos amanhãs que cantam, foderam-se e tu ainda vives nas ilusões socialistas a caminho de uma sociedade perfeita chamada comunismo. não quero ofender ninguém e muito menos conas que dizem o que lhes vem à cabeça. assenta aí no caderno marxista que o amado é dos activos mais lúcidos e valiosos que o ps tem.

  25. A Social-democracia não é mais de que uma das vários formas de Socialismo. Luís Amado é um “centrista” (como muitos que escrevem por aqui) e, portanto, representativo de uma parte do PS. Não vejo qual é a confusão.

  26. eu não disse que queria que o ps ainda fosse marxista.quanto ao que eu penso quem anda a dormir é um individuo que dispara em todas as direçoes. O amado é tão lucido que para não fechar portas, para o seu futuro,tem a distinta lata de vir propor uma coligaçao com o psd.isto só da cabeça de um dos maiores ativos do ps.Uma coligaçao com direita de passos coelho era passar uma certidaõ de obito ao partido socialista. peço desculpa, mas para este peditorio e todos os seguintes vindos de sua parte não dou mais.

  27. oh zé! tá bom de ver, se a direita até se chama de social democrata, porque é que a comunada não há-de ter o mesmo direito. vendo bem as coisas, somos todos sociais democratas, tijolo incluído, diferimos apenas no conceito, coisa sem importância, né.

  28. Não confundas a denominação partidária com as políticas defendidas. O PSD tem tanto de “social-democracia” como o PS de “socialismo”, ou seja, interstícios no meio da cambada centrista e liberalizada.

  29. “… tem a distinta lata de vir propor uma coligaçao com o psd…”

    nada que o soares e mais uns quantos não estejam fartos de apregoar, bem vistas as coisas é capaz de ser melhor solução do que mandar o país para o caralho & a democracia para o regaço da nossa manela moura leite. o amado precisa tanto da política para ganhar a vida como eu para dar troco a imbecis, vai pelo gozo que a coisa dá.

  30. “ainda vais a tempo de te inscrever, aproveita agora que para o ano só há no mercado clandestino.”

    Ah, ignatz, ignatz… isso é um conselho genial, sem dúvida alguma ;-).
    Era da maneira que o joaopft ia estrumpftear para os estrumpfes :-) … :-)
    No entanto… O pai estrumpf,

    http://gameofroles.files.wordpress.com/2011/12/smurf.gif?w=540

    o do boné e calças vermelhas, diz que o joaopft nunca passaria por um verdadeiro estrumpf! Acho que vão ter que me continuar a aturar por aqui… ;-). Enquanto isso, divirtam-se um pouco com este texto hilariante:

    http://gameofroles.wordpress.com/2011/12/06/7151/

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.