5 thoughts on “É hoje.”

  1. tenho mais interesse em ver o vídeo das tuas declarações de apoio ao presidente da corporação sindical dos juízes. aquela treta da independência judicial ser dependente do dinheiro que se recebe, por outras palavras querem baldar-se à austeridade.

  2. Estimada deputada Isabel Moreira, desculpe incomodá-la com este assunto. Queria que desmentisse ou confirmasse um email que circula na net, reproduzindo o preçario do serviço de “cafeteria” da AR. Segundo esse preçario, a Isabel paga por um café cinco centimos e por um bolo dez centimos. Nem digo mais porque até tenho vergonha.
    Sei, senhora deputada, que não é por aí que se salva o país. Mas faço-lhe, desde já, a justiça de que a senhora deputada nâo considera “populismo” balofo a renúncia do presidente grego ao seu vencimento de persidene e que também nâo é populismo os governantes gregos terem feito um corte de 30% nos respectivos vencimentos. Populismo será abdicar de viajar em executiva, quando isso não custava já um tostão aos cofres públicos.
    Se isto que o email denuncia é verdade, o povo tem motivos para não acreditar em nenhum de vós. Não ‘e pela importancia; é pela completa falta de sensibilidade e vergonha.
    Diga-me, Isabel, que o email é uma mentira.

  3. caro joão
    em primeiro lugar, não anda por aí apenas um, mas vários mails sobre supostas regalias dos deputados. já ouvi de tudo. penso mesmo que a presidente da AR perante uma recente petição com muitas assinaturas para acabar com “regalias” dos deputados, devia emitir um comunicado. a questão é muito mais vasta do que “preços” de cafetaria. como sei que depois do seu comentário poderão vir outros, permita-me que esclareça todas as questões que me têm chegado criadas por quem quer degradar a politica (não é o seu caso):
    – os deputados também foram sujeitos aos cortes dos subsídios de natal e de férias, naturalmente
    – os deputados não recebem um telemóvel nem um computador. trabalham nos computadores da AR
    – os deputados pagam as contas dos seus telemóveis
    – os deputados não recebem uma compensação se rescindem contratos de trabalho porque optam por ser deputados em exclusividade. é uma escolha. assumem o risco
    – por isso mesmo, os deputados não recebem, se deixam de o ser qualquer subsídio de reintegração
    – os deputados não recebem reformas por terem sido deputados, por esses anos
    – os dois restaurantes existentes na AR não têm produtos de luxo e praticam preços normais para o que oferecem
    – não tenho presente o preço de um “café” ou de um “bolo”. não bebo café na cafetaria, só em casa de manhã ou raramente depois do almoço, mas já consumi sumos e produtos de cafetaria. tenho ideia de que são acessíveis, como em todas as cafetarias, mas não o preço ridículo que aponta como tendo sido afirmado por alguém.
    tenho pena que uns certos interessados em continuarem a viver à margem do sistema, nomeadamente não pagando impostos, consigam fazer correr estas campanhas mentirosas contra o parlamento para criar indignação contra o alvo errado. e eles a rirem-se.

    obrigada pela sua pergunta

  4. oh isabel! ninguém te perguntou nada disso, bota aí uma cópia dos preçários da cafetaria, cantina e restaurâncio e deixa-te de fitas, que eu estou pouco interessado em saber se te drunfas com cafeína ou com sandes de fois gras. já agora, a tentativa dos juízes se baldarem aos cortes e as tuas declarações de apoio tamém são boatos da net?

  5. oh isabel! são estas as “supostas” regalias? como andas distraída com as penhoras dos ordenados dos juízes, ainda não deste por nada. ainda vão a tempo de dizer que isto foi uma situação herdada do salazar quando o petróleo estava a pataco e que os deputados nunca se aperceberam da situação porque o ritmo de trabalho é muito intenso.

    “Os preços de venda das refeições são fixados anualmente e para o presente ano são os que se seguem:
    1. Funcionários e agentes parlamentares e funcionários parlamentares aposentados, pessoal dos Gabinetes e da dotação dos Grupos Parlamentares e ainda requisitado e contratado que na Assembleia da República preste serviço – 3,80 €;
    2. Pessoal da GNR que presta serviço na Sala de Segurança e no parque de estacionamento subterrâneo e pessoal da PSP que presta serviço na esquadra da Assembleia da República –4,00 €;
    3. Deputados e pessoal que presta assessoria transitoriamente aos Grupos Parlamentares – 4,90 €;
    4. Filhos dos Deputados e do pessoal referido no n.º 1 que tenham direito ao subsídio familiar, respectivamente – 2,40 € e 2,05 €;
    5. Filhos dos Deputados e do pessoal referido no n.º 1 sem direito ao subsídio familiar, respectivamente – 4,90 € e € 4,10 €;
    6. Restantes utentes ‐ 6,50 €.”

    tirado daqui: http://im-parcial.blogspot.pt/2012/10/menu-de-luxo-na-assembleia-da-republica.html

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