Graças ao PSD, já temos uma nova juventude

Miguel Relvas falou no contributo dado pela selecção em termos de afirmação e falou no orgulho que sentiu no final, na hora de cumprimentar outros dirigentes.

«Depois desta caminhada saibam os clubes portugueses aproveitar estes jovens talentos, nós temos boa matéria-prima, e eu gostaria de no próximo domingo, nos domingos seguintes, ver estes jovens no campeonato nacional«, sublinhou.

O ministro falou na «esperança em uma oportunidade» deixada pelos futebolistas e deixou uma referência positiva a toda a comitiva da selecção, desde o chefe da delegação, ao treinador Ilídio Vale e a todos os jogadores.

O membro do governo mencionou a aposta que o executivo faz nas «camadas mais jovens» do país, salientando que além do futebol existe todo um potencial no desporto, na ciência, na educação ou na cultura.

«Esta nova juventude portuguesa é o selo da garantia para uma nova esperança para o nosso país», considerou Miguel Relvas.

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9 thoughts on “Graças ao PSD, já temos uma nova juventude”

  1. Nem pense. Veja o caso do Nuno Reis que foi despachado para a Bélgica e todos os outros estão tapados nas equipas por estrangeiros comprados com dinheiro que não se sabe de onde vem. É miserável. Eu a este futebol não vou – pago as quotas mas mais não. Mais um a péssima colagem e ainda por cima mal feita.

  2. E quem fez esta juventude que tão bem se comporta além fronteiras? Quem foi? Quem foi? O Relvas não diz porque não foi ele nem nunca seria capaz de tal. Pretende apenas colher os frutos que outros semearam. Que bandalhice. Se calhar agora o governo vai criar uma escola de futebolistas.É o que está a dar.

  3. e há, decerto, uma nova mocidade toda formatada pelo psd…aquela que nem que lhes espetem um prego no cu, irá pra a Av. da Liberdade dizer que está à rasca e fora com o passos…

  4. Uma noite em branco:
    Uso este aforismo para dizer que foi uma noite de espera pela grande final de futebol de sub 20. Como eu, milhares de Portugueses, mandaram o sono ir dar uma volta por que estes jovens mereciam o nosso “sacrifício”, não fossem eles o exemplo desse mesmo sacrifício.
    Partiram para ali como quem parte para a forca: condenados. Depois os “carrascos” tiveram a lucidez de ver que afinal os condenados à “forca” não tinham cometido nenhum crime e estavam ali por direito próprio. E, estão a pedir contas à comunicação social portuguesa pelo facto de não terem evidenciado este abnegado grupo.
    Quanto a mim foi uma táctica usada pelo Seleccionador Nacional (Ilídio Vale) para não dar trunfos aos adversários, porque fora isto, a comunicação social portuguesa, tanto escrita como falada, já nos deu sobejas oportunidades de realçar os humildes.
    É ver o tempo que gasta com o futebol de segundo escalão e com selecções de “segundo plano” como consideraram esta?! Não fora o atrevimento de se apurarem para a fase seguinte e daí seguirem até à final uma grande parte dos portugueses não tinha conhecimento da sua partida. Também não convinha divulgar porque era dar nome ao País da droga e da insegurança.
    Não se viu o Presidente da República e o Governo a fazer uma cerimónia de partida! Também não podiam porque andam numa azáfama com a Troika e férias. Como não frequento o facebook não sei se por lá anda alguma mensagem.
    Outros tempos. Estes não mereciam. Não há nenhum jogador a jogar nos três grandes e grandes no estrangeiro. Não fazem vender papel e publicidade. Alguns até eram de opinião que não deviam de ir disputar o campeonato do Mundo. Só iam dar despesas e o País não se pode dar a esse luxo.
    Mas, o destino prega-nos cada partida. De uma selecção de “segundo plano” passaram a heróis nacionais. Os que nada diziam passaram a bajuladores. Não admira. Fazem o que o patrão ordena e a ocasião assim o exigia – é como diz o ditado: o ladrão faz a ocasião.
    Estes “ladrões” roubaram-me o sono. Há jogos em que não aguento uma primeira parte. Neste aguentei primeira, segunda e prolongamento. Dá gosto ver tão abnegados jogadores. Põem de parte o exibicionismo e optam pelo trabalho. Arregaçam as mangas e fazem jus aos nossos antepassados: antes quebrar que torcer. E foi o que aconteceu.
    O Brasil, partiu desde inicio a par da Espanha, mais uma outra como as favoritas, mas faltava demonstrar em campo esse favoritismo. Portugal foi a prova provada em como isso não é um dado adquirido. Faltava-nos vedetas… sobrava-nos em operários.
    Entendo que o Brasil foi um digno vencedor. Fiquei maravilhado com a postura de uma e outra selecção durante os cento e vinte minutos. Jogo viril mas leal. Acabado este há que dar os parabéns aos vencedores e foi o que os portugueses fizeram sendo contemplados com a compreensão dos brasileiros – só pode haver um vencedor. Dá prazer ver exemplos destes e há que elogiar a organização e o país organizador. É raro ver-se campeonatos do mundo de futebol com esta bitola.
    Aos jogadores portugueses, equipa técnica e membros da federação aceitem este meu conselho. Partiram como anónimos e anónimos queiram ser. Só aceitem os cumprimentos e elogios do povo anónimo português porque foram estes que acreditaram em vocês e desinteressadamente passaram… “uma noite em branca”.

  5. Estou por completo de acordo com o que escreveu Manuel Pacheco.

    Há muito tempo que não via um tão bom jogo de futebol. Do princípio ao fim. E uma representação tão digna (não digo fiel, infelizmente) de Portugal.

    Não ganhamos o título de campeões do mundo? And so? Se ser campeão do mundo fosse um princípio absolutamente virtuoso o nosso globo seria um colossal (disse bem, colossal, o piramidal sound byte coelhal) cemitério. E corre-se o risco.

    Dois apontamentos ainda:
    1. Numa semana em que se assistiu ao comportamento do special one na Super Taça em Espanha, o resultado de Bogotá (excelente organização) deveria ter o título ‘Portugal (sub 20) cinco, Mourinho zero’.

    2. Leiam (quem ainda não o fez) o último (infelizmente mesmo o último) livro de Tony Judt: The Memory Chalet. E, já agora, o penúltimo, este traduzido em português (edições 70) com o estranho título Um Tratado dos nossos actuais descontentamentos (Ill Fares Land).
    É difícil adjectivar, com justeza, pela extraordinária importância que tem, o historiador do pos-guerra europeu Tony Judt. Morreu em Agosto de 2010, com 62 anos. Com uma ELA (esclerose lateral amiotrófica). Em Maio, semanas antes, de dentro de um ‘lençol de chumbo’ (que era o seu corpo paralizado como uma maré que sobe), ditava The Memory Chalet. Adjectivar: como cidadão, historiador político, intelectual, humanista. É preciso primeiro ler.

  6. Este segundo lugar no mundial foi um golaço colossal do Relvas a passos do Coelho. Pena o frango do Mika, que é socratista de certeza.

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