Good food for good thought

Is intelligence innate, or can you boost it with effort? The way you answer that question may determine how well you learn. Those who think smarts are malleable are more likely to bounce back from their mistakes and make fewer errors in the future, according to a study published last October in Psychological Science.

Researchers at Michigan State University asked 25 undergraduate students to participate in a simple, repetitive computer task: they had to press a button whenever the letters that appeared on the screen conformed to a particular pattern. When they made a mistake, which happened about 9 percent of the time, the subjects realized it almost immediately—at which point their brain produced two tiny electrical responses that the researchers recorded using electrodes. The first reaction indicates awareness that a mistake was made, whereas the second, called error positivity, is believed to represent the desire to fix that slipup. Later, the researchers asked the students whether they believed intelligence was fixed or could be learned.

Although everyone slowed down after erring, those who were “growth-minded”—that is, people who considered intelligence to be pliable—elicited stronger error-positivity responses than the other subjects. They subsequently made fewer mistakes, too. “Everybody says, ‘Oh, I did something wrong, I should slow down,’ but it was only the growth-minded individuals who actually did something with that information and made it better,” explains lead author Jason Moser, a clinical psychologist at Michigan State.

People who are not so inclined, however, can change their approach, Moser adds. “A growth mind-set is about focusing on the process—as in the experience—rather than only on the outcome,” he says. “Setbacks are opportunities to gain infor­mation and learn for the next time, so pay attention to what went wrong and get the information you need to improve.”

Boost Intelligence by Focusing on Growth
Why some people learn more from their mistakes

3 thoughts on “Good food for good thought”

  1. quem me dera que fosse assim tão simples viver. o problema é quando a focalização no processo, e não no resultado, constitui um problema. ou seja, os obstáculos durante o processo são inibidores de resultados do processo e, desta feita, aniquilam a possibilidade de existência de resultados finais. não chega, sequer, a haver processo se considerarmos processo como o conjunto de entradas e saídas, em interacção – e interação – conducentes a algum objectivo concretizável. como se amarrados, entramos depois no campo do invisível – da fé ou da psicologia positiva – em que tudo fica nas mãos do que acontece e da responsabilidade do acaso e, aqui, num outro campo: acaso existe acaso?

  2. Isto fez-me pensar em como o tempo (como vivemos a temporalidade) nos modifica… Fico sempre espantada de como consigo lidar com o presente… mesmo o presente-passado me sabe a desafio mas o futuro (o resultado) ora me dá medo ora me dá tédio…. mas estou sempre em luta comigo a pensar que devo pensar mais nos resultados…. e, coisa ainda mais estranha para mim, ajo sempre com sensação de esperança….
    A ler isto fiquei mais em paz comigo… esta limitação que sinto ter de só me conseguir entregar aos processos até pode ser a melhor maneira de viver a vontade dos resultados… e com esperança tenho razão :D
    beijinhos

  3. Mas de que tipo de “intelligence” se está a falar?
    Na inteligência pura e absoluta (será que existe?), nos processos que levam à aprendizagem, na capacidade mental?
    Eu continuo a acreditar no velho processo de aprendizagem via experiência e erro, desde que quem os comete não se julgue infalível ou capaz de justificar o (seu/dele) erro, com os erros dos outros e nunca dos próprios.

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