Estado de guerra

Não ignoro a provável desvairada complexidade, ou mesmo impossibilidade, legal da questão, mas o maior absurdo português em matéria de defesa nacional é a ausência das Forças Armadas na prevenção e combate aos fogos ao longo de todo o ano e como parte da sua missão. Não só o Exército poderia limpar as florestas e multiplicar os postos de vigia na época de incêndios, como dispõe de equipamento de engenharia e segurança capaz de controlar as zonas afectadas e facilitar o trânsito de bombeiros e serviços médicos – a que se juntam as unidades de pára-quedistas, ideais para intervenções urgentes e em zonas inacessíveis aos veículos. Tal como a Força Aérea poderia ser decisiva para o patrulhamento, tanto utilizando aparelhos pilotados como de voo automático equipados com sensores e câmaras. É possível, cruzando dados de satélites com os da vigilância local, ter Portugal coberto permanentemente com uma malha de informação que reduza drasticamente o tempo para a chegada das primeiras equipas de combate aos fogos.

Outro fenómeno que poderia suscitar trabalho dos académicos e investigadores sociais é o dos incendiários psicóticos. Importa saber se a patologia é estatisticamente mais elevada em Portugal do que noutros países similares. E importa ter uma intervenção contínua na antecipação e dissuasão desse comportamento.

Leituras:

Exército quer “orientações claras e objectivas” nos incêndios

Militares vão vigiar serra de Santa Luzia

Detidos mais dois homens por suspeita de fogo posto

PJ reforça equipas de investigação aos incêndios

46 thoughts on “Estado de guerra”

  1. Também seria interessante de conhecer quantos fogos são ateados por romarias com foguetório. Para que se acabe de vez com a mania de culpar o estado por não apagar em segundos os fogos que séculos de devoção descerebrada provocam.

  2. Os Soldados da Paz:
    Nunca o fui mas tenho experiência de quando era militar tive a infelicidade de ser obrigado a ir combater um incêndio em Viana do Castelo.
    Estava-se no ano de 1970, em Julho ou Agosto, se não fez quarenta anos está quase a fazê-los. Preparávamo-nos para vir de fim-de-semana e à última hora somos informados que o quartel entrava de prevenção por causa do incêndio em Viana do Castelo. De imediato partimos para lá incorporados em pelotões, sobre as ordens de um aspirante, que prática de incêndios tinha a mesma que nós soldados tínhamos, nenhuma.
    Fomos para a localidade de Areosa, ali o incêndio era devastador, não nos podíamos aproximar porque era um calor infernal, não tínhamos meios para o combater a não ser ramos de eucaliptos para bater nas labaredas e tentá-las abafar. Era uma missão impossível porque não aguentávamos ali muito tempo e os ramos eram logo incendiados. Andamos assim o resto da tarde e parte da noite. A fome era muita, não tínhamos jantado, e assim passamos a noite sem comer. Ao outro dia de manhã encontramos uma padeira, que andava distribuir o pão, pelos seus clientes, estávamos perto da povoação de Areosa, e a padeira ficou sem pão, compramo-lo todo, ela bem não queria mas a fome era imensa.
    Esta situação correu de boca em boca e então começaram a chegar habitantes com leite e café para nos distribuir. Ao meio dia a maioria da população levou-nos batatas, carne e outros géneros e nós em fila indiana lá recebíamos na mão esses alimentos, não havia lugar para pratos ou talheres. Pela volta das dezasseis horas é que chegava a nossa alimentação, ia de Braga para Viana e tinha de percorrer várias localidades, porque estávamos espalhados por elas.
    Assim andamos o fim-de-semana todo e fomos rendidos na segunda-feira. Os nossos familiares deslocaram-se para o quartel em Braga a saber informações pois nos órgãos de comunicação social foi dito que alguns militares tinham morrido queimados. No início da semana, terça ou quarta-feira, foi dado como instinto
    Quando vejo os incêndios vem-me à memória este acontecimento e lembro-me do trabalho e risco que correm os Soldados da Paz e o que lhes desejo é a maior sorte do mundo.
    Também sei que a maioria dos incêndios é por interesse e que os incendiários são uns coitados. Por força da minha ocupação lidei com vários e vi que tipo de pessoas era. Os seus mandantes gozavam com o infortúnio dos donos dessas matas e com o trabalho voluntarioso dos Soldados da Paz.

  3. quem lesse o site da protecção civil há uns dias atrás poderia aperceber-se de uma sucessão de incêndios ao longo da estrada da beira: sandomil (seia), oliveira do hospital, vila nova de poiares… eu não acredito em bruxas mas a sucessão temporal destes incêndios indica que foram postos pelo mesmo pirómano passeando-se pela estrada da beira (se calhar até foi o mesmo que durante a noite anterior pegou fogo lá em cima na serra da estrela).
    não é difícil encontrar-se um forte correlação na localização dos incêndios: nos últimos dias os incêndios concentraram-se na zona da serra da estrela (lado poente) tal como na última semana de julho se concentraram na zona de aveiro. isto é tudo menos ocasional.

  4. «nos últimos dias os incêndios concentraram-se na zona da serra da estrela (lado poente)»

    Hum, se calhar a culpa é da volta a Portugal em bicicleta; o que nos vale é que o Val já alvitrou a solução: bombeiros paraquedistas, munidos presumo, com um kitt tipo «mata 7» que se utilizava para «assulfatar» os batatais.
    Com bombeiros paraquedistas munidos destes kitts borrifadores de água, os incêndios na república portuguesa têm os dias contados… pelo menos até ao próximo Verão, verão.

  5. claro que seria boa ideia, se existisse uma política de prevenção a fogos no nosso país.

    o mais ridiculo (e hipócrita) é vermos o ministro da agricultura ameaçar a expropriação das matas particulares abandonadas, quando estão a arder os parques nacionais do Gerês e da Serra da Estrela, da sua tutela, também eles sem a limpeza devida…

  6. “Outro fenómeno que poderia suscitar trabalho dos académicos e investigadores sociais é o dos incendiários políticos”.

    Valupi,

    Corrigi a coisa e sei que me vais agradecer, porque como tu tinhas só te daria problemas, mormente entre fumadores e directores de hospitais psiquiátricos a abarrotarem com doentes, grande parte deles com insuficiências democráticas. Outra coisa que me despertou a atenção foi o teu cuidado em não confessares que a ideia dum “Portugal coberto permanentemente com uma malha de informação” foi retirada dum livro de espionagem que leste há pouco tempo, cujo herói, em tempos agente dos serviços secretos e antigo paraquedista, resolveu largar aquela trampa da mão e virar bombeiro em new iorque, mas logo por azar nesse dia fatídico de 2001 apeteceu-lhe inspeccionar a segunda das torres que bateu num avião e.. pois, lixou-se torriscado.

    Agora, eu não, não vou nisso das frases pomposas a cheirarem a soluções inviáveis que só serviriam para gastar dinheiro e perder tempo. Sou mais sóbrio, fresco e poupador nestas coisas. Se eu fosse o Bombeiro Número Um de Portugal, tipo ministro ou director geral das arvores e arbustos, a primeira coisa que faria era pedir ao responsável pelo arquivo geral do fascismo, ismo, ismo, e perguntar qual foi a média de fogos devastadores em serras de Portugal, por exemplo, de 1950 a 1970, para incluir o ano que o Pacheco andou a pão e água. Depois comparava cuidadosamente com os fogos todos entre 1990 e 2010, calculava o saldo muito bem calculadinho não me esquecendo das áreas, aplicava o IVA e bebia uma cerveja fresca. Quando esssa cerveja acabasse, já tinha em cima da mesa os dados que eu prório tinha requisitado pelo telefone ao Julio de Matos sobre a percentagem de doentes com a mania de serem piros nos dois periodos referidos e só me restava transmitir os resultados do meu estudo aos vários órgãos da descomunicação social.

    O caso dos fogos na Rússia que a imprensa ocidental noticiou como se o pais estivesse a ser consumido pelo Inferno é dos mais estranhos, nesta história dos incêndios na Europa. Centenas de fogos simultâneos,e desconectados, ou anda aqui a mão de Deus ou os cornos do Diabo. Podes pensar que eu não acredito em Deus, se preferires ver a coisa por esse prisma.

    O Hitler esteve às portas de Moscovo e polvilhou os seu arredores com explosivos. Mas não houve fogo e podia-se tirar boas fotografias com Leicas. O Napoleão deixou a cidade com os sinos a tocarem, mas presumo que não ardeu durante muito tempo. Neste Verão, todo o norte da Europa, incluindo a Finlândia e a Suécia, esteve durante semanas com temperaturas superiores as de Portugal, uns miseráveis 35 que nem sequer dão para assar porco na brasa – e em vez de fogos, como seria de esperar, tivemos cheias na Polonia, na Alemanha e na Rep. Checka. New Delhi, andou várias semanas sob temperaturas que chegaram aos 52 graus. Fogos, tá queto. No entretanto, interestingly, a época dos furacões lá para as américas parece que teve medo dos óleos derramados pela BP e comunicou esse facto aos Tornados de Verão que também não se deixaram ver.

    E de quantos incêndios na África somos informados, quando o tempo aquece? Não tenho a mínima ideia, vou telefonar aos gurus do meteo.

    É o que eu digo: Cuidado com os helicopteros pretos.

  7. Eu boue pôr fogu no Heron. Também poço ir incendiare a Assenvleia e Valém. Alguém ker bir comigu? Poço fazer a fugeirae pro Socrateses. Num ta preocupese Balupi, arranju-te lençus de jurnal democraticu e prumetu-te ke nãoe limparáse o ranhu a um artigu do Crespoe nem do arkitectu do Sole.

    Bai um copu, meue, esta berda hoje tá male cumo o catanu. Axo ka boue pro bagaçue, du forte, pra kaír logu na cama.

  8. Militares nos quartéis não servem de nada. Só para consumir recursos. Nem sequer percebo porque não tomam a iniciativa.
    Que instruções necessitam se alguns dos seus quadros pertencem ao comando da protecção civil.
    É que não estou a ver o comandante dos bombeiros sobrepor-se ao comandante da força militar.

  9. eu não sei , mas se os soldadinhos de chumbo já só servem para essas coisas…pois acabe-se com eles e criem-se bombeiros profissionais , né? ele há cada uma.

    e para limpar a mata , ele tb há não sei quantos ( 300 mil ? ) rsi , já agora.

  10. num saves o que é o Heron, DAAA??? Oube acurdeie agora e estoue já com uma bubadera , oube o heron é a casa du socrateses, akela ka custoue poucu dinhero, foue cumprada no bazare xinesese.

    Bamos atãoe, Balupie keres bir tambeem?

  11. entre 1950-70 ardiam cerca de 10000 ha por ano. Nos anos oitenta os 50000 ha ardidos em média, quintuplicavam esse número e eram considerados uma ‘catástrofe incendiária’. Em 2003, no governo do burroso e da ferrugenta arderam mais de 450000 ha: a indústria do fogo operava no seu máximo, que o diga a sociedade lusa de negócios. E o bpn.

  12. melhor mesmo era a questão nem se colocar, não? Se queres saber tudo isto me enjoa, lá no Admirável a Linda toma avalanches de soma, já não lembro como acaba. Já agora: não percebo por que se chama sobrevivência à subvivência. Outra coisa: sândalo mais alecrim mais vetiver é capaz de dar simpático,

    Sabes como se faz sopa de nabiças? Também tenho de pensar nisso das sopas, só trabalhos!

  13. És um verdadeiro nose, ⅀!

    Então, acabas de descobrir aquilo que me parece ser a fórmula do perfume levitante, e não consegues dar conta de uma sopita de nabiças? :)

    Coisa mais simples. Sugiro que a base – o creme da soupe, topas? – seja de grão. Botas o grão, com cebola e um pouco de água e sal. Tudo cozido, passas a cena toda para ficar cremosa, botas as nabiças todas lavadinhas e partidas em pedacinhos lá pra dentro, deixas cozer mais um pouco. Et voilá.

    Tem graça, que fiz uma há dias…

    (muito pertinente, a observação da subvivência)

  14. és uma querida! Mas então e batatas, não tem batata?

    E quanto tempo tem o grão de ficar de molho? Eu uso lata mas ainda assim vou pensando.

    Então imaginemos: para uma lata de grão grande, três batatas e uma cebola média, será?

    Isto das nabiças é terrível mas gosto tanto que já é tempo de cumprir alguns amores. Mas, se bem me lembro uma que me lambi todo noutro dia era com feijão branco, mas concordo que o grão será uma boa variante,

    olha aqui, para dares risada, querida Alice!

  15. Edie,

    Explica lá isso das “bocas”, filha. Tenho a impressão que tanto tu como o anedota que as inspirou have missed the point. Terias por acaso metido nessa cacholita que eu estava a dizer que nos tempos do salazarismo e dos governos do PSD os guardas florestais e os bombeiros eram mais eficientes? Continua assim, e tenho a certeza que me vais obrigar a telefonar aos serviços de urgência do Júlio. Quanto muito só poderias ter inferido que havia menos pirómanos e “indústria do fogo”, como diz o outro palerma, mas mesmo isso fica a quilómetros de qualquer meta racional.

    De facto, a questão é apenas sobre a regularidade de incêndios em florestas em duas épocas diferentes. Poderiamos até comparar o que se tem visto nos últimos dez anos com a primeira década da primeira República. Cus são cus e calças são calças. Nada disto tem a ver com política, a pátria acima de tudo. Minhas ricas arbinhas.

  16. Risadas, mesmo :)))
    Não conhecia esta senhora, é linda!

    Ora, voltando ao assunto: neste caso as batatas não são precisas para nada. A lata grande e a cebola média chegam perfeitamente, a não ser que tenhas convidados. (na receita da Maria Alice, entrariam mais umas ervas, mas acho que está bem assim…)

    Bon appétit, mon cher!

  17. Giroflé,

    Are you talking to me? É que eu não me lembro de me ter dirigido a ti. Ora com tantas bocas aqui deixadas, logo tinhas de enfiar a carapuça, todo em biquinhos de pés…Ora aqui os comentos não giram à tua volta, flézito. Se eu tirei essas conclusões? Mas havia conclusões para tirar?

    Sempre te digo que para quem se designa a si próprio de mais “sóbrio e poupador” no discurso, falas de mais e pensas de menos…e ao lado, filho.

  18. não ligues Edie, há quem não goste de nabiças, por certo que é um direito constitucional,

    Bem, mas eu agora, pelo que já me conheces, fico dois dias a pensar onde será melhor ir comprar nabiças, enquanto marcha um sarapatel que será fruto de arrependimento vário.

    Hoje tenho de lavar as escadas com um pó que ainda não conheço, enquanto acabo a carta para os referees. Depois há mais.

    também acho uma delícia a Alice Vergueiro e o tapa na pantera!

  19. No, Edie, I was talking to Robertita de la Nira. Desculpa lá isso, má pontaria.

    Mas já que estás aqui, aproveito para te perguntar, a ti, Edie Constantine, se estarias a referir-te às “bocas” do Valupi – the poor and innocent bystander. Mas como, se só apareces neste café para lhe beijar as pálpebras a fazeres o pino? Excepto, isto é, quando tens necessidade de cozer grão ou deliciares-te com as tuas próprias pilhérias de improviso.

    Se não for segredo de Estado, então, lista aqui as tais “bocas” que te incomodaram. Talvez me chames à razão e eu te ofereça, para redimir-me da má criação, um extintor portátil, muito útil nas circunstâncias.

  20. Já falaste demais outra vez, girocoiso. Quem disse que as bocas me incomodaram? E listo o quê??? Para quem?? Larga o Constantino.

    Já agora, o actor chamava-se EDDIE Constantine, faz a diferença de Eduardo para Edite e de alhos para bogalhos, estronço.

  21. Não ficava nem tão bem, nem tão respeitosa, parlosa, não achas? Se te chamei Roberta, porque raio haveria eu de chamar-te EDDIE? Tem brio de senhora. Alem disso não se consta que tivesses tido bexigas em pequenina, ou tiveste? E ainda tu andavas a fazer chichi de pernas para o ar já eu … (acaba por mim, se não te importas, passarinha).

  22. Giroflé,

    UIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, bamos a fazere a supinha de navissas pra ber se fikámos saudabeis como as meninas de cima. Eu gostu de sopinha de abóbora e gostu de saladas, acumpanhado de um bom tintole.

    Depoje da mula bem cumposta, poço entaõe falare de direitos consituicionaise. Axo ka debiamos propore a lei do fexo às mulherzinhas prendadas e de abentalinho.

    Granda gaita, desde que o chefe de familia foi abulido, hoube umas famaninas que axam ka têm pendente, um dique no meio das legs, andarsetende mai frende giroflé?

    eue tamém gusto de referees, num podem é usare meia vranca.

    Balupi, até kenfim que parçabestes o ké merda de kalidade.

  23. Touta a ber,

    A EDIE, desinformaada como anda, nem sonha que eu sou especialista em culinária, entre outras coisas, excepto, confesso, em pastelaria. Sou um zero a bater gemadas – nem com manivela – e não consigo convencer claras a subirem em castelo.

    Sem dúvida, desde da abuliçao do chefe de família que isto anda numa desgraça. Elas sabem-no bem. Mas isso são outros fogos e outras oportunidades para a referida senhora entrar em ponto de rebuçado, se o assunto vier a lume.

  24. De 2002 a 2004 arderam um milhão de hectares, um terço do total da nossa área florestal. Cerca de 10% ao ano quando a média anual de destruição da Amazónia é zero virgula qualquer coisa %. Em percentagem, estamos no topo dos recordistas mundiais de área florestal ardida. O que fazer? Não é preciso inventar nada de novo porque não faltam bons exemplos a seguir: educar a população, fazer cumprir a legislação que existe, não dar tréguas aos criminosos, acabar com as capelinhas centralizando o combate aos fogos, por exemplo, no Ministério do Ambiente e profissionalizar os corpos de intervenção para exigir responsabilidades. E concordo inteiramente, os militares são importantes nesta guerra até como força de dissuasão. Temos todos que declarar guerra a esta chaga.

  25. Cala a boca TRAQUES. Não te metas entre mim e o Giroflé.

    Giroflé, oube uma cousa, pá.

    Já oubi dizere que para baterese a porra das vrancas dos obos em casteloe tens de bater com força e depoje no fim poes um pouco de assucar pá e aquela cousa sobe cumo o carassas.

    Axas ka dita da Edie entra em punto da revussado? Olha ke pla cunbersa, akilo é mais assuntoe de begetais secus. Tás a bere, falam em navissas.

  26. Giroflé,

    Oube, tu és um adbogado do catanu, tens uma oratória do carassas, meue, continua a escrabere que me mijo de riso só de ta lere,

    Ó edie, baie á praia bê lá sencontras berbigaoe e bê lá sisso te dá ideias, tas a ber. Diques pra ti só na holanda tás a ber.

  27. Se está muito barulho e sofres de claustrofobia arranja um T3 com vista para o mar. Estás mesmo a pedir que te ponham uma mangueira nas mãos para ver se arrefeces, ó besunta. Vai ver se estou noutra caixa.

  28. TRAQUES,

    meue, oube lá, tás outrabez a xamar-me mulhere? de ke mangueira falas? besunta é akilo que gustbas de tere na tuae constitissãoe fisica e num cunsegues.

    Bai lambere curreioe e cussare o ravo,ká por aí muitus buadores. Aprobeita a mangueira e ´vanha-te. Porra, pá, pára de tanta flatulência, xibasse.

    ciao balupi.

  29. por acaso sopa de abóbora foi o que comi ontem, mas era pacote! No entanto as nabiças acastelam-se no horizonte. Outrossim, já vai assim,

  30. Ó letra do alfaveto gregu axinesado, debias ter acumpanhado a supinha com uma saladinha dagrioes e de broculos, purcauza du ferru.

  31. Vai mandar calar a tua vóvó, ó totó borla. Se não te dás bem com a democracia tens muito por onde escolher. Por exemplo a Coreia do Norte, que dá logo direito a diploma.

    Se não tens nada para dizer experimenta pensar e deixa de te masturbar com o teclado. Isto mais vale cair em graça do que ser engraçado e, por mim, poupa-te porque já estás a falar para a parede. Boa estação.

  32. TRAQUES,

    eue boue aíe partirte a fussinha. Baie tu mandare calare o teue ravu ka está cempre a avrir-se. Faze uma cousa utle. Dá aíe uma ajuda ao meu amigu Giroflé, kele baie mandare uns cagalhoes pra Lesvoa e com o calore ka está é pressizo gaze continuo.

    Oube lá, soue fascista e depoje, ka tenze tu com issu? Se eue mandasse, já tinha manddau alguém por-te uma rolha no ravo.

  33. tou ta ber , és um prato , e dos bons , tipo petisco. quem ma dera ter o teu senso de humor . bem hajas , que me fazes rir buerere.

  34. E nós podemos lá renunciar à nossa história. Os fascistas fazem parte da nossa decoração rústico-pimba e nunca faltaram apreciadores dessa modalidade sócio-kitsch. Nem o turismo seria o que é hoje sem essa franja de aficionados. Felizmente já não há bois dispostos a serem bandarilhados e aos toureiros só resta delirar.

  35. Cala a boca TRAQUES.

    Poje metes-te com kem, desta bez, seu peido mal empurradu?

    Dizese male dos fascistas? Poje pra ti soue fascista sem pur ssento, meu peida de furuncolose. Bais-me a dizere cu salazare num foue um gaju inteligente pa?

    Eue poço touriarte a todo o mumento, até já destes pur isso,ó meue demucrata de pacutilha xinesa, ou malhore, da feira.

    Baie pqtp. Pasçaveste, ó ruzinha malmikere? keres discutire siensia pulitica cumigu, é? poje num biste ainda que só o JFK me poi a falare a cério, meue traques mal farmentadus. Baie a cumer uma voa feijuada, e veb-lhe um tintole ka dapoje falamus.

    ciao balupie, bello.

  36. Não simpatizo mesmo nada com fascistas. Assim sendo, reduzo o tempo gasto com eles ao mínimo. Boa noite.

  37. Boa noite, TRAQUES.

    Agora ka baise pra caminha liberta o estpmago, faz um jogo da futebole na barrigona, arramata com toda a forssa k apuderes, cu teu estomago num baie a defendere. Bão saír peidus até dizere xega. Já ka num éses faxista, liverta a peida e dexa-a travalhar à bontade.

    fika bem.

    Ciao Balupie, bello.

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