Efeméride

Celebra-se hoje, por todo o País, a 1ª semana desde que Mota Amaral desafiou os deputados-espiões, os jurisconsultos-Torquemada, os magistrados-gestálticos e os jornalistas-snipers a consumarem as suas intenções de judicializarem por completo a política, já que se mostraram perfeitamente capazes de politizarem a Justiça.

O silêncio que se abateu sobre tão gradas figuras convoca um adjectivo de eleição, e de eleições: avassalador.

8 thoughts on “Efeméride”

  1. Tendo sido deputado de Estado Novo, Mota Amaral, mostra um conceito de democracia diferente de quem se intitula deputado na era da democracia. Que me importa ter um deputado que passou por essa fase e hoje dá-nos exemplos como a democracia deve ser exercida. Ao contrário aqueles que só foram deputados depois do 25 de Abril e nos presenteiam com atitudes do Estado novo – tribunais plenários. O ladrão não faz a ocasião. A ocasião é que faz o ladrão.

  2. Sim, Mota Amaral não merecia que o Psd lhe tivesse virado as costas. O vale tudo impera neste Psd e isso é gravíssimo para os portugueses. Por vezes a sede de poder a qq custo acaba mal. Quanto mais queremos uma coisa mais ela foge de nós. E é isso que vai acontecer ao Psd. Pedro Passos Coelho já deu o mote e borrou a escrita toda. Aguarde-se por mais do mesmo.

  3. bem , acho que a politização da justiça não nasceu com esses deputados , parece que já vem bastante detrás. até parece que é por causa da politizaçãp da justiça que ela agora vê e bem . bem , quer dizer…vê vesgo. e celebrações disso não vi em lado nenhum , a malta gosta mais de celebrar as festas populares , coisas de políticos choramo-las. são peças de teatro tão más que nem para rir dá.

  4. A politização da justiça é um facto que ocorre há anos, revelada, de resto, nos desfechos mediáticos e calados de alguns processos que vieram à praça pública.

    A politização da justiça existirá sempre que a feitura das leis seja entregue a um legislador – da assembleia e/ou executivo -, composto por advogados e empresários que defendem os seus interesses.

    A politização da justiça existe a partir do momento em que o sistema permite a existência um tribunal constitucional, que tem composição política é é este tribunal que supostamente é o garante da legalidade normativa.

    A politização da justiça existe porque neste país a democracia exerce-se com base no ditame e é secundada ou apoiada pela lei da rolha e do fecho.

    A politização da justiça existe, porque os portugueses permitem – calam-se.

    Compreenderam?

  5. A politização da justiça existe porque nós, portugueses, somos assim. Depois deste pico de pouca vergonha pode ser que nos tornemos mais exigentes no futuro. Desconfio, porém, que uma boa mão-cheia de magistrados já não tenha recuperação possivel. Ainda se os pudessemos afastar dos cargos, como fazemos aos politicos. O drama está aí para durar.

  6. CLAUDIA, MINHA,

    POIS BÊ LÁ DEU-ME PRA AQUILO. TÁS A BER O VALETA, A COÇAR A PENTELHEIRA RALA, TODO CONFUSO? NA BERDADE, MIJO-ME A RIRE COM EST MERDA. DIZ LÁ, SE TU QUEISERES ESCREBERE NUM O FAZES, COMO DEBE SER? BAIS A BER, INDA VAMOS APANHAR O NOBEL DA ASPIRINA B.

    ESTES CABRÕES TODOS A MANDAREM BIR COMIGO, MAS SE LHES FALO CUMO DEBE SERE, ESCONDEM AS BOLAS QUE NUNCA TIBERAM.
    CIAO BELLA

  7. Be yourself, tou-te a ber. Agora sou eu que te digo para cagar neles. Não entres no molde do politicamente correcto e da uniformização.

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