3 thoughts on “É o fim da macacada”

  1. It really comes from a distance :):):)

    “Tellingly, they were also examining areas on their body, particularly the genitals, that they had never seen before. In some cases, the monkeys even turned themselves upside down during these examinations. In other cases, they grasped and adjusted the mirror to get a better view of themselves.”

    DESTACO constatação fundamental aplicável a todo o conhecimento da realidade humana/animal;

    O ‘diagnóstico’ depende seriamente da acuidade do ‘aparelho’/teste:

    “I think the mark test may not be sensitive enough to detect self-awareness in the lower species; they may have it, but in a different form, and it may show up in different situations, using different tests.”

    Com todas as consequências que isso representa para a vida em geral e humana em particular…

  2. Declarações de Sócrates sobre aumento de impostos e recuperação da economia

    “A principal preocupação da política económica do Governo é a recuperação económica e o emprego. Nesse sentido, não é compaginável com esses dois objectivos um aumento de impostos. (…) Não haverá aumento de impostos, porque a prioridade deste Orçamento e dos próximos tempos será sem dúvida o crescimento económico e o emprego. Pelo contrário, se o Governo tivesse margem, a sua política até seria no sentido de diminuir os impostos.” 24/11/2009

    “Vamos fazer uma consolidação orçamental baseada na redução da despesa, não no aumento dos impostos, porque isso seria negativo para a nossa economia.” 02/02/2010

    “Não há aumentos de impostos a não ser com uma excepção: vão ser taxados com 45 por cento os portugueses que têm rendimentos acima de 150 mil euros. Mais fácil seria aumentar impostos, mas isso prejudicaria a nossa economia.” 09/03/2010

    “O Governo não tem nenhuma intenção de aumentar impostos.” 16/04/2010

    “O Governo vai cumprir o PEC [I]. A senhora deputada vê lá o aumento do IVA? Não vê.” 30/04/2010

    “Portugal registou o maior crescimento económico da Europa no primeiro trimestre deste ano [1,7 por cento]. Foi o primeiro país a sair da condição de recessão técnica e o que melhor resistiu à crise”. 12/05/2010

    “Estas medidas que agora [PEC II] aprovámos são indispensáveis e não necessárias. Indispensáveis e necessárias à confiança da credibilidade da economia portuguesa e para se assegurar o financiamento da economia portuguesa, mas também para defender toda a zona euro”. 13/05/2010

    O aumento de impostos [previsto nas medidas aprovadas] é suficiente para os objectivos orçamentais”, tanto deste ano como de 2011. 04/06/2010

    “Temos agora sinais bem claros, ao longo destes últimos meses, de que o crescimento do desemprego abrandou [10,9 por cento em Maio, um novo recorde]. Tenho bem consciência de que estes meses de Verão, que se seguem ao crescimento económico verificado no primeiro trimestre, constituirão meses de abrandamento do crescimento desemprego.” 02/07/2010

    “[INE anuncia crescimento económico de 0,2% face aos três primeiros meses do ano, e 1,4% face ao mesmo período de 2009] É um número que nos coloca numa situação de crescimento neste semestre que é quase o dobro do que o Governo tinha previsto no início do ano” e que consiste num “sinal de grande encorajamento e confiança para a recuperação da economia portuguesa”. 13/08/2010

    “Nestes seis meses, o crescimento da economia foi o dobro do previsto pelo Governo no início do ano. Entre Janeiro e Junho, a nossa economia cresceu 1,4 por cento, face às estimativas de 0,7 por cento para o ano inteiro.” 24/08/2010

    “Caso se vier a revelar a necessidade de aumentar impostos, se isso for mais justo do que reduzir despesa… Nós vamos reduzir a despesa em áreas muito significativas, mas não aceito a ideia de que tudo deve ser feito apenas à custa da redução da despesa, excluindo outras opções políticas.” 24/09/2010

    Anuncia conjunto vasto de medidas que incluem, entre outras, redução de 5% da despesa total com salários em todo o sector público sobre os vencimentos superiores a 1500 euros mensais, congelamento das progressões e promoções na função pública, e de todas as pensões durante 2011, eliminação da possibilidade de acumulação de vencimentos públicos com pensões , redução em 20% com RSI, aumento da taxa de IVA para 23% e criação de um novo imposto para o sector financeiro. 29/09/2010

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